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domingo, 20 de outubro de 2019

Da Tradição para o xamanismo no Sínodo da Amazônia. A ruptura na Igreja Católica.


A “nova civilização” sonhada pelos organizadores do Sínodo da Amazônia rejeita a cidade, preferindo a selva; rejeita a política, preferindo a ecologia; rejeita o direito, preferindo a situação primitiva das tribos indígenas. Seu documento de trabalho foi qualificado de “herético” e “apóstata” pelo Cardeal Walter Brandmüller e rompe com o ensinamento tradicional da Igreja em pontos inegociáveis.
  • José Antonio Ureta
De 6 a 27 de outubro próximo realizar-se-á em Roma uma Assembleia Especial do Sínodo dos Bispos para a Região Pan-Amazônica. Os temas a serem abordados incluem desde o modelo de desenvolvimento econômico da região amazônica até o celibato sacerdotal, passando por propostas ecológicas e de caráter panteísta, atraindo por isso crescente atenção do público, inclusive de não católicos.
Instaurado por Paulo VI após o Concílio Vaticano II, o Sínodo dos Bispos é uma instituição permanente de caráter consultivo, convocado periodicamente pelo Papa a fim de discutir questões importantes para a Igreja. Pode revestir-se de três formas distintas: São gerais quando tratam de assuntos da Igreja universal, sendo convocados representantes dos episcopados do mundo inteiro. Tais assembleias gerais podem, por sua vez, caracterizar-se como ordinárias ou extraordinárias. Por exemplo, em outubro de 2015 e outubro de 2016 houve reuniões sinodais, uma de cada tipo, sobre o tema da família.
Mas o Papa pode também convocar assembleias especiais do Sínodo dos Bispos para tratar de assuntos relativos a uma região particular, que podem ser de um país (por exemplo, já houve assembleias especiais sobre a Holanda e o Líbano), de um continente inteiro (João Paulo II convocou uma para cada um dos cinco continentes, em preparação para o Jubileu do ano 2000), e também podem concernir toda uma região, como ocorreu em 2010 na assembleia especial para o Oriente Médio, que abordou a trágica situação dos cristãos na Terra Santa, ameaçados de extinção. Para o próximo Sínodo foram convocados bispos de nove países cujas dioceses ou administrações apostólicas se situam na bacia do rio Amazonas.
Apesar de se tratar de uma assembleia especial, desde sua convocação e seus primeiros trabalhos o Sínodo de outubro tomou uma dimensão universal, sendo apresentado pelos seus organizadores como um modelo para outras regiões e até para o mundo inteiro. Já o título do primeiro documento preparatório é eloquente nesse sentido: “Amazônia: novos caminhos para a Igreja e para uma ecologia integral”. O próprio documento afirma explicitamente esse caráter universal: “As reflexões do Sínodo Especial superam o âmbito estritamente eclesial amazônico, por serem relevantes para a Igreja universal e para o futuro de todo o planeta”. Não se restringe à preservação do meio ambiente em territórios similares, mas também enquanto modelo universal de uma nova sociedade inspirada no estilo de vida indígena, “capaz de romper com as estruturas que sacrificam a vida e com as mentalidades de colonização para construir redes de solidariedade e interculturalidade”.[i]
Inclusive do ponto de vista eclesiástico, a próxima assembleia especial terá um caráter universal. O vice-presidente da Conferência Episcopal Alemã, Dom Franz-Josef Bode, exprimiu a convicção de que o Sínodo para a região pan-amazônica trará grandes mudanças para a Igreja universal, e espera que o celibato para os padres seja “enriquecido com outras formas sacerdotais de vida”. E Dom Franz-Josef Overbeck, bispo de Essen, declarou ao site oficial da Conferência Episcopal Alemã que o Sínodo levará a uma “ruptura” na Igreja Católica, e a partir de outubro nada ficará como antes” em temas como a moral sexual, o celibato obrigatório, o papel das mulheres na Igreja, a estrutura hierárquica da Igreja e o chamado “clericalismo”.[ii]



Na verdade, os organizadores e os principais patrocinadores da reunião episcopal pretendem utilizá-la como plataforma para lançar uma Igreja-Nova sincretista — uma mistura de cristianismo e paganismo indígena — dedicada ao culto panteísta da mãe-terra, à preservação da mata virgem e à promoção do tribalismo comunitário, como alternativa à nossa sociedade industrializada, consumista e alegadamente predatória do meio ambiente.
Com base nos próprios textos preparatórios do Sínodo, e em declarações de seus organizadores e promotores, indicaremos nas próximas páginas as principais áreas nas quais se pretende materializar a “ruptura” ansiada por Dom Overbeck.
Ruptura teológica


A mais grave ruptura que se pretende é a teológica, a qual tem como ponto de partida o próprio conceito de Revelação. Tanto o documento preparatório enviado às comunidades católicas da bacia do Amazonas quanto o Instrumentum laboris (documento de trabalho) preparado a partir das respostas recebidas, fazem a promoção da Teologia Índia,[iii] que não é senão um sucedâneo da Teologia da Libertação de inspiração marxista.
Com efeito, essa corrente teológica teve que reciclar seu discurso após a publicação pela Congregação para a Doutrina da Fé, em 1984, da Instrução sobre alguns aspectos da Teologia da Libertação; e também como consequência do colapso do império soviético. Mas reciclou o discurso sem renunciar aos seus princípios básicos. Como afirmou o teólogo ultraprogressista José María Vigil, “apareceram os que foram chamados de ‘novos sujeitos emergentes’: o negro (raça oprimida), os índios (cultura oprimida) e as mulheres (o sexo oprimido)”. A esses novos paradigmas deveria acrescentar-se, segundo o mesmo autor, a ecoteologia, já que a terra “também é uma pobre, oprimida e explorada sem misericórdia, que precisa ser libertada dessa opressão”.[iv]
Ora, o que a Teologia da Libertação e seus derivados têm de específico é um conceito imanentista e historicista da Revelação. Segundo a Teologia católica, Deus é um ser transcendente à Criação, que o homem pode conhecer pela contemplação da ordem natural, mas principalmente através da Revelação sobrenatural contida nas Sagradas Escrituras e na Tradição apostólica. Os teólogos da libertação, pelo contrário, possuem um conceito imanentista, segundo o qual Deus não seria um Ser transcendente, mas uma espécie de motor ou força que impulsiona a História rumo à plenitude do “Reino”. E esse “Reino”, eles o identificam com uma nova sociedade sem “alienações”, na qual vigoram a perfeita igualdade e a mais completa liberdade.[v]



O matiz que separa a velha Teologia da Libertação da nova Teologia Índia é que, enquanto a primeira “tem enfatizado a ‘classe social’” e “tem se preocupado com a parte material do ser humano”, a Teologia Índia “se preocupa com a parte espiritual do povo”, como explica o Pe. Victor Zaruma, teólogo equatoriano da etnia Cañari.[vi] E acrescenta: “o espaço de luta é sobretudo a cultura e a religião”. Essa luta cultural e religiosa contra a alienação do “colonialismo” europeu se apoia na ideia de que as diferentes religiões representam a aspiração íntima do ser humano por uma união com a divindade, e que a visão de mundo e as mitologias dos povos indígenas são “sementes do Verbo” que manifestam a presença do Espírito na sua história.
Nesse diálogo intercultural, a Igreja deve também enriquecer-se com elementos claramente pagãos e/ou panteístas de tais crenças, como “a fé em Deus-Pai-Mãe Criador”, as “relações com os antepassados”, a “comunhão e harmonia com a terra”[xii] e a conectividade com “as diferentes forças espirituais”.[xiii]
Compreende-se então a enérgica declaração do Cardeal Walter Brandmüller no site de notícias austríaco Kath.net: “Deve ser dito enfaticamente que o Instrumentum laboris contradiz o ensinamento vinculante da Igreja em pontos decisivos, portanto deve ser qualificado como um documento herético. Visto que a realidade da revelação divina é aqui questionada, ou mal entendida, deve-se também falar em apostasia”.[xv]
Ruptura filosófica, antropológica e missionária


Foto: Valter Campanato/ABr
Foto: Valter Campanato/ABr


Instrumentum laboris prossegue: No campo religioso isso importa em assumir uma atitude de “escuta respeitadora, que não imponha formulações da fé expressas a partir de outros pontos de referência culturais, que não correspondem ao seu contexto vital”,[xx] porque “a inculturação da fé não é um processo de cima para baixo, nem uma imposição externa, mas um mútuo enriquecimento das culturas em diálogo (interculturalidade). Os sujeitos ativos da inculturação são os próprios povos indígenas”.[xxi] Guarda-se no armário o velho catecismo, e começa-se “pela espiritualidade vivida pelos povos indígenas, em contato com a natureza e sua cultura”, assumindo “a linguagem e o sentido das narrações das culturas indígena e afrodescendente, em sintonia com as narrações bíblicas”.[xxii]
Segundo se deduz das palavras do Pe. Suess, nem essa “sintonia” com a Bíblia é muito necessária, pois “qualquer pretensão de substituir a memória religiosa indígena pela memória de Israel configuraria um novo intento de colonização”; nem a sua história, que é “paradigmática como ‘história da salvação’, não pode querer substituir a história de nenhum povo, assim como a cultura histórica de Jesus não pode impor-se como cultura modelo, prevalecendo sobre as demais culturas”.[xxiii]
Em termos mais simples, a “interculturalidade” desemboca na renúncia da fé e do culto cristão pelos missionários, para adotarem as superstições e os rituais idolátricos de seus parceiros no diálogo. É o que testemunha abertamente, durante a Semana Missionária de 2013, o jesuíta espanhol Pe. Bartomeu Meliá, primeiro responsável pela pastoral indigenista da Conferência Episcopal paraguaia: “Fizemo-nos a pergunta: até que ponto podemos praticar as religiões indígenas? Quase todas as religiões têm dois elementos essenciais: escutar a ‘palavra revelada’ e comungar com a comunidade (para os indígenas, a dança e a chicha [bebida alcoólica preparada com milho]) […] As religiões indígenas nos parecem esquisitas, mas isso não retira o desafio de participar dos espaços religiosos; sim, pode-se praticar a religião indígena sem negar a própria, isso até alarga nosso coração”.[xxiv]
Pelo que se pode concluir, o Cardeal Walter Brandmüller não exagera quando fala de “apostasia”…
Ruptura mágico-taumatúrgica de caráter diabólico


Foto: Rose Brasil / ABr
O Documento Preparatório do Sínodo elogia não somente a espiritualidade e as crenças dos povos amazônicos, fonte do “bem viver” e de respeito pela natureza, mas também seus líderes religiosos, “os anciãos sábios, chamados segundo as diferentes culturas pajé, curandeiro, mestre, wayanga ou xamã — entre outros”, porque eles “promovem a harmonia das pessoas entre si e com o cosmos”.[xxv] E o Instrumentum laboris ressalta que “a riqueza da flora e da fauna da selva contém verdadeiras ‘farmacopeias vivas’ e princípios genéticos inexplorados”,[xxvi] e que nesse contexto “os rituais e cerimônias indígenas são essenciais à saúde integral, pois integram os diferentes ciclos da vida humana e da natureza”.
Instrumentum laboris reafirma que esses rituais indígenas “criam harmonia e equilíbrio entre os seres humanos e o cosmos. Protegem a vida contra os males que podem ser provocados tanto por seres humanos como por outros seres vivos. Ajudam a curar as enfermidades que prejudicam o meio ambiente, a vida humana e outros seres vivos”.[xxvii] Por isso “propõe-se valorizar a medicina tradicional, a sabedoria dos anciãos e os rituais indígenas”.[xxviii]
Segundo os antropólogos, esses rituais indígenas são os que permitem aos xamãs e curandeiros entrar voluntariamente em estados alterados de consciência, durante os quais seu espírito pretensamente viaja para fora do corpo, tornando-se capaz de interagir com outras entidades do mundo sobrenatural (que os ribeirinhos chamam de caruanas), para restaurar assim o equilíbrio em uma comunidade ou no corpo de uma pessoa doente.
A proximidade desses rituais com a feitiçaria é ressaltada pelo antropólogo Raymundo H. Maués: “O pajé (ou curandeiro), por ser capaz de curar doenças, é também visto como alguém que tem poderes para provocá-las. Dessa ambiguidade fundamental deriva, certamente, a suspeita que frequentemente recai sobre ele: todo pajé é, potencialmente, um feiticeiro”.[xxix]
Não é de estranhar que, já no início do século XVII, o missionário capuchinho francês Claude d’Abbeville ressaltasse o caráter provavelmente diabólico desses espíritos invocados nos rituais de cura. Ele descreve os curandeiros como “personagens de que se utiliza o diabo para manter viva a superstição dos índios”, os quais “fazem crer ao povo que lhes basta soprar a parte doente para curá-la, […] sugando-a e cuspindo o mal e insinuando a cura”. Na realidade, “escondem às vezes pedaços de pau, de ferro ou de ossos, e depois de chuparem a parte doente mostram esses objetos à vítima, fingindo tê-los tirado dali. Assim acontece muitas vezes de se curarem, mas por efeito da imaginação [a medicina moderna atribuiria ao efeito placebo] ou pela superstição, por artes diabólicas”.[xxx]
No entanto, para o missionário e professor alemão Pe. Karl Heinz Arenz SVD, ex-aluno do Pe. Suess que vive na Amazônia, nada há de preternatural nesses rituais, tratando-se apenas de uma manipulação mágica, por parte do pajé, do fluir ininterrupto de forças cósmicas indômitas: “A magia é tida como base de todo o sistema xamânico. Baseia-se no aproveitamento coerente e organizado dos movimentos constantes da natureza para o bem da comunidade. Esta função social da magia tem uma profunda conotação espiritual, por estabelecer rituais que transcendem o ambiente natural em si, situando-o dentro de um ‘horizonte de mistério’”.[xxxi]
Por isso a Igreja deve “resgatar o núcleo terapêutico do projeto evangélico”,[xxxiii] que ficou sufocado pela “insistência da Igreja em certos conceitos de moral e doutrina, especialmente em relação ao pecado e à culpa”.[xxxiv] Em concreto, urge reconhecer o ministério dos agentes terapêuticos que são os pajés, enquanto fiéis comprometidos com a vida, os quais devem gozar de muita autonomia: “Como xamãs, eles não dependem de estruturas e convenções estabelecidas para legitimar o seu dom, mas somente da ‘companhia mística’ dos seus ‘caruanas’. Este fato os torna independentes frente a qualquer instituição”.[xxxv]
Ou seja, para esses missionários aggiornati a Igreja da Amazônia deve adotar a aparência de curandeira, e além do mais reformar suas próprias estruturas para integrar os pajés com a devida autonomia ministerial.
Ruptura eclesiológica e sacramental


Leonardo Boff
O reconhecimento de “novos ministérios” com “rosto amazônico” é de fato um dos objetivos do Sínodo, de acordo com o Documento Preparatório e o Instrumentum laboris. Muito se tem falado na imprensa a respeito da proposta de ordenação sacerdotal de homens maduros (viri probati), líderes comunitários casados, ​​para presidir às celebrações eucarísticas em locais remotos onde não há regularmente missa. A reforma sonhada pelos neomissionários vai, na realidade, muito além: em linha com a Teologia da Libertação, afirmam que toda a comunidade é a receptora dos carismas do Espírito Santo, que faz nascerem em seu seio os diferentes ministérios, mesmo litúrgicos, para suprir suas necessidades espirituais. A própria comunidade, por sua vez, conferiria aos eleitos os poderes requeridos por ela. Segundo a Teologia Índia, para serem genuínos, tais ministérios devem basear-se nas estruturas tribais, razão pela qual devem também incorporar mulheres. O resultado desses “novos ministérios” é a dissolução do caráter hierárquico da Igreja, baseado no sacramento da Ordem.
Instrumentum laboris retoma a caminhada iniciada por Boff e propugna que o Sínodo estude a possibilidade de um sacerdócio light, com poder de celebrar a missa e de confessar, mas sem poder magisterial nem pastoral (o que é absolutamente contrário ao ensino multissecular do Magistério, segundo o qual é inseparável o triplo poder sacerdotal, magisterial e pastoral que Nosso Senhor Jesus Cristo transmitiu aos Apóstolos, que por sua vez o transmitiram aos seus sucessores por meio da imposição das mãos). Igualmente, o documento pré-sinodal propõe “identificar o tipo de ministério oficial que pode ser conferido à mulher, tendo em consideração o papel central que hoje ela desempenha na Igreja amazônica”.[xxxix] Isso é interpretado por todos os setores progressistas como uma abertura à ordenação de mulheres, começando pelo diaconato, mas chegando depois ao sacerdócio e até ao episcopado, como aconteceu nas seitas protestantes. Como é evidente, tudo se opõe frontalmente ao ensino e prática imemoriais da Igreja, reiterados por João Paulo II na Carta Apostólica Ordinatio Sacerdotalis, de 1994, sobre a ordenação sacerdotal reservada somente aos homens.
Mas a inculturação, para ser autêntica, deve materializar-se também nas celebrações litúrgicas, “a fim de ser expressão da própria experiência religiosa e vínculo de comunhão da comunidade que celebra” e “caixa de ressonância para as lutas e aspirações das comunidades”, em vista de uma “terra sem males”.[xl] Daí “a necessidade de um processo de discernimento em relação aos ritos, símbolos e estilos celebrativos das culturas indígenas em contato com a natureza, os quais devem ser assumidos no ritual litúrgico e sacramental”, para o que se pede especificamente uma adaptação do ritual eucarístico às suas culturas.[xli]
Em relação a essa proposta herética, Dom Athanasius Schneider, bispo-auxiliar de Astana, declarou que “celebrar a Eucaristia com yuca significaria introduzir uma espécie de nova religião”.[xliii] O subsecretário do Sínodo dos Bispos, Dom Fabio Fabene, limitou-se a declarar que tal proposta não figura nos documentos preparatórios, portanto “não é um tema do próximo Sínodo”.[xliv] Mas nada impede que algum dos participantes levante o assunto durante a assembleia.


Muito sintomático é o cocar encimado pela cruz do logotipo…


A agenda neopagã da ONU reassumida pelo documento base de uma Assembleia Sinodal da Igreja Católica! Em vista disso, devemos concluir com as palavras do Cardeal Walter Brandmüller ao encerrar a sua declaração: “O Instrumentum laboris para o sínodo da Amazônia constitui um ataque aos fundamentos da fé, de uma forma que até hoje não foi considerada possível. E, portanto, deve ser rejeitado com a máxima firmeza”.





  • Fonte: Revista Catolicismo, Nº 824, Agosto/2019.
[i] Preâmbulo do Instrumentum laboris[ii] Ver Frei Bento Domingues, O.P., “Há boas notícias”, 23-06-2019, no site Nós somos Igreja, http://nsi-pt.blogspot.com/2019/06/p-info-cronicas-documento-detrabalho.html [iii] Documento Preparatório, n° 15; Instrumentum laboris, n° 98/d e 113. [iv] Escritos sobre Pluralismo – Cruzando la Teología de la liberación con la teología del pluralismo religioso, Libros Digitales Koinonia, 2012, p. 508-509. [v] Julio Loredo, Teologia della Liberazione, p. 250 e ss. [vi] Wakanmay (Aliento sagrado): Perspectivas de teología india – Una propuesta desde la cultura Cañari, Ed. Abya Yala, 2006, p. 155. [vii] Carta dirigida por meio da Nunciatura Apostólica do México à Congregação para a Doutrina da Fé, 1992. [viii] N° 12, 18 e 19. [ix] N° 98. [x] N° 120. [xi] N° 122. [xii] N° 121. [xiii] N° 13.
[xviii] Instrumentum laboris, n°106. [xix] N° 110. [xx] N° 120. [xxi] N° 122. [xxii] N° 123. [xxiii] Evangelizar desde los proyectos históricos de los otros: Diez ensayos de misionología, Ed. Aya-Yala, Quito (Ecuador), 1995, p. 183. [xxiv] Boletim DIM, n° 70, ano XXVI, p. 32. [xxv] N° 31. [xxvi] N° 86. [xxvii] N° 87. [xxviii] N° 89. [xxix] Op. cit. p. 222, in ARENZ, São e salvo, p. 174. [xxx] História da missão dos padres Capuchinhos na ilha do Maranhão e terras circunvizinhas, in ARENZ, K.H., São e salvo. p. 143. [xxxi] São e salvo: A pajelança da população ribeirinha do Baixo Amazonas como desafio para a evangelização, tese de doutorado, sob a direção do Pe. Paulo Suess, p. 135. [xxxii] Ibid, p. 211. [xxxiii] Ibid.p. 19. [xxxiv] Ibid. p. 56. [xxxv] Ibid. p. 260. [xxxvi] Nozioni di Diritto Canonico, 12° edición, preparada con la colaboración del Prof. G. Catalano, Milán 1970, p. 89. [xxxvii] Edição em espanhol da Sal Terrae, pp. 97-98. [xxxviii] Ibid. p. 134. [xxxix] N° 129. [xl] N° 125. [xli] N° 126.
[xliii] Diane Montagne, Lifesitenews, “Proposal at Vatican to change Eucharist would create a ‘new religion’”.
[xlv]Cf. Guido Vignelli, Dall’“umanesimo integrale” all’“ecologia integrale”,  http://panamazonsynodwatch.info/it/2019/06/26/dallumanesimo-integrale-allecologia-integrale/
[xlvi] Revolução e Contra-Revolução, Parte III, cap. III, item 2 “IV Revolução e tribalismo: uma eventualidade”.
[xlvii] Aspects éducatifs, sociaux et culturels des problèmes de l’environnement et questions d’information, ONU, Assembleia Geral de Estocolmo, 5-6 de junho de 1972, A / CONF.48.9, pp. 8 e 9.
[xlviii] A / CONF.151 / 26, vol.IV, p. 76. [xlix] N° 23. [l] N° 25. 

sábado, 15 de julho de 2017

A lista de problemas de A - Z que o papa Francisco trouxe para Igreja

11 de julho de 2017 ( LifeSiteNews ) - A confusão causada pelo papa Francisco na Igreja Católica está fora de controle. Houve tantos incidentes nos últimos quatro anos que os detalhes, apesar de seus graves danos, são muitas vezes esquecidos. Em um esforço para encorajar a oração para o fim da confusão e desorientação na Igreja, LifeSite apresenta a seguinte lista de preocupações com o Papa Francis.
Amoris Laetitia
O documento tão aguardado para trazer os esclarecimentos necessários do Papa serviu em vez de aumentar a fé, trouxe a confusão em todo o mundo, já que o próprio Papa aprovou interpretações ( Malta , Alemanha ), que permitiram que a Sagrada Comunhão fosse dada aos católicos divorciados e ressurgidos.
Demonstração de Burke
O cardeal Raymond Burke foi removido de um dos mais altos cargos da Igreja, como a suprema justiça do mais alto tribunal da Igreja. Em vez disso, ele, um dos cardeais mais fiéis, recebeu uma posição em grande parte cerimonial com a Ordem de Malta e até mesmo o papel dele foi despojado .
Coabitação
O papa Francis disse que "convivências" com a fidelidade são "casamento real" e "ter a graça do casamento real". Em outra ocasião em que o Papa fez observações semelhantes, a secretária papal, o Pe. Antonio Spadaro twittou uma foto do Papa saudando um casal que "prefere morar juntos sem se casar".
Danneels
O cardeal Godfried Danneels, o arcebispo emérito de Bruxelas, foi um compromisso pessoal pelo Papa Francisco aos Sínodos dos Bispos sobre a família. Além de usar vestimentas litúrgicas do arco-íris e ser pego em fita escondendo abuso sexual, Danneels disse em 2013 a passagem do "casamento" gay: "Eu acho que é um desenvolvimento positivo que os estados são livres para abrir casamento civil para gays se eles quiserem "
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Cardeal Danneels em vestuário Rainbow
Emma Bonino
O Papa chama o principal promotor do aborto da Itália, um dos "grandes esquecidos" da nação . Em uma entrevista com C orriere Della Sera, oPapa Francis elogiou o impenitante líder da avorização da Itália e o proponente do aborto, Emma Bonino, como um dos "grandes esquecidos" da nação, comparando-a com grandes figuras históricas como Konrad Adenauer e Robert Schuman.
Primeiro documento provisório do Sínodo
A escandalosa relação de meio termo do primeiro Sínodo sobre a Família foi vista e aprovada para libertação pelo Papa, de acordo com o cardeal Lorenzo Baldisseri, secretário-geral do Sínodo dos Bispos. "Todos os documentos foram vistos e aprovados pelo Papa ", disse Baldisseri. Em uma seção intitulada "Congratulando-se com pessoas homossexuais", o documento afirma : "Os homossexuais têm presentes e qualidades para oferecer à comunidade cristã". Em seguida, pergunta: "As nossas comunidades são capazes de proporcionar-lhes uma casa acolhedora, aceitando e valorizando suas Orientação sexual, sem comprometer a doutrina católica sobre a família e o matrimônio? "
Casal confuso de gênero no Vaticano
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O Papa Francis encontrou-se com uma mulher submetida à cirurgia de mudança de sexo (ao direito do papa) e sua "esposa" (à esquerda do papa).
Em 2 de outubro de 2016, o Papa Francis referiu-se a uma mulher que sofreu uma operação de mudança de sexo como "homem". Ele se referiu a ela como tendo "casado" com outra mulher e admitiu convidá-las e recebê-las para o Vaticano em 2015, descrevendo O casal como "feliz".Clarificando seu uso de pronomes, o papa disse: "Ele era ela, mas ele é".
Controle da população da Santa Sé
Como pouco depois da eleição do Papa Francisco, houve um fluxo constante de impulsores de controle de população falando no Vaticano. Estes incluem: Paul Ehrlich , pai do movimento de controle da população; John Bongaarts , vice-presidente do Conselho Populacional pró-aborto; Pro-aborto Secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon; E os controladores de população Jeffrey Sachs e John Schellnhuber . O chefe do Pontifício Conselho para as Ciências do Vaticano, Dom Marcelo Sorondo, que dirigiu a maioria dessas conferências, é ele mesmo um defensor do controle da população, dizendo que, em uma dessas conferências do Vaticano, na câmera, a limitação dos nascimentos era uma obrigação da Igreja .
Irresponsável ter 8 filhos?
Em 19 de janeiro de 2015, ao falar da paternidade "responsável", o papa advertiu contra católicos serem "como coelhos". O papa falou sobre uma mulher que ele conhece que ele disse estava grávida de sua oitava criança depois de ter os primeiros sete por seção C . Ele disse que a "repreendeu", dizendo: "Mas você quer deixar sete órfãos? Isso é tentar a Deus! "" Isso é uma irresponsabilidade. [Essa mulher poderia dizer] "não, mas eu confio em Deus". Mas Deus lhe dá métodos para se responsabilizar ", disse ele.
"Alguns pensam nisso, desculpe-me se eu use essa palavra, para que, para ser bons católicos, devemos ser como coelhos". Ele acrescentou: "Não. Paternidade responsável! "
Juiz - Quem sou eu ...?
Apesar da avalanche de evidências de danos à Igreja pelo primeiro "Quais sou eu para julgar" o comentário do Papa em sua primeira entrevista aérea em 2013, ele repetiu a linha em junho de 2016 enquanto deturpava o Catecismo sobre a homossexualidade.
Kasper
Alguns dias em seu pontificado, o Papa Francis elogiou um dos livros do Cardeal Kasper e depois selecionou Kasper para entregar o polêmico discurso para lançar os sínodos sobre a família. Kasper foi selecionado como um nomeado pessoal do papa para os sínodos e regularmente se encontra com o Papa Francis. Kasper defendeu o voto dos irlandeses a favor dos "casamentos" homossexuais, dizendo: "Um Estado democrático tem o dever de respeitar a vontade do povo; E parece claro que, se a maioria das pessoas quer essas uniões homossexuais, o Estado tem o dever de reconhecer esses direitos ".
Lutero, pecado sério para converter
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Papa Francisco ao lado de uma estátua de Martin Luther
O Papa falou com uma audiência diante de uma estátua de Lutero no Vaticano logo antes de ir à Suécia para ajudar a lançar o 500º aniversário do luteranismo. O Vaticano emitiu um selo com Lutero e colocou um documento dizendo que os católicos agora reconhecem Martinho Lutero como um "testemunho do evangelho".
Em outra ocasião, ele disse que é um "pecado muito grave" tentar converter os ortodoxos ao catolicismo : "Existe um pecado muito grave contra o ecumenismo: o proselitismo".
Multiplicação de pães
Durante o Angelus de 2 de junho de 2013 , ele falou sobre o milagre de Cristo da multiplicação dos pães e peixes que ocorrem "compartilhando". "Este é o milagre: em vez de uma multiplicação, é uma partilha, inspirada pela fé e pela oração", afirmou. Ele foi ainda mais explícito sobre isso em julho de 2015 em uma homilia pregada em Cristo, a Praça do Redentor, na Bolívia . O papa Francis disse: "É assim que o milagre ocorre. Não é magia ou feitiçaria. ... Jesus conseguiu gerar uma corrente entre seus seguidores: todos passaram a compartilhar o que era seu, transformando-o em um presente para os outros; E é assim que todos conseguiram comê-los. Incrivelmente, restava comida: eles a colecionavam em sete cestas ".
Nome chamado contra fiel
O papa Francis freqüentemente criticou os adeptos fiéis da fé católica como "obcecados", "médicos da lei", "neo-pelágico", "autoabsensível", "restauracionista", "fundamentalista", "rígida", "ideológica" "" Hipócrita ", e muito mais. Ao se dirigir aos Cardeais fiéis no Sínodo da Família, em entrevistas de revistas, entrevistas de rádio , documentos oficiais da igreja e após a homilia, ele usou linguagem de condenação indicando que eles são "idólatras e rebeldes que nunca chegarão à plenitude da verdade "e" hereges e não católicos ".
Revisão do dicasterio do Cardeal Sarah
O cardeal Sarah, chefe do dicasterio litúrgico do Vaticano, pediu que os fiéis se ajoelhem para a Sagrada Comunhão e sacerdotes para enfrentar o Oriente para missa .O Papa Francis reagiu rapidamente para contrariar a sugestão, tendo o escritório de imprensa do Vaticano emitir uma declaração dizendo que não havia mudança e enfatizando que a forma comum é preferível. Pouco tempo depois, o Papa substituiu a maioria dos colaboradores do Cardeal Sarah em seu dicastério com os liberais.
Escândalos da Pontifícia Academia para a Vida
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Arcebispo Paglia | Representação de Paglia na muralha da Catedral apertada homem semi-nu.
O Papa Francis nomeou o polêmico arcebispo Vincenzo Paglia para liderar a Pontifícia Academia para a Vida, apesar de escândalos como o programa sexuado do Vaticano e o mural homoerótico que ele ergueu em sua antiga catedral. Posteriormente, todos os membros da Academia foram removidos , a promessa pró-vida descontinuada e uma nova lista de membros nomeados que incluíam defensores anti-vida .
Seleção estranha de Cupich
Em 2014, o Papa Francis nomeou o bispo Blase Cupich como arcebispo de Chicago,apesar da reputação de dizer aos sacerdotes que não se juntassem aos 40 Dias para a Vida. Depois de demonstrar sua dissensão ao ensino católico sobre a homossexualidade, dizendo que os casais homossexuais deveriam receber a Sagrada Comunhão, Cupich foi nomeado Cardeal .
Recusa de resposta dubia
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Após uma enorme confusão ao redor do globo sobre a Comunhão para os adúlteros, quatro cardeais proeminentes enviaram uma carta ao Papa Francisco em 19 de setembro de 2016 pedindo esclarecimentos sobre cinco questões-chave. Dois meses depois, sem a resposta recebida, eles se tornaram públicos com suas perguntas e humildemente implorou ao Papa uma resposta para o bem da Igreja. Apesar dos apelos de teólogos e estudiosos de todo o mundo, e dezenas de milhares de fiéis e clérigos , o Santo Padre recusou-se firmemente a responder. Em 25 de abril, os Cardeais solicitaram formalmente ao Papa uma reunião para discutir o assunto, mas depois de nem receberem a cortesia de uma resposta, eles divulgaram sua carta em 19 de junho.
Entrevistas Scalfari: "aniquilação" e não o inferno?
Em março de 2015, em uma entrevista com o fundador de La Repubblica , Eugenio Scalfari, o Papa sugeriu que ninguém poderia ir ao inferno e propôs a aniquilação para aqueles que rejeitam completamente Deus. O artigo diz: "O que acontece com a alma perdida? Será punido? E como? A resposta de Francisco é clara e clara: não há punição, mas a aniquilação dessa alma ".
Houve alguma controvérsia sobre a entrevista Scalfari da Repubblica. O Vaticano não verificaria nem negaria em suas partes específicas, mas publicou-o no jornal do Vaticano e no site do Vaticano. Mais tarde, eles o excluíram do site, apenas para republicá-lo novamente e, em seguida, excluí-lo novamente. Os observadores do Vaticano compararam a parte mais controversa em relação à impossibilidade de as pessoas irem ao inferno por toda a eternidade para a declaração da última exortação do Papa, Amoris Laetitia, na qual ele disse: "Ninguém pode ser condenado para sempre, porque essa não é a lógica de o Evangelho!" ????
Batida tradicional da juventude
"Eu sempre tento entender o que está por trás de pessoas que são jovens demais para ter experimentado a liturgia pré-conciliar e ainda assim eles querem isso", disse o pontífice em uma entrevista de novembro de 2016. "Às vezes eu me encontrei confrontado com uma pessoa muito rígida, com uma atitude de rigidez. E me pergunto: por que tanta rigidez? Cavar, escavar, esta rigidez sempre esconde algo, insegurança ou mesmo outra coisa. A rigidez é defensiva. Amor verdadeiro Não é rígido ".
Ele falou de forma semelhante em maio de 2017, quando em uma homilia ele falou "dos muitos jovens na Igreja hoje que caíram na tentação da rigidez". Falando sobre aqueles que são "rígidos" e sinceros, ele disse: "Eles são rígidos Pessoas que vivem uma vida dupla: elas se fazem parecer boas, sinceras, mas quando ninguém as vê, fazem coisas feias ".
Destruição da universalidade
Em sua Exortação de 2013 Evangeli Gaudium , o Papa Francisco pediu uma "conversão do papado" e expressou a necessidade de dar às conferências episcopais "autoridade doutrinal genuína". A descentralização é uma exigência fundamental do clero heterodoxo na Igreja. Durante o Sínodo de 2015 sobre a Família , o Papa Francis disse que "sentiu a necessidade de prosseguir em uma" descentralização "saudável do poder para as" Conferências Episcopais ". Ele discutiu os planos de descentralização com o seu Colégio dos Cardeais tanto em dezembro de 2015 quanto novamente Em junho de 2017 . Em 2016, o papa Francisco sugeriu a descentralização como um caminho a seguir no debate sobre a comunhão para adúlteros.
Checagem do chefe da doutrina do Vaticano
O cardeal Gerhard Muller, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, 69, foi retirado do cargo, apesar de todos os seus predecessores contemporâneos permanecerem no cargo até sua aposentadoria. Vários cardeais disseram ao papa Francisco para remover Muller , que manteve a ortodoxia doutrinária desde que se opunha à agenda do papa para a mudança. Muller revelou que o Papa o demitiu em uma conversa de um minuto . O movimento é amplamente visto como um castigo por se opor à agenda do Papa.
Dia Mundial da Juventude sex ed
Na Jornada Mundial da Juventude, em 2016, o Vaticano divulgou um programa de sexo juvenil que negligenciou o papel central dos pais em tais assuntos, que nem mesmo mencionou o pecado mortal e incluiu fotos e filmes sexualmente explícitos.
X-rated speech
A dignidade do papado tomou um golpe quando o papa Francisco usou os termos scatological coprophilia (amor dos excrementos) e coprophagia (amor de comer excremento) para golpear a mídia para relatar os escândalos dentro da Igreja.
Yayo Grassi
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Quando o núncio dos Estados Unidos teve o herói pró-família Kim Davis se encontrou com o Papa Francisco na nunciatura durante sua visita papal nos EUA, Davis foi recusada a permissão para tirar fotos da reunião.Quando a mídia pediu ao Vaticano sobre a reunião, eles se recusaram primeiro a confirmar isso, e depois de algum tempo disse que " o único público real concedido pelo Papa na nunciatura (embaixada) era com um de seus ex-alunos e sua família". O ex-aluno do Papa, Yayo Grassi, estava lá com sua irmã e mãe e seu parceiro homossexual. Eles tiraram não só fotos, mas também vídeos em que o papa Francis pode ser visto abraçando Grassi e seu parceiro homossexual.
Zika (contracepção)
O Papa Francis foi questionado sobre "evitar a gravidez" em áreas com risco de transmissão do vírus Zika. "Paul VI, um grande homem, em uma situação difícil na África, permitiu que as freiras usassem contraceptivos em casos de estupro", disse ele. "Por outro lado, evitar a gravidez não é um mal absoluto", acrescentou. "Em certos casos, como neste, como o que mencionei do Beato Paulo VI, ficou claro." Solicitou esclarecimentos, o Vaticano confirmou que o Papa Francisco aprovava o uso de contraceptivos e preservativos em casos graves. (Uma contradição do ensino da Igreja).
fonte: https://www.lifesitenews.com/blogs/the-abcs-of-our-concerns-with-pope-francis