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domingo, 18 de outubro de 2015

Concílio Vaticano III - leia-se: Sínodo da Família, o novo aggiornamento.

Na ocasião do concílio Vaticano II, o Santo Padre Pio havia recusado as inovações e o 'aggiornamento'.




Aggiornamento é um termo italiano, que significa "atualização". Esta palavra foi a orientação chave dada como objetivo para o Concílio Vaticano II, convocado pelo Papa João XXIII em 1962[1] [2] . Por outras palavras, o aggiornamento é a adaptação e a nova apresentação dos princípios católicos ao mundo actual e moderno, sendo por isso um objectivo fundamental do Concílio Vaticano II.
O documento conciliar Sacrosanctum Concilium resume o espírito do aggiornamento da seguinte maneira: "fomentar a vida cristã entre os fiéis, adaptar melhor às necessidades do nosso tempo as instituições susceptíveis de mudança, promover tudo o que pode ajudar à união de todos os crentes em Cristo, e fortalecer o que pode contribuir para chamar a todos ao seio da Igreja[3] .
fonte: Wikipedia


Publicamos a seguir um extrato do artigo do Frei João, capuchinho de Morgon (França), publicado na Carta aos amigos de São Francisco, n° 17, de 02.02.1999:

“Modelo de respeito e de submissão a seus superiores eclesiásticos e religiosos, em particular por ocasião das perseguições contra ele próprio, o Padre Pio de Pietrelcina não podia ficar mudo ante um desafio nefasto à Igreja.

Antes mesmo do fim do concílio, em fevereiro de 1965, anunciaram-lhe que seria preciso em breve celebrar a missa segundo um novo rito “ad experimentum”, em língua vulgar, e elaborado por uma comissão litúrgica conciliar para responder às aspirações do homem moderno.

Antes mesmo de ter o seu texto sob os olhos, escreveu imediatamente a Paulo VI, pedindo-lhe fosse dispensado dessa experiência litúrgica e pudesse continuar a celebrar a Missa de São Pio V.

Tendo-se o cardeal Bacci deslocado para lhe levar esta autorização, Padre Pio deixou escapar esta queixa para o enviado do Papa: “O Concilio, por piedade, acabai com ele depressa!”

No mesmo ano, na euforia conciliar que prometia uma “nova primavera” para a Igreja e para o mundo, confiava a um de seus filhos espirituais:

“Rezemos nesta época de trevas. Façamos penitência pelos eleitos.” E sobretudo por aquele que deve ser o supremo pastor da Igreja católica: toda a sua vida ele “se imolará” pelo Papa reinante, cuja fotografia figurará sempre entre as raras imagens da sua cela.

Quão significativas outras cenas: estas reações em face do “aggiornamento” que as ordens religiosas assimilaram no dia seguinte ao Vaticano II (citações extraídas duma obra munida de Imprimatur):

“O Padre Geral (dos franciscanos) veio de Roma antes do capítulo especial para as constituições, em 1966, para pedir ao Padre Pio orações e bênçãos. Encontrou o Padre Pio no corredor do convento: ‘Padre, vim para vos recomendar o capítulo especial para as novas constituições…’ Apenas ouviu “capítulo especial”, Padre Pio fez um gesto violento e gritou: ‘Não são senão parlapatices e ruínas!’ — ‘Mas que quereis, Padre? As novas gerações… os jovens evoluem à sua maneira… há novas exigências…’ — ‘É o cérebro e o coração que faltam, eis tudo, a inteligência e o amor.Em seguida avançou para a sua cela, deu meia-volta, e apontou o dedo dizendo:

“Não nos desnaturemos, não nos desnaturemos! Quando Deus nos julgar, São Francisco não nos reconhecerá como filhos!”

Um ano depois, a mesma cena para o “aggiornamento” dos capuchinhos: “Um dia, confrades discutiam com o Padre Definidor Geral sobre a Ordem, quando o Padre Pio, tomando uma atitude espantosa, se pôs a gritar ao mesmo tempo que fixava o olhar longe:

“Mas que estais prestes a fazer em Roma? Que combinais vós? Quereis mesmo mudar a Regra de São Francisco!” E o Definidor diz: “Padre, propõem-se estas mudanças, porque os jovens nada querem saber da tonsura, do hábito, dos pés descalços…” — “Expulsai-os! Expulsai-os! Mas quê? São eles que vão fazer um favor a São Francisco ao tomar o hábito e ao seguir o seu modo de vida, ou é antes São Francisco que lhes faz um grande dom?”


Se se considera que o Padre Pio foi um verdadeiro alter Christus, que toda a sua pessoa, corpo e alma, foi tão perfeitamente conforme quanto possível à de Jesus Cristo,
esta recusa nítida das inovações da Missa e do “aggiornamento” deve ser para nós uma lição que reter.


http://www.rainhamaria.com.br/Pagina/17820/Sao-Pio-de-Pietrelcina-o-Concilio-e-a-Missa-Nova

*  *  *



Sínodo da família regressa ao Vaticano mais dividido do que nunca


Situação dos divorciados e posição face aos homossexuais opõe sectores reformistas e conservadores. Papa tentará na reunião um equilíbrio delicado.

Um ano depois, bispos de todo o mundo regressam neste domingo ao Vaticano para o segundo dos dois sínodos sobre a família, num ambiente de grande tensão entre reformistas e conservadores. O Papa, que fez deste um tema central do seu pontificado, não quer que a reunião fique refém da discussão sobre a situação dos divorciados que voltaram a casar ou dos homossexuais. Mas pela frente tem a árdua tarefa de conciliar posições que estão mais extremadas do que nunca.
“Existem tantos outros problemas”, desabafou Francisco aos jornalistas no regresso da viagem aos Estados Unidos e a Cuba, um périplo cheio de desafios diplomáticos que parecem fáceis quando comparados com a reunião que se avizinha. No avião, o Papa disse que a Igreja precisa, por exemplo, de uma resposta pastoral para “os jovens que não se querem casar” ou de “reflectir sobre como pode melhorar a preparação para o matrimónio”.
Só que não serão esses temas, aliás bastante consensuais, que mais vão ocupar os 360 participantes no Sínodo, dos quais 279 são bispos vindos de todo o mundo para discutir “a vocação e a missão da família na Igreja e no mundo contemporâneo”. 

Foi o Papa, aliás, que direcionou a discussão quando, ao convocar o sínodo extraordinário de 2014, afirmou que a Igreja não deve excluir os divorciados recasados, os que vivem em uniões informais, os homossexuais. 

Sem abrir a porta à revisão da doutrina – “o casamento é indissolúvel”, reafirmou no regresso dos EUA –, defende uma atitude pastoral que seja inclusiva.

Posição que é partilhada pelo bispo da diocese de Portalegre-Castelo Branco, que tal como o cardeal patriarca de Lisboa, Manuel Clemente, participará no encontro. A Igreja tem de responder a estas famílias “sem julgar, sem condenar, sem apontar”, disse à Lusa Antonino Dias, que é também presidente da comissão episcopal da família.

Mas se os reformistas aplaudem a possibilidade de aggiornamento, os conservadores denunciam o que dizem ser uma cedência ao relativismo moral das sociedades ocidentais. A tensão ficou bem visível no primeiro sínodo, no Outono passado, onde as críticas ao Papa se fizeram ouvir fora das salas fechadas onde decorreu o encontro, que terminou sem que as duas propostas mais polémicas fossem aprovadas: o acesso dos divorciados recasados aos sacramentos e o acolhimento dos homossexuais na Igreja “com respeito e delicadeza”.

http://www.publico.pt/mundo/noticia/sinodo-da-familia-regressa-aovaticano-dividido-como-nunca-1709908
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O que querem os "adaptadores a nova sociedade e vida familiar":
Anote ai:

#quebra de paradigmas - 0:50s
#reapresentar a revelação sobre a família - 1:12s
#são textos que pertencem a uma época distante - 4:08s




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" Há um paradoxo entre a fachada democrática deste pontificado e a força de seu pulso. 

Francisco quer dar mais poder aos bispos e às conferências episcopais, ele recusa o título de “Papa” para privilegiar o de “Bispo de Roma”, mas muitos, na Cúria, falando de sua autoridade evocam seu “autoritarismo”… Outro paradoxo: o Papa quer uma gestão colegiada da Igreja Católica, transformando o Sínodo dos Bispos em uma espécie de assembleia permanente consultiva e constituinte. 

Mas toda reforma da Cúria resulta na concentração do poder executivo – que era o apanágio do Secretário de Estado, uma espécie de primeiro ministro – nas mãos… unicamente do Papa. Esta é uma reforma que já está estabelecida. É preciso recuar longe na História da Igreja para encontrar uma igual concentração. 

Entende-se hoje porque, em 2005, o Cardeal Martini, por ocasião do Conclave que elegeu Bento XVI não apoiou seu confrade jesuíta Bergoglio, que era, no entanto, o oponente do Cardeal Ratzinger. 

Eles partilhavam o mesmo programa reformista, uma espécie de Concílio Vaticano III progressista em ato, mas o Arcebispo de Buenos Aires não tinha boa reputação na Companhia de Jesus. 

Ele era conhecido por seu caráter sombrio e autoritário que lhe tinha valido um longo afastamento quando ele era encarregado do governo de uma província jesuíta. Este Papa é um patrão. Ele é genioso. Além disso, sua popularidade mundial é tamanha que ele não tem medo de ninguém. "
Jean-Marie Guénois


O especialista de religiões do Figaro explica as reformas que o Papa quer implantar e as diferenças de fundo e de forma com seus predecessores. Jean-Marie Guénois é redator-chefe no Figaro, encarregado de Religiões. Ele acaba de publicar Até onde irá Francisco [Jusqu’ou ira François], na editora JC Lattes.

http://www.catolicismoromano.com.br/content/view/5417/34/




quinta-feira, 13 de agosto de 2015

A arma eficaz contra os ataques do inimigo.




pelo Padre Gino Burresi _________________________________________________________________________




A oração Nossa Senhora



                no Seu grande amor, indicou-nos os meios mais eficazes para sermos bons Cristãos. O primeiro é a oração: conversar com Deus e estar em união com Ele. Os Santos, nossos irmãos, que andaram pelo mundo como nós, compreenderam o seu valor e tornaram-se grandes homens de oração. 

Ainda recentemente, um indivíduo que pensava que estava realmente “actualizado” disse-me, com toda a seriedade, que a oração é uma perda de tempo, e que, no fim de contas, hoje tudo é uma oração. O que é uma desculpa original para não rezar. E garanto-lhes que, desde esse dia, tenho dito a Nosso Senhor: “Senhor, quando me ajoelhar perante Vós, afastai de mim qualquer pensamento de que estou a perder o meu tempo!” 

Nossa Senhora referiu-se insistentemente a que se rezasse o Santo Terço. A situação mundial é tão triste! O amor é tão difícil de encontrar, e a caridade, o bem e a justiça tardam tanto, e a dignidade da pessoa humana vai desaparecendo. Hoje as pessoas só falam de direitos, de dinheiro, de bem-estar; e ignoram os valores espirituais. 

Meus caros jovens, o que podemos fazer para mudar esta triste situação? Nossa Senhora de Fátima mostra-nos o caminho da salvação na Sua Mensagem. As armas da violência devem ser defrontadas com as armas da oração. Nossa Senhora convida-nos a rezar o Terço, e a pensar e a meditar nos Mistérios, que contêm todo o Evangelho. Precisamos de rezar o Terço muitas vezes, e precisamos de o rezar bem. 

Não dêem atenção às pessoas que dizem o contrário, mesmo que sejam padres. Em vez disso, digam-lhes que lhes ensinem como hão-de rezar bem o Terço. Nossa Senhora veio do Céu para nos avisar e nos mostrar a maneira de nos salvar-nos. Apareceu em Fátima para exterminar o farisaísmo da nossa era.

*  *  *

Voltemos ao Santo Terço 

              É urgente que nos cheguemos ao manto de Maria, que tenhamos outra vez o Terço nas nossas mãos! 
Papa João Paulo II sempre estava a rezar o Terço 




E foi Nossa Senhora que o salvou quanto tentaram tirar a vida dele


Mas se o pastor não segurar as contas na mão, as suas ovelhas muito menos. Caros sacerdotes, já não vejo o Terço nas vossas mãos. E as famílias das vossas paróquias também já não o têm. E já vêem o que lhes tem acontecido. O Terço de Maria já não se encontra nas famílias, mas encontramos divórcios, separações e discórdia. 

Já não há a oração, e a sua ausência afasta as pessoas dos Sacramentos. As pessoas sem orações e Sacramentos carecem de tudo, podem crer. E assim a família também se desintegra. Até termos de novo o Terço nas mãos... 

Os nossos tempos são desanimadores, porque perdemos Deus. E reparem que não há saída. Se quisermos ser salvos, só há um caminho: Maria Santíssima e o Seu Imaculado Coração. Mas até o Seu abençoado Terço estar nas nossas mãos, não vejo muita esperança; escapar será uma ilusão. Se o Terço estiver de volta, pensaremos um pouco mais seriamente na nossa vida de Cristão, apreciaremos mais as virtudes cristãs, e por isso muito da nossa maldade desaparecerá à medida que crescermos na virtude. 

Teremos mais caridade, seremos menos egoístas, e afastar-nos-emos de tantas coisas materiais que só nos inquietam constantemente. Guardaremos também os Mandamentos mais escrupulosamente, para seguirmos mais de perto a Igreja fundada por Jesus Cristo para ser a luz que guie todos os homens, que são todos nossos irmãos.


Um quarto de hora para Maria

                 o Terço quotidiano Reserve um quarto de hora por dia para o Terço de Maria. 

Ofereça-Lhe estes quinze minutos, para rezar os mistérios como deve ser. No Santo Terço, encontro toda a Bíblia, de forma simplificada. Os quatro Evangelhos estão contidos nele. Ali encontro a vinda de Cristo, a minha redenção, a minha vida cristã e a minha vida religiosa — porque nos mistérios do Terço vemos a humildade, o afastamento das coisas terrenas, a caridade nas relações com os outros homens e mulheres. Tudo está no Terço! 

E então começo a pensar. Tenho-me portado bem? Actuo como exige o Evangelho, como o Terço ensina? Quando rezo o “Pai Nosso”, penso no que estou mesmo a dizer? O valor do Terço A oração que a Santíssima Virgem Maria mais deseja é o Santo Terço. 

Sabemos isto por causa das Suas aparições em Fátima. Hoje, esta oração é fortemente criticada, e quem está contra ela chama-se a si próprio “sábio.” Abandonaram o Terço porque, para eles, é uma oração que nada diz, uma repetição inútil de palavras. Realmente, até tenho pena deles. 

No Terço contemplamos a vida de Jesus, a vida de Maria, e a nossa própria vida de Cristão. Daqui vem o seu grande valor. Porque é que o Céu insiste tanto em que se reze o Terço? Porque nos mistérios encontramos todo o Evangelho. 

Infelizmente, os Santos Evangelhos são pouco conhecidos, raramente meditados, e por conseguinte pouco postos em prática. É, na verdade, ao rezar o Terço que regressamos ao Evangelho e nos tornamos verdadeiros discípulos de Cristo. Maria é uma pessoa viva, e não uma memória. Falamos e conversamos com Ela quando rezamos, especialmente o Terço, porque então meditamos e pedimos a Sua ajuda para pormos em prática aquilo em que meditámos. 

Quando o Bispo estava para tomar uma decisão sobre se havia de ordenar o futuro Cura de Ars, hesitou, porque S. João Maria Vianney tinha mostrado muito pouca aptidão nos estudos. Mas então o Bispo perguntou-lhe: “Sabe rezar o Terço?” “Oh, sim, muito bem,” respondeu ele. E o Bispo decidiu: “Vamos ordená-lo. Há-de ser um bom padre.” 

Quando um postulante, um religioso ou um seminarista não gosta do Terço, mandem-no para casa, porque uma tal pessoa nunca seria um bom padre ou uma boa freira. 





O Terço familiar 

            Rezámos o Terço, mas alguma vez pensaram porque é que Deus não consegue entrar em tantas casas? É porque há tantas famílias que já não rezam; não frequentam os Sacramentos e, por isso, foram gradualmente infectados pelo materialismo, que sufoca e cega e acaba por os deixar na escuridão. 

Houve um tempo em que era uma alegria ser parte dessas famílias, em que todos se juntavam em frente de uma figura de Nossa Senhora, até os pequenos, a quem os pais ensinavam a rezar o “Pai Nosso” e a “Ave Maria,” e depois todos rezavam o Terço. Mas agora deixámos o Terço; os nossos filhos já nem sabem o que é. 

Mas, caros pais, se não pusermos o Terço nas mãos dos nossos pequeninos, o que terão eles nas mãos quando chegarem aos 18 anos? Passarão a juventude sem proveito? Se não encontraram as “armas do amor,” podem um dia vê-los com armas de fogo, as armas do ódio; e os pais não serão parcialmente culpados?

fonte: http://www.fatima.org/port/crusader/ptcr72bk/ptcr72rosary.pdf
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Mensagem recebida pelo Confidente Católico Bento da Conceição –Taquaras – Balneário Camboriú – Santa Catarina – Brasil. Informações fone- fax: (0xx47) 3367-7110 ou (0xx47) 9234-1114 (Vivo) ou (0xx47) 9112-8000 (Tim) ou (0xx47) 3360-7167

Eu só peço que rezem, rezem sem parar

19/03/1995

Bento, Meu filho, Eu, Jesus, não tenho nada a esconder. Mostro livremente a quem Me serve com amor e dou tudo que posso para ajudar quem não tem vergonha de Mim, não importa os que irão contra os Meus filhos. Ninguém tem o direito de dizer o que devo ou o que não devo fazer como os Meus assuntos, eles são só Meus. Hoje, Meu filho, a vida já não é mais como antigamente que um pai determinava a vida dos filhos e eles obedeciam. Agora, os intelectuais, esses que se dizem saber tudo, mudaram as normas que existiam. Que era fé, amor, caridade, respeito. Nesta nova era deles é que mais Eu sofro, porque sem as normas o mundo despencou para tempestade catastrófica, quer dizer, não tem mais ninguém na Terra que possa dar jeito.
Se Eu não fosse um Pai misericordioso a Terra seria um mar de lama, mas com a Minha paciência, jamais permitirei que um filho Meu pague pela ganância dos ladrões. Eles põem os impostos e os juros tão alto que os pequenos são os que mais sofrem, leis que eles mesmo criaram para sugar o sangue dos mais fracos. A sua injustiça e este descontrole que eles fizeram irão ficar para eles mesmos. A herança dessa gente foram eles mesmo que pediram. Não jogarei suas trapaças em cima dos Meus filhos, porque quem com ferro fere com ferro será ferido. As palavras que tiraram do Meu mandamento serão testemunho contra eles. Meu filho querido, há políticos que reconhecem a miséria dos outros e, quando podem ajudar eles ajudam, mas é como procurar um alfinete perdido. O resto jogou o povo contra Mim, eles deixaram de rezar. Diálogo para falar sobre os Meus assuntos não há, pois só os deles é que interessam, e os Meus servidores, dentro da Igreja, a maioria vai na conversa deles também. A mistura: política com religião Eu detesto, e quem for encontrado nessa sujeira, piedade para eles não haverá, porque um cego não pode guiar outro cego.
Meus filhos, como a Minha volta já está tão perto vocês não devem se desesperar, pois ninguém é obrigado a fazer uma coisa que não pode. Os ricos não se importam para quem devem, a injustiça só cai sobre os pequenos, eles dão um jeito para tudo. Só os pobres são presos, mas isso está prestes a se acabar. Se você, Meu filho, confiar em Mim e rezar todos os dias, de joelhos, pedindo a Minha proteção, Eu darei um jeito de arrumar todos os teus problemas mais difíceis. Persista nas orações, mas com fé que em tudo se dará um jeito. Eu posso socorrer. A Minha presença está sempre nos lugares onde Sou chamado por filhos que Me respeitam e Me chamam.
Eu já dei tanto tempo para o homem Me reconhecer como o Único que pode dar a paz, mas essa palavra está muito longe da boca desta gente e cada vez se distancia mais deles. Para Mim ela já está pronta para ser pronunciada no mundo inteiro. Assim, Meus filhos, não há motivo para tanto desespero para com as coisas que o homem fez, porque tão logo tudo será desfeito. Agora, só peço que rezem, rezem sem parar. Eu, Jesus, estou com vocês e não largo mais. Confiem em Mim. Eu Sou a solução para tudo, se é que acreditas. Sabem, Meus filhos, Eu nunca deixei de cumprir o que prometi. Eu Sou o Único que cumpro o que prometo. Quero que, daqui para frente, tu não percas mais tempo com coisas banais, pois o maior tesouro está dentro de ti, que Sou Eu, Jesus.
Minha benção a todos que Me querem.

Jesus


fonte: http://ceifadores.com.br/mensagem/1753

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Começou: “Bispos dizem ‘não’ ao Papa."

Matéria do jornal O Sol de Portugal - 
fonte: Fratres in Unum.com

A revolução na Igreja posta em marcha pelo papa Francisco já está a dividir os bispos portugueses.
Na última reunião plenária, em Abril, a discussão acendeu-se e a Conferência Episcopal Portuguesa - CEP - partiu-se ao meio.
De um lado, o grupo encabeçado pelo bispo de Leiria-Fátima, Antônio Marto, que defende a abertura da Igreja nos temas da família.
Do outro, os que estão com o cardeal-patriarca de Lisboa, Manuel Clemente e consideram que não se pode pôr em causa a doutrina.
No centro da polêmica está o lugar da Igreja dos católicos divorciados que voltaram a casar civilmente.
O tema, lançado no Sínodo da Família do ano passado, em Roma, gerou um enorme debate em todo o mundo e obrigou a Igreja Portuguesa a clarificar-se.
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Mensagem recebida pelo Confidente Católico Bento da Conceição –Taquaras – Balneário Camboriú – Santa Catarina – Brasil. Informações fone- fax: (0xx47) 3367-7110 ou (0xx47) 9234-1114 (Vivo) ou (0xx47) 9112-8000 (Tim) ou (0xx47) 3360-7167

Muitos vieram a abrir os seus olhos depois que passaram a ler estas Mensagens

11/04/2014


     Senhor Jesus, meu Deus, meu Salvador, quando chegar o momento de Sua Vinda Gloriosa, a humanidade irá ver algum sinal no céu?
 
     Nada será feito sem aviso prévio. Por desígnio de Deus é que irá dizer: “Chegou a Minha hora”, porque foi preciso que primeiro viesse a apostasia dentro da Igreja, e já está acontecendo.
     Para quem tem bons olhos e consegue enxergar, não é preciso pedir para ler estas Mensagens, porque acredita mesmo sem ver. Mas tem muitos que vieram a abrir seus olhos depois que passaram a ler estas Mensagens, e tem aqueles que o diabo cochicha no ouvido, e vem desmentindo: “Não vão acreditar. A vida de cada um deve ser assim, como vem me obedecendo, porque no inferno não precisa de roupa, porque o fogo consome tudo e a carne irá ficar em chamas por toda a eternidade. Então, aproveitem o que puderem. Se ele é o contrário de mim, eu dou toda a liberdade para que vocês possam desafiar a Sua Presença na Terra”. E Eu digo:“Todo aquele que vier a servir dois senhores, um será condenado. E este que já entrou em Minha Igreja, por si condenou-se, e juntos irão com ele todos esses que vêm dando ouvido. 
Não fazem mais como os Meus Profetas escreveram, e Meus Apóstolos” . Essa é a diferença. Quem vem Me seguindo já Me conhece, e os que não são mais dignos do Meu Amor, zombam dos Meus escolhidos. Por isso ficou escrito: “Feliz daquele que vem sofrendo por amor a Mim”, a esses, conheço um por um, estejam lá onde estiverem, buscarei para juntar num só rebanho.
     E é isto que vem já acontecendo Meu filho Pedro II. Os que já estão contigo não precisam mais se preocupar, porque não têm mais nada a pagar. Livres já estão. Essa é a Minha promessa que fiz no Sermão da montanha.
     Agora, só o que Me resta é a hora que Meu Santo Pai Me der para vir buscar o que Me pertence, os filhos do Meu Imaculado Coração.

Jesus de Nazaré e Pedro II




Leia também:

Dom Athanasius Schneider sobre o Sínodo dos Bispos: "divorciados recasados” receberem a Sagrada Eucaristia

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Entenda as implicações de se aceitar as propostas do *papa Francisco

Aceitar os divorciados "recasados"




Sobre o acesso aos sacramentos

93. A respeito do acesso aos sacramentos, evidenciam-se reacções diferenciadas por parte dos fiéis divorciados recasados. Na Europa (mas também nalguns países da América Latina e da Ásia), prevalece a tendência a resolver a questão através de alguns sacerdotes que aceitem o pedido de acesso aos sacramentos. A este propósito, indica-se (em particular na Europa e na América Latina) um modo diferente de responder por parte dos pastores. Por vezes, estes fiéis afastam-se da Igreja ou passam para outras confissões cristãs. 

Em vários países, não apenas europeus, para muitas pessoas esta solução individual não é suficiente, enquanto elas aspiram a uma readmissão pública aos sacramentos por parte da Igreja. O problema não consiste tanto em não poder receber a comunhão, mas no facto de que a Igreja não os admite publicamente àcomunhão, de forma que parece que estes fiéis simplesmente rejeitam ser considerados em situação irregular.

fonte: http://www.vatican.va/roman_curia/synod/documents/rc_synod_doc_20140626_instrumentum-laboris-familia_po.html


E a questão da objeção e até mesmo negação de se aceitar aquilo que contradiz todo o ensinamento da Igreja Católica nesses dois milênios, com seus dogmas e encíclicas reprovando - tudo aquilo que o *papa Francisco quer aprovar.





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Vale lembrar:

Dom SchneiderDurante o Sínodo houve momentos de manipulação óbvia por parte de alguns clérigos que detinham posições-chave na sua estrutura editorial e de governo. O relatório intermediário (Relatio post disceptationem) foi um texto claramente pré-fabricado, sem nenhuma referência real às verdadeiras declarações dos padres sinodais. 

Nos tópicos sobre a homossexualidade, a sexualidade e os “divorciados recasados” com sua admissão aos sacramentos, o texto representa uma ideologia neopagã radical.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Família numerosa: confiança em DEUS



Falta aos cônjuges modernos, mesmos católicos a confiança em Deus. Temos o direito de exprobrar-lhes a falta de generosidade e de esperança. O tremendo egoísmo burguês dessorou os corações.

O filho já não é "mais um criado" das antigas participações de nascimento do interior do Brasil. O filho é hoje economicamente encarado, "um herdeiro". Vê-se no filho a nascer mais um leito, mais um prato, mais uma mensalidade de colégio. Pior ainda, talvez: "mais um trabalho". A própria mãe é quem teme e se queixa.


As queixas mais lamentáveis para lábios maternos: está envelhecendo; não pode mais freqüentar a sociedade; não tem mais tempo para nada; as senhoras antigas podiam ter muitos filhos, mas hoje não! É a linguagem do egoísmo gélido e desalmado. E isto é tanto pior quanto são os aquinhoamentos da fortuna que mais se queixam.

Outros experimentam reais dificuldades. Cresce-lhes a família e não se lhes aumentam os meios. A continuar assim, temem chegar à penúria.

A uns e outros lembramos que a generosidade divina não se deixa vencer. Retrai-se diante dos que retraem. Mas não terá limites com os que põem no Pai toda a sua confiança.

"Quando Deus dá a boca, dá o prato", diziam os nossos antigos, muito mais cristãos do que nós. E o Livro Sagrado afirma na palavra do Salmista: "Nunca vi o justo abandonado, nem a sua descendência a mendigar o pão" (Sl. 36,35).

As dificuldades econômicas ou pessoais com uma família numerosa são largamente compensadas.

Os que querem filhos bem educados só têm que desejá-los numerosos.

É a família numerosa o melhor ambiente para uma boa educação. Importa, porém, não confundir a boa educação, formadora de homens fortes, viris e santos, com as facilidades que servem apenas para fazer comodistas, gozadores e maricas.

Os bons cristãos não se satisfazem com não pecar pelo escândalo infundado que venha a provocar seu procedimento correto. Querem dar bom exemplo: que seu procedimento brilhe como a luz do Evangelho, posta sobre o alqueire. Os seus muitos filhos serão estímulo à covardia de uns, à falta de confiança de outros.

Mais. Para os bons cristãos o matrimônio é um Sacramento: coisa sagrada, fonte eficaz das graças divinas, figura da mística e real união entre Cristo e a Igreja. Ao administrar-se este sacramento, a Igreja expressou aos cônjuges seus sentimentos a este respeito.

Está na benção nupcial que a esposa seja "fecunda em prole" e "como vide abundante"; que os filhos "estejam em redor da mesa, como rebentos de oliveira"; e nisto estão as bençãos de Deus: "assim será abençoado o homem que teme o Senhor". A estes ensinamentos cristãos refere-se a Encíclica Casti Connubbi:

"Daí se vê facilmente quão grande dom da bondade divina e quão precioso fruto do matrimônio sejam os filhos, germinados da força onipotente de Deus e com a cooperação dos cônjuges".

E, mais expressivamente ainda:

"Os cônjuges verão nos filhos, recebidos com ânimo pronto e reconhecido das mãos divinas, um tesouro que lhes foi confiado por Deus, não para dele servir-se em sua própria vantagem nem da pátria terrena, mas para restituí-lo depois, com juros, no dia da prestação final das contas".

É, sem dúvida, a perfeição cristã. E a perfeição não se impõe. Mas se aconselha. E tem-se o direito de esperar dos bons cristãos, principalmente quando o mundo tanto precisa de bons exemplos e de ação regeneradora.


Retirado do livro Noivos e Esposos - Pe. Alvaro Negromonte - págs 108-110.

Créditos ao blog catolicos ribeirao