Mostrando postagens com marcador lei de Deus. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador lei de Deus. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 30 de junho de 2014

"Ninguém pode se dizer católico e contradizer a sua fé." - Sheila Liaugminas

Non Negotiable book cover

Algumas leis são justas, outras não. Como é possível determinar a diferença? Em seu último livro, Sheila Liaugminas (foto) descreve os princípios que devem guiar-nos.


A jornalista de Chicago tem muitos anos de experiência, não só na imprensa, mas também na TV e no rádio. No livro Non-Negotiable: Essential Principles of a Just Society and Humane Culturepublicado pela Ignatius Press (Não negociáveis: os princípios essenciais de uma sociedade justa e de uma cultura humana), Sheila Liaugminas começa, observando que a humanidade está perdendo a capacidade de pensar e raciocinar.

A erosão de uma base cristã comum a todos para a ética dificulta a manutenção dos ideais da democracia moderna. Ideais que, de acordo com a jornalista, são fundadas em princípios cristãos.

No entanto, Sheila Liaugminas afirma que “algumas verdades são tão fundamentais para a nossa vida e para o nosso aperfeiçoamento, que simplesmente não estão abertas para debate ou atenuações: Estas verdades não são negociáveis.”

Os capítulos do livro giram em torno do tema da dignidade humana e da importância de questões como o direito à vida, a eutanásia, a clonagem, a liberdade religiosa e de consciência.


Dave Puente Photography
Sheila Liaugminas começa sua análise sobre essas questões, observando que vários documentos fazem referência aos direitos fundamentais. A declaração de independência americana inclui frases como “as leis da natureza e do Deus da natureza.”

Além disso, a Declaração Universal dos Direitos Humanos das Nações Unidas, no seu preâmbulo contém uma referência a “dignidade inerente a todos os membros da família humana e de seus direitos, iguais e inalienáveis.”

Além disso, Sheila Liaugminas acrescenta que tanto os Estados Unidos como as Nações Unidas adotam políticas que contradizem as afirmações de suas respectivas declarações.

Segundo a jornalista isso aconteceu por causa do triunfo de uma perspectiva da pessoa baseado no relativismo e no utilitarismo. Liaugminas lamenta que muitas vezes a mudança atual na ideologia cultural prevaleça sobre os ensinamentos da Igreja.

Citando um comunicado emitido pelos bispos dos Estados Unidos, a jornalista nos alerta que “mudamos muito pela nossa cultura e não mudamos a cultura o suficiente.”

Sheila Liaugminas acredita que a confusão moral, gerada quando perdemos de vista os princípios que devem reger a sociedade, estão ameaçando a liberdade e a justiça.

A jornalista aprofunda esse aspecto, dizendo que “não podemos afirmar que somos católicos e, ao mesmo tempo, contradizer publicamente, negar ou trair os ensinamentos da fé.” 

Além disso, a visão de que somos guiados por nossa consciência quando negamos estas verdades, não deveria ser usado como uma desculpa para justificar decisões que são irracionais ou imorais.”

Segundo a jornalista, uma postura do tipo: “Eu, pessoalmente, sou contra, mas …” é pura desonestidade intelectual. Liaugminas acrescenta ainda que as leis que permitem o aborto e a eutanásia são gravemente imoral e não devem ser aceitas.

Em seu livro, a jornalista compara o aborto à escravidão, explicando que Abraham Lincoln, que lutou muito para acabar com a escravidão, não poderia imaginar que uma futura decisão do Supremo Tribunal dos EUA teria sido capaz de deixar toda uma classe de seres humanos não dignos de proteção constitucional.

A jornalista acrescenta à esse exemplo a sua convicção de que toda pessoa inocente tem direito à vida, que nenhum ser humano e nenhum governo tem o direito de tirar.

Nas últimas páginas sobre os temas da vida, Liaugminas comenta que o suicídio assistido e a eutanásia tornaram-se questões que afetam os direitos. A jornalista cita um ensinamento católico que para demonstrar a necessidade de defender a dignidade humana, oferece apoio aos doentes e idosos, em vez de facilitar a sua morte.

A autora também adverte que a falsa promessa do movimento que quer dar o “direito de morrer” é um conceito radical da autonomia de uma pessoa, que, no entanto, ignora a dignidade da vida humana. E em nenhum momento uma pessoa tem que perder ou diminuir sua dignidade inata e o seu valor.

Segundo a jornalista, todo mundo tem direito ao ordinário e proporcionado meio de preservação da vida e aqueles que estão envolvidos com o cuidado de um paciente são obrigados a administrar esses meios fundamentais para apoiar a vida.

“Acelerar o fim de uma vida humana não é compaixão, mas crueldade”, diz a jornalista norte-americana.

Sobre outro assunto sujeito a muito debate – o casamento – Liaugminas aborda a questão apontando a importância do papel da família na sociedade e na economia.

Para a jornalista redefinir o matrimônio para permitir uma extensão para casais do mesmo sexo não é uma questão de “igualdade”. A natureza do matrimônio como uma união entre homem e mulher vem antes do Estado ou da Igreja. Portanto, a definição de matrimônio não tem um aspecto religioso, mas é fundado sobre a natureza humana.

A jornalista norte-americana explica que “aqueles que afirmam que o propósito do casamento é apenas a satisfação emocional do casal estão equivocados a propósito do matrimônio.”

Liaugminas também dá espaço para uma consideração sobre a liberdade de religião e de consciência. Uma grande parte do capítulo é a descrição do conflito inerente na regulamentação emitida pelo Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos.

“Ninguém tem o direito – escreve a jornalista – de forçar outra pessoa a violar sua consciência.”

A autora conclui o livro, exortando as pessoas a lutar para proteger o que é inegociável e lutar por uma sociedade justa para todos.

Por John Flynn, LC by: http://blog.comshalom.org/

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

O mundo corre perigo - ao forjarem as Leis de DEUS com o novo catecismo.

Mensagem recebida pelo Confidente Católico Bento da Conceição –Taquaras – Balneário Camboriú – Santa Catarina – Brasil. Informações fone- fax: (0xx47) 3367-7110 ou (0xx47) 9234-1114 (Vivo) ou (0xx47) 9112-8000 (Tim) ou (0xx47) 3360-7167

O mundo corre perigo

14/10/2000


      Sempre que Meu Santo Nome for pronunciado, não deixai que alguém possa vir modificar as Minhas leis, pois elas são vidas. São leis que jamais um homem sequer poderá mudá-las. Quanto aos Meus ensinamentos, este sim, que é João Paulo II, pode e deve ensiná-los, pois cabe a ele guiar Meu rebanho, e não os falsos pastores. Esses, que vem se chegando nos últimos tempos, são roubadores de Minhas ovelhas. Disfarçados vêm se chegando como uns cordeiros mansos, mas não são, pois por dentro são verdadeiros lobos.
      Filhos de Israel! Levantai vossa cabeça, porque o tempo das nações pagãs aos poucos vem chegando (Lc. 21,24). É preciso, Minha Terra Natal, que, primeiro teu povo baixe a cabeça, e depois, então, olhe para o alto e diga-Me: 'Senhor! O que queres que nós façamos?' E Eu vos direi: "Que sejam assim como fui nos Meus tempos. Um exemplo a vós deixei".
      Todos aqueles que vierem ferir alguém com suas espadas, com elas serão feridos. Tirei a espada da mão de Pedro e mandei que não fizeste isto. Então, entreguei-Me nas mãos dos carrascos por amor a vocês. Agora, pelo mundo inteiro venho a vós pedir: Se não olhardes os vossos erros, podereis perder até a última coisa que vos resta, que é a alma. Sim, como posso te perdoar, Jerusalém, se pisoteias as pessoas inocentes? O inimigo quer tomar esse lugar à força e nenhum membro de Minha Igreja lembra desta profecia: "Virão dias que não ficará pedra sobre pedra" (Lc. 21,6).
      O mundo corre perigo. As nações começam a intervir. Daí sairá, Minha Jerusalém, a fumaça que matará milhões de pessoas. Porque, os países que têm armas químicas, as usarão; uns a favor de Israel, e outros contra Jerusalém. Mas, sozinhos não ficarão, porque tem quem possa dar apoio. Inglaterra, Suíça, França e Estados Unidos procurarão defender tudo isto que vem ocorrendo, mas os países árabes, os maiores produtores de petróleo, farão de tudo para se defender, porque eles precisam de alimentos, e suas terras não são produtivas. Os conflitos entre um povo de Minha Pátria, isto eles não entendem; só querem justiça, mas não seguem o Meu exemplo. Então, serão massacrados. Das leis que Meus Profetas escreveram e depois Meus Apóstolos, prestes está a se cumprir tudo. As nações, muitas irão se envolver nesta guerra, mas defenderei apenas alguns países que procuram dar-Me ouvido. O Meu povo, esses que vêm Me obedecendo, a eles darei tudo que for necessário para que, quando chegar a Minha hora, possa encontrá-los vivos conforme está escrito na Sagrada Escritura.
      Injustiça, fome, miséria, ódio, e por fim a morte, tudo isto deixará de existir totalmente, pois serei Eu somente que passarei a tomar conta (Apoc. 21,1-4).

Jesus

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Seja feita a vontade de DEUS.


Seja feita a Vossa Vontade assim na terra como no Céu



43. — O Espírito Santo produz em vós um terceiro dom, chamado dom de Ciência.

O Espírito Santo não produz nos bons somente o dom do Temor e o dom da Piedade que, como vimos atrás (n° 34), é um amor delicado por Deus. O Espírito Santo torna o homem sábio.
Davi pedia o dom da ciência no Salmo 118, 66, dizendo: Ensinai-me a bondade, a doutrina e a ciência. E é esta ciência do bem viver, que nos ensina o Espírito Santo.

Entre as disposições que contribuem para a ciência e a sabedoria do homem, a mais importante é aquela que faz com que o homem não se apóie em si mesmo. Não te estribes em tua prudência, recomenda o livro dos Provérbios (3, 5). Com efeito, os que confiam em seu próprio julgamento, a ponto de não se fiarem senão em si mesmos e não nos outros, são considerados como insensatos, e verdadeiramente o são. Declara o livro dos Provérbios (26, 12): Mais se deve esperar de um ignorante do que de um homem que é sábio a seus próprios olhos.

Um homem não confia em seu próprio julgamento se é humilde, pois, ensinam os Provérbios (11, 2): onde há humildade, aí há igualmente sabedoria. Os orgulhosos ao contrário, põem em si toda confiança.

44. — Assim sendo, o Espírito Santo nos ensina, pelo dom de Ciência, a não fazer a nossa vontade, mas a vontade de Deus. E também quando pedimos a Deus, que Sua vontade se faça no céu, como na terra, manifesta-se O dom de Ciência.

Quando dizemos a Deus: Seja feita a vossa vontade, é como se fôssemos doentes que aceitam o remédio amargo, prescrito pelo médico. O doente não quer tal remédio, mas aceita a vontade do médico, do contrário, seguindo só sua vontade, seria um insensato. Da mesma maneira, não devemos pedir a Deus nada além do Seu querer, isto é, a realização de Sua vontade em nós.

O coração do homem é reto, quando está de acordo com a vontade divina, assim como fez o Cristo: (Jo 6, 38): Desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade d' Aquele que me enviou.

Cristo, enquanto Deus, tem uma só vontade com o Pai, mas enquanto homem tem sua vontade distinta da vontade do Pai. Foi falando desta vontade que declarou: não faço a minha vontade, mas a de meu Pai. E por isso nos ensinou a rezar e a pedir: «seja feita a vossa vontade».

45. — Mas qual é a razão de ser desta oração: «Seja feita a vossa vontade?»

Não se diz a Deus, no Salmo 113 (v. 3): Tudo quanto quis, fez? Se Deus faz tudo que quer no céu e na terra, porque diz Jesus: Seja feita a vossa vontade assim na terra como no céu?

46. — Para compreender a causa deste pedido é preciso saber que Deus quer para nós três coisas que realizamos nesta oração.

a) Em primeiro lugar, Deus quer que tenhamos a vida eterna. Quando alguém faz alguma coisa visando um determinado fim, quer que ela atinja tal fim. Ora, Deus não fez o homem sem um fim determinado. Diz o Salmo (88, 48): acaso criastes em vão todos os filhos dos homens? Deus criou os homens, para um fim que não são as volúpias, pois estas também as têm os animais. Deus quis que o homem alcançasse a vida eterna. (cf. Jo. 3, 16; 10, 10).

47. — Quando alguma coisa atinge o fim para que foi feita, diz-se que está salva; quando não atinge, diz-se que está perdida. Ora, o homem é feito por Deus para a vida eterna. Quando ele chega lá, está salvo; e esta é a vontade de Deus para ele. Esta é a vontade do Pai que me enviou: que o que vir o Filho e crer nele, tenha a vida eterna. (Jo 6, 40).

Esta vontade já se cumpriu nos anjos e santos, que vivem na pátria celeste, pois vêem a Deus, o conhecem e gozam dele. Mas nós desejamos que, assim como a vontade de Deus se cumpre nos Bem-aventurados que estão no céu, se cumpra também em nós que estamos na terra. Por isso pedimos na oração: «Seja feita a vossa vontade» em nós, que estamos na terra, como nos Santos, que estão no céu.

48. — b) Quanto a nós, Sua vontade é que cumpramos Seus mandamentos. Quando alguém deseja um bem, quer não só este bem, como os meios para obtê-lo. Também o médico, para conseguir a saúde do doente, quer a dieta, os remédios e outras coisas desse gênero.

Ora, Deus quer que tenhamos a vida eterna.

Ao moço que lhe pergunta: Que devo fazer de bom para ter a vida eterna? Jesus responde: Se queres entrar na vida eterna, guarda os mandamentos (Mt 19, 17).

São Paulo escreve, a esse propósito, aos Romanos (12, 19): E não vos conformeis com este mundo, mas reformai-vos com um espírito novo, para que experimenteis qual é a vontade de Deus, boa, agradável e perfeita.

A vontade de Deus é boa porque é útil. Sou o Senhor teu Deus, que te ensina o que é útil. (ls 48, 17).

É agradável para aqueles que a amam. Se a vontade de Deus não é grata aos que não a amam, para os que a amam é deliciosa. A luz nasceu para os justos, a alegria para os retos de coração, diz o Salmista (Sl 96, 11 ).

A vontade de Deus é também perfeita, porque é uma bondade superior a tudo. Sede perfeitos, como vosso Pai celestial é perfeito, prescrevia Jesus (Mt 5, 48).

Assim, quando dizemos, «Seja feita a vossa vontade», pedimos a graça de observar os mandamentos de Deus.

Ora, a vontade de Deus se cumpre nos justos, mas ainda não nos pecadores. Os justos são designados pelo céu e os pecadores pela terra.

Pedimos, pois que a vontade de Deus seja feita na terra, isto é nos pecadores, como é feita no céu, nos justos.

49. — Notemos que Jesus, com o próprio modo de formular o terceiro pedido do «Pai nosso» nos dá um ensinamento:

Jesus não nos faz dizer a nosso Pai: «fazei a vossa vontade», nem tão pouco, «que nós façamos a vossa vontade», mas sim: «Seja feita a vossa vontade».

Com efeito, duas coisas são necessárias para alcançarmos a vida eterna: a graça de Deus e a vontade do homem.

Apesar de Deus ter criado o homem sem chamá-lo a cooperar na criação, não o justifica, no entanto, sem a cooperação dele. «Aquele que te criou sem ti, não te justificará sem ti» diz Santo Agostinho, em seu comentário sobre São João. Realmente, Deus quer esta cooperação do homem. Convertei-vos a mim, e eu me converterei a vós, diz Ele em Zacarias (1,3); e São Paulo escreveu: (1 Cor 15, 10) Pela graça de Deus sou o que sou e sua graça não tem sido vã em mim.

Não sejais presumidos, mas confiai na graça de Deus; não negligencieis o vosso esforço, mas trazei vossa cooperação.

É por isso que Jesus não nos manda dizer «que nós façamos a vossa vontade», do contrário pareceria que a graça de Deus não tem nada para fazer. Também não prescreve «Fazei a vossa vontade», senão pareceria que nossa vontade e nosso esforço não servem para nada.

Mas Jesus nos faz dizer: Seja feita a vossa vontade, pela graça de Deus, à qual juntamos nosso trabalho e nosso esforço.

50. — c) em terceiro lugar, Deus quer que sejamos restabelecidos no estado e na dignidade em que foi criado o primeiro homem. Dignidade e estado tão elevados que seu espírito e sua alma não sentiam qualquer oposição da parte da carne e da sensibilidade.

Enquanto a alma foi submissa a Deus, a carne foi submissa ao espírito e tão perfeitamente que não experimentou nem a corrupção da morte nem a alteração da doença e das outras paixões.

Mas a partir do momento em que o espírito e a alma, que estavam entre Deus e a carne, se rebelaram contra Deus, pelo pecado, também o corpo se rebelou contra a alma e começou a ter doenças e a morrer, e sua sensibilidade continuamente se revoltou contra o espírito. O que faz com que São Paulo diga: (Rm 7,23). Sinto nos meus membros uma outra lei, que repugna à lei do meu espírito. E (Gl 5, 17) A carne tem desejos contra o espírito e o espírito contra a carne. Assim há uma guerra incessante entre o espírito e a carne; o homem torna-se cada vez pior pelo pecado.

Deus quer que o homem seja restabelecido em seu primeiro estado, isto é, que não haja nada na carne que se oponha a seu espírito; o que São Paulo exprime assim (1 Ts 4, 3): Pois é essa a vontade de Deus: a vossa santificação.

51. — Ora, esta vontade de Deus, quanto ao nosso corpo, não pode realizar-se nesta vida. Ela se realizará na ressurreição dos santos, quando seus corpos ressuscitarão gloriosos, incorruptíveis e esplêndidos, segundo a palavra do Apóstolo (1 Cor 15,43): Semeia-se na vileza, mas o corpo ressuscitará na glória.

No entanto a vontade de Deus se realiza aqui em baixo, no espírito dos justos, por sua justiça, ciência e vida. Assim, quando dizemos: «Seja feita a vossa vontade», pedimos ao Senhor que realize sua vontade também em nossa carne.

Segundo esta explicação, no pedido, «Seja feita a vossa vontade, assim na terra, como no céu», a Palavra céu designa nosso espírito e a palavra terra designa nossa carne. E o sentido deste pedido será: que vossa vontade seja feita na terra, isto é, em nossa carne, como é feita no céu, isto é, em nosso espírito, pela justiça.

52. — Este terceiro pedido nos faz chegar à bem-aventurança das lágrimas, que o Senhor nos fez conhecer no Sermão da Montanha (Mt 5, 5): Bemaventurados os que choram, porque serão consolados. É fácil demonstrá-la retomando os três pontos de nossa explicação.

Primeiramente, Deus quer para nós e nos faz desejar a vida eterna. Por esse amor à vida eterna, somos levados a derramar lágrimas. Ai de mim, canta o salmista, como é longo o meu exílio! (Sl 119,5). E esse desejo de vida eterna, entre os santos, é tão forte que os faz aspirar à morte, se bem que, em si mesma, ela seja objeto de aversão. Nós preferimos deixar este corpo e estar presentes no Senhor (2 Cor 5,8).

Em segundo lugar, os que guardam os mandamentos de Deus, para obedecer à vontade de Deus, estão também na aflição, porque, se os preceitos são doces para a alma, são amargos para a carne, pois a mortificam. Falando da carne, e também de suas almas, o Salmista diz dos justos (Sl 125, 5): Semearam em lágrimas, com alegria ceifarão.

Em terceiro lugar, falamos da luta incessante entre nossa carne e nosso espírito. Luta essa que é, igualmente, objeto de nossas lágrimas. É impossível que neste combate a alma não receba alguns ferimentos da parte da carne, ao menos os dos pecados veniais. A obrigação de expiar estas faltas é razão de lágrimas. Salmo 6,7: Todas as noites, isto é, na obscuridade de meus pecados, regarei o meu leito, isto é minha consciência. Os que choram assim, alcançarão a pátria. Que Deus se digne de nos conduzir a ela.


quarta-feira, 27 de março de 2013

O que representa a semana Santa para você?



Como preparar-se bem para a Semana Santa e se beneficiar das graças da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo

Afonso de Souza



Se a Semana Santa hoje em dia representa pouco mais que alguns feriados no calendário, é porque também a Quaresma perdeu seu sentido.(1)

A idéia de que o homem deve apaziguar a divindade ofendida por seus crimes, submetendo seu corpo à expiação, é uma tradição de quase todos os povos, mesmo primitivos. Nós, católicos, encontramos constantes exemplos disso na Sagrada Escritura.

A consciência da necessidade dessa expiação levou a Igreja, sempre Mestra infalível, a preceder a comemoração de três dos maiores mistérios de nossa Redenção -- a Paixão, Morte e Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo -- de 40 dias de oração e penitência, em memória dos 40 dias de jejum do Divino Salvador na montanha.

Infelizmente a cada ano a Quaresma e a própria Semana Santa vão perdendo seu sentido num mundo cada vez mais materializado, não significando hoje senão alguns feriados no calendário, ótimos para um bom weekend. O que interessa ao mundo hodierno é gozar, gozar e gozar.

Parece então oportuno relembrar, neste fim de Quaresma e entrante Semana Santa, o estado de espírito com que os cristãos de outrora viviam essas comemorações.



Quaresma: tempo de oração e penitência

Assim São Leão Magno definiu, no século V, o significado da Quaresma: "A sabedoria divina estabeleceu este tempo propício de quarenta dias, a fim de que as nossas almas se pudessem purificar, e, por meio de boas obras e jejuns, expiassem as faltas passadas. Inúteis seriam, porém, nossos jejuns se, neste tempo, nossos corações se não desapegassem do pecado" (2).

É por isso que, antecipando de alguns dias a Quaresma, a Igreja unge a fronte culposa do fiel na Quarta-Feira de Cinzas, admoestando-o: "Lembra-te de que és pó, e que em pó hás de tornar".

Nos primeiros séculos de cristianismo, só os pecadores públicos desejosos de se reconciliarem com a Igreja recebiam nesse dia as cinzas. Depois essa prática foi estendida a todos, como pecadores diante de Deus.

O estado de espírito penitencial e confiante na misericórdia divina, com que devemos viver o tempo quaresmal, vem muito bem expresso no Tracto da Missa de Quarta-Feira de Cinzas com as belas palavras do Rei-Penitente, David: "Senhor, não nos trateis segundo nossos pecados nem nossas iniqüidades. Não Vos recordeis, Senhor, de nossos delitos, mas antecipem-se depressa vossas misericórdias, porque fomos reduzidos à extrema miséria. Ajudai-nos, ó Deus Salvador nosso, e para glória do vosso Nome, livrai-nos, Senhor, e sede propício apesar de nossos pecados, por causa de vosso Nome" (Ps. 102, 10).

Além do coração contrito e humilhado com que o fiel deve preparar-se para o grandioso drama da Paixão, a Igreja impõe também uma penitência exterior. É a razão do jejum e da abstinência, infelizmente, hoje em dia -- dada a nossa fragilidade e moleza para o que é bom -- obrigatórios apenas na Quarta-Feira de Cinzas e Sexta-Feira Santa.

Tempo de mais fé houve em que o jejum e a abstinência eram muito mais rigorosos, chegando mesmo a três vezes por semana durante a Quaresma. E ovos e laticínios eram proibidos, por serem produtos animais. Algumas Igrejas do Oriente ainda observam essa norma.

A abstinência de carne era prescrição tão rigorosa, que mesmo reis e governantes necessitavam de dispensa papal quando não a podiam seguir.




A não observância da Quaresma: ruína para indivíduos e nações

Sendo, como já foi dito, os exercícios da Quaresma indispensáveis como preparação para a Semana Santa, Bento XIV, em 30 de maio de 1741, chegou a afirmar: "A observância da Quaresma é o laço de nossa milícia; por ela nos diferenciamos dos inimigos da Cruz de Jesus Cristo; por ela nos esquivamos dos açoites da cólera divina; por ela, amparados com a ajuda celestial durante o dia, nos fortalecemos contra os príncipes das trevas. Se sua observância se relaxa, cai em desdouro a glória de Deus, desonra a Religião Católica e perigam as almas cristãs. E não há dúvida de que este descuido seja fonte de desgraças para os povos, desastres nos negócios públicos e infortúnios para os indivíduos" (Constituição "Non Ambigimus"). Se hoje em dia a Semana Santa perdeu praticamente todo seu significado, é porque a Quaresma já não tem mais nenhum.

Conscientes disso, governantes verdadeiramente cristãos dos primeiros séculos da Igreja, como Graciano e Teodósio, chegaram a ordenar, em 380 DC, a suspensão de todos os processos e demandas judiciais durante esse período, medida que vigorou por vários séculos.

Também com esse espírito o Papa São Nicolau I proibiu, no século IX, a caça, esporte predileto da nobreza da época. A dissipação e o tumulto que acompanham tais exercícios são incompatíveis com o espírito de recolhimento da Quaresma, afirmou aquele Pontífice. Seria pensável algo semelhante hoje em dia, com tantas competições esportivas endeusadas pelo povo?

A Igreja ia mais além, recomendando que se suspendessem todas as hostilidades e atividades militares não estritamente necessárias para a manutenção da ordem.

Pasme nosso século sensual e prevaricador! De tal maneira o espírito do povo estava impregnado com esse caráter penitencial e reparador da Quaresma que, durante muitos séculos, foi possível à Igreja obter dos esposos a continência absoluta durante esse período. Além da penitência muito agradável a Deus, que isso supunha, ajudava os fiéis a refrear a sedução para o prazer, ordenar os instintos sensuais do próprio corpo, e a valorizar mais a dignidade de sua alma.

Durante séculos, toda festividade civil e religiosa foi excluída do período Quaresmal para preservar seu caráter austero. Exceção foi feita posteriormente quanto à comemoração da Anunciação, por causa de seu grande significado. Tempos mais tarde, abriu-se também uma exceção para a festa do Apóstolo São Matias, em 24 de fevereiro.

Os Alleluias, o Glória e o Te Deum eram suspensos da liturgia. Uma imensa cortina roxa era colocada entre o altar e os fiéis como símbolo do luto penitencial a que o pecador deve submeter-se para contemplar novamente a majestade do Deus que ofendeu por suas maldades. Significava também as humilhações de Cristo durante Sua Paixão.

Em muitas igrejas, costumava-se cobrir de roxo as imagens e cruzes a fim de inspirar mais viva compunção nos fiéis ao contemplar esses velados objetos de piedade. O velar a cruz expressava a humilhação de Nosso Senhor, obrigado a ocultar-se, como se lê no Evangelho do Domingo da Paixão, para evitar ser apedrejado pelos judeus.

Durante esse período, multiplicavam-se os atos de piedade, como visitas a igrejas, adorações ao Santíssimo, e, sobretudo, o piedoso exercício da Via-Sacra.

Chegava-se, assim, à Semana Santa. Se durante a Quaresma a Igreja havia proposto à meditação dos fiéis o jejum de Cristo, a liturgia agora voltava-se para a consideração de Suas dores e paixão. Nestes dias, o rigor do jejum da Quaresma aumentava antigamente, como num supremo esforço de reparação e penitência.

Naqueles tempos de fé, a lei civil apoiava a eclesiástica para que fossem suspensos trabalho e comércio, expressando assim o luto da Cristandade pelo falecimento do Redentor. As preocupações de ordem material davam lugar às de ordem espiritual, e o pensamento da Paixão impregnava a todos. Mesmo as relações ordinárias eram reduzidas ao indispensável, para que outro objeto não distraísse a atenção dos fiéis.





Quinta-Feira Santa: instituição da Eucaristia e do sacerdócio

No Cenáculo ocorreram grandes mistérios na noite santa em que Cristo lavou os pés de Seus discípulos, mesmo os daquele que logo O trairia: ali foi oferecida a "Vítima Pura", na primeira Missa celebrada, e instituído o Sacerdócio. Como a Igreja -- em meio à profunda dor dessa Semana -- quer entretanto honrar com o maior esplendor possível tão grande aniversário, veste-se de branco como no Natal e na Páscoa, para uma das mais solenes Missas do ano. Volta-se a ouvir novamente o Glória, e os sinos repicam alegremente. Emudecerão em seguida. O lúgubre e pungente som da matraca exprime melhor a soledade e o abandono que se vão seguir.

A nota de luto é também atenuada no Monumento, todo branco e ornado com flores. Nele será depositado o Santíssimo Sacramento, à espera da adoração dos fiéis até o momento da comunhão da Sexta-Feira Santa.

As missas privadas, que não de força maior, são proibidas na Quinta-Feira Santa, para que haja um só sacrifício e todos os sacerdotes a ele se unam como os Apóstolos se uniram ao de Cristo nosso Senhor no Cenáculo.

Era neste dia que a Igreja, terna Mãe, recebia de volta em seu seio os pecadores arrependidos. Os príncipes cristãos, seguindo-lhe o exemplo, abriam as prisões para os que não tivessem cometido delito grave contra a sociedade. Comutavam também a pena de condenados à morte, para que todos pudessem assim santificar os dias que precedem a festa de Páscoa. "Com este perdão -- diz o Papa São Leão -- queriam mostrar-se imitadores da bondade divina nestes dias em que se dignou salvar o mundo. Seu exemplo seja um estímulo para que as pessoas se perdoem mutuamente, pois as leis familiares não devem ser mais rigorosas que as públicas", acrescentava o santo Pontífice (Sexta Homilia ao povo de Antioquia).

Embora os processos judiciais fossem suspensos durante a Semana Santa, exceção era feita para os que implicassem na libertação de escravos. Se a Igreja, Mãe comum, não tinha ainda meios para libertá-los imediatamente, criava um estado de espírito propício para que gradualmente o fossem, na medida em que seus benéficos efeitos permeavam a sociedade.

"O que mais podia fazer por ti que não tenha feito?"



Enfim, na Sexta-Feira Santa, chegava-se ao clímax.

Preparado por uma Quaresma bem observada, o fiel imergia neste dia na meditação dos sofrimentos do Redentor. Acompanhava-O em espírito do palácio de Anás ao de Caifás, e depois ao de Pilatos. Enternecia-se ao contemplar o Rei do Universo -- flagelado, coroado de espinhos e com uma túnica de escárnio -- ser preterido a Barrabás. Acompanhava-O na Via-Crucis, sofrendo com Ele a cada passo, a cada queda. Condoía-se com a Mãe das Dores vendo Seu Divino Filho assim tratado, devido a nossos pecados. Como outro Cirineu, quereria ajudá-Lo a carregar a Cruz. E sentia-se humilhado vendo-O ser despido e pregado à Cruz. Sua alma se lhe partia ao ver expirar seu Redentor. Propunha-se pelo menos a fazer companhia a Nossa Senhora e às Santas Mulheres em sua soledade, desolação e pranto.

Os ecos dos Impropérios continuavam a soar-lhe aos ouvidos como uma acusação "O que mais podia fazer por ti que não tenha feito?". E a pungente enumeração dos benefícios recebidos do Salvador, em contraste com suas ingratidões e ofensas, compungia e fendia seu coração, por mais empedernido que fosse. Sim, "tudo isto foi para salvar. Salvar os homens, e salvar este homem que sou eu. Minha salvação custou todo esse preço". Como toda compunção torna-se estéril sentimentalismo se não é acompanhada de firme propósito de emenda, devia acrescentar:"Eu não regatearei mais sacrifício algum para assegurar salvação tão preciosa. Pela ≡gua e pelo Sangue que verteram de vosso divino Lado, pela Chaga de Vosso Coração, pelas dores de Maria Santíssima, Jesus, dai-me forças para me desapegar das pessoas e das coisas que possam me distanciar de Vós. Morram hoje, pregadas na Cruz, todas as amizades, todos os afetos, todas as ambições, todos os deleites que de Vós me separam" (3).

Para esse tipo de fiel, a Semana-Santa tinha produzido frutos de vida eterna. Estava ele preparado para exultar com Maria Santíssima, os Anjos e os justos da Terra, no Domingo da Ressurreição.

fonte: revista Catolicismo

sábado, 29 de setembro de 2012

Facebook e o 6º Mandamento





Uma mulher entrou no meu escritório alguns dias atrás. Ela estava quase-vestida, usando apenas sutiã e calcinha. Só tem uma mulher no mundo que tem o direito de estar comigo vestido assim: minha esposa. Mas esta mulher que entrou no meu escritório alguns dias atrás, não era minha esposa. Eu fiquei muito constrangido.
Constrangida ela não ficou de forma alguma. Vamos chamá-la de “Sem-Vergonha”. A Sem-Vergonha não ficou constrangida, pois ela engoliu a mentira da nossa sociedade moderna. Esta mentira diz o seguinte: se a sutiã e a calcinha estiverem da mesma cor e feitas de um tecido que se pode usar na água, então não são roupas íntimas—são roupa de banho. A Sem-Vergonha se declara Cristã, mas mesmo assim ela parece não ter problema em expor o corpo dela para o mundo inteiro. Imagino que ela ficaria talvez com vergonha de andar no shopping ou visitar uma família, vestida apenas de sutiã e calcinha. Mas por alguma razão, ela não percebe problema nenhum em escolher uma foto dela assim vestida como foto do perfil do Facebook.
Foi assim que ela entrou no meu escritório: pela tela do meu computador.
Eu tenho centenas de “amigos” no Facebook que mal conheço. Aceito qualquer solicitação de amizade de pessoas que se declaram Cristãos, pois quero ampliar minha rede de contatos com pessoas crentes para promover o trabalho de várias entidades e instituições com as quais trabalho. Quando um contato no Facebook postar coisas indecorosas ou promove pensamentos, atitudes ou atos não Cristãos, eu apago logo.
Quero compartilhar com você as razões pelas quais eu apaguei a Sem-Vergonha.
  1. O corpo dela pertence ao seu marido (1 Cor. 7:4). Se ela não estiver casada, ela deve guardar o corpo dela para o seu futuro marido. O corpo dela não é para ser exposto para o mundo inteiro ver; muito menos é para ser exposto na tela do meu computador.
  2. Ver o corpo de uma outra mulher não promove minha santificação nem edifica o meu casamento (Prov. 5:15-20; Jó 31:1). Deus criou o homem de tal forma que ele experimenta uma reação muito forte quando vê o corpo de uma mulher. Esta reação dentro do casamento é linda e promove o verdadeiro amor. Fora do casamento, é vergonhosa e traz destruição e tristeza. Neste mundo atolado na imoralidade e perversão sexual, é necessário muita vigilância para o homem guardar a sua pureza sexual. Quando outras mulheres se apresentam quase despidas diante dos olhos de um homem, isto em nada ajuda nesta luta contra o pecado.
  3. Se apresentar em público descoberta é uma negação da obra de Cristo (Gen. 3:21, Isa 61:10, Eze. 16, Apoc. 3:18). Quando o homem caiu em pecado, a sua nudez foi exposta. Deus deu roupas para cobrir a vergonha de Adão e Eva. Um animal teve de morrer para que a nudez deles fosse coberta. Isto foi uma pregação da obra de Cristo, que ficou exposto e nu na Cruz, tomando para Si a nossa vergonha, e derramando o Seu Sangue para que sejamos cobertos com as roupas brancas da justiça do Cordeiro. A forma que nós nos vestimos reflete algo sobre o nosso entendimento do evangelho. Quando homens e mulheres Cristãos expõem seus corpos publicamente, estão de uma certa forma apagando a manifestação do poder da obra de Cristo em suas vidas. Em vez de se vestir em traje decente, com modéstia e bom senso, eles imitam o mundo que se gloria na sua vergonha
A coisa mais triste é que muitos que se dizem seguidores de Cristo acharão esta reação radical demais. Tem uma razão para isto: estamos tão atolados no mundanismo que nem percebemos. O Cristianismo superficial e mundano dos nossos dias produz Cristãos superficiais e mundanos. O Cristianismo ensinado por Cristo e os Apóstolos, contudo, é uma total transformação da vida em todos os aspectos, acompanhado por um compromisso radical com a santidade. Se a única diferença entre o mundo e a Igreja é que estes estão do lado de dentro da parede da Igreja, e aqueles do lado externo, então não conhecemos o verdadeiro Cristianismo que proclama: “Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.” (2 Cor. 5:17)
_________
Este post é um artigo de um protestante, mas que serve de alerta para os Católicos e filhos da Luz. A Igreja Católica em seu catecismo ensina muito bem sobre a modéstia no vestir. A Sagrada Escritura nos exorta a cobrir o nosso corpo, por ser templo de Deus. E Maria Santíssima é o maior exemplo de modéstia para as mulheres que querem passar para a outra vida. E ajudar a si mesma e aos outros a não pecarem.
_____________________________________________________________________ 

Os 10 Mandamentos da Lei de Deus são

1º Amar a Deus sobre todas as coisas
2º Não tomar Seu santo nome em vão
3º Guardar domingos e festas
4º Honrar pai e mãe
5º Não matar
6º Não pecar contra a castidade
7º Não furtar
8º Não levantar falso testemunho
9º Não desejar a mulher do próximo
10º Não cobiçar as coisas alheias