segunda-feira, 2 de novembro de 2015

A Cruz, o Padre e a Missa



Por Pe. Gaspar S. C. Pelegrini

“Não separe o homem o que Deus uniu”. (Mc 10, 9)



A Cruz, o Padre e a Missa são três mistérios inseparáveis. Estes três mistérios estão intimamente unidos, tão unidos que podemos acomodar a eles a palavra da Escritura : “Não separe o homem o que Deus uniu”. (Mc 10, 9)


Falemos de cada um deles


A Cruz

Diz o livro da Imitação de Cristo: “In Cruce Salus”, “na Cruz está a salvação.” Sim, porque na Cruz está Jesus, nossa Salvação.

Não devemos nos fazer ilusões, temos necessidade da Cruz. Fora da Cruz não há salvação. In Cruce Salus.

Mas em qual cruz está a salvação?

Vamos ao Calvário. Lá encontraremos três cruzes, três modos de encarar e viver o sofrimento:

- A Cruz do Inocente que sofre pelos pecadores: Jesus.

- A cruz do penitente que sofre resignado em expiação de seus próprios pecados: o Bom Ladrão.

- A cruz do revoltado contra Deus, contra o sofrimento: o mau ladrão.

A salvação não está na revolta do mau ladrão, mas sim na paciência de Jesus e na resignação do Bom Ladrão. A salvação está na Cruz de Jesus como fonte, como causa, como modelo de nossa Salvação; na do Bom ladrão como meio.

Assim também para nós:

Da Cruz de Jesus nos vêm todas as graças de que precisamos para nos salvar, e é também para nós um modelo de como temos que enfrentar os sofrimentos.

A nossa cruz (como a do Bom Ladrão) é um meio para chegarmos ao céu.

Todos nós temos que sofrer, o importante é saber sofrer. Soframos como o bom ladrão. Aceitemos as cruzes que Deus nos enviar.

Que jamais imitemos o mau ladrão no sofrimento.


O Padre

Podemos resumir o que é o padre nas palavras – ousadas – de S. João Maria Vianney: “Depois de Deus, o sacerdote é tudo.”

Tudo. Saibamos dar valor ao sacerdote. O padre dá sua vida por nós. Deixa de constituir uma família, para se consagrar inteiramente a Deus e às almas.

O sacerdote continua nesta terra a missão do próprio Jesus.

Agradeçamos a N. Senhor pelos padres que Ele já nos deu e peçamos-lhe que nos envie mais vocações.

Dizia também S. João Maria Vianney: “Quando se quer destruir a Religião, começa-se por destruir o Sacerdote.”

Isso explica a resistência que às vezes o sacerdote encontra em seu ministério e o porquê de tantos ataques contra o sacerdócio.

A Missa

Que seria o mundo sem a Santa Missa!?

Na Missa, é o próprio Jesus que pede por nós.

É através da Santa Missa que as graças descem do céu à terra.

A Missa é a renovação do Sacrifício do Calvário. E, às vezes, pelo nosso modo de participar da Missa, nós nos encarregamos de tornar mais literal, (digamos assim) esta renovação.

Três grupos de pessoas na Primeira Missa:

- Os piedosos com Nossa Senhora, Santa Madalena, S. João, as Santas mulheres.

- Os irreverentes, e até inimigos da Cruz de Cristo, como aqueles judeus que estavam no Calvário, que gritavam, faziam zombarias, insultavam a Jesus.

- Os curiosos, aqueles que estavam lá no Calvário só para ver o que ia acontecer, ou como tudo iria terminar, talvez até com o intuito de presenciar algum milagre retumbante.

Assim acontece muitas vezes nas Missas. Estão aqueles que chegam a ser irreverentes no modo como se comportam durante a Santa Missa e como tratam o Santíssimo. Aqui entram também os que voluntariamente se aproximam da Sagrada Comunhão sabendo que não estão no estado de graça, os que estão na Santa Missa e continuam alimentando em seu coração o apego ao pecado, os que não querem mudar de vida. Como disse o Papa Francisco, os corruptos.

Há também nas nossas Missas os curiosos . Vão à Missa para ver quem foi, para se encontrarem com os amigos, etc.

Mas há também os piedosos, os que participam da Santa Missa imitando os sentimentos do Coração de Jesus, de Nossa Senhora ao pé da Cruz, dos santos.

Sejamos deste grupo. Saibamos dar valor à Santa Missa, participando dela sempre que pudermos.

A união destes três mistérios: Cruz, Padre, Missa



Como vimos acima, “na Cruz está a salvação,” porque na Cruz está Jesus, nossa Salvação.

E como a Santa Missa não é outra coisa que a renovação do Sacrifício da Cruz, também da Missa podemos dizer: “In Missa salus”, na Santa Missa está a Salvação.

E o Sacerdote é ordenado sobretudo para a Santa Missa, portanto, para renovar o sacrifício da Cruz, é ordenado então para a Cruz. Logo também do padre podemos dizer: “In sacerdote salus”, no sacerdote está a salvação.

Nós não podemos de modo algum separar estes três mistérios, pois, se o fizermos, eles perdem sua razão de ser:



Nós não podemos separar a Missa da Cruz.

Se tirarmos da Santa Missa tudo o que se refere ao Calvário, portanto ao Sacrifício de Cristo, vamos esvaziar a Missa. Ela então se tornaria se torna uma mera lembrança de algo que já passou, ou se uma simples reunião dos fiéis, ou uma espécie de ceia. Por isto, não separemos o que Deus uniu. Renovemos sempre nossa fé no Sacrifício do altar, tenhamos sempre presente sua união inseparável com a Cruz.



Não podemos separar o Padre da Cruz.

A mãe de São João Bosco disse para ele no dia de sua ordenação que “começar a dizer Missa é começar a sofrer”.

Não que ser padre seja um sofrimento para a pessoa, mas que, como o padre é discípulo e ministro de Cristo, ele precisa se unir ao Seu Mestre e Senhor na Redenção da humanidade, aceitando de bom grado os sacrifícios que Deus pedir dele. Por isso o ministério sacerdotal é sempre marcado pela cruz. E um padre sem a Cruz é um soldado sem armas, é uma incoerência, quase que uma deformidade da natureza. A vida do padre deve girar em torno da Cruz. Todos os gestos litúrgicos que o padre realiza são acompanhados do sinal da cruz. A Liturgia muitas vezes manda que o padre beije a cruz, abençoe com a cruz, se benza com a cruz, etc. A sua própria vida não tem sentido sem a Cruz.



Não podemos, em fim, separar o Padre da Missa.

O Padre não é ordenado primeiramente para ser cantor, ser um homem da mídia, para ser um excelente administrador, um professor, etc. Existe uma relação inseparável entre o Padre e a Missa. Portanto ela está no essencial da vida do padre. Não pode, pois, ficar relegada a uma mera obrigação, ou ser considerada um incômodo no dia do padre. Tudo o que sacerdote faz, ou é uma preparação, ou uma consequência de sua Missa.

A Missa não é uma das atividades do padre, é a principal finalidade de seu sacerdócio.




Conclusão


Amemos a Santa Missa.

Saibamos dar valor ao Sacerdote. Agradeçamos a Deus pelos padres que ele já nos concedeu e peçamos a Nosso Senhor que nos envie muitas vocações, vocações em número proporcionado às nossas necessidades.

Enfim, saibamos levar a cruz, como o bom Ladrão. Com paciência, com resignação, como propiciação pelos nossos pecados.

Não separemos o que Deus uniu. Lembremo-nos sempre: na cruz está a Salvação. Se quisermos, pois, salvar nossa alma, abracemos a Cruz. Para que na hora de nossa morte, Jesus possa nos dizer o mesmo que ele disse ao Bom Ladrão: “Em verdade te digo: ainda hoje estarás comigo no paraíso.”

fonte: www.adapostolica.org/artigos/a-cruz-o-padre-e-a-missa/
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Os maus sacerdotes - reflexão!
>>>Por Eugênio Schoma





Agora vai a minha pergunta: “Por que, a cada dia que passa, os pecados do mundo, assim como todo tipo de violência, crimes hediondos, doenças e abortos, estão aumentando dia após dia”? 

O Cordeiro de Deus já não está mais tirando os pecados do mundo? Não será por que o próprio homem e os padres estão fazendo tudo errado, desde o dia em que modernizaram e mudaram o ritual da Santa Missa após o Concílio Vaticano II? Hoje estão recebendo as suas recompensas ao querer fazer as suas vontades e não as de Deus? 

Por acaso não será por que as maiores violências são os seres humanos que cometem contra o Cordeiro Imolado? Ele estaria permitindo que todas essas tragédias atinjam o homem afim de que possam reparar os erros aqui na terra? 

E aqui seguem as maiores violências que o homem comete contra o “CORDEIRO IMOLADO”: (Flp 2, 9-10) Se ao Nome de Jesus se prostram de joelhos, quanto mais na Santa Hóstia Consagrada, como CORDEIRO IMOLADO. E como vai ser para esses que deveriam dirigir o povo para dar o respeito ao CORDEIRO IMOLADO e não o fazem?

Diante das espécies consagradas, o homem já perdeu completamente o respeito. Qualquer um pode chegar com as suas vestes, por mais imundas que sejam, sendo que nenhuma autoridade na Terra permitiria que chegasse perto deles. Entretanto, perto do “CORDEIRO”, essas pessoas podem na hora da distribuição da Santa Hóstia.
Quanto mais aumentar a quantidade de fiéis que tocam nas espécies consagradas, podem esperar que muito mais aumentem todos os tipos de castigos e violência, e a Terra ficará insuportável de se viver.

Ó sacerdotes, a vossa obrigação é zelar pela Casa de Deus, como está escrito em João. 2, 17: “O zelo de tua casa me consome”. E em Jerem. 48, 10: “Maldito aquele que faz com negligência a obra do Senhor”!

E nós leigos também vamos ser cobrados por aceitar este modernismo e profanação na Casa de Deus. Agora chegou a hora de escolhermos em qual lado do muro queremos estar: se do lado de Deus ou do lado do inimigo. Leia com atenção esta passagem (Lc. 4, 13). 

Este é o momento oportuno que o inimigo quer te enganar. É por isso e muito mais que nós devemos dar graças e louvores a Deus por Ele ter nos dado o Profeta Pedro II. Quem estiver com o Profeta está com Deus e quem estiver contra o Profeta está contra Deus.

Lembrem-se: Quem escolheu este Profeta (Pedro II), não foi nem uma autoridade aqui da terra! Não foi um Padre, nem um Bispo e nem um governador; portanto quem o escolheu foi o Próprio DEUS Altíssimo e lhe deu a Sua assinatura num pé de árvore. Quem está contra este Profeta, também está contra DEUS, assim como os sumos Sacerdotes que foram contra o Próprio Filho de DEUS, JESUS CRISTO.

Deus sempre conduziu o mundo através dos Profetas, desde o Antigo Testamento e agora nestes tempos tão confusos. Agora é que Deus precisa chamar atenção da humanidade através dos Seus Profetas! A hora é esta, é o momento oportuno, pois estamos vivendo tempos muito confusos, a crise e a perda da fé, não se sabe mais o que é esquerdo ou direito.

“Ai daqueles que ao mal chamam bem, e ao bem, mal, que mudam as trevas em luz e a luz em trevas, que tornam doce o que é amargo, e amargo o que é doce!” (Isaías 5, 20).

Vamos pedir a nossa Mãe, Maria Santíssima, Ela que é Rainha do Espírito Santo, para nos conduzir e a todos aqueles que ainda têm dúvida desta tão grande obra divina A PALAVRA VIVA DE DEUS.


fonte: http://ceifadores.com.br/noticia/6426
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Segundo S. Bernardo, os sacerdotes, caindo da altura a que se acham elevados, de tal modo se afundam na malícia, que perdem a lembrança de Deus, e tornam-se surdos a todas as ameaças da justiça divina, a tal ponto que nem o perigo da sua condenação os espanta.

Mas que haverá nisso de admirável? O padre, pecando, cai no fundo do abismo, onde fica privada da luz e despreza tudo. Acontece então o que diz o Sábio: Caído no fundo do abismo do pecado, o ímpio despreza. Este ímpio é o padre que peca por malícia; um só pecado mortal o precipita no fundo das misérias, em que cegamente permanece mergulhado.

Nesse estado despreza tudo: castigos, advertências, presença de Jesus Cristo, a quem toca no altar. Não córa de se tornar pior que o traidor Judas, como o próprio Senhor um dia disse a Sta. Brígida: Tais padres já não são sacerdotes meus, mas verdadeiros traidores. Sim, tais padres são verdadeiros traidores, porque abusam da celebração da Missa, para ultrajarem mais cruelmente a Jesus Cristo pelo sacrílego!

Fonte: A Selva – Sto Afonso de Ligório – págs: 18-19

Ilustração e imagem retiradas do site: https://sol2611.wordpress.com/2015/08/04/dai-nos-senhor-sacerdotes-segundo-o-vosso-coracao/

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Observação:

01 de Dezembro - Bem-aventurado Charles de Foucauld

Eremita e mártir (1858-1916)

A Santa Sé considerou venerável Charles de Foucauld, em 2001 e em 13 de
 novembro de 2005 o papa João Paulo II o declarou Bem-aventurado.
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Leia também: 

E tu Sacerdote, porque quer levar almas para a condenação?



quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Encontrado as ruínas da cidade do pecado: Sodoma.

Arqueólogos encontram na Jordânia ruínas da "cidade do pecado", que teria sido exterminada por Deus numa das mais conhecidas histórias bíblicas
Raul Montenegro (raul.montenegro@istoe.com.br)


Agora, uma escavação conduzida pela Universidade Trinity Southwest, dos Estados Unidos, em parceria com o Departamento de Antiguidades da Jordânia, está ajudando a passar a história das localidades da lenda para o mundo real. Os responsáveis pela pesquisa dizem que acharam as ruínas de Sodoma a 14 km do Mar Morto, na Jordânia, e que já sabem onde está Gomorra.

“Depois de 15 anos de exploração eu penso que nós descobrimos Sodoma, como as evidências científicas demonstram”, afirma Steven Collins, o arqueólogo que chefia o estudo. “A cidade é uma realidade geográfica tanto quanto Jerusalém.”






A Sodoma bíblica teria sido exterminada por Deus porque seus moradores eram adeptos da pederastia, de acordo com as escrituras. Na realidade, era uma metrópole de 10 mil pessoas que floresceu entre 3500 e 1540 a.C. O local foi um centro comercial cercado por fortificações de até 50 metros de espessura que protegiam as partes alta e baixa da cidade, reservadas a ricos e pobres. Foram encontrados mais de 100 mil peças de cerâmica do período, áreas residenciais e administrativas, um templo e um palácio vermelho, assim chamado pela cor de suas pedras. Há 3,5 mil anos, essa civilização subitamente desapareceu e a região ficou desabitada por 700 anos.

De acordo com a equipe, Sodoma foi destruída pelo impacto de um meteorito similar ao que atingiu Tunguska, na Sibéria, em 1908. O cataclismo pode ter sido a origem dos relatos bíblicos. A pesquisa aponta que as paredes da cidade foram destroçadas e que o solo foi desnudado por 500 km quadrados. “Temos cientistas em sete grandes universidades analisando as amostras que colhemos no sítio e nos arredores”, diz Collins.

Os arqueólogos chegaram a Sodoma comparando passagens das escrituras com ruínas jordanianas. “Gênesis 13 claramente coloca Sodoma ao norte e ao leste do Mar Morto”, afirma o pesquisador. É descrita ainda como uma poderosa localidade cercada por cidades-satélite, o que bate perfeitamente com os achados. Um dos centros orbitando Sodoma é Gomorra, que se acredita estar 1 km ao norte. A estimativa é que os arredores concentrassem até 80 mil pessoas.

fonte: IstoÉ _ comportamento

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Na leitura da Sagrada Escritura, duas coisas saltam aos olhos: a clareza com a qual a homossexualidade é definida como uma aberração antinatural; e a energia com que sua prática é punida por Deus.

Já no Antigo Testamento afirma-se que “aquele que pecar com um homem, como se ele fosse uma mulher, ambos cometeram uma coisa execranda, sejam punidos de morte, o seu sangue caia sobre eles” ( Lev. 20,13 ).

Essa ameaça divina não ficou no ar. Todos sabemos como Deus fez “chover sobre Sodoma e Gomorra enxofre e fogo [vindo] do céu; e destruiu estas cidades, e todo o país em roda, todos os habitantes das cidades, e toda a vegetação da terra” (Gen. 19, 24-26). 


No total, foram cinco as cidades punidas, as quais estão ainda submersas ao sul do Mar Morto, como se pôde constatar recentemente em trabalhos arqueológicos. Aliás, o Mar Morto leva esse nome por não haver nele sinal de vida, e porque, nas regiões circunvizinhas, o deserto testifica a maldição de Deus sobre as cidades criminosas que lá se encontravam.

A energia desse castigo divino ficou tão firmemente registrada na memória da humanidade, que ainda hoje a prática do homossexualismo é conhecida como “sodomia”, precisamente em lembrança do castigo bíblico a Sodoma.

Leia-se o que diz o Apóstolo São Paulo, descrevendo os frutos da idolatria:

       “Porque as suas próprias mulheres mudaram o uso natural, em outro uso, que é contra a natureza. E do mesmo modo, também os homens, deixando o uso natural da mulher, arderam nos desejos mutuamente, cometendo homens com homens a torpeza, e recebendo em si mesmos a paga que era devida ao seu desregramento. 
         E, como não procuram conhecer a Deus, Deus abandonou-os a um sentimento depravado, para que fizessem o que não convém, cheios de toda iniqüidade, malícia e fornicação” (I Rom., 26 e ss.).

E a condenação do Apóstolo não se limita aos que praticam a sodomia, mas até às pessoas que a aprovam complacentes: 

       “As quais, tendo conhecido a justiça de Deus, não compreenderam que os que fazem tais coisas são dignos de morte; e não somente quem as faz, mas também quem aprova aqueles que as fazem” (idem, 32).

E a morte com que ele ameaça esses pecadores não é nem sequer desta vida, mas é a morte eterna! Veja-se: 

        “Não vos enganeis: nem mesmo os fornicadores, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, ... possuirão o reino de Deus” (I Cor. 6, 9-10). 

Ou seja, irão para o Inferno.

fonte: http://catolicismo.com.br/materia/materia.cfm?IDmat=61&mes=julho2001



domingo, 18 de outubro de 2015

Concílio Vaticano III - leia-se: Sínodo da Família, o novo aggiornamento.

Na ocasião do concílio Vaticano II, o Santo Padre Pio havia recusado as inovações e o 'aggiornamento'.




Aggiornamento é um termo italiano, que significa "atualização". Esta palavra foi a orientação chave dada como objetivo para o Concílio Vaticano II, convocado pelo Papa João XXIII em 1962[1] [2] . Por outras palavras, o aggiornamento é a adaptação e a nova apresentação dos princípios católicos ao mundo actual e moderno, sendo por isso um objectivo fundamental do Concílio Vaticano II.
O documento conciliar Sacrosanctum Concilium resume o espírito do aggiornamento da seguinte maneira: "fomentar a vida cristã entre os fiéis, adaptar melhor às necessidades do nosso tempo as instituições susceptíveis de mudança, promover tudo o que pode ajudar à união de todos os crentes em Cristo, e fortalecer o que pode contribuir para chamar a todos ao seio da Igreja[3] .
fonte: Wikipedia


Publicamos a seguir um extrato do artigo do Frei João, capuchinho de Morgon (França), publicado na Carta aos amigos de São Francisco, n° 17, de 02.02.1999:

“Modelo de respeito e de submissão a seus superiores eclesiásticos e religiosos, em particular por ocasião das perseguições contra ele próprio, o Padre Pio de Pietrelcina não podia ficar mudo ante um desafio nefasto à Igreja.

Antes mesmo do fim do concílio, em fevereiro de 1965, anunciaram-lhe que seria preciso em breve celebrar a missa segundo um novo rito “ad experimentum”, em língua vulgar, e elaborado por uma comissão litúrgica conciliar para responder às aspirações do homem moderno.

Antes mesmo de ter o seu texto sob os olhos, escreveu imediatamente a Paulo VI, pedindo-lhe fosse dispensado dessa experiência litúrgica e pudesse continuar a celebrar a Missa de São Pio V.

Tendo-se o cardeal Bacci deslocado para lhe levar esta autorização, Padre Pio deixou escapar esta queixa para o enviado do Papa: “O Concilio, por piedade, acabai com ele depressa!”

No mesmo ano, na euforia conciliar que prometia uma “nova primavera” para a Igreja e para o mundo, confiava a um de seus filhos espirituais:

“Rezemos nesta época de trevas. Façamos penitência pelos eleitos.” E sobretudo por aquele que deve ser o supremo pastor da Igreja católica: toda a sua vida ele “se imolará” pelo Papa reinante, cuja fotografia figurará sempre entre as raras imagens da sua cela.

Quão significativas outras cenas: estas reações em face do “aggiornamento” que as ordens religiosas assimilaram no dia seguinte ao Vaticano II (citações extraídas duma obra munida de Imprimatur):

“O Padre Geral (dos franciscanos) veio de Roma antes do capítulo especial para as constituições, em 1966, para pedir ao Padre Pio orações e bênçãos. Encontrou o Padre Pio no corredor do convento: ‘Padre, vim para vos recomendar o capítulo especial para as novas constituições…’ Apenas ouviu “capítulo especial”, Padre Pio fez um gesto violento e gritou: ‘Não são senão parlapatices e ruínas!’ — ‘Mas que quereis, Padre? As novas gerações… os jovens evoluem à sua maneira… há novas exigências…’ — ‘É o cérebro e o coração que faltam, eis tudo, a inteligência e o amor.Em seguida avançou para a sua cela, deu meia-volta, e apontou o dedo dizendo:

“Não nos desnaturemos, não nos desnaturemos! Quando Deus nos julgar, São Francisco não nos reconhecerá como filhos!”

Um ano depois, a mesma cena para o “aggiornamento” dos capuchinhos: “Um dia, confrades discutiam com o Padre Definidor Geral sobre a Ordem, quando o Padre Pio, tomando uma atitude espantosa, se pôs a gritar ao mesmo tempo que fixava o olhar longe:

“Mas que estais prestes a fazer em Roma? Que combinais vós? Quereis mesmo mudar a Regra de São Francisco!” E o Definidor diz: “Padre, propõem-se estas mudanças, porque os jovens nada querem saber da tonsura, do hábito, dos pés descalços…” — “Expulsai-os! Expulsai-os! Mas quê? São eles que vão fazer um favor a São Francisco ao tomar o hábito e ao seguir o seu modo de vida, ou é antes São Francisco que lhes faz um grande dom?”


Se se considera que o Padre Pio foi um verdadeiro alter Christus, que toda a sua pessoa, corpo e alma, foi tão perfeitamente conforme quanto possível à de Jesus Cristo,
esta recusa nítida das inovações da Missa e do “aggiornamento” deve ser para nós uma lição que reter.


http://www.rainhamaria.com.br/Pagina/17820/Sao-Pio-de-Pietrelcina-o-Concilio-e-a-Missa-Nova

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Sínodo da família regressa ao Vaticano mais dividido do que nunca


Situação dos divorciados e posição face aos homossexuais opõe sectores reformistas e conservadores. Papa tentará na reunião um equilíbrio delicado.

Um ano depois, bispos de todo o mundo regressam neste domingo ao Vaticano para o segundo dos dois sínodos sobre a família, num ambiente de grande tensão entre reformistas e conservadores. O Papa, que fez deste um tema central do seu pontificado, não quer que a reunião fique refém da discussão sobre a situação dos divorciados que voltaram a casar ou dos homossexuais. Mas pela frente tem a árdua tarefa de conciliar posições que estão mais extremadas do que nunca.
“Existem tantos outros problemas”, desabafou Francisco aos jornalistas no regresso da viagem aos Estados Unidos e a Cuba, um périplo cheio de desafios diplomáticos que parecem fáceis quando comparados com a reunião que se avizinha. No avião, o Papa disse que a Igreja precisa, por exemplo, de uma resposta pastoral para “os jovens que não se querem casar” ou de “reflectir sobre como pode melhorar a preparação para o matrimónio”.
Só que não serão esses temas, aliás bastante consensuais, que mais vão ocupar os 360 participantes no Sínodo, dos quais 279 são bispos vindos de todo o mundo para discutir “a vocação e a missão da família na Igreja e no mundo contemporâneo”. 

Foi o Papa, aliás, que direcionou a discussão quando, ao convocar o sínodo extraordinário de 2014, afirmou que a Igreja não deve excluir os divorciados recasados, os que vivem em uniões informais, os homossexuais. 

Sem abrir a porta à revisão da doutrina – “o casamento é indissolúvel”, reafirmou no regresso dos EUA –, defende uma atitude pastoral que seja inclusiva.

Posição que é partilhada pelo bispo da diocese de Portalegre-Castelo Branco, que tal como o cardeal patriarca de Lisboa, Manuel Clemente, participará no encontro. A Igreja tem de responder a estas famílias “sem julgar, sem condenar, sem apontar”, disse à Lusa Antonino Dias, que é também presidente da comissão episcopal da família.

Mas se os reformistas aplaudem a possibilidade de aggiornamento, os conservadores denunciam o que dizem ser uma cedência ao relativismo moral das sociedades ocidentais. A tensão ficou bem visível no primeiro sínodo, no Outono passado, onde as críticas ao Papa se fizeram ouvir fora das salas fechadas onde decorreu o encontro, que terminou sem que as duas propostas mais polémicas fossem aprovadas: o acesso dos divorciados recasados aos sacramentos e o acolhimento dos homossexuais na Igreja “com respeito e delicadeza”.

http://www.publico.pt/mundo/noticia/sinodo-da-familia-regressa-aovaticano-dividido-como-nunca-1709908
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O que querem os "adaptadores a nova sociedade e vida familiar":
Anote ai:

#quebra de paradigmas - 0:50s
#reapresentar a revelação sobre a família - 1:12s
#são textos que pertencem a uma época distante - 4:08s




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" Há um paradoxo entre a fachada democrática deste pontificado e a força de seu pulso. 

Francisco quer dar mais poder aos bispos e às conferências episcopais, ele recusa o título de “Papa” para privilegiar o de “Bispo de Roma”, mas muitos, na Cúria, falando de sua autoridade evocam seu “autoritarismo”… Outro paradoxo: o Papa quer uma gestão colegiada da Igreja Católica, transformando o Sínodo dos Bispos em uma espécie de assembleia permanente consultiva e constituinte. 

Mas toda reforma da Cúria resulta na concentração do poder executivo – que era o apanágio do Secretário de Estado, uma espécie de primeiro ministro – nas mãos… unicamente do Papa. Esta é uma reforma que já está estabelecida. É preciso recuar longe na História da Igreja para encontrar uma igual concentração. 

Entende-se hoje porque, em 2005, o Cardeal Martini, por ocasião do Conclave que elegeu Bento XVI não apoiou seu confrade jesuíta Bergoglio, que era, no entanto, o oponente do Cardeal Ratzinger. 

Eles partilhavam o mesmo programa reformista, uma espécie de Concílio Vaticano III progressista em ato, mas o Arcebispo de Buenos Aires não tinha boa reputação na Companhia de Jesus. 

Ele era conhecido por seu caráter sombrio e autoritário que lhe tinha valido um longo afastamento quando ele era encarregado do governo de uma província jesuíta. Este Papa é um patrão. Ele é genioso. Além disso, sua popularidade mundial é tamanha que ele não tem medo de ninguém. "
Jean-Marie Guénois


O especialista de religiões do Figaro explica as reformas que o Papa quer implantar e as diferenças de fundo e de forma com seus predecessores. Jean-Marie Guénois é redator-chefe no Figaro, encarregado de Religiões. Ele acaba de publicar Até onde irá Francisco [Jusqu’ou ira François], na editora JC Lattes.

http://www.catolicismoromano.com.br/content/view/5417/34/




sábado, 10 de outubro de 2015

Um presente de DEUS - vídeo - e quem financia "católicas pelo direito a decidir"




“Planned Parenthood, a maior multinacional pró aborto do mundo, esconde sistematicamente estupros e escravidão sexual de menores, também realiza práticas racistas, infanticidas e tem a missão de procurar e destruir os bebês de sexo feminino nos Estados Unidos”, revelou o mais recente relatório da organização pró-vida americana Live Action que investigou durante três anos unidades das clínicas.

O documento chamado ‘Mentiras, corrupção e escândalo’ traz a seguinte conclusão: “Em 16 diferentes visitas às clínicas durante apenas três anos, as instalações da Clínica ‘Planned Parenthood’ escondiam consistentemente o estupro de menores, e induziram à exploração sexual comercial de crianças”.
O que muitos já desconfiavam agora ficou comprovado: a Planned Parenthood Federation of America trafica órgãos de bebês.


Como é público e notório, essa multinacional aborteira, que detém a maior cadeia de clínicas de aborto dos Estados Unidos, é financiada pelo governo americano — do qual recebe 528 milhões de dólares/anuais de impostos dos contribuintes. 


Também recebe doações de grandes instituições, como a Fundação Ford e a Fundação Bill Gates & Melinda. Com esses financiamentos — concedidos à sombra do subterfúgio de ajuda para o “planejamento familiar” e a “paternidade responsável” — os agentes da Planned Parenthood, além de praticarem aborto em larga escala nas cidades americanas, promovem essa prática assassina nos cinco continentes. Consta que essa organização internacional é responsável por aproximadamente 300 mil abortos por ano!

Representantes da empresa de biotecnologia Center for Medical Progress – CMP (Centro para o Progresso Médico), simulando interesse pela compra de órgãos de bebês abortados em clínicas da Planned Parenthood, marcaram entrevistas com dirigentes da multinacional em restaurantes, e com câmaras escondidas, gravaram o negócio macabro. Seis vídeos, divulgados recentemente e que documentam a comercialização de tecidos fetais, causaram horror nos Estados Unidos e em incontáveis pessoas do mundo inteiro.


O fato é que se legalizarem o aborto as mulheres pobres continuarão sem acesso aos atendimentos básicos da rede pública e vítimas da precariedade do sistema de saúde, que não dá conta das demandas existentes. Na realidade, os que querem a despenalização do aborto têm outros interesses, nada humanitários. O discurso sentimentalista é demagógico e perverso, porque oculta outras intenções.

Estão em jogo na questão do aborto interesses especialmente por razões econômicas, políticas e demográficas. A pressão para a legalização do aborto faz parte dessa estratégia de longo prazo e existe por causa de ações com origem fora do Brasil. A legalização do aborto cria um ambiente onde é possível desenvolver a pesquisa com clonagem reprodutiva que produzirá resultados espetaculares na reengenharia da sociedade humana, mas que hoje são imprevisíveis e estão sendo financiados sem expectativa imediata de lucro, mas aparentemente quase como algo que seria um meta-poder. 


Esta relação do aborto com a clonagem somente existe, e de modo bem evidente, na mente dos grandes condutores das fundações internacionais, como constatamos, por exemplo, o envolvimento da Fundação Rockefeller com a Biologia Molecular. De modo imediato, a legalização do aborto é desejada por ser o meio mais rápido e eficiente de controle populacional.

O ex-diretor do programa de controle populacional da USAID, nos anos 70, Reimert Ravenholt, dizia que com o orçamento disponibilizado pelo Congresso Americano à USAID (um montante que representou à época o segundo maior programa de ajuda externa já promovido pelos Estados Unidos em toda a sua história, menor apenas do que o Plano Marshall, que reergueu economicamente a Europa depois da Segunda Guerra Mundial) era possível reduzir de modo significativo o crescimento populacional de qualquer país em desenvolvimento, em um período de cinco anos, utilizando métodos convencionais como a esterilização e em apenas dois anos se pudesse ser utilizado o aborto.

Ao fim dos anos 70, quando os dirigentes deste plano perceberam que sua apresentação como um plano norte-americano de controle populacional começava a ser questionado pelos países em desenvolvimento, o magnata do petróleo John Rockefeller III, juntamente com uma cientista social que então trabalhava na Fundação Ford, resolveu introduzir o conceito de emancipação da mulher e dos direitos sexuais e reprodutivos, para que se pudesse impor a mesma coisa sem que se despertassem as mesmas reações.

 Com isso, organizações como a Fundação Ford e as Organizações Rockefeller passaram a financiar ativamente as redes de ONGs feministas, o movimento homossexual, a educação sexual liberal, a dissidência dentro da Igreja Católica, através de organizações como as “Católicas pelo Direito de Decidir” e outras similares, e também a introdução destes novos conceitos dentro da Organização das Nações Unidas para pressionar as nações em desenvolvimento e, especialmente, as da América Latina para legalizarem o aborto.

fontes consultadas:
http://ipco.org.br/ipco/noticias/denuncia-clinicas-abortistas-planned-parenthood-apoiam-o-estupro-e-a-escravidao-sexual-de-menores
http://www.midiasemmascara.org/artigos/globalismo/13988-a-quem-interessa-o-aborto.html
http://blogdafamiliacatolica.blogspot.com.br/2015/07/planned-parenthood-uma-macabra.html

ps.: páginas salvas em arquivos 'nuvens'.



Leia também:



sábado, 3 de outubro de 2015

A Cruz, Árvore da vida. O papa, o joio e a erva daninha.

A Cruz, Árvore da vida




Pregação de São Teodoro Estudita (759-826), monge em Constantinopla.

Como é bela a imagem da cruz! A sua beleza não oferece mistura de mal e de bem, como outrora a árvore do jardim do Éden. Toda ela é admirável, “uma delícia para os olhos e desejável” (Gn 3, 6). É uma árvore que dá a vida e não a morte; a luz, não a cegueira. Leva a entrar no Éden, não a sair dele. Esta árvore, à qual subiu Cristo, como um rei para o seu carro de triunfo, derrotou o diabo, que tinha o poder da morte, e libertou o gênero humano da escravidão do tirano. Foi sobre esta árvore que o Senhor, qual guerreiro de eleição, ferido nas mãos, nos pés e no seu divino peito, curou as cicatrizes do pecado, quer dizer, a nossa natureza ferida por Satanás.



The Triumph of Christianity Gustave Doré


Depois de termos sido mortos pelo madeiro, encontramos a vida pelo madeiro; depois de termos sido enganados pelo madeiro, é pelo madeiro que repelimos a serpente enganadora. Que permutas surpreendentes! A vida em vez da morte, a imortalidade em vez da corrupção, a glória em vez da ignomínia. Por este motivo, o apóstolo Paulo exclamou: “Toda a minha glória está na cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo” (Gl 6, 14) … 


Mais do que qualquer sabedoria, esta sabedoria que floresceu na cruz tornou ignóbeis as pretensões da sabedoria do mundo (1 Cor 1, 17s)



Adam Elsheimer Glorificação da Cruz 1605 Frankfurt


É pela cruz que a morte foi morta e Adão restituído à vida. É pela cruz que todos os apóstolos foram glorificados, todos os mártires coroados, todos os santos santificados. É pela cruz que fomos reconduzidos como as ovelhas de Cristo, e fomos reunidos no redil do alto.

«Elevado da terra, atrairei todos a Mim» (Jo 12,32)
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O papa e seu discurso: "fracasso da cruz"






Oséias 10,

4.Proferem vãos discursos e juram falso quando concluem suas alianças; os processos brotam como a erva venenosa nos sulcos.


São Mateus 13,

24.Jesus propôs-lhes outra parábola: O Reino dos céus é semelhante a um homem que tinha semeado boa semente em seu campo.

25.Na hora, porém, em que os homens repousavam, veio o seu inimigo, semeou joio no meio do trigo e partiu.

26.O trigo cresceu e deu fruto, mas apareceu também o joio.

27.Os servidores do pai de família vieram e disseram-lhe: - Senhor, não semeaste bom trigo em teu campo? Donde vem, pois, o joio?

28.Disse-lhes ele: - Foi um inimigo que fez isto! Replicaram-lhe: - Queres que vamos e o arranquemos?

29.- Não, disse ele; arrancando o joio, arriscais a tirar também o trigo.

30.Deixai-os crescer juntos até a colheita. No tempo da colheita, direi aos ceifadores: arrancai primeiro o joio e atai-o em feixes para o queimar. Recolhei depois o trigo no meu celeiro.


. . .

36.Então despediu a multidão. Em seguida, entrou de novo na casa e seus discípulos agruparam-se ao redor dele para perguntar-lhe: Explica-nos a parábola do joio no campo.

37.Jesus respondeu: O que semeia a boa semente é o Filho do Homem.

38.O campo é o mundo. A boa semente são os filhos do Reino. O joio são os filhos do Maligno.

39.O inimigo, que o semeia, é o demônio. A colheita é o fim do mundo. Os ceifadores são os anjos.

40.E assim como se recolhe o joio para jogá-lo no fogo, assim será no fim do mundo.

41.O Filho do Homem enviará seus anjos, que retirarão de seu Reino todos os escândalos e todos os que fazem o mal

42.e os lançarão na fornalha ardente, onde haverá choro e ranger de dentes.

43.Então, no Reino de seu Pai, os justos resplandecerão como o sol. Aquele que tem ouvidos, ouça.




Fontes consultadas:
www.bibliacatolica.com.br
www.catolicosconservadores.wordpress.com
http://tulacampos.blogspot.com.br/2011/09/santa-cruz-tesouro-da-misericordia-de.html
http://evangelhoquotidiano.org/


Conferir com a Mensagem abaixo:


sábado, 26 de setembro de 2015

Meu Deus,... 'eu não sabia'. Como é, que é ???

Muitos estão deixando para a última hora, pensando que DEUS "tudo perdoa", se a pessoa alegar desconhecimento ou ignorância em determinado assunto: o seu corpo - templo de DEUS.

Deus tudo perdoa, se a pessoa reconhecer o seu erro - HOJE - e buscar um sacerdote conservador para receber o sacramento da confissão. Se lembram da parábola das 5 virgens tolas e das 5 virgens prudentes? (leia a mensagem no final desse artigo)

Mas alegar desconhecimento, porque o padre não cobra ou não fala em suas homilias sobre isso,... seria se apoiar somente em uma fonte de informação. Sendo que temos outras duas de suma importância para crescimento na fé e na edificação espiritual de um católico sincero que busca um dia estar no paraíso, no Reino de DEUS.

Vejamos cada uma delas!



O que diz a Sagrada Escritura:

I Tessalonicenses, 4
1. No mais, irmãos, aprendestes de nós a maneira como deveis proceder para agradar a Deus - e já o fazeis. Rogamo-vos, pois, e vos exortamos no Senhor Jesus a que progridais sempre mais.
2. Pois conheceis que preceitos vos demos da parte do Senhor Jesus.
3. Esta é a vontade de Deus: a vossa santificação; que eviteis a impureza;
4. que cada um de vós saiba possuir o seu corpo santa e honestamente,







5. sem se deixar levar pelas paixões desregradas, como os pagãos que não conhecem a Deus;



    Mulher não se vestirá de homem (calça) - Det 22,5

Homem não deve usar bermuda


6. e que ninguém, nesta matéria, oprima nem defraude a seu irmão, porque o Senhor faz justiça de todas estas coisas, como já antes vo-lo temos dito e asseverado.
7. Pois Deus não nos chamou para a impureza, mas para a santidade.
8. Por conseguinte, desprezar estes preceitos é desprezar não a um homem, mas a Deus, que nos deu o seu Espírito Santo.

****


I Coríntios, 6

12. Tudo me é permitido, mas nem tudo convém. Tudo me é permitido, mas eu não me deixarei dominar por coisa alguma.
13. Os alimentos são para o estômago e o estômago para os alimentos: Deus destruirá tanto aqueles como este. O corpo, porém, não é para a impureza, mas para o Senhor e o Senhor para o corpo:
14. Deus, que ressuscitou o Senhor, também nos ressuscitará a nós pelo seu poder.

15. Não sabeis que vossos corpos são membros de Cristo? Tomarei, então, os membros de Cristo e os farei membros de uma prostituta? De modo algum!




16. Ou não sabeis que o que se ajunta a uma prostituta se torna um só corpo com ela? Está escrito: Os dois serão uma só carne (Gn 2,24).
17. Pelo contrário, quem se une ao Senhor torna-se com ele um só espírito.
18. Fugi da fornicação. Qualquer outro pecado que o homem comete é fora do corpo, mas o impuro peca contra o seu próprio corpo.
19. Ou não sabeis que o vosso corpo é templo do Espírito Santo, que habita em vós, o qual recebestes de Deus e que, por isso mesmo,  já não vos pertenceis?   

20. Porque fostes comprados por um grande preço. Glorificai, pois, a Deus no vosso corpo.


Catecismo


2521. A pureza exige o pudor. O pudor é parte integrante da temperança. O pudor preserva a intimidade da pessoa. Designa a recusa de mostrar o que deve ficar oculto. Ordena-se à castidade e comprova-lhe a delicadeza. Orienta os olhares e as atitudes em conformidade com a dignidade das pessoas e com a união que existe entre elas.

2523. Existe um pudor dos sentimentos, tal como existe um pudor corporal. Ele protesta, por exemplo, contra as explorações exibicionistas do corpo humano em certa publicidade, ou contra a solicitação de certos meios de comunicação em ir longe demais na revelação de confidências íntimas. O pudor inspira um modo de viver que permite resistir às solicitações da moda e à pressão das ideologias dominantes.




2524. As formas de que o pudor se reveste variam de cultura para cultura. No entanto, ele continua a ser, em toda a parte, o pressentimento duma dignidade espiritual própria do homem. Nasce com o despertar da consciência pessoal. Ensinar o pudor às crianças e adolescentes é despertá-los para o respeito pela pessoa humana.







#Bibliografia e imagens retiradas do google e dos sites abaixo:
https://rosamulher.files.wordpress.com/2010/02/vestido-marrom-estampado-com-jaqueta-trab.jpg
http://www.oprincipedoscruzados.com.br/2014/10/roupas-modestas-e-elegantes-para.html
http://www.vatican.va/archive/cathechism_po/index_new/p3s2cap2_2196-2557_po.html

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Mensagem recebida pelo Confidente Católico Bento da Conceição – Taquaras – Balneário Camboriú – Santa Catarina – Brasil. Informações: (0xx47) 3169-1316

Tudo indica que Seu dia está se aproximando

24/09/2015

Comunidade Ariticun - Paraguai - Residência do sr. Alcidio e Mirtes Angst

  <Jesus> Os problemas da vida estão prestes a se acabarem. Há quem diga que nada disso irá acontecer. Pois a vós Eu digo: Não durmam tanto. Um pouco a mais que ficarem acordados, será para o bem de vosso espírito, porque ele precisa ser como Eu criei. Quando orei ao Pai no deserto, foi por vós que pedi a Ele, que ficassem vivos para Me esperar. E é isto que Estou fazendo, dando força a vocês, Filhos da Luz. Por Mim vocês fazem de tudo para Me agradar. O mesmo Venho fazendo. Sei que é um pouco cansativo ficar acordado, mas não deixa de ser um alerta, e não, fazer como as cinco tolas, que não se preveniram. Cansadas, elas dormiram, e não esperaram o noivo chegar, e quando chegou, foi tarde para elas, enquanto as cinco prudentes, ficaram de vigia. Essas vieram ao Meu encontro. Será assim com os que não acreditam mais na Minha segunda Volta. Olhem que o tempo corre depressa, e Eu não gostaria que fosse assim. Uma boa parte já não acredita no que foi dito pelos Profetas.

  <João>  Estejam em dia com o Nosso Deus Todo Poderoso. Ele está sendo até hoje o nosso Escudo, onde Seus Anjos não param de louvar também por vós. Toda a felicidade do mundo está para se cumprir, e é isto que irá acontecer a qualquer momento. Por isso, irmão, até agora não dormiste, porque estás sendo, no meio dos escolhidos, uma Luz que não pode se apagar, como o Nosso Bom Deus é para Nós no Céu. Todos estão de prontidão para o momento que vem se aproximando, da segunda Volta de Jesus, Filho de Deus. Como foi a primeira, a segunda quase será o mesmo. Será um dia consagrado a Ele, não sabemos o dia e nem a hora, mas tudo indica que Seu dia está se aproximando. Como servo de Deus que Sou, ajudo todos os que vierem a obedecer Suas Leis, que por Nós foram escritas.
          Eu sou João, aquele que teve uma visão na ilha de Patmos. Pois a vós peço: façam tudo como Ele vem pedindo, porque o Seu dia se aproxima.

Jesus, João e Pedro II

Quando disse: Que importa que fique vivo?

domingo, 13 de setembro de 2015

A PVD está para aqueles que enxergam a verdade: o papa está com a gasolina e o fósforo na mão.

*PVD - abreviatura que significa A Palavra Viva de DEUS


" A Palavra Viva de Deus é um grupo de leigos CATÓLICOS obedientes às regras conservadoras da única igreja Cristã verdadeira. Somos liderados pelo Profeta Pedro II, confidente de Jesus, Nossa Senhora e do Céu inteiro, que a mais de 42 anos vem recebendo as Mensagens do Céu e transmitindo para o mundo inteiro. "


fonte: http://www.apalavravivadedeus.com.br/

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Roberto de Mattei
Corrispondenza Romana
Tradução: FratresInUnum.com 



Os dois Motu proprio do Papa Francisco, Mitisiudex Dominus Iesus para a Igreja latina, e Mitis et misericors Jesu para as Igrejas orientais, anunciados em 8 de setembro de 2015, infligem uma grave ferida no matrimônio cristão.

A indissolubilidade do casamento é lei divina e imutável de Jesus Cristo. A Igreja (sob governo do papa Francisco) não pode “anular”, no sentido de dissolver, um casamento. Ela pode, com uma declaração de nulidade, verificar a sua inexistência, devido à falta dos requisitos que garantem a sua validade. Isto significa que em um processo canônico a prioridade da Igreja não é o interesse dos cônjuges na obtenção de uma declaração de nulidade, mas a verdade sobre a validade do vínculo matrimonial.

Pio XII lembra-nos a esse propósito que “no processo matrimonial o fim único é uma decisão conforme a verdade e o direito a respeito da alegada inexistência do vínculo matrimonial no referido processo de nulidade” (Discurso à Rota Romana, 2 de outubro de 1944).

O fiel pode enganar a Igreja para obter a nulidade, por exemplo, através do uso de testemunha falsa, mas a Igreja não pode enganar a Deus e tem o dever de apurar a verdade de modo claro e rigoroso. No processo canônico deve ser defendido acima de tudo o supremo interesse de uma instituição divina, que é o casamento. 

O reconhecimento e a proteção desta realidade são formulados no âmbito jurídico com a sintética expressão favor matrimonii, ou seja, a presunção, até prova em contrário, da validade do casamento. João Paulo II explicou bem que a indissolubilidade é apresentada pelo Magistério como a lei comum de todo casamento celebrado, porque se pressupõe a sua validade, independentemente do sucesso da vida conjugal e da possibilidade, em certos casos, de uma declaração de nulidade (Discurso à Rota Romana, 21 de janeiro de 2000).

Quando o Iluminismo tentou ferir de morte o matrimônio cristão, o Papa Bento XIV, com o decreto De miseratione de 3 de novembro de 1741, ordenou que em cada diocese fosse nomeado um defensor vinculi e introduziu, para obter a declaração de nulidade, o princípio da necessária concordância das sentenças nos dois graus de julgamento. O princípio da dupla sentença concordante foi consagrado pelo Código de Direito Canônico de 1917 e incorporado no código promulgado por João Paulo II em 25 de Janeiro de 1983.

No Motu Proprio do Papa Francisco, tal ótica é invertida. O interesse dos cônjuges tem primazia sobre o do casamento. É o próprio documento que o afirma, resumindo nestes pontos os critérios fundamentais da reforma: abolição das duas sentenças concordantes, substituídas por uma única decisão a favor da nulidade, executável por si só; atribuição de um poder monocrático ao bispo, reputado único juiz; introdução de um processo sumário realmente incontrolável, com a substancial eliminação do papel da Rota Romana.

Como interpretar de outro modo, por exemplo, a abolição da dupla sentença? 

Quais são os graves motivos pelos quais, depois de 270 anos, esse princípio é revogado?

O Cardeal Burke lembrou a tal propósito uma catastrófica experiência. Nos Estados Unidos, de julho de 1971 a novembro de 1983, entraram em vigor as chamadas Provisional Norms, que efetivamente eliminaram a obrigatoriedade da dupla sentença. O resultado foi que a Conferência Episcopal não negou um só pedido de dispensa entre as centenas de milhares recebidas e, na percepção comum, o processo começou a ser chamado de “divórcio católico” (Permanere nella Verità di Cristo. Matrimonio e comunione nella Chiesa cattolica, Cantagalli, Siena 2014, pp. 222-223).

Mais grave ainda é a atribuição ao bispo diocesano da faculdade de, como único juiz, instruir discricionariamente um julgamento sumário e chegar à sentença. O bispo pode exercer pessoalmente o seu poder ou delegá-lo a uma comissão, não necessariamente composta por juristas. Uma comissão formada à sua imagem, que seguirá naturalmente as suas instruções pastorais, como já é o caso dos “centros diocesanos da escuta”, privados até hoje de qualquer competência jurídica. 

A combinação entre o cânon 1.683 e o artigo 14 sobre as regras de procedimento a esse respeito tem um alcance explosivo. Sobre as decisões pesarão inevitavelmente considerações de natureza sociológica: os divorciados recasados terão, por razões de “misericórdia”, uma via preferencial. “A Igreja da Misericórdia – observa Giuliano Ferrara – se pôs a correr” (“Il Foglio”, 9 de setembro de 2015). Corre numa estrada não administrativa, mas “judiciária”, na qual de judiciário resta muito pouco.

Em algumas dioceses, os bispos procurarão garantir a seriedade do processo, mas é fácil imaginar que em muitas outras – por exemplo, da Europa Central – a declaração de nulidade tornar-se-á uma mera formalidade. Em 1993, Oskar Saier, Arcebispo de Friburgo em Brisgau, Karl Lehman, Bispo de Mainz, e Walter Kasper, Bispo de Rottenburg-Stuttgart, publicaram um documento em favor daqueles que estavam certos em consciência da nulidade do seu casamento, mas não tinham os elementos para prová-lo no tribunal (Vescovi dell’Oberrhein, Accompagnamento pastorale dei divorziati, “Il Regno Documenti”, 38 (1993), pp. 613-622).

A Congregação para a Doutrina da Fé respondeu com a Carta Annus Internationalis Familiae de 14 de setembro de 1994, afirmando que essa via não era percorrível, porque o casamento é uma realidade pública: “não reconhecer este aspecto essencial significaria negar de fato que o casamento existe como realidade da Igreja, quer dizer, como um sacramento”. 

Mas a proposta foi retomada recentemente pelo serviço diocesano de pastoral de Friburgo em Brisgau (Orientamenti per la pastorale dei divorziati, “Il Regno Documenti”, 58 (2013), pp. 631-639), segundo o qual os divorciados recasados, após a“nulidade de consciência” do casamento anterior, poderão receber os sacramentos e exercer funções nos conselhos paroquiais.

O favor matrimonii é substituído pelo favor nullitatis, que passa a constituir o elemento principal do direito, enquanto a indissolubilidade é reduzida a um “ideal” impraticável. A afirmação teórica da indissolubilidade do casamento é de fato acompanhada na prática pelo direito à declaração de nulidade de qualquer vínculo fracassado. Bastará alguém acreditar em consciência que o próprio casamento é inválido para fazê-lo reconhecer como nulo pela Igreja. É o mesmo princípio pelo qual alguns teólogos consideram “morto” um casamento em que, de acordo com ambos os cônjuges ou com um deles, “o amor está morto”.

[...].

Fala-se há mais de um ano de cisma latente na Igreja, mas quem o diz agora é o cardeal Gerhard Müller, Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, que num discurso em Regensburg evocou o risco de uma divisão na Igreja, convidando a ser muito vigilante e não esquecer a lição do cisma protestante que inflamou a Europa há cinco séculos.

Na véspera do Sínodo sobre a família em outubro, a reforma do Papa Francisco não apaga nenhum incêndio, mas o alimenta e aplaina o caminho para outras desastrosas inovações


Não é mais possível ficar calado.

Postado por Paulo Roberto Campos
fonte: blogdafamiliacatolica
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Mensagem recebida pelo Profeta Pedro II (Bento da Conceição) - Taquaras – Balneário Camboriú – Santa Catarina – Brasil. Informações fone- fax: (0xx47) 3367-7110 ou (0xx47) 9234-1114 (Vivo) ou (0xx47) 9112-8000 (Tim) ou (0xx47) 3360-7167


Jesus não quer nada de ninguém, só a alma

13/09/2015
          Imaculada é Meu Santo Nome, onde Sou chamada de Maria. Este título foi por ter Nascido sem pecado original. Abaixo de Deus, que é Meu Santo Filho Jesus, Sou a mais Pura. Por isso, Meu filhinho, é que Eu choro pelas imagens, por estar vendo a perca tão grande que vai ser desses filhos ingratos que se aproveitam da fraqueza, esses falsos pastores enganando o povo, tirando o pouco que têm em nome de Jesus, se Ele disse: “Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus” (Mt 22,21). Tu porém, Meu filhinho, faz toda a Vontade de Meu Santo Filho Jesus, sem pensar na riqueza material, e só na vida espiritual. Jesus já teve tantos Profetas, mas enfrentar como vens enfrentando esses hereges, um desafio que não é qualquer um que suportaria, sempre falando a verdade, que Jesus não quer nada de ninguém, a não ser só a alma. Em um tempo tão difícil, onde a cobiça ultrapassou demais, a ganância aumenta a fome dos homens pelo dinheiro, não se importando com os que não têm nem com o que se vestir, quanto mais a falta de alimentação na mesa dos pobres.
          Esse juiz que hoje quer se passar por um enviado de Deus, não é, é sim, do maior inimigo, que entrou na Igreja Católica, disfarçado de ovelha, mas é um lobo que vem distorcendo o que é de mais sagrado: a vida que uma mãe põe no mundo, e que agora vem perdoando o aborto; obra do diabo. É ele que quer acabar com a Criação.
          Este título que recebi, de: Imaculada, foi por ter Nascido sem a mancha do pecado, para mostrar às mães que a vida é uma só, e quem vem matando esta semente, perdão não terá, e quem vem obedecendo a esse que quer se passar por bonzinho, já é um revolucionário que vem para completar o fim dos tempos.
          Filhinho Pedro II, pronto já estás para entregar a Chave ao Meu Filho Jesus. Todo o teu trabalho fez com que muitos pudessem se lavar no Sangue do Cordeiro.

Coração de Maria e Pedro II