Salve Maria. Realmente não podemos ter "pré - hífen - conceitos". Estava visualizando uns vídeos no youtube sobre famílias e eis que me aparece na aba lateral de vídeos sugeridos o tema abaixo.
"Quero Minha Mulher Mais Feminina!" - 02/10/2015
O tema do programa me chamou a atenção e resolvi visualizar. E,... pensei comigo mesmo: não é um programa católico, não é um programa sobre modéstia, não é sobre formação cristã. É sobre um problema que tem acometidos algumas famílias a ponto de virar pauta do Casos de Família do SBT:
Casos de Família é um talk show apresentado pela jornalista Christina Rocha. O programa recebe
familiares, amigos ou inimigos que têm algum conflito para ser resolvido, abordando problemas que
acontecem entre membros da mesma família, vizinhos ou no ambiente de trabalho.
Já foi tratado aqui no nosso blog sobre o tema da mulher se vestir como homem:
Claro sob a ótica da doutrina católica, mas nada a ponto de afetar a percepção dos maridos frente a suas esposas como foi tratado no programa.
Então, sem mais delongas, assistem!!
E como dizia São Paulo: Examinai tudo e retenha o que for bom!
1 Tessalonicenses 5, 21
Algumas falas do programa que me chamaram mais a atenção: Christina Rocha: " É impressionante Claudinha, o jeito delas andarem. Muda né! A auto-confiança! Claudinha - consultora de moda do programa: "Porque, elas nos emocionam. Nós buscamos resgatar nelas o que estava perdido. Aquilo que elas não enxergam mais. Que é a beleza." ... "Tinha uma que queria usar roupa de homem." "Com um pouco de, vamos dizer, de catequese de moda."
É necessário que o fiel se recorde que todo o seu ser precisa estar voltado para Deus no momento da oração. Ao orar, a alma deve levar o corpo a uma atitude de disponibilidade e prontidão para com Deus. O corpo acaba por demonstrar externamente aquilo que o coração está disposto a vivenciar diante do Senhor.
Ao se colocar de joelhos, por exemplo, manifesta a contrição do coração, o reconhecimento de seu próprio pecado ou a veneração, adoração devida ao Criador. O corpo deve também participar da oração.
É necessário realmente orar de joelhos? E qual o sentido dessa posição?
O corpo deve também participar da oração. Este é um princípio básico da oração cristã. Não reverenciamos e adoramos a Deus somente com a alma, mas também com o corpo.
O catecismo ensina que é necessário exteriorizar nossos sentimentos com todo nosso ser para dar à nossa súplica todo o poder possível.
Deus também quer adoradores em espírito e verdade e portanto quer a oração que associa o corpo e o estado interior.
A verdadeira oração deve brotar da alma, mas é também importante associar à nossa oração o nosso corpo. Assim como a alma peca e leva o corpo junto, é importante que ela ao dar glória a Deus também eleve o corpo.
A posição do nosso corpo ao orarmos tem tudo a ver, pois assim como o corpo não pode ser separado da alma, também na oração a nossa alma deve levar em consideração o nosso corpo.
Há várias formas de venerar a Deus por meio do corpo.
Quando o anjo de Portugal apareceu aos pastorinhos, ele lhes ensinou uma oração pelos que não crêem em Deus... e quando ensinou essa oração, o anjo se inclinou. Instintivamente, os pastorinhos se ajoelharam e se abaixaram, num gesto de humildade. A alma adora e o corpo vai junto.
Assim, a oração de jeolhos tem o significado de adoração, dobrar os joelhos diante de Deus para reconhecer o quanto Ele é maior que nós.
Um outro significado de orar de joelhos é a penitência.
No início do cristianismo a oração de joelhos e o jejum eram proibidos no dia de domingo, pois eram tidos como penitencial. Os que estavam na graça, oravam de pé em posição sacerdotal e os penitentes oravam ao fundo de joelhos.
Atualmente a orientação da Igreja é que o fiel se ajoelhe pelo menos durante a consagração na Missa, fazendo clara a distinção do sacerdócio exercido (batismal de todos e ministerial do sacerdote).
Resumindo, há dois significados ao se orar de joelhos é: penitência e adoração.
"Então [Jesus] afastou-se dali, à distância de um arremesso de pedra, e, de joelhos, começou a orar" (Lucas 22,41).
"Pedro mandou todo mundo sair. Em seguida, pôs-se de joelhos, a orar" (Atos 9,40).
"Tendo dito isto, Paulo ajoelhou-se e orou com todos eles" (Atos 20,36).
"Quando chegou o dia de ir embora, partimos. Todos quiseram acompanhar-nos, com suas mulheres e crianças, até fora da cidade. Na praia, nos ajoelhamos para orar" (Atos 21,5).
Algumas leis são justas, outras não. Como é possível determinar a diferença? Em seu último livro, Sheila Liaugminas (foto) descreve os princípios que devem guiar-nos.
A jornalista de Chicago tem muitos anos de experiência, não só na imprensa, mas também na TV e no rádio. No livro Non-Negotiable: Essential Principles of a Just Society and Humane Culturepublicado pela Ignatius Press (Não negociáveis: os princípios essenciais de uma sociedade justa e de uma cultura humana), Sheila Liaugminas começa, observando que a humanidade está perdendo a capacidade de pensar e raciocinar.
A erosão de uma base cristã comum a todos para a ética dificulta a manutenção dos ideais da democracia moderna. Ideais que, de acordo com a jornalista, são fundadas em princípios cristãos.
No entanto, Sheila Liaugminas afirma que “algumas verdades são tão fundamentais para a nossa vida e para o nosso aperfeiçoamento, que simplesmente não estão abertas para debate ou atenuações: Estas verdades não são negociáveis.”
Os capítulos do livro giram em torno do tema da dignidade humana e da importância de questões como o direito à vida, a eutanásia, a clonagem, a liberdade religiosa e de consciência.
Sheila Liaugminas começa sua análise sobre essas questões, observando que vários documentos fazem referência aos direitos fundamentais. A declaração de independência americana inclui frases como “as leis da natureza e do Deus da natureza.”
Além disso, a Declaração Universal dos Direitos Humanos das Nações Unidas, no seu preâmbulo contém uma referência a “dignidade inerente a todos os membros da família humana e de seus direitos, iguais e inalienáveis.”
Além disso, Sheila Liaugminas acrescenta que tanto os Estados Unidos como as Nações Unidas adotam políticas que contradizem as afirmações de suas respectivas declarações.
Segundo a jornalista isso aconteceu por causa do triunfo de uma perspectiva da pessoa baseado no relativismo e no utilitarismo. Liaugminas lamenta que muitas vezes a mudança atual na ideologia cultural prevaleça sobre os ensinamentos da Igreja.
Citando um comunicado emitido pelos bispos dos Estados Unidos, a jornalista nos alerta que “mudamos muito pela nossa cultura e não mudamos a cultura o suficiente.”
Sheila Liaugminas acredita que a confusão moral, gerada quando perdemos de vista os princípios que devem reger a sociedade, estão ameaçando a liberdade e a justiça.
A jornalista aprofunda esse aspecto, dizendo que “não podemos afirmar que somos católicos e, ao mesmo tempo, contradizer publicamente, negar ou trair os ensinamentos da fé.”
Além disso, a visão de que somos guiados por nossa consciência quando negamos estas verdades, não deveria ser usado como uma desculpa para justificar decisões que são irracionais ou imorais.”
Segundo a jornalista, uma postura do tipo: “Eu, pessoalmente, sou contra, mas …” é pura desonestidade intelectual. Liaugminas acrescenta ainda que as leis que permitem o aborto e a eutanásia são gravemente imoral e não devem ser aceitas.
Em seu livro, a jornalista compara o aborto à escravidão, explicando que Abraham Lincoln, que lutou muito para acabar com a escravidão, não poderia imaginar que uma futura decisão do Supremo Tribunal dos EUA teria sido capaz de deixar toda uma classe de seres humanos não dignos de proteção constitucional.
A jornalista acrescenta à esse exemplo a sua convicção de que toda pessoa inocente tem direito à vida, que nenhum ser humano e nenhum governo tem o direito de tirar.
Nas últimas páginas sobre os temas da vida, Liaugminas comenta que o suicídio assistido e a eutanásia tornaram-se questões que afetam os direitos. A jornalista cita um ensinamento católico que para demonstrar a necessidade de defender a dignidade humana, oferece apoio aos doentes e idosos, em vez de facilitar a sua morte.
A autora também adverte que a falsa promessa do movimento que quer dar o “direito de morrer” é um conceito radical da autonomia de uma pessoa, que, no entanto, ignora a dignidade da vida humana. E em nenhum momento uma pessoa tem que perder ou diminuir sua dignidade inata e o seu valor.
Segundo a jornalista, todo mundo tem direito ao ordinário e proporcionado meio de preservação da vida e aqueles que estão envolvidos com o cuidado de um paciente são obrigados a administrar esses meios fundamentais para apoiar a vida.
“Acelerar o fim de uma vida humana não é compaixão, mas crueldade”, diz a jornalista norte-americana.
Sobre outro assunto sujeito a muito debate – o casamento – Liaugminas aborda a questão apontando a importância do papel da família na sociedade e na economia.
Para a jornalista redefinir o matrimônio para permitir uma extensão para casais do mesmo sexo não é uma questão de “igualdade”. A natureza do matrimônio como uma união entre homem e mulher vem antes do Estado ou da Igreja. Portanto, a definição de matrimônio não tem um aspecto religioso, mas é fundado sobre a natureza humana.
A jornalista norte-americana explica que “aqueles que afirmam que o propósito do casamento é apenas a satisfação emocional do casal estão equivocados a propósito do matrimônio.”
Liaugminas também dá espaço para uma consideração sobre a liberdade de religião e de consciência. Uma grande parte do capítulo é a descrição do conflito inerente na regulamentação emitida pelo Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos.
“Ninguém tem o direito – escreve a jornalista – de forçar outra pessoa a violar sua consciência.”
A autora conclui o livro, exortando as pessoas a lutar para proteger o que é inegociável e lutar por uma sociedade justa para todos.
O uso do véu, também chamado de mantilha, tem sido um costume da Igreja desde sua instituição. Recomendado pelo Apóstolo São Paulo, há várias razões que aconselham seu uso.
Quando uma mulher cobre sua cabeça na Igreja Católica, simboliza sua dignidade, e humildade diante de Deus. A mulher que cobre sua cabeça na presença do Senhor Jesus no Santíssimo Sacramento está lembrando para si mesma que diante de Deus se deve ser humilde.
O véu cobre o que o Senhor, na Sagrada Escritura, chama de “a glória da mulher”, o seu cabelo. Cobrir seus cabelos é um gesto que a mulher faz espiritualmente para “mostrar” a Deus que reconhece que sua beleza é menor que a dele e que a glória Dele está muito acima da sua, simbolizando assim sua vontade de se manter velada para que só Deus seja glorificado.
O véu simbolicamente motiva a mulher a “inclinar” a cabeça em oração, a abaixar o olhar diante da grande e misteriosa beleza e poder de Deus no Santíssimo Sacramento. Pela inclinação da cabeça e pelo abaixar dos olhos, ela está mais apta a adorar a Deus na capela interior do seu coração, sua alma.
O véu que a mulher usa lhe confere um belo senso de dignidade. Quando ela o usa, ela se identifica com a maior criação de Deus, a Bem-Aventurada e Imaculada Virgem Maria, Mãe de Deus.
As mulheres devem perceber que a imitação de sua Mãe Santíssima pelo uso do véu e por outras virtudes é um pequeno sacrifício a ser feito a fim decrescer na compreensão espiritual da fé, na submissão e do amor.
O piedoso uso do véu pela mulher na Igreja é um surpreendente lembrete de modéstia, edificante não só para quem o usa mas também para todos os que o notam.
Na Sagrada Liturgia, cobre-se delicadamente a dignidade dos diversos elementos litúrgicos: o véu frontal que cobre o Sacrário, o véu que cobre o cálice e o cibório, a toalha branca que cobre o altar, a casula que cobre o sacerdote que oferece o Santo Sacrifício da Missa.
Assim é o véu que cobre a mulher, chamada a ser pela Sagrada Comunhão, de forma especial, como a doce e bela Virgem Maria: Sacrário vivo do Corpo de Deus.
* * *
Todo zelo, amor, respeito se vê na Santa Missa celebrada como Jesus pede, através das Santas Mensagens passadas ao profeta Pedro II.
1 - Saiu alguma nota da Santa Sé abolindo ou modificando a Disciplina contida no Cânon 1.262 do Código de Direito Canônico?
Resposta: "Até o presente não saiu nenhuma Norma que tenha mudado a Disciplina contida no Cânon 1.262 do Código de Direito Canônico. a) A. Bugnini, Secr. da Sagrada Congregação para o Culto Divino, Roma, 21/6/1969 −Prot. Nº 518/69" ( cfr. Sedoc v. 2, f. 4, Out. 1969 ).
2 - O que prescreve o Cânon 1.262, § 2º do Código de Direito Canônico?
Resposta: O Cânon 1.262, § 2º prescreve que "as mulheres estejam com a cabeça coberta e modestamente vestidas, sobretudo, quando forem receber a Comunhão".
3 - O Episcopado do Brasil, em obediência ao Cânon 1.262, encareceu a sua observância?
Resposta: Sim. O Episcopado do Brasil no Decreto 223, § 2 do Concílio Plenário Brasileiro assim se exprime: "Os que vão receber a Eucaristiaestejam decentemente vestidos; as senhoras que não trouxerem a cabeça velada e hábitos decentes, sejam, conforme a intenção dos cânones 855 e 1.262, § 2º, excluídas".
4 - Além do véu, símbolo da Modéstia, o Episcopado do Brasil, mesmo depois do Concílio Vaticano II, não recomenda expressamente a Modéstia Cristã?
Resposta: Sim. O Boletim Semanal da CNBB nº 19, de 1973, transcreve a Circular sobre a Moralidade de Costumes do Exmo.sr. Bispo Diocesano de Santo Ângelo, RS, da qual se pode destacar o seguinte:
"Criaram-se recentemente situações erradas, alheias não somente aos nossos costumes e tradições, mas contrárias à própria dignidade da pessoa humana.
Queremos referir-nos, principalmente, ao uso de certos tipos de vestes, introduzido ultimamente (como por exemplo, a assim chamada 'frente única', 'mini-blusa', 'micro-saia', ou de certas modas feminizantes ou masculinizantes).Tais hábitos não condizem de forma alguma com o testemunho cristão, que somos chamados a dar, não só na igreja e no colégio, mas também na vida social e familiar".
Já, em 22/2/1973, os Senhores Bispos da Província Eclesiástica de Juiz de Fora tinham recomendado aos Sacerdotes:
"Com dedicado zelo apostólico, não permitais que se aproximem dos Sacramentos pessoas que trazem vestes francamente indecentes. Uma palavra ou mesmo uma atitude mais firme, seguida de competente explicação, delicada e amiga, pode despertar nelas uma consciência nova de sua dignidade humana e levá-las, por decisão pessoal à opção por outras modas que mais as elevam no conceito da Comunidade Cristã".
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Oração ao vestir o véu
Divino Espírito Santo, hóspede da minha alma, convencida de que a minha verdadeira vida está escondida com Cristo em Deus Pai, visto este véu na minha cabeça na esperança não de aparecer, mas de desaparecer, não para atrair a atenção sobre a minha pessoa, mas para esconder-me na imitação de Maria Santíssima.
Que todos olhem para Vós Deus Pai, Filho e Espírito Santo,
Amém.
(Um monge sacerdote)
fontes consultadas: http://apologetica.ning.com/ e http://cumpetroetsubpetrosemper.blogspot.com.br/
Abaixo o Catecismo sobre o aborto (clique na foto abaixo)
Peço que compartilhem o link desse artigo para o maior número de pessoas. Pode ser que alguém que esteja com o pensamento voltado para este fim e ao ver a reportagem, abrace a via.
Caros irmãos e irmãs em Cristo; sabemos muito bem que infelizmente em nossos dias, há a banalização do sexo. A mulher querendo ser igual ao homem, acabou se rebaixando e se tornando uma forma de comércio desta indústria desumana e escravocrata moderna que é a indústria pornográfica. Grande parte das pessoas já estiveram em contato direta ou indiretamente com os produtos desta indústria desumana e alienadora. Devemos lutar contra este mal da pornografia com as armas da fé(oração principalmente), pois disse Cristo que o espírito está pronto, mas a carne é fraca. Por isso é preciso orar para não cair em tentação. Eu sei que nós homens somos muito tentados por este tipo de ´´entretenimento``. A pornografia tem muita força, não porque exibe mulheres nuas, mas este tipo de industria tem muita força através do conceito que muitos homens têm, de que a mulher não é um ser humano,e sim um ´´produto``. Esta ´´coisificação``da mulher é a grande fonte de influência da indústria pornográfica. É preciso que nós homens tenhamos a consciência que a mulher não é um produto,mas é tão imagem e semelhança de Deus,quanto nós homens.Também é preciso que a mulher pare de competir com o homem, pois a mulher é delicada e foi feita por Deus para tornar a vida menos brutal,e não para ser brutal. A luta contra o pecado é grande e difícil,mas quanto mais grande e difícil é a luta, maior e mais honrada será a vitória. fonte: catolicismosemsegredo.spaceblog
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A pornografia é simplesmente o primeiro passo em uma escorregadia ladeira de iniqüidade e imoralidade. Assim como um usuário de drogas é levado a consumir quantidades maiores e mais poderosas de drogas, a pornografia arrasta o ser humano, levando-o a pesados vícios sexuais e desejos ímpios. As três categorias principais de pecado são: a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida (I São João 2:16). A pornografia definitivamente nos causa a luxúria (iniqüidade) da carne, e isto inegavelmente é um dos pecados mortais. A pornografia, definitivamente, não se qualifica como uma das coisas nas quais devamos pensar: “Além disso, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é nobre, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, tudo o que é virtuoso e louvável, eis o que deve ocupar vossos pensamentos.” (Filipenses 4:8). A pornografia é viciante (I Coríntios 6:12; II Pedro 2:19), destrutiva (Provérbios 6:25-28; Ezequiel 20:30; Efésios 4:19), e leva à iniqüidade sempre crescente (Romanos 6:19). Desejar outras pessoas em nossa mente (a essência da pornografia) é pecado grave contra Deus (São Mateus 5:28)
Eu, porém, vos digo: todo aquele que lançar um olhar de cobiça
para uma mulher, já adulterou com ela em seu coração.
E uma das maiores armas que o diabo tem a favor da pornografia é de que o homem ou a mulher que faz uso da pornografia não está traindo sua mulher ou marido. Uma vez que só está no imaginário, na fantasia. Diferente do contato carnal com uma pessoa de verdade.
ERRADO!
Aquele que olha para uma mulher, ou para um homem com desejo já adulterou em seu coração!!
Adulterar, não é somente a violação da fidelidade conjugal, como também significa falsificar-se, corromper-se, deformar-se, viciar-se, adulterar-se, mudar sua natureza e perverter-se, desviar-se do uso pretendido. Por isso que a pornografia mata. Não mata o corpo a princípio, como muitos poderiam ter achado ao ler o título desse artigo, e sim, a alma. Acaso não sabeis que os injustos não hão de possuir o Reino de Deus? Não vos enganeis: nem os impuros, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os devassos, (I Coríntios 6,9) Vós todos considerai o matrimônio com respeito e conservai o leito conjugal imaculado, porque Deus julgará os impuros e os adúlteros. (Hebreus 13,4)