Mostrando postagens com marcador condenação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador condenação. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Um grito alucinante de Ani - agora é tarde.

" Semelhantes palavras como rezar, missa, água benta, igreja, só escrevo com íntima repugnância, com incomparável nojo. Detesto profundamente os freqüentadores de igreja, assim como todos os homens e coisas em geral. "









A carta na sua íntegra - clique no link acima.





Abaixo, uma amostra com o vídeo contextualizando o fato narrado.

Mas de sobre aviso lhes digo: leiam enquanto tens tempo. Amanhã poderá ser-lhe tarde.

















sábado, 21 de março de 2015

Nossa Senhora de Gietrzwald e o poder da oração



autor: Valdis Grinsteins

Infelizmente, hoje é muito comum encontrar paróquias que não têm pároco, ou várias paróquias cujo pároco é o mesmo. Obviamente isso traz como conseqüência dificuldades para as pessoas freqüentarem os sacramentos, horários de missa complicados, doentes sem assistência religiosa, e muitos outros problemas análogos. A tendência natural das pessoas é queixar-se, procurar um culpado, mas esquecemos que a solução desse tipo de problemas passa muitíssimas vezes por nossas próprias mãos. Como? Utilizando o poder da oração do Rosário. E a história das aparições de Nossa Senhora de Gietrzwald, no norte da Polônia, nos dá desse poder uma prova concreta.

Uma história tumultuosa




Poucas nações têm uma história mais tumultuada que a da Polônia. De antiga potência na região leste da Europa, e baluarte do catolicismo, passou no século XVIII por uma decadência moral espantosa, que chegou a extremos, como o fato de bispos imorais serem linchados pelo povo, e o próprio rei condecorar generais invasores inimigos. Nada estranho, pois, que o país tenha então desaparecido, repartido entre seus vizinhos. Mas foi justamente o choque e a humilhação dessa divisão que produziu um sobressalto religioso e um ressurgimento nacional.

Dois dos países que dividiram a Polônia — a Rússia cismática e a Prússia protestante — colocavam todo tipo de obstáculos para a renovação moral do país. Entre esses obstáculos estava o controle das paróquias, motivo pelo qual muitas ficavam sem pároco por períodos mais ou menos prolongados. Mesmo havendo sacerdotes disponíveis, estes não podiam cumprir suas obrigações. Parecia uma situação sem saída.

Justamente nesse momento deram-se as aparições de Nossa Senhora a duas meninas de 12 e 13 anos, entre os dias 27 de junho e 16 de setembro de 1877. A primeira das aparições ocorreu a Justyna Szafrynska, quando voltava com a mãe de um exame religioso para avaliar se estava preparada para a primeira comunhão. Passavam diante de uma árvore existente na frente da Igreja, quando a menina viu a Virgem. Surpreendida, mas tímida, decidiu voltar ao mesmo local no dia seguinte, com sua amiga Barbara Samulowska, de 12 anos. Logo que começaram a rezar ali o Rosário, viram uma “brilhante Senhora” sentada num trono, com o Menino Jesus em suas mãos, e rodeada de anjos. As meninas lhe perguntaram quem era, e Ela respondeu:

— Sou a Virgem Maria da Imaculada Conceição.

— E que deseja a Mãe de Deus?

— Desejo que rezem o Rosário todos os dias.

Numa das aparições seguintes, entre perguntas sobre se estas ou aquelas pessoas tinham se salvado, perguntaram se a Igreja na Polônia voltaria a ser livre, e se as paróquias da região receberiam párocos em breve. A resposta de Nossa Senhora foi muito clara:

— Sim. Se as pessoas rezarem com ardor, a Igreja não será oprimida e as paróquias abandonadas receberão sacerdotes em breve.

Esta resposta da Virgem difundiu-se pelo local, e as pessoas começaram a rezar o Rosário, não só individualmente, mas de modo especial em família e em público. E igualmente começaram as peregrinações ao local. 

É claro que as autoridades anticatólicas da zona fizeram de tudo para evitar essa renovação religiosa. Declararam ser tudo uma fraude, uma manifestação de nacionalismo, um perigo público para o Estado, e até obstáculo para o “progresso”. Os padres que defenderam ou apoiaram as videntes foram presos e multados por “espalhar falsidades”. 

Um dos que mais se distinguiu em difundir as aparições foi o capuchinho Honorato Kozminski, beatificado em 1988.

O Papa Paulo VI elevou a igreja de Gietrzwald a basílica menor em 1970


Mas as perseguições não conseguiram evitar que as pessoas continuassem rezando o Rosário. Pelo contrário, solidificavam as pessoas na sua determinação.

O bispo local procedeu conforme as normas sapienciais da Igreja nesses casos. Enviou delegados para investigar discretamente o que se passava e verificar a conduta das videntes. Sabendo que aumentava a recitação pública do Rosário, ordenou aos religiosos do local que rezassem também com o povo, dando ele próprio o bom exemplo. Seus delegados confirmaram que as meninas videntes se comportavam normalmente, e que nada nelas indicava desejo de ganhar notoriedade ou aproveitar de outra forma os acontecimentos.

Cinco anos depois, e graças à perseverança na reza do Rosário, a situação era completamente diversa. As paróquias tinham sacerdotes, a freqüência aos sacramentos se multiplicava, aumentaram as vocações nos mosteiros da região e houve notórias graças de conversão de pecadores. A recitação do Rosário em família tornou-se comum e permanece até hoje. Os próprios perseguidores da Igreja acharam melhor não mexer no caso, para evitar problemas maiores.

Se bem que o bispo diocesano tenha publicado no ano seguinte os resultados favoráveis do seu inquérito, e o Papa Paulo VI tenha elevado a igreja de Gietrzwald a basílica menor em 1970, foi somente em 1977, nas cerimônias comemorativas do primeiro centenário das aparições, que estas foram aprovadas oficialmente pelo bispo local.

Hoje podemos fazer o mesmo
O capuchinho Honorato Kozminski se distinguiu em difundir as aparições. Foi beatificado em 1988.


Nas minhas numerosas viagens de norte a sul do Brasil, fiquei muitas e muitas vezes chocado pela falta de clero e de sacramentos até em capitais, especialmente no mês de janeiro, durante as “férias” religiosas. É claro que a tremenda crise pela qual atravessa a santa Igreja tem parte nisso, e não pequena. Mas não podemos nós fazer algo para solucionar o problema? Não podemos organizar também a reza do Rosário?

A doutrina católica não muda, e Nossa Senhora, como boa mãe, sempre quer nos ajudar. Portanto, aquilo que ajudou a outros no passado pode nos auxiliar hoje também. Afinal, Deus é o Senhor da História, e é Ele que move os corações dos homens. Na procura de um sacerdote fervoroso para a cidade, paróquia ou instituição, vence quem consegue mover o Sagrado Coração a nos conceder o que pedimos. O que para nós pode ser ou parecer impossível, para Ele não o é. Nada é impossível para Deus.

E mover o Sagrado Coração está ao nosso alcance, por meio da Virgem Santíssima. Basta rezar com fervor, conforme a Virgem recomendou às meninas em Gietrzwald.

fonte: Catolicismo.com.br


Leia também: 

A GRANDE PROMESSA

domingo, 17 de novembro de 2013

Ditadura TV - Globo convida crianças a assistirem beijo homossexual



Se JESUS não voltar logo, o que será de nossas crianças, inocentes e indefesas perante o tempo do anti-Cristo?!!



Abaixo o link para o programa da Fátima Bernardes chamado 'Encontro'

http://tvg.globo.com/programas/encontro-com-fatima-bernardes/O-Programa/noticia/2013/11/encontro-mostra-reacao-de-criancas-a-beijo-gay-de-casal-de-maringa.html





Por favor - vamos defender as nossas crianças contra a ditadura da TV Globo:

Acessem o site http://www.ouvidoriageral.mj.gov.br/ouvidoria/MainInternet.do

E denunciem o que o programa Encontros da Fátima Bernardes fez ao exporem crianças de 6 a 9 anos de idade a assistirem beijo homossexual

Cliquem na aba: FALE COM A OUVIDORA e depois clique em ACIONAMENTO.
Preencham os campos -
Tipo de mensagem: DENUNCIA
Área: Ouvidoria
Assunto da Mensagem: OUTROS ASSUNTOS

E na descrição, copiem e colem o texto abaixo, podem melhorá-lo e acrescentar mais coisas se quiserem.

_________________________________________________________________


Estou indignado com a matéria que foi exibida na tv aberta, no canal da globo, pelo programa "Encontro" da Fátima Bernardes, por ter exposto crianças a assistirem beijo homossexual. Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8069/90), descreve tipo penal muito semelhante em seu artigo 232, criminalizando a conduta de “submeter criança ou adolescente sob sua autoridade, guarda ou vigilância a vexame ou constrangimento”.
Segue o link do programa para averiguação:http://tvg.globo.com/programas/encontro-com-fatima-bernardes/O-Programa/noticia/2013/11/encontro-mostra-reacao-de-criancas-a-beijo-gay-de-casal-de-maringa.html

Gostaria de solicitar a revisão da classificação indicativa deste programa para maiores de 16 anos.
_______________________________________________________________________




O Ministério da Justiça está fazendo a parte dele:








Cabe aos pais fazerem a sua!


sábado, 6 de outubro de 2012

O MAIOR ARGUMENTO CONTRA O ABORTO


JESUS CRISTO!



1. A CONCEPÇÃO DE JESUS CRISTO
Quando Deus veio à terra, escolheu a via do ventre materno, passando por todas as fases de desenvolvimento da vida intra-uterina até ao nascimento.
É sem dúvida uma das maiores dignificações da vida fetal.

2. O PERÍODO DE GRAVIDEZ
Foi um período muito complicado, com grandes dificuldades.
A gravidez não foi inesperada.
O noivo não era o responsável. Houve o risco sério de ele não entender, nem aceitar e assim deixar a sua noiva.
Na sua cultura e nação, a punição para uma gravidez fora do casamento era o apedrejamento até à morte.
As condições económicas eram escassas.
Durante esse tempo foi lançado um decreto pela parte do Imperador Romano, ordenando o recenseamento. Isto implicava uma viagem difícil e dispendiosa de Nazaré para Belém (cidade natal dos pais, onde deveria ser feito o recenseamento).
Não foi nada fácil. Nos nossos dias era caso para aborto.
Mas Deus não desistiu. E José e Maria também não...

3. O NASCIMENTO DE JESUS CRISTO
O seu nascimento dá-se em meio a condições muito desfavoráveis.
Não houve lugar para Ele em nenhuma estalagem.
O único lugar possível foi um estábulo onde ficavam os animais.
No entanto, apesar da falta de condições, Deus nunca desistiu do processo. Ele nasceu! E deu ao mundo uma das maiores lições de coragem, de humildade, de identificação com o sofrimento… de AMOR!
Identificou-se plenamente com as dificuldades e adversidades humanas para mostrar que com coragem e amor é possível superá-las e vencê-las.

4. A VIDA DE JESUS
A Sua vida foi uma constante exaltação da vida. Ele nunca desistia dos necessitados e impossibilitados. Ele trazia provisão e restauração. Curava os cegos, os paralíticos, os leprosos…; dava esperança aos desesperançados; restaurava os que tinham o coração quebrado.
A vida, por mais complicada que estivesse, nunca encontrava da parte de Jesus, desistência ou interrupção. Sempre encontrava atenção, amor e ajuda.

5. O ENSINO DE JESUS
Ele ensinava as pessoas a não ficarem ansiosas com os seus problemas e dificuldades. Mostrava-lhes o caminho para a confiança e provisão de Deus. Se Deus cuida da natureza, muito mais cuidará da humanidade. Somente, os homens deverão buscar em 1º lugar o Reino de Deus e a sua justiça: o governo de Deus (não a sua própria vontade egoísta). A rectidão e valores adjacentes ao Reino. Então Deus irá providenciar todas as coisas.
Jesus ensinou também o homem a viver uma vida de sacrifício e abnegação, o que contraria e egoísmo e a auto-exaltação. Ou seja sacrificar a nossa vida e não as dos outros (a atitude oposta àquela que leva à prática do aborto).

6. A MORTE DE JESUS
A morte de Jesus consiste no clímax da sua missão.
A sua morte não foi uma fatalidade. Foi a sua opção, pois era a sua missão. Não foi uma morte normal. Foi expiatória, ou seja, salvadora e redentora.
A sua morte, foi assim substitutiva, ou seja, em substituição de todos os homens. Por outras palavras, uma vez que Jesus morreu, ninguém mais precisa morrer, nem deve ser forçado a tal. A sua morte traz-nos vida.
Ninguém tem o direito de matar outrem para melhorar a sua vida, pois Jesus já morreu para que isso pudesse acontecer…
Em suma, Ele nasceu para morrer; de forma a que ninguém tenha que morrer, mas possa nascer… e viver a vida eterna e abundante que Ele nos dá.

7. A RESSURREIÇÃO DE JESUS
A sua ressurreição é a maior celebração da vida. É a validação da morte de Jesus como fonte de vida. É a vitória sobre a morte e seu poder de separar o homem de Deus, colocando-o no sofrimento eterno. Também do tormento de separar os homens, uns dos outros. O medo da morte é vencido, bem como qualquer prática homicida e destruidora.

Concluindo, Jesus morreu para dar-nos vida. Ressuscitou para que essa vida seja abundante e eterna. Ele venceu o estigma da morte e veio trazer a celebração da vida.

Ninguém mais precisa viver na morte (a morte da esperança, da alegria, dos sonhos e da paz). Nem pode espalhar morte. Alguém já morreu por todos… para que todos tenham vida…

Hugo Pinto









[ ... ]






"E se aceitamos que uma mãe possa matar o seu próprio filho, como podemos dizer às outras pessoas para não se matarem uns aos outros?"