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sábado, 19 de dezembro de 2015

Aquele que Me negar diante dos homens também Eu o negarei diante de Meu Pai



São Mateus 10,

32.Portanto, quem der testemunho de mim diante dos homens, também eu darei testemunho dele diante de meu Pai que está nos céus.

33.Aquele, porém, que me negar diante dos homens, também eu o negarei diante de meu Pai que está nos céus
.














domingo, 18 de outubro de 2015

Concílio Vaticano III - leia-se: Sínodo da Família, o novo aggiornamento.

Na ocasião do concílio Vaticano II, o Santo Padre Pio havia recusado as inovações e o 'aggiornamento'.




Aggiornamento é um termo italiano, que significa "atualização". Esta palavra foi a orientação chave dada como objetivo para o Concílio Vaticano II, convocado pelo Papa João XXIII em 1962[1] [2] . Por outras palavras, o aggiornamento é a adaptação e a nova apresentação dos princípios católicos ao mundo actual e moderno, sendo por isso um objectivo fundamental do Concílio Vaticano II.
O documento conciliar Sacrosanctum Concilium resume o espírito do aggiornamento da seguinte maneira: "fomentar a vida cristã entre os fiéis, adaptar melhor às necessidades do nosso tempo as instituições susceptíveis de mudança, promover tudo o que pode ajudar à união de todos os crentes em Cristo, e fortalecer o que pode contribuir para chamar a todos ao seio da Igreja[3] .
fonte: Wikipedia


Publicamos a seguir um extrato do artigo do Frei João, capuchinho de Morgon (França), publicado na Carta aos amigos de São Francisco, n° 17, de 02.02.1999:

“Modelo de respeito e de submissão a seus superiores eclesiásticos e religiosos, em particular por ocasião das perseguições contra ele próprio, o Padre Pio de Pietrelcina não podia ficar mudo ante um desafio nefasto à Igreja.

Antes mesmo do fim do concílio, em fevereiro de 1965, anunciaram-lhe que seria preciso em breve celebrar a missa segundo um novo rito “ad experimentum”, em língua vulgar, e elaborado por uma comissão litúrgica conciliar para responder às aspirações do homem moderno.

Antes mesmo de ter o seu texto sob os olhos, escreveu imediatamente a Paulo VI, pedindo-lhe fosse dispensado dessa experiência litúrgica e pudesse continuar a celebrar a Missa de São Pio V.

Tendo-se o cardeal Bacci deslocado para lhe levar esta autorização, Padre Pio deixou escapar esta queixa para o enviado do Papa: “O Concilio, por piedade, acabai com ele depressa!”

No mesmo ano, na euforia conciliar que prometia uma “nova primavera” para a Igreja e para o mundo, confiava a um de seus filhos espirituais:

“Rezemos nesta época de trevas. Façamos penitência pelos eleitos.” E sobretudo por aquele que deve ser o supremo pastor da Igreja católica: toda a sua vida ele “se imolará” pelo Papa reinante, cuja fotografia figurará sempre entre as raras imagens da sua cela.

Quão significativas outras cenas: estas reações em face do “aggiornamento” que as ordens religiosas assimilaram no dia seguinte ao Vaticano II (citações extraídas duma obra munida de Imprimatur):

“O Padre Geral (dos franciscanos) veio de Roma antes do capítulo especial para as constituições, em 1966, para pedir ao Padre Pio orações e bênçãos. Encontrou o Padre Pio no corredor do convento: ‘Padre, vim para vos recomendar o capítulo especial para as novas constituições…’ Apenas ouviu “capítulo especial”, Padre Pio fez um gesto violento e gritou: ‘Não são senão parlapatices e ruínas!’ — ‘Mas que quereis, Padre? As novas gerações… os jovens evoluem à sua maneira… há novas exigências…’ — ‘É o cérebro e o coração que faltam, eis tudo, a inteligência e o amor.Em seguida avançou para a sua cela, deu meia-volta, e apontou o dedo dizendo:

“Não nos desnaturemos, não nos desnaturemos! Quando Deus nos julgar, São Francisco não nos reconhecerá como filhos!”

Um ano depois, a mesma cena para o “aggiornamento” dos capuchinhos: “Um dia, confrades discutiam com o Padre Definidor Geral sobre a Ordem, quando o Padre Pio, tomando uma atitude espantosa, se pôs a gritar ao mesmo tempo que fixava o olhar longe:

“Mas que estais prestes a fazer em Roma? Que combinais vós? Quereis mesmo mudar a Regra de São Francisco!” E o Definidor diz: “Padre, propõem-se estas mudanças, porque os jovens nada querem saber da tonsura, do hábito, dos pés descalços…” — “Expulsai-os! Expulsai-os! Mas quê? São eles que vão fazer um favor a São Francisco ao tomar o hábito e ao seguir o seu modo de vida, ou é antes São Francisco que lhes faz um grande dom?”


Se se considera que o Padre Pio foi um verdadeiro alter Christus, que toda a sua pessoa, corpo e alma, foi tão perfeitamente conforme quanto possível à de Jesus Cristo,
esta recusa nítida das inovações da Missa e do “aggiornamento” deve ser para nós uma lição que reter.


http://www.rainhamaria.com.br/Pagina/17820/Sao-Pio-de-Pietrelcina-o-Concilio-e-a-Missa-Nova

*  *  *



Sínodo da família regressa ao Vaticano mais dividido do que nunca


Situação dos divorciados e posição face aos homossexuais opõe sectores reformistas e conservadores. Papa tentará na reunião um equilíbrio delicado.

Um ano depois, bispos de todo o mundo regressam neste domingo ao Vaticano para o segundo dos dois sínodos sobre a família, num ambiente de grande tensão entre reformistas e conservadores. O Papa, que fez deste um tema central do seu pontificado, não quer que a reunião fique refém da discussão sobre a situação dos divorciados que voltaram a casar ou dos homossexuais. Mas pela frente tem a árdua tarefa de conciliar posições que estão mais extremadas do que nunca.
“Existem tantos outros problemas”, desabafou Francisco aos jornalistas no regresso da viagem aos Estados Unidos e a Cuba, um périplo cheio de desafios diplomáticos que parecem fáceis quando comparados com a reunião que se avizinha. No avião, o Papa disse que a Igreja precisa, por exemplo, de uma resposta pastoral para “os jovens que não se querem casar” ou de “reflectir sobre como pode melhorar a preparação para o matrimónio”.
Só que não serão esses temas, aliás bastante consensuais, que mais vão ocupar os 360 participantes no Sínodo, dos quais 279 são bispos vindos de todo o mundo para discutir “a vocação e a missão da família na Igreja e no mundo contemporâneo”. 

Foi o Papa, aliás, que direcionou a discussão quando, ao convocar o sínodo extraordinário de 2014, afirmou que a Igreja não deve excluir os divorciados recasados, os que vivem em uniões informais, os homossexuais. 

Sem abrir a porta à revisão da doutrina – “o casamento é indissolúvel”, reafirmou no regresso dos EUA –, defende uma atitude pastoral que seja inclusiva.

Posição que é partilhada pelo bispo da diocese de Portalegre-Castelo Branco, que tal como o cardeal patriarca de Lisboa, Manuel Clemente, participará no encontro. A Igreja tem de responder a estas famílias “sem julgar, sem condenar, sem apontar”, disse à Lusa Antonino Dias, que é também presidente da comissão episcopal da família.

Mas se os reformistas aplaudem a possibilidade de aggiornamento, os conservadores denunciam o que dizem ser uma cedência ao relativismo moral das sociedades ocidentais. A tensão ficou bem visível no primeiro sínodo, no Outono passado, onde as críticas ao Papa se fizeram ouvir fora das salas fechadas onde decorreu o encontro, que terminou sem que as duas propostas mais polémicas fossem aprovadas: o acesso dos divorciados recasados aos sacramentos e o acolhimento dos homossexuais na Igreja “com respeito e delicadeza”.

http://www.publico.pt/mundo/noticia/sinodo-da-familia-regressa-aovaticano-dividido-como-nunca-1709908
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O que querem os "adaptadores a nova sociedade e vida familiar":
Anote ai:

#quebra de paradigmas - 0:50s
#reapresentar a revelação sobre a família - 1:12s
#são textos que pertencem a uma época distante - 4:08s




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" Há um paradoxo entre a fachada democrática deste pontificado e a força de seu pulso. 

Francisco quer dar mais poder aos bispos e às conferências episcopais, ele recusa o título de “Papa” para privilegiar o de “Bispo de Roma”, mas muitos, na Cúria, falando de sua autoridade evocam seu “autoritarismo”… Outro paradoxo: o Papa quer uma gestão colegiada da Igreja Católica, transformando o Sínodo dos Bispos em uma espécie de assembleia permanente consultiva e constituinte. 

Mas toda reforma da Cúria resulta na concentração do poder executivo – que era o apanágio do Secretário de Estado, uma espécie de primeiro ministro – nas mãos… unicamente do Papa. Esta é uma reforma que já está estabelecida. É preciso recuar longe na História da Igreja para encontrar uma igual concentração. 

Entende-se hoje porque, em 2005, o Cardeal Martini, por ocasião do Conclave que elegeu Bento XVI não apoiou seu confrade jesuíta Bergoglio, que era, no entanto, o oponente do Cardeal Ratzinger. 

Eles partilhavam o mesmo programa reformista, uma espécie de Concílio Vaticano III progressista em ato, mas o Arcebispo de Buenos Aires não tinha boa reputação na Companhia de Jesus. 

Ele era conhecido por seu caráter sombrio e autoritário que lhe tinha valido um longo afastamento quando ele era encarregado do governo de uma província jesuíta. Este Papa é um patrão. Ele é genioso. Além disso, sua popularidade mundial é tamanha que ele não tem medo de ninguém. "
Jean-Marie Guénois


O especialista de religiões do Figaro explica as reformas que o Papa quer implantar e as diferenças de fundo e de forma com seus predecessores. Jean-Marie Guénois é redator-chefe no Figaro, encarregado de Religiões. Ele acaba de publicar Até onde irá Francisco [Jusqu’ou ira François], na editora JC Lattes.

http://www.catolicismoromano.com.br/content/view/5417/34/




quarta-feira, 2 de setembro de 2015

O que quer o papa Francisco? Só um cego que não vê.












Sobre o aborto:

- A Igreja e o aborto _ uma síntese histórica


[...]

No entanto, já no início do século XX a Igreja promoveu uma grande mudança em sua política de orientação para a natalidade, ou seja, passou a condenar e, ao mesmo tempo, orientar os fiéis e a sociedade sobre os males e os perigos do aborto e dos demais métodos de controle da natalidade. Esse processo teve início, de forma oficial, quando, em 1907, o padre John R. Ryan, publicou, na Catholic Encyclopedia, um artigo criticando as políticas anti-natalidades desenvolvidas pelo neomalthusianismo, as quais pregavam – e continuam a pregar – que o crescimento da pobreza é um forte fator de desagregação social e risco de crises econômicas e políticas. Para evitar isso é preciso, entre outras coisas, combater o crescimento da pobreza por meio da eliminação dos pobres. Entre as formas de eliminação defendidas pelo neomalthusianismo encontra-se a realização, de forma ampla e sem restrições, do aborto.

A Igreja condena o aborto por se tratar da “maior de todas as formas de exclusão social que existem”[v]. E isso acontece porque ele promove a exclusão radical, a exclusão da própria vida, do próprio ato de viver. E essa exclusão acontece justamente numa época em que a ciência e a economia conseguem dispor, em benefício do ser humano, todos os recursos necessários e suficientes para a manutenção da vida.

Até o Concílio Vaticano II, o qual se esforçou ao máximo para não condenar nenhuma estrutura humana e social, mas reserva para o aborto uma condenação dura e objetiva, classificando-o de “crime nefando”[vi].

A Constituição Pastoral Gaudium et Spes, promulgada pelo Concílio Vaticano II, condena todas as manifestações de violência que se opõem a vida humana. O aborto é oficialmente e literalmente colocado na lista de violências que se opõem a vida e que, por isso, são condenadas por essa Constituição. Nas palavras do documento da Igreja: “[...] tudo quanto se põe à vida, como seja toda espécie de homicídio, genocídio, aborto, eutanásia e suicídio voluntário. Todas essas coisas e outras semelhantes são infamantes; ao mesmo tempo que corrompem a civilização humana, desonram mais aqueles que assim procedem, do que os que padecem injustamente; e ofendem gravemente a honra devida ao Criador”[vii].

O Catecismo da Igreja Católica, o qual é a “exposição completa e íntegra da doutrina católica”[viii], deixa bem claro que a Igreja e o fiel cristão devem sempre condenar o aborto e, por causa disso, manter distância dessa prática noviça a vida humana.

Nas palavras do Catecismo da Igreja Católica a “vida humana deve ser respeitada e protegida de maneira absoluta a partir do momento da concepção. Desde o primeiro momento de sua existência, o ser humano deve ver reconhecido os seus direitos de pessoa, entre os quais o direito inviolável de todo ser inocente à vida”[ix]. É justamente por causa disso que a “cooperação formal para um aborto constitui uma falta grave. 


A Igreja sanciona com uma pena canônica de excomunhão este
 delito contra a vida humana. ‘Quem provoca aborto, seguindo-se o efeito, incorre em excomunhão latae sententiae’ ‘pelo próprio fato de cometer o delito’"[x]. 

Além disso, o Catecismo da Igreja Católica lembra que “desde o século I, a Igreja afirmou a maldade moral de todo aborto provocado. Este ensinamento não mudou. Continua invariável. O aborto direto, quer dizer, querido como um fim ou como um meio, é gravemente contrário à lei moral: ‘Não matarás o embrião por aborto e não farás perecer o recém-nascido’”[xi].

A condenação ao aborto chega até o Documento de Aparecida. Nesse documento eclesial a Igreja é apresentada como um “serviço de caridade”[xii]. Por causa disso, o próprioDocumento de Aparecida, constata que o “aborto faz duas vítimas: por certo a criança, mas também a mãe”[xiii]. Na visão desse documento o aborto é uma violência brutal, antiética e mesquinha. Uma violência causada por uma série de interesses econômicos, políticos e ideológicos. Na maioria das vezes, a mulher, a mãe, e a criança desconhecem a existência desses interesses antiéticos, dessas formas oriundas da cultura da morte. 

É por causa disso que o documento recomenda que a Igreja deva “acolher com misericórdia aquelas que abortaram, para ajudá-las a curar suas graves feridas e convidá-las a serem defensoras da vida”[xiv].

O mais recente capítulo da luta e do processo de conscientização histórico-social da Igreja contra o aborto foi à eleição, no dia 13/03/2013, do cardeal argentino Jorge Mario Bergoglio para exercer a função de pontífice. O cardeal Bergoglio adotou o nome de Papa Francisco. Setores da grande mídia, da universidade, pró-aborto e até mesmo dentro da Igreja viram a eleição do Papa Francisco como um momento de renovação e de modernidazação da Igreja. São setores que desejam uma Igreja próxima da cultura da morte (infanticídio, eutanásia, pena de morte, aborto, etc) e longe do evangelho e da luta em prol da dignidade da pessoa humana. Por exemplo, dentro da Igreja os setores que se alto proclamam de progressistas,modernos e de vanguarda teológica viram na eleição do Papa Francisco um momento de “descongelar o Concílio [Vaticano II]”[xv] e, com isso, flexibilizar a doutrina da Igreja, adaptando-a as exigências da sociedade neopagã.

Vale salientar que uma das exigências da sociedade neopagã é a prática, livre e indiscriminada, do aborto. Sobre as expectativas em torno da eleição do Papa Francisco, o jornalista Reinaldo Azevedo esclarece: “a imprensa mundial, a brasileira também, pôs na cabeça que Jorge Bergoglio se transformou no Papa Francisco com o objetivo de destruir os valores da Igreja Católica e transformá-la, quem sabe?; numa dessas ONGs consideradas progressistas. E, como todos sabemos, as pessoas só são progressistas hoje em dia se defenderem o casamento gay, a descriminação das drogas e, acima de todas essas causas, o aborto”[xvi].

[...]

fonte: http://www.zenit.org/pt/articles/a-igreja-e-o-aborto-parte-v


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" Exigir que todo mundo baixe a cabeça diante de afirmações [ do papa Francisco ] tão aberrantes não é apelar com sinceridade ao dever católico da obediência: é usá-lo como arma de chantagem psicológica.

Olavo de Carvalho.

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"É natural nos fiéis católicos a ânsia de interpretar no sentido mais bonito possível as palavras dos papas, cardeais e teólogos, as discussões dos Concílios, etc. etc., mesmo quando seu conteúdo sugere ao menos um fundo de escândalo.

É natural até forçar um pouco o sentido das palavras para afastar suspeitas atemorizantes, por medo de dividir os fiéis. Mas foi só a partir de 1962 (Concílio Vaticano II) que os católicos foram induzidos a entregar-se a esse exercício com dedicação cada vez maior, em vez de exigir das autoridades eclesiásticas que falem claro e pratiquem o 'Sim, Sim, Não, Não'.

Meio século dessa auto-anestesia piedosa já é o bastante. Já em fins da década de 60 Gustavo Corção arrependia-se amargamente de ter forçado até o último limite sua capacidade de adoçar o veneno eclesiástico. Leiam 'O Século do Nada' e verão a dor, o sofrimento horrível do crente sincero que, de repente, percebe ter ajudado os outros a enganá-lo por muito tempo.

Chega de tolerância para com a ambigüidade. Temos o dever e o direito de exigir isso não só do Papa, mas de todo o clero".


Olavo de Carvalho.


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terça-feira, 11 de agosto de 2015

Beata Ana Catalina Emmerich - difícil até para os mais céticos.






A MONJA QUE VIVEU A BÍBLIA

Escritos de dois séculos que ainda desafiam as mentes mais céticas
Ana Catalina Emmerich nasceu na Alemanha em 1774, oriunda de família muito pobre, e fez-se monja na Ordem Agostiniana na cidade de Dulmen. Teve a vida marcada por contínuas doenças, ainda agravadas ao ficar inválida devido a um acidente. Já se valia do uso de discernimentos especiais desde seu nascimento, assim como podia compreender o latim litúrgico desde a primeira vez que fora à Missa. A freira – hoje, com milagres alcançados por seu intermédio reconhecidos pelo Vaticano – foi recentemente (03 de outubro de 2004) beatificada pelo Papa João Paulo II em Roma.

Quando criança, a própria afirmava – e o faria até sua morte – que via com freqüência seu anjo da guarda, assim como tinha o Menino Jesus como colega de brincadeiras. Durante os últimos 12 anos de sua vida nada comia, exceto a Sagrada Eucaristia; nem bebia, exceto água – subsistindo totalmente por meio da Santa Comunhão. Desde 1802 até sua morte adquirira as chagas da Coroa de Espinhos – instrumento de tortura aplicado a Jesus Cristo, durante sua paixão -, e, em 1812, todos os estigmas de Cristo, inclusive uma cruz sobre seu coração, além da ferida da lança ao lado. Emmerich era vista freqüentemente levitando quando em êxtase, e ainda possuía o dom impressionante da clarividência apenas ao toque de qualquer objeto que lhe fosse apresentado.




Segundo o ator e cineasta Mel Gibson, quando este estava atrás de fontes para o roteiro de A Paixão de Cristo, pesquisando à mesa, dentro de uma biblioteca, o livro com as visões da monja a respeito das últimas horas de vida de Jesus Cristo, inexplicavelmente, saltara do alto de uma estante, e caíra sobre seu colo. Resultado: praticamente cada ação do filme é uma representação fidedigna das anotações do poeta Clemens Brentano sobre as visões da monja. O livro se chama Vida, Paixão e Glorificação do Cordeiro de Deus.*

Em seus últimos anos, até sua morte em 1824, a freira recebia visões de cenas ambientadas na Pré-História, da vida de personagens do Antigo Testamento – incluindo Adão e Eva, Noé, Sansão e os profetas -, assim como de Cristo, da Virgem Maria, dos apóstolos e primeiros mártires, e da vida após a morte, bem como outras vidências de fatos que se concretizariam tempos depois, como a construção do Muro de Berlim, o Concílio Vaticano II, etc. Com as anotações de suas visões em mão, descobriu Reynolds os restos da cidade de Uhr na Caldéia. E a recém-descoberta morada da Virgem Maria em Éfeso resultara também ser, exatamente, onde e tal qual a monja havia descrito – por fora e por dentro. E também foi confirmada a presença de uma “reprodução ao natural” da via crucis, ao longo de um caminho próximo à morada, montada pela própria mãe de Jesus – o que a monja já havia relatado por volta de 100 anos antes de tal verificação. Isto vinha sendo um dado, até então, totalmente ignorado no mundo cristão, após a antiguidade.

Do mesmo modo se descobriram em 1981 as passarelas sob o Templo de Jerusalém, que Ana vira ao contemplar o mistério da lmaculada Conceição de Maria – dogma que não seria proclamado pela Igreja até trinta anos depois da morte da vidente. Ana Catalina Emmerich soube, pelo próprio Cristo, que suas faculdades de visão mística sobre passado, presente e futuro eram as maiores já possuídas por qualquer ser humano na História.

fonte: http://totustuusmariae.com.br/

A seguir, uma mostra das profecias sobre os tempos 
 de apostasia e da crise que se encontra a Igreja em Roma:


"Vi a igreja dos apóstatas crescer enormemente. Vi as trevas que partiam dela e se espalhavam em redor, e vi muitas pessoas abandonar a Igreja legítima e dirigirem-se à outra dizendo: "Lá tudo é mais agradável, mais natural e bem acomodado".

"Formou-se um corpo, uma comunidade fora do Corpo de Jesus que é a Igreja: uma falsa Igreja sem Redentor, na qual o mistério é não ter mistério."

"Não posso encontrar palavras para descrever a acção terrível, sinistra, mortífera, dessa igreja. Tudo o que era viçoso murchava, as árvores morriam, os jardins perdiam o seu revestimento. Vi, como se pode ver numa visão, as trevas produzir o seu efeito a uma grande distância; a todo o lado onde elas chegava, estendiam-se como uma corda negra. Não sei o que passou com todas as pessoas que estavam dentro dessa igreja. Esta como se devorasse homens: tornava-se cada vez mais negra, semelhante ao carvão de forja e descambava horrivelmente."

"Vi muitas abominações com grande detalhe; vi a Igreja oprimida e reconheci Roma e a sua decadência interior e exterior".


"Eles construíam uma grande igreja, estranha e extravagante; todo o mundo tinha que entrar nela para unir-se e possuir os mesmos direitos; evangélicos, católicos, seitas de todo o tipo: o que devia ser uma verdadeira comunhão dos profanos onde não haveria mais que um pastor e um rebanho. Tinha que haver também um Papa mas que não possuísse nada e fosse um assalariado. Tudo estava preparado de ante-mão e muitas coisas estavam já realizadas: mas, no lugar do altar, não havia mais que desolação e abominação."

"Vi diante os sacerdotes sacrílegos a santa Hóstia repousar sobre um altar como um Menino Jesus vivo que eles cortavam em pedaços com a patena e que martirizavam horrivelmente. Sua missa, ainda que realizando realmente o Santo Sacrifício, parecia-me como um assassinato horrendo."

"A devoção ao Santíssimo Sacramento caía completamente em decadência e o mesmo sacramento ficou no esquecimento."

"Tive ainda uma visão sobre a grande tribulação, tanto na nossa terra como em países mais afastados. Pareceu-me ver como que se exigia do clero uma concessão que ele não podia fazer. Vi muitos velhos sacerdotes e alguns velhos franciscanos, que já não traziam o hábito da ordem, e mais marcadamente um velho eclesiástico que chorava muito amargamente. Vi ainda alguns jovens chorar com eles."

"Tive uma visão na qual vi aos outros na falsa igreja, edifício quadrado, sem campanário, negro e sujo, com uma cúpula elevada. Eles estavam em grande comunhão com o espírito que aí reinava. Esta igreja estava cheia de imundices, de vanidades, de insanidade e obscuridade. Quase ninguém nela conhecia as trevas no meio das quais trabalhava. Tudo era puro em aparência: mas não era mais que um vazio."

foto: jornal O Globo


"Vi quase todos os Bispos do mundo, pelo que julgo, mas apenas um pequeno número estava são".

"Vi ainda, na Alemanha, eclesiásticos mundanos e protestantes manifestar desejos e elaborarem um plano para a fusão das confissões religiosas e para a supressão da autoridade papal."

"Vi que, quarenta ou cinquenta anos, se não me engano, antes do ano 2000, Lúcifer deveria sair do abismo durante um período de tempo." (o tempo do "pós-Concílio"....)




Viu o Vaticano rodeado por um fosso profundíssimo e, do outro lado do fosso estavam os descrentes. No centro de Roma, no Vaticano, encontravam-se os católicos. Estes atiravam para esse fosso profundo os seus altares, as suas imagens, as suas relíquias, quase tudo, até o fosso ficar quase cheio. Então, quando o fosso ficou cheio, os membros das outras religiões puderam realmente atravessá-lo. Atravessaram-no, olharam para dentro do Vaticano, e viram como os católicos, pouco tinham para lhes oferecer. Abanaram a cabeça, voltaram as costas e foram-se.

fonte: http://ascendensblog.blogspot.com.br/2012/06/profecias-da-beata-ana-catarina.html



Leia também: http://mdemisericordia.blogspot.com.br/2013/04/parabens-catolicos-de-meia-tigela.html

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

A fumaça rosa já tomou o Vaticano


Infelizmente tenho de mostrar aos mais desavisados o quanto que o mal - no sentido literal da palavra - está fazendo para destruir a única Igreja de Nosso Senhor JESUS CRISTO: Católica Apostólica Conservadora. Porque Roma,... já está tomada pela fumaça de satanás.
Rejeitai, pois, toda impureza e todo vestígio de malícia e recebei com mansidão a palavra em vós semeada, que pode salvar as vossas almas. (São Tiago 1, 21)

E desde a infância conheces as Sagradas Escrituras e sabes que elas têm o condão de te proporcionar a sabedoria que conduz à salvação, pela fé em Jesus Cristo. (II Timóteo 3, 15)

Porque virá tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação. Levados pelas próprias paixões e pelo prurido de escutar novidades, ajustarão mestres para si. (II Timóteo 4, 3)



Vamos aos artigos para irem entendendo sobre a APOSTASIA reinante no Vaticano e porque as "portas do inferno não prevaleceram" contra a Igreja de Nosso Senhor JESUS CRISTO.


A origem

A origem do termo “Máfia Gay” é atribuído ao crítico teatral inglês Kenneth Tynan (1927-1980) em um artigo de 1967. No texto, Tynan faz referências a uma “Máfia homossexual atuante nas artes e na mídia”. Gradualmente o conceito foi ampliado para a política e a cultura em geral. Desde então, “Máfia Gay” passou a se referir a uma rede informal de influentes homossexuais na difusão da “agenda gay”.

A “agenda gay” é um conjunto auto-centrado de crenças e objetivos destinados a promover e até mesmo impor a aprovação da ideologia e cultura gay, junto com as estratégias utilizadas para implementá-la no mundo inteiro. A existência de uma “agenda gay” é controversa. O Supremo Tribunal de Justiça norte-americano reconheceu sua existência no caso “Lawrence versus Texas” em 2003. Porém segundo os militantes gays e socialistas tudo não passa de uma “alucinação conservadora”. Mas há fortes razões para acreditar na sua existência.

Em primeiro lugar o movimento gay possui uma poderosa federação mundial: a Associação Internacional de Gays e Lésbicas (a ILGA em inglês). Fundada com o apoio dos principais partidos de esquerda em 1975, a ILGA reúne mais de 400 organizações no planeta. É esta entidade, que, através de suas “conferencias mundiais”, traça, com o apoio da ONU, as linhas políticas gerais para a ação do “Movimento LGBT” (lésbicas, gays, bissexuais e “transgêneros”) no mundo inteiro. A mais famosa das atividades da ILGA é a organização das gigantescas “paradas do orgulho gay”.

Graças a isso existe uma impressionante uniformidade de conteúdo e método do movimento gay seja no Brasil, na Tanzânia ou nos Estados Unidos. Entre os pontos principais está a implementação da “educação sexual inclusiva”, ou seja, gay, nas escolas públicas; o controle cultural e jurídico da linguagem incluindo a restrição a liberdade de expressão e de oposição ao movimento; a obtenção de tratamento jurídico especial para homossexuais, e a luta contra as igrejas cristãs, seja através da criação de “igrejas gays” seja por meio da infiltração e cooptação interna das denominações tradicionais. 

A máfia gay é, portanto, parte de um contexto político mais amplo. Dois eventos estão diretamente ligados ao fenômeno. O primeiro foi o surgimento da “Nova Esquerda” na Europa e nos Estados Unido e o segundo foi o advento do Conselho Ecumênico Vaticano II (1962-1966) que teve influências não apenas do catolicismo, mas em diversas denominações cristãs, em especial, a Comunhão Anglicana.

A demolição:

Na Igreja Católica o processo foi diferente. Diferente do anglicanismo o catolicismo possui uma autoridade centralizada. Roma sempre negou a existência de uma agenda gay no seu clero. Pelo menos até 2010. 

Foi durante o conturbado papado de Bento XVI que explodiu uma série de escândalos envolvendo cardeais, bispos, padres e seminaristas, apresentando ao mundo algo que já era conhecido por estudiosos: o clero católico estaria caminhando para se tornar uma “subcultura gay”.

A renúncia:




Jornal italiano associa renúncia do Papa a relatório sobre lobby gay no Vaticano

La Repubblica diz que Bento XVI tomou decisão depois de receber um relatório com referências à exposição da Igreja à chantagem e extorsão por práticas homossexuais.
Bento XVI com o ex-mordomo (lugar da frente)



A Santa Sé recusou comentar as notícias que associam a renúncia de Bento XVI à eventual divulgação de um relatório em dois volumes que alegadamente descreve a existência de um lobby gay – secreto e activo – no Vaticano.

A documentação, que o Papa terá recebido a 17 de Dezembro, foi produzida na sequência de uma investigação lançada pelo próprio Bento XVI na sequência do escândalo “Vatileaks”, que culminou com a detenção e acusação do mordomo do Papa, Paolo Gabriele, posteriormente condenado pelo roubo de documentos confidenciais.

“Foi nesse dia, com esse relatório na sua secretária, que Bento XVI tomou a decisão que já ponderava há tanto tempo”, garante o diário italiano La Repubblica, que avançou com a notícia.

A resposta do Vaticano aos factos relatados pelo jornal italiano (e depois amplificados pela imprensa mundial) foi ambígua. “Nem a comissão de cardeais nem eu próprio faremos qualquer comentário para confirmar ou desmentir o que foi escrito sobre esta matéria. Cada qual assumirá as suas responsabilidades. Não faremos mais nenhuma declaração sobre este assunto”, reagiu o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi.

Papa do "fim do mundo"
foto da Metsul.com
Em 2013, o recém eleito Papa Francisco, assumiu publicamente a existência de um “forte lobby gay no Vaticano”. Teria a Igreja Católica, a exemplo da Igreja Anglicana dos Estados Unidos, sido dominada por dentro? É o que afirmam alguns vaticanistas e, mais recentemente, o livro do Padre Alberto R. Cutié, um ex- clérigo romano da Diocese de Miami.

o papa Francisco condenou o chamado lobby gay" do Vaticano durante uma coletiva de imprensa improvisada a bordo do avião que o conduzia do Brasil de volta à Itália, na qual ressaltou que não pretende julgar os homossexuais.

"Nenhum lobby é bom", declarou o Papa, que considera que "não se deve marginalizar pessoas que precisam ser integradas na sociedade".

"O problema não é ter essa orientação. Devemos ser irmãos. O problema é fazer lobby por essa orientação, ou lobbies de pessoas invejosas, lobbies políticos, lobbies maçônicos, tantos lobbies. Esse é o pior problema", disse.


"Se uma pessoa é gay e procura Deus e a boa vontade divina, quem sou eu para julgá-la?", ressaltou.

Reporte Indigo (Edición 435): La mafia rosa invade el Vaticano




fontes consultadas:
# http://noticias.terra.com.br/mundo/europa/renuncia-do-papa/francisco-condena-lobby-gay-mas-evita-julgar-os-homossexuais,a61d4d8ebd520410VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html
# http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=es&u=http://www.reporteindigo.com/reporte/mundo/la-mafia-rosa-invade-el-vaticano&prev=/search%3Fq%3Dmafia%2Brosada%2Bvaticano%26espv%3D2%26biw%3D1366%26bih%3D643
# http://www.publico.pt/mundo/noticia/jornal-italiano-associa-renuncia-do-papa-a-relatorio-sobre-lobby-gay-no-vaticano-1585420
# http://anatividade.blogspot.com.br/2014/06/la-mafia-rosa-o-estudo-sobre-agenda-gay.html




O que esperar disso tudo?

Vemos a todo o instante o mal que um sacerdote apóstata pode fazer com seu rebanho. Ele tem o poder de influenciar e até mesmo direcionar as ações conforme seu interesse. Eles não ligam para a Liturgia. Eles não querem saber das regras de conduta que um sacerdote tem de ter dentro da Casa de DEUS. Eles são desobedientes. Eles viram as costas para o Sacrário. Eles não acreditam na presença REAL de JESUS SACRAMENTADO na Santa Hóstia. Eles perderam a fé Católica. E seguem o lobo.

JESUS sabendo que foi traído na Santa Ceia por um dos 12 Apóstolos, saberia que o seu inimigo utilizaria a mesma estratégia, pensando que poderia destruir a Igreja Católica. Como não conseguiu ao longo dos 2000 anos, se infiltrou e chegou até o seu topo. O papado.

Então DEUS em Sua Infinita Sabedoria, escolheu uma pessoa fora do sacerdócio para conduzir o Seu rebanho neste fim dos tempos. Assim como Ele escolheu Pedro - o 1º Papa fora do sacerdócio em Jerusalém - Ele escolheu um homem também simples, mas com muita coragem para entregar a chave do trono quando JESUS voltar.

Este homem está há 42 anos pregando o Evangelho e hoje se encontra ao seu lado 2 sacerdotes que enxergaram a infiltração na Igreja e não abandonaram o Catolicismo. E sim, fazem como a Liturgia, a Tradição e a Sagrada Escritura nos ensina.

Seu nome: Bento da Conceição, cujo nome foi mudado por DEUS para Pedro II.


Acesse o site Ceifadores.com.br e tome conhecimento para estar preparado para vinda de JESUS e não ser enganado pelos falsos profetas e lobos em pele de cordeiros.

sábado, 29 de março de 2014

O uso do véu: " para esconder-me na imitação de Maria Santíssima ".




Por que usar véu?

O uso do véu, também chamado de mantilha, tem sido um costume da Igreja desde sua instituição. Recomendado pelo Apóstolo São Paulo, há várias razões que aconselham seu uso.

Quando uma mulher cobre sua cabeça na Igreja Católica, simboliza sua dignidade, e humildade diante de Deus. A mulher que cobre sua cabeça na presença do Senhor Jesus no Santíssimo Sacramento está lembrando para si mesma que diante de Deus se deve ser humilde.

O véu cobre o que o Senhor, na Sagrada Escritura, chama de “a glória da mulher”, o seu cabelo. Cobrir seus cabelos é um gesto que a mulher faz espiritualmente para “mostrar” a Deus que reconhece que sua beleza é menor que a dele e que a glória Dele está muito acima da sua, simbolizando assim sua vontade de se manter velada para que só Deus seja glorificado. 



O véu simbolicamente motiva a mulher a “inclinar” a cabeça em oração, a abaixar o olhar diante da grande e misteriosa beleza e poder de Deus no Santíssimo Sacramento. Pela inclinação da cabeça e pelo abaixar dos olhos, ela está mais apta a adorar a Deus na capela interior do seu coração, sua alma.



O véu que a mulher usa lhe confere um belo senso de dignidade. Quando ela o usa, ela se identifica com a maior criação de Deus, a Bem-Aventurada e Imaculada Virgem Maria, Mãe de Deus.

As mulheres devem perceber que a imitação de sua Mãe Santíssima pelo uso do véu e por outras virtudes é um pequeno sacrifício a ser feito a fim de crescer na compreensão espiritual da fé, na submissão e do amor.

O piedoso uso do véu pela mulher na Igreja é um surpreendente lembrete de modéstia, edificante não só para quem o usa mas também para todos os que o notam.

Na Sagrada Liturgia, cobre-se delicadamente a dignidade dos diversos elementos litúrgicos: o véu frontal que cobre o Sacrário, o véu que cobre o cálice e o cibório, a toalha branca que cobre o altar, a casula que cobre o sacerdote que oferece o Santo Sacrifício da Missa.

Assim é o véu que cobre a mulher, chamada a ser pela Sagrada Comunhão, de forma especial, como a doce e bela Virgem Maria: Sacrário vivo do Corpo de Deus.



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Todo zelo, amor, respeito se vê na Santa Missa celebrada como Jesus pede, através das Santas Mensagens passadas ao profeta Pedro II.
Conheça a Obra "A Palavra Viva de Deus"


fonte: http://fabiohsmoura.blogspot.com.br/2013/08/estou-dando-este-conhecimento-para-nao.html


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1 - Saiu alguma nota da San­ta Sé abolindo ou modificando a Disci­plina conti­da no Cânon 1.262 do Código de Direito Canô­nico?

Resposta: "Até o presente não saiu ne­nhuma Norma que tenha mudado a Discipli­na contida no Câ­non 1.262 do Código de Di­reito Canôni­co. a) A. Bugni­ni, Secr. da Sagra­da Congregação para o Culto Di­vino, Roma, 21/6/1969 −Prot. Nº 518/69" ( cfr. Sedoc v. 2, f. 4, Out. 1969 ).


2 - O que prescreve o Câ­non 1.262, § 2º do Código de Direito Canô­nico?

Resposta: O Cânon 1.262, § 2º prescre­ve que "as mulheres estejam com a ca­beça co­berta e modestamente vestidas, sobretudo, quando fo­rem receber a Comunhão".


3 - O Episcopado do Bra­sil, em obedi­ência ao Cânon 1.262, enca­receu a sua observân­cia?

Resposta: Sim. O Episcopado do Brasil no De­creto 223, § 2 do Concílio Plenário Brasilei­ro as­sim se exprime: "Os que vão receber a Euca­ristia estejam decente­mente vestidos; as se­nhoras que não trouxerem a cabeça velada e hábi­tos de­centes, se­jam, conforme a intenção dos cânones 855 e 1.262, § 2º, excluídas".


4 - Além do véu, símbolo da Modés­tia, o Episcopado do Brasil, mes­mo de­pois do Concílio Vaticano II, não re­comenda expressa­mente a Modéstia Cris­tã?

Resposta: Sim. O Boletim Semanal da CNBB nº 19, de 1973, transcreve a Circu­lar so­bre a Morali­dade de Costumes do Exmo.sr. Bispo Dio­cesano de Santo Ân­gelo, RS, da qual se pode destacar o se­guinte:


"Criaram-se recentemente si­tuações erra­das, alheias não somente aos nossos cos­tumes e tradições, mas contrá­rias à própria dignidade da pes­soa huma­na.
Queremos referir-nos, prin­cipalmente, ao uso de certos tipos de ves­tes, intro­duzido ultimamente (como por ex­emplo, a as­sim cha­mada 'frente única', 'mini-blusa', 'mi­cro-saia', ou de certas mo­das feminizantes ou masculinizantes).Tais hábitos não condizem de forma algu­ma com o testemunho cristão, que somos chama­dos a dar, não só na igre­ja e no colé­gio, mas tam­bém na vida so­cial e familiar".

Já, em 22/2/1973, os Senho­res Bispos da Provín­cia Eclesiástica de Juiz de Fora ti­nham re­comendado aos Sa­cerdotes: 

"Com dedicado zelo apostóli­co, não permitais que se aproxi­mem dos Sacra­mentos pessoas que tra­zem ves­tes francamente indecentes. Uma pala­vra ou mes­mo uma atitude mais fir­me, se­guida de compe­tente explica­ção, delica­da e ami­ga, pode des­pertar nelas uma consciên­cia nova de sua dig­nidade humana e levá-las, por decisão pes­soal à opção por outras modas que mais as elevam no con­ceito da Comuni­dade Cristã".

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Oração ao vestir o véu

Divino Espírito Santo, hóspede da minha alma, convencida de que a minha verdadeira vida está escondida com Cristo em Deus Pai, visto este véu na minha cabeça na esperança não de aparecer, mas de desaparecer, não para atrair a atenção sobre a minha pessoa, mas para esconder-me na imitação de Maria Santíssima.

Que todos olhem para Vós Deus Pai, Filho e Espírito Santo,

Amém.


(Um monge sacerdote)

fontes consultadas: http://apologetica.ning.com/   e http://cumpetroetsubpetrosemper.blogspot.com.br/

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Sua 'Santidade, Papa Emérito' após renúncia



Bento XVI promove que os sacramentos podem ser dadas aos não-católicos e promove a liberdade religiosa para todas as religiões falsas

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Bento XVI dar "Comunhão" na mão



Bento XVI, pós-sinodal sobre a Eucaristia, 22 de fevereiro de 2007.   No ponto n º 56, Bento XVI repete o ensino pós-Vaticano II em dar os sacramentos aos não-católicos: "56 ... individuais cristãos não-católicos podem ser admitidos à Eucaristia, o sacramento da Reconciliação e da Unção dos Enfermos. " [1]

Em primeiro lugar, Bento XVI menciona que a Sagrada Comunhão e outros sacramentos podem ser dadas aos não-católicos.   Esta é uma heresia condenada.   Bento XVI não só ensina essa heresia, mas ele também cometeu essa heresia, dando "Comunhão" para o irmão. Roger Schutz.   



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Mano.Roger era protestante e fundador de um ecumênico "mosteiro".   O Papa Pio IX declarou que os não-católicos receber a Sagrada Comunhão para sua condenação, porque eles são hereges e cismáticos.   Papa Bonifácio VIII, em sua bula Unam Sanctam, ensinou infalivelmente que existe "não há salvação, nem remissão dos pecados fora da Igreja."   Bento XVI nos pede para orar por mais liberdade religiosa para todos, incluindo os membros das religiões falsas.   Isso é para ensinar exatamente o oposto de numerosos papas sobre esta questão.


O Papa Pio IX, Syllabus de Erros, # 78: "Assim, em certas regiões do nome católico, foi louvável sancionada pela lei que os homens imigram não ser autorizados a ter exercícios públicos de qualquer forma de adoração do seu próprio." - Condenado.
Papa Gregório XVI, Inter Praecipuas (# 14), 8 de maio de 1844:
"A experiência mostra que não há uma maneira mais direta de alienar a população de fidelidade e obediência aos seus líderes do que por que a indiferença à religião propagada pelos membros da seita sob o nome de liberdade religiosa".

Papa Leão XIII, Custodi di Quella Fede (# 15), dezembro 8, 1892: "Todos devem evitar a familiaridade ou amizade com alguém suspeito de pertencer a alvenaria ou de grupos afiliados.   Conhecê-los pelos seus frutos e evitá-los.   Cada familiaridade devem ser evitados, não só com esses libertinos ímpios que abertamente promover o caráter da seita, mas também com aqueles que se escondem sob a máscara da tolerância universal, o respeito por todas as religiões ... "

O Papa Pio IX, Quanta Cura (# 's 3-6), 8 de dezembro de 1864, ex cathedra: "A partir de que idéia totalmente falsa de governo social não temem a promover essa opinião errônea, o mais fatal em seus efeitos sobre a Igreja Católica e a salvação das almas, chamada por nosso predecessor, Gregório XVI, uma insanidade, ou seja, que a liberdade "de consciência e de culto é direito pessoal de cada homem, que deveria ser LEGALMENTE proclamou e afirmou em cada sociedade DEVIDAMENTE CONSTITUÍDO, e que um direito reside nos cidadãos uma liberdade absoluta, que deve ser restringido por nenhuma autoridade se eclesiástica ou civil, em que eles podem ser capazes aberta e publicamente manifestar e declarar qualquer de suas idéias o que quer, quer por palavra da boca, pela imprensa , OU EM QUALQUER OUTRA FORMA.   

Mas enquanto eles temerariamente afirmar isso, eles não entendem e notar que eles estão pregando a liberdade de perdição ...   Portanto, por nossa autoridade apostólica, reprovamos, proscrevemos e condenar todas as opiniões singulares e do mal e DOUTRINAS especialmente mencionadas nesta carta, e Will e ordenará que ser completamente realizada por todos os filhos da Igreja Católica como reprovadas, proscritas e . condenado "(. Denz 1690; 1699)  


[...]

Bento XVI ensina que Jesus não tem de ser visto como o Messias

Bento XVI ensina a negação mesma de Jesus Cristo em vários de seus livros:

Deus e o Mundo

Bento XVI, Deus e o Mundo, 2000, p. 209: "É claro que é possível ler o Antigo Testamento de forma que não é direcionado para Cristo, que não aponta inequivocamente a Cristo.   E se os judeus não podem ver as promessas como sendo cumpridas por ele, esta não é apenas má vontade da sua parte, mas realmente por causa da obscuridade dos textos ...   Há razões perfeitamente boas, então, para negar que o Antigo Testamento se refere a Cristo e por dizer, Não, isso não é o que ele disse.   E também há boas razões para se referindo a ele - que é o que a disputa entre judeus e cristãos é de cerca ". [6]

Bento XVI diz que há razões perfeitamente boas para não acreditar que o Antigo Testamento se refere a Cristo como o Messias profetizado.   Ele diz que o Antigo Testamento não apontam inequivocamente a Nosso Senhor como o Messias.   Esta é outra negação total da fé cristã.
O que torna esta apostasia todo o ultrajante mais é o fato de que o Novo Testamento está cheio de passagens que declaram que Nosso Senhor é o cumprimento da profecia do Antigo Testamento.   Para citar apenas uma passagem de muitos, em João 5 Nosso Senhor diz especificamente os judeus que o que está escrito no Antigo Testamento a respeito dele vai condená-los.

João 5:39, 45-47 - "Examinais as Escrituras, para você pensar no que eles têm a vida eterna, eo mesmo são eles que dão testemunho de mim ... o que vai acusá-lo é Moisés, em quem você colocou sua esperança.   Porque, se você tivesse acreditado Moisés, você teria acreditado em mim, porque ele escreveu a meu respeito. "


Mas, de acordo com Bento XVI, todas estas declarações bíblicas que Nosso Senhor é o cumprimento das profecias do Antigo Testamento, incluindo as próprias palavras de Nosso Senhor, pode ser falsa.   De acordo com Bento XVI, a leitura judaica que Nosso Senhor não é o Messias, e não o Filho de Deus, e não predito no Antigo Testamento, é possível e válida.   Isso é totalmente herético, apóstata e anticristo.


[...]


Bento XVI "Aclamado por orar como os muçulmanos para Meca", 1 de dezembro de 2006 - ISTAMBUL (Reuters) - "O Papa Bento XVI encerrou um sensível, visita de reaproximação a Turquia na sexta-feira em meio a elogios a visita à famosa Mesquita Azul e rezando lá voltado para Meca "como os muçulmanos." ... "A temida visita do papa foi concluída com uma maravilhosa surpresa", escreveu o jornal Askam em sua primeira página.   "Em Mesquita do Sultão Ahmet, ele se voltou para Meca e rezou como os muçulmanos '...'" [1]

Descrição: C: \ Users \ mhfm \ Desktop \ Site \ Docs Bento XVI \ Benedict_XVI_with_Muslims \ B16_prayinginmosque.jpg


Muitos católicos estão familiarizados com o fato de que no ano de 2000, o Vaticano teria revelado o Terceiro Segredo de Fátima.   A maioria dos tradicionalistas imediatamente reconhecido que o assim chamado "terceiro segredo" que o Vaticano lançado não era o verdadeiro segredo de Fátima Terceiro, mas sim que uma fraude maciça tinha sido perpetrado no mundo.   O principal autor do documento, que tentou convencer o mundo de esta fraude contra a mensagem de Nossa Senhora emFátima era Joseph Ratzinger, Bento XVI.
O documento sobre o chamado "Terceiro Segredo", intitulado A Mensagem de Fátima, de autoria de Ratzinger e "Cardinal" Bertone.   Foi uma tentativa de "derrubar" a Mensagem de Fátima, como o Los Angeles Times foi obrigado a admitir.   No documento, Ratzinger se refere a uma única Fátima estudioso, o padre. Edouard Dhanis.  Fr. Dhanis considerou que grande parte da Mensagem de Fátima foram fabricações de Lucy.   Ao se referir a Dhanis como seu Fátima "Especialista", Ratzinger mostrou que ele também sustenta que a Mensagem de Fátima é uma invenção.  
Isso revela uma das principais características de Ratzinger.   Ele é um enganador.   Ele vai dar a aparência de devoção a alguma coisa (por exemplo, Fátima ), Ao tentar rasgar o seu significado.   Ele vai dar a aparência de conservadorismo, enquanto inculcando heresias mais abomináveis.