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sexta-feira, 27 de maio de 2016

O Rosário não é opcional - pelo Padre Patrick Perez


Belo artigo - convincente - para esses tempos atuais onde muitos correm atrás do tempo perdido... mas não tem tempo para rezar.

Clique na imagem abaixo e leia!

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Salve Maria!









Mensagem recebida pelo Profeta Pedro II (Bento da Conceição) – Taquaras – Balneário Camboriú – Santa Catarina – Brasil. Informações fone- fax: (0xx47) 3367-7110 ou (0xx47) 9234-1114 (Vivo) ou (0xx47) 9112-8000 (Tim) ou (0xx47) 3360-7167

Estejam onde estiverem, não precisam ter medo

22/05/2014





Sobreviver já diz tudo, é só pensar bem nesta palavra, dar ouvido ao Criador de todas as coisas e ter certeza de que jamais esta pessoa vai morrer, porque, pelo tempo que já foi decretado, na lista já estão todos os que vêm fazendo a Vontade de Meu Santo Filho Jesus. 

É Ele que precisa de pessoas assim para esperar por Ele, que já Está pronto para assumir o cargo que Lhe pertence, O Redentor de todos os viventes. Sim, porque foi Ele quem criou, só não criou foi a morte, esta foi Seu maior inimigo. Assim como irá acontecer tão logo com esses que vêm praticando a iniquidade, homens que só tem cara de gente, mas não são. 

Mulheres que vêm fazendo o serviço sujo e nojento, que é insuportável vendo dessa maneira. Uma quer se passar por inteligente, outra hora deixa que sua vergonha venha mostrar, para que o homem se perca no meio da podridão. É um lamaçal podre, que não há mais como suportar. 

Quando O Santo Espírito chega a ver essas coisas, fará o mesmo como fez com Sodoma e Gomorra, mas não com quem vem dando o máximo de respeito pelas coisas sagradas. Serão só estes que irão sobreviver no meio de tanta tragédia, sem ferir nenhum, porque nesta hora, são milhões de Anjos para cuidar de cada um. Estejam onde estiverem, não precisam ter medo. 

Assim como já houve no meio de uma guerra, de muitos saírem ilesos, sem ter nenhum problema, é o que irá acontecer tão logo. Meu Santo Filho Jesus, olhando por tudo o que Ele criou, pouco se vê as boas sementes quererem crescer. São sufocadas pelo mau cheiro insuportável dessas almas perdidas. Quisera Eu, Maria, Sua Mãe, fazer todo o possível para tirar esses filhos ingratos da miséria humana, mas não dá, porque já foram contaminados com o vírus da morte. 

Esses estão vivendo seus últimos dias, por não darem o mínimo de respeito, pelo menos com as roupas que vêm vestindo, que não deixa de ser vergonhoso diante do seu Criador e de Mim, que Sou da parte feminina. Tudo isto que vem acontecendo, os falsos pastores aceitam tudo como estiver.

Senhora do Santo Rosário e Pedro II


fonte: http://ceifadores.com.br/mensagens/



Leia também: http://mdemisericordia.blogspot.com.br/2015/08/a-arma-eficaz-contra-os-ataques-do.html

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Como devemos rezar? A Bíblia fala algo sobre isso?






É necessário que o fiel se recorde que todo o seu ser precisa estar voltado para Deus no momento da oração. Ao orar, a alma deve levar o corpo a uma atitude de disponibilidade e prontidão para com Deus. O corpo acaba por demonstrar externamente aquilo que o coração está disposto a vivenciar diante do Senhor.

Ao se colocar de joelhos, por exemplo, manifesta a contrição do coração, o reconhecimento de seu próprio pecado ou a veneração, adoração devida ao Criador. O corpo deve também participar da oração.


É necessário realmente orar de joelhos? E qual o sentido dessa posição?


O corpo deve também participar da oração. Este é um princípio básico da oração cristã. Não reverenciamos e adoramos a Deus somente com a alma, mas também com o corpo.

O catecismo ensina que é necessário exteriorizar nossos sentimentos com todo nosso ser para dar à nossa súplica todo o poder possível.

Deus também quer adoradores em espírito e verdade e portanto quer a oração que associa o corpo e o estado interior.

A verdadeira oração deve brotar da alma, mas é também importante associar à nossa oração o nosso corpo. Assim como a alma peca e leva o corpo junto, é importante que ela ao dar glória a Deus também eleve o corpo.

A posição do nosso corpo ao orarmos tem tudo a ver, pois assim como o corpo não pode ser separado da alma, também na oração a nossa alma deve levar em consideração o nosso corpo.

Há várias formas de venerar a Deus por meio do corpo.

Quando o anjo de Portugal apareceu aos pastorinhos, ele lhes ensinou uma oração pelos que não crêem em Deus... e quando ensinou essa oração, o anjo se inclinou. Instintivamente, os pastorinhos se ajoelharam e se abaixaram, num gesto de humildade. A alma adora e o corpo vai junto.

Assim, a oração de jeolhos tem o significado de adoração, dobrar os joelhos diante de Deus para reconhecer o quanto Ele é maior que nós.

Um outro significado de orar de joelhos é a penitência.

No início do cristianismo a oração de joelhos e o jejum eram proibidos no dia de domingo, pois eram tidos como penitencial. Os que estavam na graça, oravam de pé em posição sacerdotal e os penitentes oravam ao fundo de joelhos.

Atualmente a orientação da Igreja é que o fiel se ajoelhe pelo menos durante a consagração na Missa, fazendo clara a distinção do sacerdócio exercido (batismal de todos e ministerial do sacerdote).

Resumindo, há dois significados ao se orar de joelhos é: penitência e adoração.


Fonte: site Christo Nihil Praeponere



E na Bíblia?
  • "Então [Jesus] afastou-se dali, à distância de um arremesso de pedra, e, de joelhos, começou a orar" (Lucas 22,41).
  • "Pedro mandou todo mundo sair. Em seguida, pôs-se de joelhos, a orar" (Atos 9,40).
  • "Tendo dito isto, Paulo ajoelhou-se e orou com todos eles" (Atos 20,36).
  • "Quando chegou o dia de ir embora, partimos. Todos quiseram acompanhar-nos, com suas mulheres e crianças, até fora da cidade. Na praia, nos ajoelhamos para orar" (Atos 21,5).

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

A arma eficaz contra os ataques do inimigo.




pelo Padre Gino Burresi _________________________________________________________________________




A oração Nossa Senhora



                no Seu grande amor, indicou-nos os meios mais eficazes para sermos bons Cristãos. O primeiro é a oração: conversar com Deus e estar em união com Ele. Os Santos, nossos irmãos, que andaram pelo mundo como nós, compreenderam o seu valor e tornaram-se grandes homens de oração. 

Ainda recentemente, um indivíduo que pensava que estava realmente “actualizado” disse-me, com toda a seriedade, que a oração é uma perda de tempo, e que, no fim de contas, hoje tudo é uma oração. O que é uma desculpa original para não rezar. E garanto-lhes que, desde esse dia, tenho dito a Nosso Senhor: “Senhor, quando me ajoelhar perante Vós, afastai de mim qualquer pensamento de que estou a perder o meu tempo!” 

Nossa Senhora referiu-se insistentemente a que se rezasse o Santo Terço. A situação mundial é tão triste! O amor é tão difícil de encontrar, e a caridade, o bem e a justiça tardam tanto, e a dignidade da pessoa humana vai desaparecendo. Hoje as pessoas só falam de direitos, de dinheiro, de bem-estar; e ignoram os valores espirituais. 

Meus caros jovens, o que podemos fazer para mudar esta triste situação? Nossa Senhora de Fátima mostra-nos o caminho da salvação na Sua Mensagem. As armas da violência devem ser defrontadas com as armas da oração. Nossa Senhora convida-nos a rezar o Terço, e a pensar e a meditar nos Mistérios, que contêm todo o Evangelho. Precisamos de rezar o Terço muitas vezes, e precisamos de o rezar bem. 

Não dêem atenção às pessoas que dizem o contrário, mesmo que sejam padres. Em vez disso, digam-lhes que lhes ensinem como hão-de rezar bem o Terço. Nossa Senhora veio do Céu para nos avisar e nos mostrar a maneira de nos salvar-nos. Apareceu em Fátima para exterminar o farisaísmo da nossa era.

*  *  *

Voltemos ao Santo Terço 

              É urgente que nos cheguemos ao manto de Maria, que tenhamos outra vez o Terço nas nossas mãos! 
Papa João Paulo II sempre estava a rezar o Terço 




E foi Nossa Senhora que o salvou quanto tentaram tirar a vida dele


Mas se o pastor não segurar as contas na mão, as suas ovelhas muito menos. Caros sacerdotes, já não vejo o Terço nas vossas mãos. E as famílias das vossas paróquias também já não o têm. E já vêem o que lhes tem acontecido. O Terço de Maria já não se encontra nas famílias, mas encontramos divórcios, separações e discórdia. 

Já não há a oração, e a sua ausência afasta as pessoas dos Sacramentos. As pessoas sem orações e Sacramentos carecem de tudo, podem crer. E assim a família também se desintegra. Até termos de novo o Terço nas mãos... 

Os nossos tempos são desanimadores, porque perdemos Deus. E reparem que não há saída. Se quisermos ser salvos, só há um caminho: Maria Santíssima e o Seu Imaculado Coração. Mas até o Seu abençoado Terço estar nas nossas mãos, não vejo muita esperança; escapar será uma ilusão. Se o Terço estiver de volta, pensaremos um pouco mais seriamente na nossa vida de Cristão, apreciaremos mais as virtudes cristãs, e por isso muito da nossa maldade desaparecerá à medida que crescermos na virtude. 

Teremos mais caridade, seremos menos egoístas, e afastar-nos-emos de tantas coisas materiais que só nos inquietam constantemente. Guardaremos também os Mandamentos mais escrupulosamente, para seguirmos mais de perto a Igreja fundada por Jesus Cristo para ser a luz que guie todos os homens, que são todos nossos irmãos.


Um quarto de hora para Maria

                 o Terço quotidiano Reserve um quarto de hora por dia para o Terço de Maria. 

Ofereça-Lhe estes quinze minutos, para rezar os mistérios como deve ser. No Santo Terço, encontro toda a Bíblia, de forma simplificada. Os quatro Evangelhos estão contidos nele. Ali encontro a vinda de Cristo, a minha redenção, a minha vida cristã e a minha vida religiosa — porque nos mistérios do Terço vemos a humildade, o afastamento das coisas terrenas, a caridade nas relações com os outros homens e mulheres. Tudo está no Terço! 

E então começo a pensar. Tenho-me portado bem? Actuo como exige o Evangelho, como o Terço ensina? Quando rezo o “Pai Nosso”, penso no que estou mesmo a dizer? O valor do Terço A oração que a Santíssima Virgem Maria mais deseja é o Santo Terço. 

Sabemos isto por causa das Suas aparições em Fátima. Hoje, esta oração é fortemente criticada, e quem está contra ela chama-se a si próprio “sábio.” Abandonaram o Terço porque, para eles, é uma oração que nada diz, uma repetição inútil de palavras. Realmente, até tenho pena deles. 

No Terço contemplamos a vida de Jesus, a vida de Maria, e a nossa própria vida de Cristão. Daqui vem o seu grande valor. Porque é que o Céu insiste tanto em que se reze o Terço? Porque nos mistérios encontramos todo o Evangelho. 

Infelizmente, os Santos Evangelhos são pouco conhecidos, raramente meditados, e por conseguinte pouco postos em prática. É, na verdade, ao rezar o Terço que regressamos ao Evangelho e nos tornamos verdadeiros discípulos de Cristo. Maria é uma pessoa viva, e não uma memória. Falamos e conversamos com Ela quando rezamos, especialmente o Terço, porque então meditamos e pedimos a Sua ajuda para pormos em prática aquilo em que meditámos. 

Quando o Bispo estava para tomar uma decisão sobre se havia de ordenar o futuro Cura de Ars, hesitou, porque S. João Maria Vianney tinha mostrado muito pouca aptidão nos estudos. Mas então o Bispo perguntou-lhe: “Sabe rezar o Terço?” “Oh, sim, muito bem,” respondeu ele. E o Bispo decidiu: “Vamos ordená-lo. Há-de ser um bom padre.” 

Quando um postulante, um religioso ou um seminarista não gosta do Terço, mandem-no para casa, porque uma tal pessoa nunca seria um bom padre ou uma boa freira. 





O Terço familiar 

            Rezámos o Terço, mas alguma vez pensaram porque é que Deus não consegue entrar em tantas casas? É porque há tantas famílias que já não rezam; não frequentam os Sacramentos e, por isso, foram gradualmente infectados pelo materialismo, que sufoca e cega e acaba por os deixar na escuridão. 

Houve um tempo em que era uma alegria ser parte dessas famílias, em que todos se juntavam em frente de uma figura de Nossa Senhora, até os pequenos, a quem os pais ensinavam a rezar o “Pai Nosso” e a “Ave Maria,” e depois todos rezavam o Terço. Mas agora deixámos o Terço; os nossos filhos já nem sabem o que é. 

Mas, caros pais, se não pusermos o Terço nas mãos dos nossos pequeninos, o que terão eles nas mãos quando chegarem aos 18 anos? Passarão a juventude sem proveito? Se não encontraram as “armas do amor,” podem um dia vê-los com armas de fogo, as armas do ódio; e os pais não serão parcialmente culpados?

fonte: http://www.fatima.org/port/crusader/ptcr72bk/ptcr72rosary.pdf
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Mensagem recebida pelo Confidente Católico Bento da Conceição –Taquaras – Balneário Camboriú – Santa Catarina – Brasil. Informações fone- fax: (0xx47) 3367-7110 ou (0xx47) 9234-1114 (Vivo) ou (0xx47) 9112-8000 (Tim) ou (0xx47) 3360-7167

Eu só peço que rezem, rezem sem parar

19/03/1995

Bento, Meu filho, Eu, Jesus, não tenho nada a esconder. Mostro livremente a quem Me serve com amor e dou tudo que posso para ajudar quem não tem vergonha de Mim, não importa os que irão contra os Meus filhos. Ninguém tem o direito de dizer o que devo ou o que não devo fazer como os Meus assuntos, eles são só Meus. Hoje, Meu filho, a vida já não é mais como antigamente que um pai determinava a vida dos filhos e eles obedeciam. Agora, os intelectuais, esses que se dizem saber tudo, mudaram as normas que existiam. Que era fé, amor, caridade, respeito. Nesta nova era deles é que mais Eu sofro, porque sem as normas o mundo despencou para tempestade catastrófica, quer dizer, não tem mais ninguém na Terra que possa dar jeito.
Se Eu não fosse um Pai misericordioso a Terra seria um mar de lama, mas com a Minha paciência, jamais permitirei que um filho Meu pague pela ganância dos ladrões. Eles põem os impostos e os juros tão alto que os pequenos são os que mais sofrem, leis que eles mesmo criaram para sugar o sangue dos mais fracos. A sua injustiça e este descontrole que eles fizeram irão ficar para eles mesmos. A herança dessa gente foram eles mesmo que pediram. Não jogarei suas trapaças em cima dos Meus filhos, porque quem com ferro fere com ferro será ferido. As palavras que tiraram do Meu mandamento serão testemunho contra eles. Meu filho querido, há políticos que reconhecem a miséria dos outros e, quando podem ajudar eles ajudam, mas é como procurar um alfinete perdido. O resto jogou o povo contra Mim, eles deixaram de rezar. Diálogo para falar sobre os Meus assuntos não há, pois só os deles é que interessam, e os Meus servidores, dentro da Igreja, a maioria vai na conversa deles também. A mistura: política com religião Eu detesto, e quem for encontrado nessa sujeira, piedade para eles não haverá, porque um cego não pode guiar outro cego.
Meus filhos, como a Minha volta já está tão perto vocês não devem se desesperar, pois ninguém é obrigado a fazer uma coisa que não pode. Os ricos não se importam para quem devem, a injustiça só cai sobre os pequenos, eles dão um jeito para tudo. Só os pobres são presos, mas isso está prestes a se acabar. Se você, Meu filho, confiar em Mim e rezar todos os dias, de joelhos, pedindo a Minha proteção, Eu darei um jeito de arrumar todos os teus problemas mais difíceis. Persista nas orações, mas com fé que em tudo se dará um jeito. Eu posso socorrer. A Minha presença está sempre nos lugares onde Sou chamado por filhos que Me respeitam e Me chamam.
Eu já dei tanto tempo para o homem Me reconhecer como o Único que pode dar a paz, mas essa palavra está muito longe da boca desta gente e cada vez se distancia mais deles. Para Mim ela já está pronta para ser pronunciada no mundo inteiro. Assim, Meus filhos, não há motivo para tanto desespero para com as coisas que o homem fez, porque tão logo tudo será desfeito. Agora, só peço que rezem, rezem sem parar. Eu, Jesus, estou com vocês e não largo mais. Confiem em Mim. Eu Sou a solução para tudo, se é que acreditas. Sabem, Meus filhos, Eu nunca deixei de cumprir o que prometi. Eu Sou o Único que cumpro o que prometo. Quero que, daqui para frente, tu não percas mais tempo com coisas banais, pois o maior tesouro está dentro de ti, que Sou Eu, Jesus.
Minha benção a todos que Me querem.

Jesus


fonte: http://ceifadores.com.br/mensagem/1753

quinta-feira, 21 de maio de 2015

22 de Maio: dia de Santa Rita de Cássia


Santa dos Impossíveis e Advogada
das Causas Perdidas.

Exemplo de virtude em todos os estados de vida pelos quais passou. Sua intercessão é tão poderosa, que se tornou advogada de pessoas com problemas insolúveis

Dedicação e amor a Deus talvez sejam as qualidades que mais definam o caráter de Santa Rita de Cássia; essa mulher humaníssima agüentou como poucos a “tragédia da dor e da miséria, moral e social”.


Rita nasceu na Úmbria, bispado de Espoleto, em Roccaporena um pequeno povoado de Cásscia (Província de Perúgia) na Itália no dia 22 de maio de 1381.

Seus pais, Antonio Mancini e Amata Serri, ambos católicos praticantes, já eram de idade provavelmente casaram em 1339 e tiveram sua única filha, Rita, depois de mais de 40 anos de casados. Seu nascimento foi um grande milagre. Foi batizada, e recebeu a primeira Eucaristia na Igreja de Santa Maria dos Pobres, em Cássia.

Conta uma história que, certa vez, seus pais a levaram para o campo e, enquanto trabalhavam na roça em seus afazeres, deixaram a recém-nascida debaixo de uma árvore, na sombra num berço dormindo. Um enxame de abelhas brancas como a neve voou até a menina e girava em torno de seus lábios, como se fossem flores das mais perfumadas.

Um homem que passava por ali, e que tinha pouco antes ferido a mão, ao ver Rita e as abelhas, gritou assustado aos seus pais. As abelhas foram embora e o homem teve a mão curada naquele mesmo instante.


***

AS LIÇÕES DEIXADAS POR SANTA RITA.


Eis algumas dentre muitas outras lições que podemos tirar da vida de Santa Rita de Cássia:

1. Ela colocou a vontade de Deus acima de tudo;

2. Ela foi perseverante na oração e no perdão;

3. Ela sempre esteve a serviço dos enfermos e dos pobres;

4. Ela foi fiel à Igreja;

5. Ela amou a sua família;

6. Ela transformou o sofrimento em amadurecimento humano e espiritual;

7. Ela praticou o jejum como caminho para a doação ao próximo e como comunhão com Deus;

8. Ela alimentava-se da Eucaristia, de onde tirava coragem e força;

9. Ela acreditou no amor de Deus em todos os momentos da vida e, Ela nunca se cansou de interceder por aqueles que pediam a sua intercessão.



“Rita foi reconhecida ‘santa’ não tanto pela fama dos milagres que a devoção popular atribui à eficácia de sua intercessão junto de Deus todo-poderoso, porém, muito mais pela sua assombrosa ‘normalidade’ da existência quotidiana, por ela vivida como esposa e mãe, depois como viúva e enfim como monja agostiniana”
(João Paulo II, no centenário da canonização de Santa Rita de Cássia).

fonte: http://www.derradeirasgracas.com/2.%20Segunda%20P%C3%A1gina/Santa%20Rita%20de%20C%C3%A1ssia.htm



Súplica à Santa Rita para o dia 22 de maio

     
(Para ser rezada no dia de sua festa, 22 de maio)


Em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo - Amém.


Ó gloriosa Santa Rita, uma prece fervorosa brota espontaneamente do nosso coração neste dia consagrado a vós pela Igreja, nossa Mãe.

Nesta hora solene, na qual milhares de corações se dirigem a vós cheios de fé e santa confiança de experimentarem vossa celeste proteção, eu também uno minha prece ao Sacratíssimo Coração de Jesus e à sua Mãe Maria Imaculada, para obter as graças de que tanto preciso.

Ó grande Santa da Igreja de Deus, não será possível que minha confiança em vosso patrocínio seja frustrada! Não sois vós aquela que o povo denomina a Santa dos Impossíveis, a advogada dos casos desesperados? Eu justamente me acho em tão tristes condições por causa dos meus pecados!

Não afasteis de mim o vosso olhar, não me fecheis o coração; eu estou certo que experimentarei a vossa poderosa intercessão. Reconheço-me indigno por causa dos meus pecados; pois bem, mostrai a vossa caridade, o vosso grande amor, obtendo-me a salvação para a minha alma.

Esta é a graça que principalmente peço a Deus pela vossa intercessão, neste dia comemorativo da vossa entrada no Paraíso. Com esta graça, alcançai-me também as outras, que me são necessárias, segundo a vontade divina.

Ó boa Santa Rita, recebei os meus votos, ouvi os meus gemidos, enxugai as minhas lágrimas e eu também proclamarei ao mundo o amor de Deus (aqui se apresenta o pedido a Deus por meio da Santa Rita de Cássia, que certamente será atendido).

Neste dia de glória, no qual aumenta e mais viva se faz a confiança no Vosso patrocínio, peço-vos: obtende de Deus a bênção que imploro, para mim, para os presentes, para o Vigário de Jesus Cristo, o Episcopado Católico, o Sacerdócio, para os vossos Religiosos, Irmãos e Irmãs de hábito, que formam a ordem do grande Santo Agostinho, para os benfeitores do vosso Santuário e Mosteiro de Cássia, para os propagadores do vosso culto, para os enfermos, os pobres, os aflitos, os pecadores, para todos e para as Almas do Purgatório.

Ó Santa Rita, esposa amabilíssima de Jesus Crucificado, de quem recebestes como dom um espinho de sua sacratíssima coroa, neste dia de triunfo ajudai-me e com vossa proteção acompanhai-me até a hora da minha morte. Assim seja.

fonte: http://www.santarita-oar.org.br/index.php/santa-rita/oracoes/suplica-para-o-dia-22









Mensagem recebida pelo Confidente Católico Bento da Conceição – Taquaras – Balneário Camboriú – Santa Catarina – Brasil. Informações fone- fax: (0xx47) 3367-7110 ou (0xx47) 9234-1114 (Vivo) ou (0xx47) 9112-8000 (Tim) ou (0xx47) 3360-7167

“A Palavra Viva de Deus”, este é o pão, o alimento espiritual

14/01/2014

Minha irmã Santa Rita de Cássia, sonhei antes de me levantar que a minha mulher tinha feito muita comida para dar aos pobres, e a nossa casa se encheu. O que significa tudo isto, irmã Santa Rita?
Já não aprendeste que quem dá aos pobres empresta a Deus? E o que tu achas que estás fazendo? Onde se diz, “Não só de pão vive o homem” (Deut 8, 3) e (Mt 4, 4). Tudo isto significa o que vens fazendo. Este teu trabalho tão logo será reconhecido no mundo inteiro, assim como foram tantos outros Santos, pelo que fizeram, como eu também fiz, ajudei o que pude para dar àquele povo onde vivi, mais esperança para uma nova vida, com a Segunda Vinda de Jesus. 
Ensinei tudo o que pude, como agora vens fazendo. E por seres o último da linhagem de Abraão, tua tarefa ficou como um pai que gosta de ver não só os teus filhos, e sim, todos os que aqui vão se chegando. Este compromisso, meu irmão, é de dar inveja aos olhos desses que nada fazem para dar mais atenção aos necessitados, mas tu deste a volta por cima, junto com o Eugênio que não mediu esforço para este tipo de trabalho. 
Na mesa que serve para dar alimento aos que têm necessidade, jamais faltará comida, como irá acontecer tão breve, onde ninguém passará mais fome. Este Sinal tão logo vai acontecer com a Volta de Nosso Salvador, que Está para Chegar a qualquer momento. Felizes são vocês, meus irmãos, que estão acreditando nestas Mensagens, porque todas elas significam o mais precioso alimento, que está sendo para a alma de cada um que gosta de ler este Livro “A Palavra Viva de Deus”
Este é o pão, o alimento espiritual, por isso, viste que muitos vieram se alimentar aqui, e todos estavam com muita fome, onde começaram a comer antes de tu abençoares, mas corrigiste primeiro para agradecer a Deus pelo alimento que estava sobre a mesa. E é isto que tão logo irá acontecer. Ninguém vai passar mais fome, os Filhos da Luz, todos serão saciados por toda a eternidade, como também Estamos Vivendo, pelo trabalho que tivemos enquanto estávamos na Terra, todos Nós, assim como tu vens fazendo, meu irmão Pedro II.

Santa Rita do Menino Deus e Pedro II



sábado, 21 de março de 2015

Nossa Senhora de Gietrzwald e o poder da oração



autor: Valdis Grinsteins

Infelizmente, hoje é muito comum encontrar paróquias que não têm pároco, ou várias paróquias cujo pároco é o mesmo. Obviamente isso traz como conseqüência dificuldades para as pessoas freqüentarem os sacramentos, horários de missa complicados, doentes sem assistência religiosa, e muitos outros problemas análogos. A tendência natural das pessoas é queixar-se, procurar um culpado, mas esquecemos que a solução desse tipo de problemas passa muitíssimas vezes por nossas próprias mãos. Como? Utilizando o poder da oração do Rosário. E a história das aparições de Nossa Senhora de Gietrzwald, no norte da Polônia, nos dá desse poder uma prova concreta.

Uma história tumultuosa




Poucas nações têm uma história mais tumultuada que a da Polônia. De antiga potência na região leste da Europa, e baluarte do catolicismo, passou no século XVIII por uma decadência moral espantosa, que chegou a extremos, como o fato de bispos imorais serem linchados pelo povo, e o próprio rei condecorar generais invasores inimigos. Nada estranho, pois, que o país tenha então desaparecido, repartido entre seus vizinhos. Mas foi justamente o choque e a humilhação dessa divisão que produziu um sobressalto religioso e um ressurgimento nacional.

Dois dos países que dividiram a Polônia — a Rússia cismática e a Prússia protestante — colocavam todo tipo de obstáculos para a renovação moral do país. Entre esses obstáculos estava o controle das paróquias, motivo pelo qual muitas ficavam sem pároco por períodos mais ou menos prolongados. Mesmo havendo sacerdotes disponíveis, estes não podiam cumprir suas obrigações. Parecia uma situação sem saída.

Justamente nesse momento deram-se as aparições de Nossa Senhora a duas meninas de 12 e 13 anos, entre os dias 27 de junho e 16 de setembro de 1877. A primeira das aparições ocorreu a Justyna Szafrynska, quando voltava com a mãe de um exame religioso para avaliar se estava preparada para a primeira comunhão. Passavam diante de uma árvore existente na frente da Igreja, quando a menina viu a Virgem. Surpreendida, mas tímida, decidiu voltar ao mesmo local no dia seguinte, com sua amiga Barbara Samulowska, de 12 anos. Logo que começaram a rezar ali o Rosário, viram uma “brilhante Senhora” sentada num trono, com o Menino Jesus em suas mãos, e rodeada de anjos. As meninas lhe perguntaram quem era, e Ela respondeu:

— Sou a Virgem Maria da Imaculada Conceição.

— E que deseja a Mãe de Deus?

Desejo que rezem o Rosário todos os dias.

Numa das aparições seguintes, entre perguntas sobre se estas ou aquelas pessoas tinham se salvado, perguntaram se a Igreja na Polônia voltaria a ser livre, e se as paróquias da região receberiam párocos em breve. A resposta de Nossa Senhora foi muito clara:

Sim. Se as pessoas rezarem com ardor, a Igreja não será oprimida e as paróquias abandonadas receberão sacerdotes em breve.

Esta resposta da Virgem difundiu-se pelo local, e as pessoas começaram a rezar o Rosário, não só individualmente, mas de modo especial em família e em público. E igualmente começaram as peregrinações ao local. 

É claro que as autoridades anticatólicas da zona fizeram de tudo para evitar essa renovação religiosa. Declararam ser tudo uma fraude, uma manifestação de nacionalismo, um perigo público para o Estado, e até obstáculo para o “progresso”. Os padres que defenderam ou apoiaram as videntes foram presos e multados por “espalhar falsidades”. 

Um dos que mais se distinguiu em difundir as aparições foi o capuchinho Honorato Kozminski, beatificado em 1988.

O Papa Paulo VI elevou a igreja de Gietrzwald a basílica menor em 1970


Mas as perseguições não conseguiram evitar que as pessoas continuassem rezando o Rosário. Pelo contrário, solidificavam as pessoas na sua determinação.

O bispo local procedeu conforme as normas sapienciais da Igreja nesses casos. Enviou delegados para investigar discretamente o que se passava e verificar a conduta das videntes. Sabendo que aumentava a recitação pública do Rosário, ordenou aos religiosos do local que rezassem também com o povo, dando ele próprio o bom exemplo. Seus delegados confirmaram que as meninas videntes se comportavam normalmente, e que nada nelas indicava desejo de ganhar notoriedade ou aproveitar de outra forma os acontecimentos.

Cinco anos depois, e graças à perseverança na reza do Rosário, a situação era completamente diversa. As paróquias tinham sacerdotes, a freqüência aos sacramentos se multiplicava, aumentaram as vocações nos mosteiros da região e houve notórias graças de conversão de pecadores. A recitação do Rosário em família tornou-se comum e permanece até hoje. Os próprios perseguidores da Igreja acharam melhor não mexer no caso, para evitar problemas maiores.

Se bem que o bispo diocesano tenha publicado no ano seguinte os resultados favoráveis do seu inquérito, e o Papa Paulo VI tenha elevado a igreja de Gietrzwald a basílica menor em 1970, foi somente em 1977, nas cerimônias comemorativas do primeiro centenário das aparições, que estas foram aprovadas oficialmente pelo bispo local.

Hoje podemos fazer o mesmo
O capuchinho Honorato Kozminski se distinguiu em difundir as aparições. Foi beatificado em 1988.


Nas minhas numerosas viagens de norte a sul do Brasil, fiquei muitas e muitas vezes chocado pela falta de clero e de sacramentos até em capitais, especialmente no mês de janeiro, durante as “férias” religiosas. É claro que a tremenda crise pela qual atravessa a santa Igreja tem parte nisso, e não pequena. Mas não podemos nós fazer algo para solucionar o problema? Não podemos organizar também a reza do Rosário?

A doutrina católica não muda, e Nossa Senhora, como boa mãe, sempre quer nos ajudar. Portanto, aquilo que ajudou a outros no passado pode nos auxiliar hoje também. Afinal, Deus é o Senhor da História, e é Ele que move os corações dos homens. Na procura de um sacerdote fervoroso para a cidade, paróquia ou instituição, vence quem consegue mover o Sagrado Coração a nos conceder o que pedimos. O que para nós pode ser ou parecer impossível, para Ele não o é. Nada é impossível para Deus.

E mover o Sagrado Coração está ao nosso alcance, por meio da Virgem Santíssima. Basta rezar com fervor, conforme a Virgem recomendou às meninas em Gietrzwald.

fonte: Catolicismo.com.br


Leia também: 

A GRANDE PROMESSA

domingo, 17 de agosto de 2014

Meu DEUS, O SENHOR tem de voltar. É demais...


ESTADO ISLÃMICO E CRIMES CONTRA A HUMANIDADE - REINALDO AZEVEDO

Um vídeo que expõe o horror promovido pelo Estado Islâmico do Iraque e do Levante. Ou: Quem financia os psicopatas homicidas?

O vídeo abaixo traz imagens fortes. Infelizmente, no entanto, creio que ele tem de se espalhar. É preciso que fique claro, com todo o sangue e com todas as mortes, o que é e como age o grupo Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL) — ou ISIS, na sigla em inglês, liderado por um psicopata que se identifica como Abu Bakr Al-Baghdadi, cujo verdadeiro nome é Ibrahim ibn Awad, ou “Califa Ibrahim”. 

Antes de fundar o EIIL, ele foi o braço da Al Qaeda no Iraque, e o próprio Bin Laden repudiava os seus métodos. Por incrível que pareça, chegou a ser preso pelas tropas americanas em 2005. Ficou quatro anos numa base no Iraque, mas foi solto em 2009.

Atenção: o vídeo tétrico foi feito pelo próprio grupo, e o narrador está exaltando as mortes como um trabalho de purificação. O que impressiona é que os terroristas estão armados até os dentes, com fuzis, tanques e bateria antiaérea. Quem financia essa gente? Essa, sim, é a investigação que os Estados Unidos e as potências europeias têm de fazer. Os financiadores do horror devem ser considerados o que são: terroristas também.


fonte: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/um-video-que-expoe-o-horror-promovido-pelo-estado-islamico-do-iraque-e-do-levante-ou-quem-financia-os-psicopatas-homicidas/



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Estado Islâmico executou mais de 700 pessoas na Síria em 2 semanas - 16/08/2014 14h45 G1

Maioria das vítimas era civil, segundo Observatório Sírio de Direitos Humanos. Região tem campos de petróleo que foram tomados por jihadistas.

Centenas de membros dessa tribo continuam desaparecidos, após terem sido ameaçados pelo EI, que os considera 'infiéis' que devem ser assassinados e que não se merecem 'trégua, segurança, dinheiro, comida, família, nem esposas', segundo o OSDH.


Mais de 170 mil pessoas morreram na Síria desde
 o início do conflito em março de 2011.



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Classificação de países por perseguição

CONFIRA A NOVA CLASSIFICAÇÃO DE PAÍSES POR PERSEGUIÇÃO 2013! Com base em experiências de campo, anualmente, a Portas Abertas publica uma lista com os 50 países mais opressores ao cristianismo. Há três principais objetivos para esse levantamento: fazer dessa classificação um instrumento mais preciso de medição da extensão da perseguição aos cristãos hoje; determinar onde a necessidade é mais urgente e; assim, planejar melhor projetos e ações. Perseguição é "toda e qualquer hostilidade vivenciada em qualquer lugar do mundo, como resultado da identificação de uma pessoa com Cristo. Isso inclui atitudes, palavras ou ações hostis contra os cristãos, partindo de fora do cristianismo ou em meio a ele". Ron Boyd-MacMillan





Para baixar o mapa em tamanho maior: 
https://www.portasabertas.org.br/main/cristaosperseguidos/arquivos/Classificacao2013_A4.jpeg


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A perseguição aos cristãos e o silêncio da imprensa - Paulo Martins

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Devemos rezar por essas pessoas, crianças principalmente que são usadas até como escudos nessas guerras bárbaras e sangrentas, onde a vida dos cristão não valem nada e são tratados pior que animais.

Incluem em vossas intenções, por favor!

sábado, 29 de março de 2014

O uso do véu: " para esconder-me na imitação de Maria Santíssima ".




Por que usar véu?

O uso do véu, também chamado de mantilha, tem sido um costume da Igreja desde sua instituição. Recomendado pelo Apóstolo São Paulo, há várias razões que aconselham seu uso.

Quando uma mulher cobre sua cabeça na Igreja Católica, simboliza sua dignidade, e humildade diante de Deus. A mulher que cobre sua cabeça na presença do Senhor Jesus no Santíssimo Sacramento está lembrando para si mesma que diante de Deus se deve ser humilde.

O véu cobre o que o Senhor, na Sagrada Escritura, chama de “a glória da mulher”, o seu cabelo. Cobrir seus cabelos é um gesto que a mulher faz espiritualmente para “mostrar” a Deus que reconhece que sua beleza é menor que a dele e que a glória Dele está muito acima da sua, simbolizando assim sua vontade de se manter velada para que só Deus seja glorificado. 



O véu simbolicamente motiva a mulher a “inclinar” a cabeça em oração, a abaixar o olhar diante da grande e misteriosa beleza e poder de Deus no Santíssimo Sacramento. Pela inclinação da cabeça e pelo abaixar dos olhos, ela está mais apta a adorar a Deus na capela interior do seu coração, sua alma.



O véu que a mulher usa lhe confere um belo senso de dignidade. Quando ela o usa, ela se identifica com a maior criação de Deus, a Bem-Aventurada e Imaculada Virgem Maria, Mãe de Deus.

As mulheres devem perceber que a imitação de sua Mãe Santíssima pelo uso do véu e por outras virtudes é um pequeno sacrifício a ser feito a fim de crescer na compreensão espiritual da fé, na submissão e do amor.

O piedoso uso do véu pela mulher na Igreja é um surpreendente lembrete de modéstia, edificante não só para quem o usa mas também para todos os que o notam.

Na Sagrada Liturgia, cobre-se delicadamente a dignidade dos diversos elementos litúrgicos: o véu frontal que cobre o Sacrário, o véu que cobre o cálice e o cibório, a toalha branca que cobre o altar, a casula que cobre o sacerdote que oferece o Santo Sacrifício da Missa.

Assim é o véu que cobre a mulher, chamada a ser pela Sagrada Comunhão, de forma especial, como a doce e bela Virgem Maria: Sacrário vivo do Corpo de Deus.



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Todo zelo, amor, respeito se vê na Santa Missa celebrada como Jesus pede, através das Santas Mensagens passadas ao profeta Pedro II.
Conheça a Obra "A Palavra Viva de Deus"


fonte: http://fabiohsmoura.blogspot.com.br/2013/08/estou-dando-este-conhecimento-para-nao.html


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1 - Saiu alguma nota da San­ta Sé abolindo ou modificando a Disci­plina conti­da no Cânon 1.262 do Código de Direito Canô­nico?

Resposta: "Até o presente não saiu ne­nhuma Norma que tenha mudado a Discipli­na contida no Câ­non 1.262 do Código de Di­reito Canôni­co. a) A. Bugni­ni, Secr. da Sagra­da Congregação para o Culto Di­vino, Roma, 21/6/1969 −Prot. Nº 518/69" ( cfr. Sedoc v. 2, f. 4, Out. 1969 ).


2 - O que prescreve o Câ­non 1.262, § 2º do Código de Direito Canô­nico?

Resposta: O Cânon 1.262, § 2º prescre­ve que "as mulheres estejam com a ca­beça co­berta e modestamente vestidas, sobretudo, quando fo­rem receber a Comunhão".


3 - O Episcopado do Bra­sil, em obedi­ência ao Cânon 1.262, enca­receu a sua observân­cia?

Resposta: Sim. O Episcopado do Brasil no De­creto 223, § 2 do Concílio Plenário Brasilei­ro as­sim se exprime: "Os que vão receber a Euca­ristia estejam decente­mente vestidos; as se­nhoras que não trouxerem a cabeça velada e hábi­tos de­centes, se­jam, conforme a intenção dos cânones 855 e 1.262, § 2º, excluídas".


4 - Além do véu, símbolo da Modés­tia, o Episcopado do Brasil, mes­mo de­pois do Concílio Vaticano II, não re­comenda expressa­mente a Modéstia Cris­tã?

Resposta: Sim. O Boletim Semanal da CNBB nº 19, de 1973, transcreve a Circu­lar so­bre a Morali­dade de Costumes do Exmo.sr. Bispo Dio­cesano de Santo Ân­gelo, RS, da qual se pode destacar o se­guinte:


"Criaram-se recentemente si­tuações erra­das, alheias não somente aos nossos cos­tumes e tradições, mas contrá­rias à própria dignidade da pes­soa huma­na.
Queremos referir-nos, prin­cipalmente, ao uso de certos tipos de ves­tes, intro­duzido ultimamente (como por ex­emplo, a as­sim cha­mada 'frente única', 'mini-blusa', 'mi­cro-saia', ou de certas mo­das feminizantes ou masculinizantes).Tais hábitos não condizem de forma algu­ma com o testemunho cristão, que somos chama­dos a dar, não só na igre­ja e no colé­gio, mas tam­bém na vida so­cial e familiar".

Já, em 22/2/1973, os Senho­res Bispos da Provín­cia Eclesiástica de Juiz de Fora ti­nham re­comendado aos Sa­cerdotes: 

"Com dedicado zelo apostóli­co, não permitais que se aproxi­mem dos Sacra­mentos pessoas que tra­zem ves­tes francamente indecentes. Uma pala­vra ou mes­mo uma atitude mais fir­me, se­guida de compe­tente explica­ção, delica­da e ami­ga, pode des­pertar nelas uma consciên­cia nova de sua dig­nidade humana e levá-las, por decisão pes­soal à opção por outras modas que mais as elevam no con­ceito da Comuni­dade Cristã".

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Oração ao vestir o véu

Divino Espírito Santo, hóspede da minha alma, convencida de que a minha verdadeira vida está escondida com Cristo em Deus Pai, visto este véu na minha cabeça na esperança não de aparecer, mas de desaparecer, não para atrair a atenção sobre a minha pessoa, mas para esconder-me na imitação de Maria Santíssima.

Que todos olhem para Vós Deus Pai, Filho e Espírito Santo,

Amém.


(Um monge sacerdote)

fontes consultadas: http://apologetica.ning.com/   e http://cumpetroetsubpetrosemper.blogspot.com.br/

domingo, 2 de março de 2014

A seca, a fé e a chuva



Autor: Marcos Luiz Garcia






A Folha online publicou, no dia 8 de fevereiro último, a notícia trágica de que a tentativa de fazer chover na região do sistema Cantareira fracassou e a estiagem continua terrível!

Comentando o fato com um amigo de Minas Gerais, ele recordou que, em tempos idos, o clero promovia procissões que saíam da igreja matriz rumo a um Cruzeiro da cidade para pedir a Deus que enviasse chuva. Muitas crianças ainda inocentes seguiam a procissão portando garrafinhas d’água. Ao chegarem, elas eram orientadas a derramar a água junto aos pés da grande Cruz. E a chuva não tardaria.

Outro mineiro, que costuma fazer a revisão de meus artigos, acrescentou ter ele mesmo, juntamente com dois irmãos, também quando crianças, conduzido em procissão pela mãe levando um pequeno recipiente com água da porta da casa da fazenda onde vivia até o Cruzeiro que ficava sobranceiro sobre um monte. Ali, após algumas orações, fazia-se a Deus o pedido da chuva ao mesmo tempo em que os inocentes derramavam a água aos pés Cruz. Segundo ele, isso ocorreu há mais de 60 anos, e, naquele mesmo dia, à noite, a chuva caiu abundante.

Ao longo de minha vida ouvi contar muitos fatos semelhantes. Para mim, nada mais natural, pois a Igreja é detentora do poder espiritual e, portanto, capaz de mover o sobrenatural. O pedido oficial da Igreja é propício a Deus, a Nossa Senhora, aos Anjos e aos Santos para tudo de justo, razoável e bom.

Infelizmente, nos dias que correm não se percebe mais fé entre as pessoas, como também e, sobretudo, em larguíssima parcela do clero. Para não falar de nossos governantes mais inclinados a promover uma pajelança ou “dança da chuva” ; do que rezar ou promover uma procissão.

Como seria edificante e eficaz a convocação feita por um Cardeal e Bispos seguidos do clero aos fiéis para a realização de um ato religioso a fim de implorar a Deus misericórdia pelos pecados, prometendo antes sincera conversão e, com tal disposição, rogar a Deus que chova o quanto antes. Com certeza, o povo atenderia em grande medida tal iniciativa.

Resta saber se o clero, muito mais engajado em assuntos como invasões de terra e de imóveis urbanos, levante de índios e negros contra brancos, arengando sempre contra o direito de propriedade, jogando pobres contra ricos, atores sentimentais que vivem promovendo festas, pois entendem eles hoje que “Jesus quer nos fazer felizes”. Aliás, felicidade essa com significado de mero prazer e que tudo justifica. Os Mandamentos não são mais levados em conta, espalhando a vivência de que tudo corre normalmente, Deus não está desagradado com as faltas de seus filhos.

Nem todos os sacerdotes procedem assim, e há verdadeiros heróis que cumprem seu dever. Infelizmente, por isso mesmo, sofrem perseguição atroz de seus pares ou mesmo até de superiores...

A verdade é que voltar-se para Deus, prometer emenda de vida e implorar misericórdia quase ninguém quer fazer.

Faço duas perguntas, a propósito da chuva:

E se Deus não permitir que chova até que os homens se voltem para Ele, como aconteceu no tempo de Elias profeta?

Mas creio isso está fora de cogitação do homem de hoje.

E se, por um prodígio de paciência, Deus permitir que chova, aguardando ainda mais pela conversão do homem, ele seguirá como se Deus não existisse, pensando exclusivamente em si? 

O grande Santo Agostinho tinha razão ao afirmar que “Deus é amigo do homem e quer a sua salvação. O que falta é o homem querer ser amigo de Deus”.

fonte: http://conservador.blog.br/

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Seja feita a vontade de DEUS.


Seja feita a Vossa Vontade assim na terra como no Céu



43. — O Espírito Santo produz em vós um terceiro dom, chamado dom de Ciência.

O Espírito Santo não produz nos bons somente o dom do Temor e o dom da Piedade que, como vimos atrás (n° 34), é um amor delicado por Deus. O Espírito Santo torna o homem sábio.
Davi pedia o dom da ciência no Salmo 118, 66, dizendo: Ensinai-me a bondade, a doutrina e a ciência. E é esta ciência do bem viver, que nos ensina o Espírito Santo.

Entre as disposições que contribuem para a ciência e a sabedoria do homem, a mais importante é aquela que faz com que o homem não se apóie em si mesmo. Não te estribes em tua prudência, recomenda o livro dos Provérbios (3, 5). Com efeito, os que confiam em seu próprio julgamento, a ponto de não se fiarem senão em si mesmos e não nos outros, são considerados como insensatos, e verdadeiramente o são. Declara o livro dos Provérbios (26, 12): Mais se deve esperar de um ignorante do que de um homem que é sábio a seus próprios olhos.

Um homem não confia em seu próprio julgamento se é humilde, pois, ensinam os Provérbios (11, 2): onde há humildade, aí há igualmente sabedoria. Os orgulhosos ao contrário, põem em si toda confiança.

44. — Assim sendo, o Espírito Santo nos ensina, pelo dom de Ciência, a não fazer a nossa vontade, mas a vontade de Deus. E também quando pedimos a Deus, que Sua vontade se faça no céu, como na terra, manifesta-se O dom de Ciência.

Quando dizemos a Deus: Seja feita a vossa vontade, é como se fôssemos doentes que aceitam o remédio amargo, prescrito pelo médico. O doente não quer tal remédio, mas aceita a vontade do médico, do contrário, seguindo só sua vontade, seria um insensato. Da mesma maneira, não devemos pedir a Deus nada além do Seu querer, isto é, a realização de Sua vontade em nós.

O coração do homem é reto, quando está de acordo com a vontade divina, assim como fez o Cristo: (Jo 6, 38): Desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade d' Aquele que me enviou.

Cristo, enquanto Deus, tem uma só vontade com o Pai, mas enquanto homem tem sua vontade distinta da vontade do Pai. Foi falando desta vontade que declarou: não faço a minha vontade, mas a de meu Pai. E por isso nos ensinou a rezar e a pedir: «seja feita a vossa vontade».

45. — Mas qual é a razão de ser desta oração: «Seja feita a vossa vontade?»

Não se diz a Deus, no Salmo 113 (v. 3): Tudo quanto quis, fez? Se Deus faz tudo que quer no céu e na terra, porque diz Jesus: Seja feita a vossa vontade assim na terra como no céu?

46. — Para compreender a causa deste pedido é preciso saber que Deus quer para nós três coisas que realizamos nesta oração.

a) Em primeiro lugar, Deus quer que tenhamos a vida eterna. Quando alguém faz alguma coisa visando um determinado fim, quer que ela atinja tal fim. Ora, Deus não fez o homem sem um fim determinado. Diz o Salmo (88, 48): acaso criastes em vão todos os filhos dos homens? Deus criou os homens, para um fim que não são as volúpias, pois estas também as têm os animais. Deus quis que o homem alcançasse a vida eterna. (cf. Jo. 3, 16; 10, 10).

47. — Quando alguma coisa atinge o fim para que foi feita, diz-se que está salva; quando não atinge, diz-se que está perdida. Ora, o homem é feito por Deus para a vida eterna. Quando ele chega lá, está salvo; e esta é a vontade de Deus para ele. Esta é a vontade do Pai que me enviou: que o que vir o Filho e crer nele, tenha a vida eterna. (Jo 6, 40).

Esta vontade já se cumpriu nos anjos e santos, que vivem na pátria celeste, pois vêem a Deus, o conhecem e gozam dele. Mas nós desejamos que, assim como a vontade de Deus se cumpre nos Bem-aventurados que estão no céu, se cumpra também em nós que estamos na terra. Por isso pedimos na oração: «Seja feita a vossa vontade» em nós, que estamos na terra, como nos Santos, que estão no céu.

48. — b) Quanto a nós, Sua vontade é que cumpramos Seus mandamentos. Quando alguém deseja um bem, quer não só este bem, como os meios para obtê-lo. Também o médico, para conseguir a saúde do doente, quer a dieta, os remédios e outras coisas desse gênero.

Ora, Deus quer que tenhamos a vida eterna.

Ao moço que lhe pergunta: Que devo fazer de bom para ter a vida eterna? Jesus responde: Se queres entrar na vida eterna, guarda os mandamentos (Mt 19, 17).

São Paulo escreve, a esse propósito, aos Romanos (12, 19): E não vos conformeis com este mundo, mas reformai-vos com um espírito novo, para que experimenteis qual é a vontade de Deus, boa, agradável e perfeita.

A vontade de Deus é boa porque é útil. Sou o Senhor teu Deus, que te ensina o que é útil. (ls 48, 17).

É agradável para aqueles que a amam. Se a vontade de Deus não é grata aos que não a amam, para os que a amam é deliciosa. A luz nasceu para os justos, a alegria para os retos de coração, diz o Salmista (Sl 96, 11 ).

A vontade de Deus é também perfeita, porque é uma bondade superior a tudo. Sede perfeitos, como vosso Pai celestial é perfeito, prescrevia Jesus (Mt 5, 48).

Assim, quando dizemos, «Seja feita a vossa vontade», pedimos a graça de observar os mandamentos de Deus.

Ora, a vontade de Deus se cumpre nos justos, mas ainda não nos pecadores. Os justos são designados pelo céu e os pecadores pela terra.

Pedimos, pois que a vontade de Deus seja feita na terra, isto é nos pecadores, como é feita no céu, nos justos.

49. — Notemos que Jesus, com o próprio modo de formular o terceiro pedido do «Pai nosso» nos dá um ensinamento:

Jesus não nos faz dizer a nosso Pai: «fazei a vossa vontade», nem tão pouco, «que nós façamos a vossa vontade», mas sim: «Seja feita a vossa vontade».

Com efeito, duas coisas são necessárias para alcançarmos a vida eterna: a graça de Deus e a vontade do homem.

Apesar de Deus ter criado o homem sem chamá-lo a cooperar na criação, não o justifica, no entanto, sem a cooperação dele. «Aquele que te criou sem ti, não te justificará sem ti» diz Santo Agostinho, em seu comentário sobre São João. Realmente, Deus quer esta cooperação do homem. Convertei-vos a mim, e eu me converterei a vós, diz Ele em Zacarias (1,3); e São Paulo escreveu: (1 Cor 15, 10) Pela graça de Deus sou o que sou e sua graça não tem sido vã em mim.

Não sejais presumidos, mas confiai na graça de Deus; não negligencieis o vosso esforço, mas trazei vossa cooperação.

É por isso que Jesus não nos manda dizer «que nós façamos a vossa vontade», do contrário pareceria que a graça de Deus não tem nada para fazer. Também não prescreve «Fazei a vossa vontade», senão pareceria que nossa vontade e nosso esforço não servem para nada.

Mas Jesus nos faz dizer: Seja feita a vossa vontade, pela graça de Deus, à qual juntamos nosso trabalho e nosso esforço.

50. — c) em terceiro lugar, Deus quer que sejamos restabelecidos no estado e na dignidade em que foi criado o primeiro homem. Dignidade e estado tão elevados que seu espírito e sua alma não sentiam qualquer oposição da parte da carne e da sensibilidade.

Enquanto a alma foi submissa a Deus, a carne foi submissa ao espírito e tão perfeitamente que não experimentou nem a corrupção da morte nem a alteração da doença e das outras paixões.

Mas a partir do momento em que o espírito e a alma, que estavam entre Deus e a carne, se rebelaram contra Deus, pelo pecado, também o corpo se rebelou contra a alma e começou a ter doenças e a morrer, e sua sensibilidade continuamente se revoltou contra o espírito. O que faz com que São Paulo diga: (Rm 7,23). Sinto nos meus membros uma outra lei, que repugna à lei do meu espírito. E (Gl 5, 17) A carne tem desejos contra o espírito e o espírito contra a carne. Assim há uma guerra incessante entre o espírito e a carne; o homem torna-se cada vez pior pelo pecado.

Deus quer que o homem seja restabelecido em seu primeiro estado, isto é, que não haja nada na carne que se oponha a seu espírito; o que São Paulo exprime assim (1 Ts 4, 3): Pois é essa a vontade de Deus: a vossa santificação.

51. — Ora, esta vontade de Deus, quanto ao nosso corpo, não pode realizar-se nesta vida. Ela se realizará na ressurreição dos santos, quando seus corpos ressuscitarão gloriosos, incorruptíveis e esplêndidos, segundo a palavra do Apóstolo (1 Cor 15,43): Semeia-se na vileza, mas o corpo ressuscitará na glória.

No entanto a vontade de Deus se realiza aqui em baixo, no espírito dos justos, por sua justiça, ciência e vida. Assim, quando dizemos: «Seja feita a vossa vontade», pedimos ao Senhor que realize sua vontade também em nossa carne.

Segundo esta explicação, no pedido, «Seja feita a vossa vontade, assim na terra, como no céu», a Palavra céu designa nosso espírito e a palavra terra designa nossa carne. E o sentido deste pedido será: que vossa vontade seja feita na terra, isto é, em nossa carne, como é feita no céu, isto é, em nosso espírito, pela justiça.

52. — Este terceiro pedido nos faz chegar à bem-aventurança das lágrimas, que o Senhor nos fez conhecer no Sermão da Montanha (Mt 5, 5): Bemaventurados os que choram, porque serão consolados. É fácil demonstrá-la retomando os três pontos de nossa explicação.

Primeiramente, Deus quer para nós e nos faz desejar a vida eterna. Por esse amor à vida eterna, somos levados a derramar lágrimas. Ai de mim, canta o salmista, como é longo o meu exílio! (Sl 119,5). E esse desejo de vida eterna, entre os santos, é tão forte que os faz aspirar à morte, se bem que, em si mesma, ela seja objeto de aversão. Nós preferimos deixar este corpo e estar presentes no Senhor (2 Cor 5,8).

Em segundo lugar, os que guardam os mandamentos de Deus, para obedecer à vontade de Deus, estão também na aflição, porque, se os preceitos são doces para a alma, são amargos para a carne, pois a mortificam. Falando da carne, e também de suas almas, o Salmista diz dos justos (Sl 125, 5): Semearam em lágrimas, com alegria ceifarão.

Em terceiro lugar, falamos da luta incessante entre nossa carne e nosso espírito. Luta essa que é, igualmente, objeto de nossas lágrimas. É impossível que neste combate a alma não receba alguns ferimentos da parte da carne, ao menos os dos pecados veniais. A obrigação de expiar estas faltas é razão de lágrimas. Salmo 6,7: Todas as noites, isto é, na obscuridade de meus pecados, regarei o meu leito, isto é minha consciência. Os que choram assim, alcançarão a pátria. Que Deus se digne de nos conduzir a ela.