Mostrando postagens com marcador dogma. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador dogma. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

ADVERTÊNCIA para os sacerdotes e todos os membros da Igreja Católica.



Mensagem recebida pelo Confidente Católico Bento da Conceição – Taquaras – Balneário Camboriú – Santa Catarina – Brasil. Informações: (0xx47) 3169-1316

Substancial é tudo aquilo que sai de Mim.

05/08/1999

      

        Pai Eterno vem da palavra Amor, onde o Seu Filho tem a mesma característica. Isto significa que tanto no Céu como na terra foi dado-Me todo poder. Nem a própria ciência pode descobrir este mistério. Grandes filósofos, com toda sua sabedoria, não chegaram a uma conclusão exata sobre a Minha posteridade e da potencialidade de como Eu Sou. Para os teólogos, nas suas leituras até hoje, pouca coisa de Mim vieram a descobrir, mas é como quase nada.
      Meu filho Bento! O que tu achas de Mim neste momento que escreves estes assuntos?


      (Bento) - Jesus! Por mais que eu quisesse descobrir como isto acontece, poderia até perder o juízo. Uma porque sou fraco e a minha sabedoria é quase zero. Se não for o Senhor, como escreveria tudo isto!


      Sim, Meu filho! Falaste pouco mas disseste a verdade. Diante de Mim és uma pequenina lamparina, mas que no coração de muitos és um luzeiro, porque estas palavras de Mim saem todas e passam a tocar nas pessoas que dão crédito nestas profecias.
      Um fariseu, que sempre foi contra Mim, disse um dia: "Se eu morrer, quero descobrir quem é este Homem que acha que é Dono de tudo." Só que ele não Me encontrou. Achou, sim, o Meu inimigo, o diabo. 

    Este é o causador de toda esta violência e desordem, onde os Bispos já não ligam mais por este lado, que é o respeito com a Minha Divindade. É por isto, Meu filho, que quando lêem estas escritas, vem todos em cima de ti, difamando este teu trabalho que passo a ti todos os dias. Se não fosse Eu, Jesus, o teu Salvador e da humanidade, como poderias escrever tantos assuntos? Como o Pai Me enviou, Eu vos envio no meio dos mais sábios para confundir sua inteligência, se é que dizem que sabem tudo sobre a Minha Originalidade. Diante de Mim, se não fizerem como Eu fiz, não terei piedade na hora do julgamento. 

     Serei mais rigoroso com estes, porque deveriam ter o máximo de respeito para Comigo, mas o dinheiro fala mais alto. É isto que se dá dentro da Minha Casa.
      Substancial é tudo aquilo que sai de Mim para as coisas boas, como a honestidade e o respeito, muito respeito para Comigo.
      Esta advertência é direcionada para esses últimos sacerdotes e todos os membros de Minha Igreja: “Se vocês não derem importância a estas Minhas Palavras, tirarei de vocês esta subsistência, que é a Minha Luz, e vos deixarei nas trevas como muitos que já perderam as suas almas.”

Jesus








Os que riem hoje, amanhã chorarão, e os que choram hoje, amanhã irão rir de alegria.

17/02/1999

      Não busquem, Meus queridos filhos, aquilo que só vem Me aborrecendo. Afastem o mais rápido possível dos homens e mulheres que correm atrás do prazer da carne. Hoje eles riem, festejam e comemoram, mas amanhã eles chorarão e gritarão de dor. Será só sofrimento por toda eternidade. Festa essa que está sendo os seus últimos espetáculos. A vergonha não existe, para eles. Quem nessa festa esqueceu-se de Mim, para entrar no mesmo ritmo, assinou sua condenação própria.
      Agora, os Meus filhos que se recolheram com suas vestes decentes e com suas orações, dando-Me o máximo de respeito, entre todos esses, se algum estiver chorando, tão logo nunca mais chorará, pois tudo está a caminho. A Minha Misericórdia só terão os filhos que vem Me obedecendo. Fora disto não haverá perdão. O Meu julgo não é pesado. Pesado é o do Meu inimigo. O dele fará carregar todas as pessoas para o resto de sua vida, que é a morte para o seu corpo e as trevas para a sua alma, onde só haverá ranger de dentes, dor e sofrimento.
      Meu filho Bento! Quantas vezes lá já estivestes no meio desta gente pulando e sorrindo com eles, mas não te deixei em momento algum. Se fizeste tudo aquilo, foi para que conhecesses o caminho que leva a perdição. 

   Carnaval é a dança da morte, a dança dos cortejos fúnebres, o ritmo infernal. É o mesmo quando fizeram um bezerro de ouro, para adorar. não tiveram paciência de esperar Moisés vir com as Tábuas da Lei. 

    Agora, assim também está acontecendo o mesmo. Não tiveram paciência de esperar por mim. entregaram-se nos vícios, das drogas e no prazer da carne. Essas pessoas, a Minha Luz nunca mais irão ver depois da transformação da Terra que virá logo. Este tempo próximo está.
      Hoje se inicia a Quaresma, tempo de oração e conversão.
      Meus queridos filhos! façam o possível de dar toda atenção nesses quarenta dias, pois talvez seja a última até a Minha Vinda. Meditem bem: Este dia só o Pai é quem sabe, mas tenho permissão de chamar atenção de todos vocês, filhos amados.

Jesus

domingo, 3 de janeiro de 2016

Pedofilia - o crime para justificar o fim do celibato?

De todos os lados seculares das mais diversas opiniões mundanas, é falado e discutido contra o celibato sacerdotal.
O fim do celibato é proposto como uma varinha mágica, em que todos os problemas relacionados aos padres católicos, seria prontamente resolvido ao passe de mágica.
Vejamos o que o 'mundo' propõe e a lástima de tais situações que favorecem o declínio ou a eliminação do celibato:


Em carta ao papa, amantes de padres pedem fim do celibato obrigatório
Grupo é composto por 26 mulheres que se dizem apaixonadas por padres


REDAÇÃO ÉPOCA
19/05/2014 13h11 - Atualizado em 19/05/2014 13h20


“Querido papa Francisco, somos um grupo de mulheres de muitas partes da Itália (mas não só dela) que lhe escrevem para romper o muro de silêncio e indiferença em que nos encontramos. Cada uma de nós vive, já viveu e quer viver uma relação de amor com um sacerdote, pelo qual está apaixonada”. É assim que começa uma carta pública escrita por um grupo de 26 amantes de padres ao papa Francisco. Elas pedem ao pontífice que ponha um fim ao celibato sacerdotal obrigatório para que os padres católicos possam se relacionar com mulheres e casar com elas.


Na carta, as amantes falam sobre suas aventuras amorosas com sacerdotes da Igreja Católica e relatam o sofrimento de viver o amor proibido. Elas pedem uma reunião com papa Francisco para discutir a proposta do fim ao celibato sacerdotal. A carta foi publicada pelo site Vatican Insider, do jornal italiano La Stampa.


Para essas mulheres, se o celibato sacerdotal fosse opcional, os padres passariam a servir à Igreja Católica com uma paixão ainda maior e deixariam a vida de clandestinidade, "com a frustração de um amor incompleto”.


Em suas poucas manifestações públicas sobre a polêmica, papa Francisco costuma mostrar-se favorável à manutenção do celibato. "Apesar dos prós e contras, os frutos [da manutenção do celibato] são mais positivos que negativos", disse no livro Sobre o céu e a terra, escrito por ele e pelo rabino Abraham Skorka. 


Vaticano abre portas para padres casados e cria dilema
  • 9 fevereiro 2015

  • O ex-padre anglicano Robin Farrow (de óculos) é casado e tem quatro filhas, mas será ordenado na Igreja Católica em abril

    Com quatro filhas ainda crianças e um bebê para chegar em alguns meses, a mulher de Robin Farrow já avisou: ele precisará levar a caçula para o trabalho nos dias mais complicados.É uma situação que dificilmente chamaria a atenção em qualquer lugar do mundo, não fosse o fato de que Farrow está prestes a receber sua ordenação como padre católico.O britânico faz parte de um grupo de novos padres anglicanos que se converteram à Igreja Católica no Reino Unido sem a obrigação de adotar o celibato – ao contrário do que se exige dos sacerdotes originalmente católicos.
    "Sei que muitos fiéis católicos podem estranhar a figura de um padre casado. Mas na minha paróquia eu tenho conversado com os fiéis há meses e recebi muitas palavras de apoio à minha situação. Estudei para uma vida religiosa desde os sete anos", conta Farrow, de 42 anos, em entrevista à BBC Brasil.

    .

Padres casados? No Brasil?
Por Marco Tosatti | Tradução: Fratres in Unum.com 28/10/2014


Chega até mim, desde o Brasil, uma notícia que causaria uma verdadeira revolução na Igreja. Em diálogo com a Congregação para o Clero, se está buscando um modo de ordenar “ad experimentum” “viri probati” para superar a falta de sacerdotes nas dioceses da Amazônia

A Amazônia poderia ser o primeiro lugar no mundo no qual existiriam, no rito latino, sacerdotes com família.

A iniciativa seria do Card. Cláudio Hummes, outrora prefeito da Congregação para o Clero, agora arcebispo emérito de São Paulo, onde continua, porém, não obstante os 80 anos de idade, há pouco atingido, a estar ativo num encargo diocesano análogo àquele de Vigário episcopal e como responsável pela região amazônica [na CNBB]. 

Cláudio Hummes é o cardeal que Jorge Mario Bergoglio quis ao seu lado quando apareceu, logo após a eleição, na sacada da Basílica de São Pedro. Segundo alguns especialistas, o próprio Cláudio Hummes teria sido um dos principais articuladores e organizadores da eleição de papa Francisco

.13072738

***********************************************************************************************



Filme: Spotlight – Segredos Revelados


Quando o time de repórteres da tenaz equipe "Spotlight" mergulha nas alegações de abuso na Igreja Católica, a investigação de um ano desvenda décadas de encobrimento nos mais altos níveis dos estabelecimentos legais, religiosos e governamentais de Boston, desencadeando uma onda de revelações ao redor do mundo.

No Trailler do filme é dito que 6% dos sacerdotes se envolvem sexualmente.

********************************************************************************************

Padre Paulo ricardo - https://padrepauloricardo.org/

96. Ordenar homens casados: solução ou problema?

Reclama-se, por exemplo, da falta de vocações. Mas, será que a admissão de casados à Ordem resolveria essa questão? 

No Sínodo dos Bispos de 1990 – do qual saiu a exortação Pastores dabo vobis, do Papa João Paulo II –, quando se começou a debater o celibato, os prelados do Oriente, que têm entre si homens casados ordenados, foram os primeiros a manifestar-se contrários à sua abolição. Isso porque essa aparente solução só transfere os problemas para outro terreno. 

Na Igreja oriental, por exemplo, as dificuldades em prover o sustento à própria família obrigavam os padres casados a ter outra ocupação, o que os impossibilitava de se dedicarem plenamente ao sacerdócio. Isso sem falar dos problemas matrimoniais a ser resolvidos porque, se é verdade que a vivência do celibato é difícil, a da castidade matrimonial também o é.


Quem critica o celibato e pede o seu fim como solução para os problemas da Igreja não percebe que está contaminado por uma visão protestante de sacerdócio, na qual o pastor nada mais é que um “funcionário”. 



Ora, quem é apenas um “empregado da comunidade” não precisa mesmo de celibato. Agora, se se está disposto a doar a própria vida, vivendo em função de Cristo, toda a existência da pessoa deve estar voltada para o sacrifício. 


Por isso, na Missa, quando um padre pronuncia as palavras da consagração: Hoc est enim Corpus meum, quod pro vobis tradetur, ele não só age in persona Christi, como mostra a sua configuração existencial a Nosso Senhor, que também era celibatário e se entregou pelos homens de modo admirável na Cruz.

Outro problema a que muito se faz referência é a pedofilia. Mas, é preciso entender que o celibato não é a sua causa. O número desses casos terríveis entre padres católicos é – infelizmente, deve-se dizer – estatisticamente igual ao de ministros protestantes casados. O grande defeito está na má formação sacerdotal que é recebida hoje em nossos seminários.


[...]


51. A armadilha para o celibato dos padres
Ora, percebe-se claramente que o sacerdote é um homem escolhido, em tudo diferente do homem comum. O pastor difere-se de suas ovelhas. Sendo assim, ele precisa ter também uma conduta diferenciada. Acerca do celibato, diz o Catecismo que "na Igreja latina, o sacramento da Ordem para o presbiterado normalmente é conferido apenas a candidatos que estão prontos a abraçar livremente o celibato e manifestam publicamente sua vontade de guardá-lo por amor do reino de Deus e do serviço aos homens." (CIC 1599)


Assim, o celibato é uma aliança de amor entre o Deus e os homens por Ele escolhidos. A Igreja, em sua sapiência, fornece os meios para que os homens possam viver de forma adequada esse dom. O
Código de Direito Canônico, diz que:
"Cân. 276 — § 1. Os clérigos estão obrigados, por motivo peculiar, a tender à santidade na sua vida, uma vez que, consagrados a Deus por novo título na recepção da ordem, são os dispensadores dos mistérios de Deus para o serviço do Seu povo.

§ 2. Para poderem adquirir esta perfeição:
  1. Antes de mais, desempenhem fiel e esforçadamente os deveres do ministério pastoral;
  2. Alimentem a sua vida espiritual na dupla mesa da Sagrada Escritura e da Eucaristia; pelo que, os sacerdotes são instantemente convidados a oferecer diariamente o Sacrifício eucarístico, e os diáconos a participar também quotidianamente nessa oblação;
  3. Os sacerdotes e os diáconos que aspiram ao sacerdócio têm a obrigação de rezar diariamente a liturgia das horas segundo os livros litúrgicos próprios e aprovados; os diáconos permanentes rezam-na na parte determinada pela Conferência episcopal;
  4. Igualmente têm a obrigação de participar nos exercícios espirituais, segundo as prescrições do direito particular;
  5. Recomenda-se-lhes que façam regularmente oração mental, se aproximem frequentemente do sacramento da penitência, honrem com particular veneração a Virgem Mãe de Deus e empreguem outros meios de santificação comuns e particulares."
Infelizmente, as práticas acima são consideradas ultrapassadas e inadequadas para o novo modelo de sacerdote que está sendo proposto. Deixar de lado estas práticas de oração e ascese e, consequentemente, o celibato, é mais uma armadilha satânica para destruir o que temos de mais sagrado. Recordemos, pois o que diz o Cânon 277, § 1:

"Os clérigos têm obrigação de guardar continência perfeita e perpétua pelo Reino dos céus, e portanto estão obrigados ao celibato, que é um dom peculiar de Deus, graças ao qual os ministros sagrados com o coração indiviso mais facilmente podem aderir a Cristo e mais livremente conseguir dedicar-se ao serviço de Deus e dos homens."


Que os servos de Deus espelhem-se nos grandes santos sacerdotes da Igreja e possam imitá-los em sua plenitude, por fim, encontrando também o céu com seu rebanho.




Pergunto a você leitor: deixaria a porta de sua casa aberta e escancarada como diz o papa?



*************************************************************************

Concílio de Trento (1543-1563)
Sessão XXIV (11-11-1563)


979. Cân. 9. Se alguém disser que os clérigos constituídos em ordens sacras e os Regulares que professam solenemente castidade, podem contrair validamente matrimonio, não obstante a lei eclesiástica ou o voto, e que o contrário disto outra coisa não é senão condenar o Matrimonio; e que podem contrair matrimonio todos os que não sentem ter o dom da castidade, ainda que o tenham prometido — seja excomungado. Pois Deus não nega este dom a quem piamente lho pede, nem consente que sejamos tentados acima das nossas forças (l Cor 10, 13).


*************************************************************************




Mensagem recebida pelo Profeta Pedro II (Bento da Conceição) - Taquaras – Balneário Camboriú – Santa Catarina – Brasil. Informações fone- fax: (0xx47) 3367-7110 ou (0xx47) 9234-1114 (Vivo) ou (0xx47) 9112-8000 (Tim) ou (0xx47) 3360-7167

É preciso limpar a Terra novamente

05/10/2015


     Filho de Deus, há muito tempo já vem acontecendo desastres pela própria natureza. Antes de Sua Vinda, alguns países vão sofrer mais ainda com tempestades?
     O dilúvio foi anunciado antes, e Noé foi o que Me obedeceu, onde se salvou com a sua família; mas nem todos vêm acreditando nestas Mensagens. Para Mim, pouco existe. Mesmo dizendo o que irá acontecer, este povo, pouco dá importância, mas quando veem o que está acontecendo, só ouço dizer: “O que é isto? Por que este tamanho de pedra caindo?” Mas não Me perguntam: “Senhor! O que foi que fizemos?” Ou, “estão fazendo”. Se pelo menos acreditassem nestas Mensagens, poderiam muitas coisas não acontecer. Mas é só fechar os olhos, já pensam só na maldade, roubo, sequestro, prostituição e drogas. Vê, Meu filho Pedro II, mesmo se for dizer o que vai acontecer, eles não irão acreditar. Mas posso adiantar, os que vêm Me enfrentando e Me desrespeitando, a esses, não pouparei um só. É preciso que isto tudo venha a acontecer para limpar a Terra novamente, como fiz com o dilúvio. Aqui só sobrarão os Filhos da Luz. Estes sim, livres estarão dos castigos que virão daqui por diante. Olhe que Sou um Pai piedoso, mas de Mim eles não têm piedade, principalmente os que se acham donos da Terra. Prioridade eles dão aos filhos do diabo, esses que vivem na escuridão da noite para fazerem seus atos diabólicos. A Minha própria Igreja, que deixei a Pedro I, se envolveu com esses vampiros. O celibato já não se considera mais. Não estudam para Me servir, e sim, para fazerem o que não devem.
     No Céu, os Anjos cantam para Mim; esses vêm cantando para uma população que está bem longe de Mim, porque seus cantos não são como os que tu cantas, Meu filho, com tua família. Os deles, falam e cantam o que não deveriam. Só ouço 30%, como tu vens cantando, onde Minha Santa Mãe admira muito os cantos que fazem para Ela, e para Mim, muito mais. Só o que posso dizer é: Obrigado. Todos Nós sempre Estamos ouvindo.

Filho de Maria e Pedro II

domingo, 13 de setembro de 2015

A PVD está para aqueles que enxergam a verdade: o papa está com a gasolina e o fósforo na mão.

*PVD - abreviatura que significa A Palavra Viva de DEUS


" A Palavra Viva de Deus é um grupo de leigos CATÓLICOS obedientes às regras conservadoras da única igreja Cristã verdadeira. Somos liderados pelo Profeta Pedro II, confidente de Jesus, Nossa Senhora e do Céu inteiro, que a mais de 42 anos vem recebendo as Mensagens do Céu e transmitindo para o mundo inteiro. "


fonte: http://www.apalavravivadedeus.com.br/

_________________________________________________________

Roberto de Mattei
Corrispondenza Romana
Tradução: FratresInUnum.com 



Os dois Motu proprio do Papa Francisco, Mitisiudex Dominus Iesus para a Igreja latina, e Mitis et misericors Jesu para as Igrejas orientais, anunciados em 8 de setembro de 2015, infligem uma grave ferida no matrimônio cristão.

A indissolubilidade do casamento é lei divina e imutável de Jesus Cristo. A Igreja (sob governo do papa Francisco) não pode “anular”, no sentido de dissolver, um casamento. Ela pode, com uma declaração de nulidade, verificar a sua inexistência, devido à falta dos requisitos que garantem a sua validade. Isto significa que em um processo canônico a prioridade da Igreja não é o interesse dos cônjuges na obtenção de uma declaração de nulidade, mas a verdade sobre a validade do vínculo matrimonial.

Pio XII lembra-nos a esse propósito que “no processo matrimonial o fim único é uma decisão conforme a verdade e o direito a respeito da alegada inexistência do vínculo matrimonial no referido processo de nulidade” (Discurso à Rota Romana, 2 de outubro de 1944).

O fiel pode enganar a Igreja para obter a nulidade, por exemplo, através do uso de testemunha falsa, mas a Igreja não pode enganar a Deus e tem o dever de apurar a verdade de modo claro e rigoroso. No processo canônico deve ser defendido acima de tudo o supremo interesse de uma instituição divina, que é o casamento. 

O reconhecimento e a proteção desta realidade são formulados no âmbito jurídico com a sintética expressão favor matrimonii, ou seja, a presunção, até prova em contrário, da validade do casamento. João Paulo II explicou bem que a indissolubilidade é apresentada pelo Magistério como a lei comum de todo casamento celebrado, porque se pressupõe a sua validade, independentemente do sucesso da vida conjugal e da possibilidade, em certos casos, de uma declaração de nulidade (Discurso à Rota Romana, 21 de janeiro de 2000).

Quando o Iluminismo tentou ferir de morte o matrimônio cristão, o Papa Bento XIV, com o decreto De miseratione de 3 de novembro de 1741, ordenou que em cada diocese fosse nomeado um defensor vinculi e introduziu, para obter a declaração de nulidade, o princípio da necessária concordância das sentenças nos dois graus de julgamento. O princípio da dupla sentença concordante foi consagrado pelo Código de Direito Canônico de 1917 e incorporado no código promulgado por João Paulo II em 25 de Janeiro de 1983.

No Motu Proprio do Papa Francisco, tal ótica é invertida. O interesse dos cônjuges tem primazia sobre o do casamento. É o próprio documento que o afirma, resumindo nestes pontos os critérios fundamentais da reforma: abolição das duas sentenças concordantes, substituídas por uma única decisão a favor da nulidade, executável por si só; atribuição de um poder monocrático ao bispo, reputado único juiz; introdução de um processo sumário realmente incontrolável, com a substancial eliminação do papel da Rota Romana.

Como interpretar de outro modo, por exemplo, a abolição da dupla sentença? 

Quais são os graves motivos pelos quais, depois de 270 anos, esse princípio é revogado?

O Cardeal Burke lembrou a tal propósito uma catastrófica experiência. Nos Estados Unidos, de julho de 1971 a novembro de 1983, entraram em vigor as chamadas Provisional Norms, que efetivamente eliminaram a obrigatoriedade da dupla sentença. O resultado foi que a Conferência Episcopal não negou um só pedido de dispensa entre as centenas de milhares recebidas e, na percepção comum, o processo começou a ser chamado de “divórcio católico” (Permanere nella Verità di Cristo. Matrimonio e comunione nella Chiesa cattolica, Cantagalli, Siena 2014, pp. 222-223).

Mais grave ainda é a atribuição ao bispo diocesano da faculdade de, como único juiz, instruir discricionariamente um julgamento sumário e chegar à sentença. O bispo pode exercer pessoalmente o seu poder ou delegá-lo a uma comissão, não necessariamente composta por juristas. Uma comissão formada à sua imagem, que seguirá naturalmente as suas instruções pastorais, como já é o caso dos “centros diocesanos da escuta”, privados até hoje de qualquer competência jurídica. 

A combinação entre o cânon 1.683 e o artigo 14 sobre as regras de procedimento a esse respeito tem um alcance explosivo. Sobre as decisões pesarão inevitavelmente considerações de natureza sociológica: os divorciados recasados terão, por razões de “misericórdia”, uma via preferencial. “A Igreja da Misericórdia – observa Giuliano Ferrara – se pôs a correr” (“Il Foglio”, 9 de setembro de 2015). Corre numa estrada não administrativa, mas “judiciária”, na qual de judiciário resta muito pouco.

Em algumas dioceses, os bispos procurarão garantir a seriedade do processo, mas é fácil imaginar que em muitas outras – por exemplo, da Europa Central – a declaração de nulidade tornar-se-á uma mera formalidade. Em 1993, Oskar Saier, Arcebispo de Friburgo em Brisgau, Karl Lehman, Bispo de Mainz, e Walter Kasper, Bispo de Rottenburg-Stuttgart, publicaram um documento em favor daqueles que estavam certos em consciência da nulidade do seu casamento, mas não tinham os elementos para prová-lo no tribunal (Vescovi dell’Oberrhein, Accompagnamento pastorale dei divorziati, “Il Regno Documenti”, 38 (1993), pp. 613-622).

A Congregação para a Doutrina da Fé respondeu com a Carta Annus Internationalis Familiae de 14 de setembro de 1994, afirmando que essa via não era percorrível, porque o casamento é uma realidade pública: “não reconhecer este aspecto essencial significaria negar de fato que o casamento existe como realidade da Igreja, quer dizer, como um sacramento”. 

Mas a proposta foi retomada recentemente pelo serviço diocesano de pastoral de Friburgo em Brisgau (Orientamenti per la pastorale dei divorziati, “Il Regno Documenti”, 58 (2013), pp. 631-639), segundo o qual os divorciados recasados, após a“nulidade de consciência” do casamento anterior, poderão receber os sacramentos e exercer funções nos conselhos paroquiais.

O favor matrimonii é substituído pelo favor nullitatis, que passa a constituir o elemento principal do direito, enquanto a indissolubilidade é reduzida a um “ideal” impraticável. A afirmação teórica da indissolubilidade do casamento é de fato acompanhada na prática pelo direito à declaração de nulidade de qualquer vínculo fracassado. Bastará alguém acreditar em consciência que o próprio casamento é inválido para fazê-lo reconhecer como nulo pela Igreja. É o mesmo princípio pelo qual alguns teólogos consideram “morto” um casamento em que, de acordo com ambos os cônjuges ou com um deles, “o amor está morto”.

[...].

Fala-se há mais de um ano de cisma latente na Igreja, mas quem o diz agora é o cardeal Gerhard Müller, Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, que num discurso em Regensburg evocou o risco de uma divisão na Igreja, convidando a ser muito vigilante e não esquecer a lição do cisma protestante que inflamou a Europa há cinco séculos.

Na véspera do Sínodo sobre a família em outubro, a reforma do Papa Francisco não apaga nenhum incêndio, mas o alimenta e aplaina o caminho para outras desastrosas inovações


Não é mais possível ficar calado.

Postado por Paulo Roberto Campos
fonte: blogdafamiliacatolica
_____________________________________________________




Mensagem recebida pelo Profeta Pedro II (Bento da Conceição) - Taquaras – Balneário Camboriú – Santa Catarina – Brasil. Informações fone- fax: (0xx47) 3367-7110 ou (0xx47) 9234-1114 (Vivo) ou (0xx47) 9112-8000 (Tim) ou (0xx47) 3360-7167


Jesus não quer nada de ninguém, só a alma

13/09/2015
          Imaculada é Meu Santo Nome, onde Sou chamada de Maria. Este título foi por ter Nascido sem pecado original. Abaixo de Deus, que é Meu Santo Filho Jesus, Sou a mais Pura. Por isso, Meu filhinho, é que Eu choro pelas imagens, por estar vendo a perca tão grande que vai ser desses filhos ingratos que se aproveitam da fraqueza, esses falsos pastores enganando o povo, tirando o pouco que têm em nome de Jesus, se Ele disse: “Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus” (Mt 22,21). Tu porém, Meu filhinho, faz toda a Vontade de Meu Santo Filho Jesus, sem pensar na riqueza material, e só na vida espiritual. Jesus já teve tantos Profetas, mas enfrentar como vens enfrentando esses hereges, um desafio que não é qualquer um que suportaria, sempre falando a verdade, que Jesus não quer nada de ninguém, a não ser só a alma. Em um tempo tão difícil, onde a cobiça ultrapassou demais, a ganância aumenta a fome dos homens pelo dinheiro, não se importando com os que não têm nem com o que se vestir, quanto mais a falta de alimentação na mesa dos pobres.
          Esse juiz que hoje quer se passar por um enviado de Deus, não é, é sim, do maior inimigo, que entrou na Igreja Católica, disfarçado de ovelha, mas é um lobo que vem distorcendo o que é de mais sagrado: a vida que uma mãe põe no mundo, e que agora vem perdoando o aborto; obra do diabo. É ele que quer acabar com a Criação.
          Este título que recebi, de: Imaculada, foi por ter Nascido sem a mancha do pecado, para mostrar às mães que a vida é uma só, e quem vem matando esta semente, perdão não terá, e quem vem obedecendo a esse que quer se passar por bonzinho, já é um revolucionário que vem para completar o fim dos tempos.
          Filhinho Pedro II, pronto já estás para entregar a Chave ao Meu Filho Jesus. Todo o teu trabalho fez com que muitos pudessem se lavar no Sangue do Cordeiro.

Coração de Maria e Pedro II

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

O que quer o papa Francisco? Só um cego que não vê.












Sobre o aborto:

- A Igreja e o aborto _ uma síntese histórica


[...]

No entanto, já no início do século XX a Igreja promoveu uma grande mudança em sua política de orientação para a natalidade, ou seja, passou a condenar e, ao mesmo tempo, orientar os fiéis e a sociedade sobre os males e os perigos do aborto e dos demais métodos de controle da natalidade. Esse processo teve início, de forma oficial, quando, em 1907, o padre John R. Ryan, publicou, na Catholic Encyclopedia, um artigo criticando as políticas anti-natalidades desenvolvidas pelo neomalthusianismo, as quais pregavam – e continuam a pregar – que o crescimento da pobreza é um forte fator de desagregação social e risco de crises econômicas e políticas. Para evitar isso é preciso, entre outras coisas, combater o crescimento da pobreza por meio da eliminação dos pobres. Entre as formas de eliminação defendidas pelo neomalthusianismo encontra-se a realização, de forma ampla e sem restrições, do aborto.

A Igreja condena o aborto por se tratar da “maior de todas as formas de exclusão social que existem”[v]. E isso acontece porque ele promove a exclusão radical, a exclusão da própria vida, do próprio ato de viver. E essa exclusão acontece justamente numa época em que a ciência e a economia conseguem dispor, em benefício do ser humano, todos os recursos necessários e suficientes para a manutenção da vida.

Até o Concílio Vaticano II, o qual se esforçou ao máximo para não condenar nenhuma estrutura humana e social, mas reserva para o aborto uma condenação dura e objetiva, classificando-o de “crime nefando”[vi].

A Constituição Pastoral Gaudium et Spes, promulgada pelo Concílio Vaticano II, condena todas as manifestações de violência que se opõem a vida humana. O aborto é oficialmente e literalmente colocado na lista de violências que se opõem a vida e que, por isso, são condenadas por essa Constituição. Nas palavras do documento da Igreja: “[...] tudo quanto se põe à vida, como seja toda espécie de homicídio, genocídio, aborto, eutanásia e suicídio voluntário. Todas essas coisas e outras semelhantes são infamantes; ao mesmo tempo que corrompem a civilização humana, desonram mais aqueles que assim procedem, do que os que padecem injustamente; e ofendem gravemente a honra devida ao Criador”[vii].

O Catecismo da Igreja Católica, o qual é a “exposição completa e íntegra da doutrina católica”[viii], deixa bem claro que a Igreja e o fiel cristão devem sempre condenar o aborto e, por causa disso, manter distância dessa prática noviça a vida humana.

Nas palavras do Catecismo da Igreja Católica a “vida humana deve ser respeitada e protegida de maneira absoluta a partir do momento da concepção. Desde o primeiro momento de sua existência, o ser humano deve ver reconhecido os seus direitos de pessoa, entre os quais o direito inviolável de todo ser inocente à vida”[ix]. É justamente por causa disso que a “cooperação formal para um aborto constitui uma falta grave. 


A Igreja sanciona com uma pena canônica de excomunhão este
 delito contra a vida humana. ‘Quem provoca aborto, seguindo-se o efeito, incorre em excomunhão latae sententiae’ ‘pelo próprio fato de cometer o delito’"[x]. 

Além disso, o Catecismo da Igreja Católica lembra que “desde o século I, a Igreja afirmou a maldade moral de todo aborto provocado. Este ensinamento não mudou. Continua invariável. O aborto direto, quer dizer, querido como um fim ou como um meio, é gravemente contrário à lei moral: ‘Não matarás o embrião por aborto e não farás perecer o recém-nascido’”[xi].

A condenação ao aborto chega até o Documento de Aparecida. Nesse documento eclesial a Igreja é apresentada como um “serviço de caridade”[xii]. Por causa disso, o próprioDocumento de Aparecida, constata que o “aborto faz duas vítimas: por certo a criança, mas também a mãe”[xiii]. Na visão desse documento o aborto é uma violência brutal, antiética e mesquinha. Uma violência causada por uma série de interesses econômicos, políticos e ideológicos. Na maioria das vezes, a mulher, a mãe, e a criança desconhecem a existência desses interesses antiéticos, dessas formas oriundas da cultura da morte. 

É por causa disso que o documento recomenda que a Igreja deva “acolher com misericórdia aquelas que abortaram, para ajudá-las a curar suas graves feridas e convidá-las a serem defensoras da vida”[xiv].

O mais recente capítulo da luta e do processo de conscientização histórico-social da Igreja contra o aborto foi à eleição, no dia 13/03/2013, do cardeal argentino Jorge Mario Bergoglio para exercer a função de pontífice. O cardeal Bergoglio adotou o nome de Papa Francisco. Setores da grande mídia, da universidade, pró-aborto e até mesmo dentro da Igreja viram a eleição do Papa Francisco como um momento de renovação e de modernidazação da Igreja. São setores que desejam uma Igreja próxima da cultura da morte (infanticídio, eutanásia, pena de morte, aborto, etc) e longe do evangelho e da luta em prol da dignidade da pessoa humana. Por exemplo, dentro da Igreja os setores que se alto proclamam de progressistas,modernos e de vanguarda teológica viram na eleição do Papa Francisco um momento de “descongelar o Concílio [Vaticano II]”[xv] e, com isso, flexibilizar a doutrina da Igreja, adaptando-a as exigências da sociedade neopagã.

Vale salientar que uma das exigências da sociedade neopagã é a prática, livre e indiscriminada, do aborto. Sobre as expectativas em torno da eleição do Papa Francisco, o jornalista Reinaldo Azevedo esclarece: “a imprensa mundial, a brasileira também, pôs na cabeça que Jorge Bergoglio se transformou no Papa Francisco com o objetivo de destruir os valores da Igreja Católica e transformá-la, quem sabe?; numa dessas ONGs consideradas progressistas. E, como todos sabemos, as pessoas só são progressistas hoje em dia se defenderem o casamento gay, a descriminação das drogas e, acima de todas essas causas, o aborto”[xvi].

[...]

fonte: http://www.zenit.org/pt/articles/a-igreja-e-o-aborto-parte-v


********************************************************

" Exigir que todo mundo baixe a cabeça diante de afirmações [ do papa Francisco ] tão aberrantes não é apelar com sinceridade ao dever católico da obediência: é usá-lo como arma de chantagem psicológica.

Olavo de Carvalho.

********************************************************

"É natural nos fiéis católicos a ânsia de interpretar no sentido mais bonito possível as palavras dos papas, cardeais e teólogos, as discussões dos Concílios, etc. etc., mesmo quando seu conteúdo sugere ao menos um fundo de escândalo.

É natural até forçar um pouco o sentido das palavras para afastar suspeitas atemorizantes, por medo de dividir os fiéis. Mas foi só a partir de 1962 (Concílio Vaticano II) que os católicos foram induzidos a entregar-se a esse exercício com dedicação cada vez maior, em vez de exigir das autoridades eclesiásticas que falem claro e pratiquem o 'Sim, Sim, Não, Não'.

Meio século dessa auto-anestesia piedosa já é o bastante. Já em fins da década de 60 Gustavo Corção arrependia-se amargamente de ter forçado até o último limite sua capacidade de adoçar o veneno eclesiástico. Leiam 'O Século do Nada' e verão a dor, o sofrimento horrível do crente sincero que, de repente, percebe ter ajudado os outros a enganá-lo por muito tempo.

Chega de tolerância para com a ambigüidade. Temos o dever e o direito de exigir isso não só do Papa, mas de todo o clero".


Olavo de Carvalho.


*****************************************************


segunda-feira, 7 de julho de 2014

Padre da televisão versus mulher sábia. Ivone Fedeli

Vocês podem escolher: ficará ao critério do leitor desse blog, analisar os 2 vídeos e seus conteúdos e ver quem está falando a verdade.



x





E daí, pode-se chegar a inegável conclusão: se eu seguir o falso, o modernista, o que agrada o povo,... jamais chegarei à JESUS; que é o caminho, a verdade e a vida. 


Bem que profetizou OSÉIAS:

Oséias, 4
1. Ouvi a palavra do Senhor, filhos de Israel! Porque o Senhor está em litígio com os habitantes da terra. Não há sinceridade nem bondade, nem conhecimento de Deus na terra.
2. Juram falso, assassinam, roubam, cometem adultério, usam de violência e acumulam homicídio sobre homicídio.
3. Por isso, a terra está de luto e todos os seus habitantes perecem; os animais selvagens, as aves do céu, e até mesmo os peixes do mar desaparecem.
4. Entretanto, ninguém poderá acusar (o povo), nem o repreender, mas eu censuro a ti, ó sacerdote.
5. Tu tropeçarás em pleno dia, assim como o profeta durante a noite. Far-te-ei perecer,
6. porque meu povo se perde por falta de conhecimento; por teres rejeitado a instrução, excluir-te-ei de meu sacerdócio; já que esqueceste a lei de teu Deus, também eu me esquecerei dos teus filhos.
7. Quanto mais se multiplicaram, mais pecaram contra mim, transformaram em infâmia o que era a sua glória.
8. Eles se nutrem do pecado de meu povo, e são ávidos de suas iniqüidades.
9. O sacerdote será tratado como o povo. Castigá-lo-ei pelo seu comportamento. Tratá-lo-ei segundo as suas obras.
10. Comerão, mas não hão de saciar-se; prostituir-se-ão, mas não hão de multiplicar-se, porque abandonaram o culto do Senhor.

11. O mau proceder, o vinho e o mosto abafam a razão.

domingo, 18 de maio de 2014

Catecismo da Igreja x Bento da Conceição


Catecismo da Igreja Católica
x
Profeta Bento da Conceição




X


Após tomar conhecimento das Mensagens quem vem do Céu, as quais o senhor Bento da Conceição tem recebido, tomei por bem procurar respostas no Catecismo da Igreja Católica, aos possíveis questionamentos que um autêntico católico poderia fazer.

Muito se tem falado a respeito da pessoa do senhor Bento, sem uma base de argumentação sólida, que pudesse acreditar ou desacreditar no mesmo.

A fim de dirimir tais dúvidas, vamos à luz do catecismo procurando iluminar essas questões:

  1. Pode uma pessoa receber Mensagens que vem do Céu?

“No decurso dos séculos houve revelações denominadas "privadas", e algumas delas têm sido reconhecidas pela autoridade da Igreja. Elas não pertencem, contudo, ao depósito da fé. A função delas não é "melhorar" ou "completar" a Revelação definitiva de Cristo, mas ajudar a viver dela com mais plenitude em determinada época da história. Guiado pelo Magistério da Igreja, o senso dos fiéis sabe discernir e acolher o que nessas revelações constitui um apelo autêntico de Cristo ou de seus santos à Igreja.” Nº 67 pág. 32

  1. Por que o senhor Bento da Conceição fala-se tanto numa mudança radical, de conversão?

Por meio dos profetas, Deus forma seu povo na esperança da salvação, na expectativa de uma Aliança nova e eterna destinada a todos os homens, e que será impressa nos corações. Os profetas anunciam uma redenção radical do Povo de Deus, a purificação de todas as suas infidelidades, uma salvação que incluirá todas as nações. Serão sobretudo os pobres e os humildes do Senhor os portadores desta esperança. As mulheres santas como Sara, Rebeca, Raquel, Míriam, Débora, Ana, Judite e Ester mantiveram viva a esperança da salvação de Israel. Delas todas, a figura mais pura é a de Maria. Nº 64 pág. 30

  1. Por que o senhor Bento acusa como erros gravíssimos da Igreja a retirada do Sacrário do Centro, a comunhão dada sem o devido respeito e outros mais?

A preparação longínqua da reunião do Povo de Deus começa com a vocação de Abraão, a quem Deus promete que será  o pai de um grande povo. A preparação imediata tem seus inícios com a eleição de Israel como povo de Deus. Por sua eleição, Israel deve ser o sinal do congraçamento futuro de todas as nações. Mas já os profetas acusam Israel de ter rompido a aliança e de ter-se comportado como uma prostituta. Anunciam uma nova e eterna Aliança. "Esta Aliança Nova, Cristo a instituiu." Nº 762 – pág. 218.

4) Por que o senhor Bento da Conceição fala-se tanto em nos preparar para o fim dos tempos?

Na linha dos profetas e de João Batista, Jesus anunciou em sua pregação o Juízo do Último Dia. Então será  revelada a conduta de cada um e o segredo dos corações. Será  também condenada a incredulidade culpada que fez pouco caso da graça oferecida por Deus. A atitude em relação ao próximo revelará o acolhimento ou a recusa da graça e do amor divino. Jesus dirá  no Último Dia: "Cada vez que o fizestes a um desses meus irmãos mais pequeninos, a mim o fizestes" (Mt 25,40).
Cristo é Senhor da Vida Eterna. O pleno direito de julgar definitivamente as obras e os corações dos homens pertence a Ele enquanto Redentor do mundo. Ele "adquiriu" este direito por sua Cruz. O Pai entregou "todo o julgamento ao Filho" (Jo 5,22). Ora, o Filho não veio para julgar, mas para salvar e para dar a vida que está nele. É pela recusa da graça nesta vida que cada um já  se julga a si mesmo, recebe de acordo com suas obras e pode até condenar-se para a eternidade ao recusar o Espírito de amor. Nº 678 ~679 pág. 195 / 196.

5) Qual a finalidade do senhor Bento em nos falar tanto do fim dos tempos?

Todo o mal que os maus praticam é registrado sem que o saibam. No dia em que "Deus não se calará" (Sl 50,3), voltar-se-á para os maus: "Eu havia", dir-lhes-á, "colocado na terra meus pobrezinhos para vós. Eu, seu Chefe, reinava no céu à direita do Meu Pai, mas na terra os meus membros passavam fome. Se tivésseis dado aos meus membros, vosso dom teria chegado até a Cabeça. Quando coloquei meus pobrezinhos na terra, os constituí meus tesoureiros para recolher vossas boas obras em meu tesouro; vós, porém, nada depositastes em suas mãos, razão por que nada possuís junto a mim"

O Juízo Final acontecerá  por ocasião da volta gloriosa de Cristo. Só o Pai conhece a hora e o dia desse Juízo, só Ele decide de seu advento. Por meio de seu Filho, Jesus Cristo, Ele pronunciará  então sua palavra definitiva sobre toda a história. Conheceremos então o sentido último de toda a obra da criação e de toda a economia da salvação, e compreenderemos os caminhos admiráveis pelos quais sua providência terá conduzido tudo para seu fim último. O Juízo Final revelará que a justiça de Deus triunfa de todas as injustiças cometidas por suas criaturas e que seu amor é mais forte que a morte.
A mensagem do Juízo Final é apelo à conversão enquanto Deus ainda dá  aos homens "o tempo favorável, o tempo da salvação" (2Cor 6,2). O Juízo Final inspira o santo temor de Deus. Compromete com a justiça do Reino de Deus. Anuncia a "bem-aventurada esperança" (Tt 2,13) da volta do Senhor, que "virá para ser glorificado na pessoa de seus santos e para ser admirado na pessoa de todos aqueles que creram
(2Ts 1,10). Nº 1040 ~1041 pág 293 / 294.

6) Nas Mensagens do Livro do senhor Bento: A Palavra Viva de DEUS, mostra que o ecumenismo que a Igreja Católica pretende fazer (como o templo que foi construído ao lado do Santuário de Fátima – Portugal http://www.montfort.org.br/a-abominacao-no-lugar-santo-o-santuario-de-fatima-se-tornara-um-santuario-pagao-2/ ) é erradíssimo. Por quê?

Antes do advento de Cristo, a Igreja deve passar por uma provação final que abalará  a fé de muitos crentes. A perseguição que acompanha a peregrinação dela na terra" desvendará  o "mistério de iniqüidade" sob a forma de uma impostura religiosa que há  de trazer aos homens uma solução aparente a seus problemas, à custa da apostasia da verdade. A impostura religiosa suprema é a do Anticristo, isto é, a de um pseudo-messianismo em que o homem glorifica a si mesmo em lugar de Deus e de seu Messias que veio na carne. Nº 675 pág. 194.


7) Por que o senhor Bento diz severamente quanto ao modo de se vestir?

A pessoa humana, criada à imagem de Deus, é um ser ao mesmo tempo corporal e espiritual. O relato bíblico exprime esta realidade com uma linguagem simbólica, ao afirmar que "O Senhor Deus modelou o homem com a argila do solo, insuflou em suas narinas um hálito de vida e o homem se tornou um ser vivente" (Gn 2,7). Portanto, o homem em sua totalidade é querido por Deus.
Muitas vezes o termo alma designa na Sagrada Escritura a vida humana ou a pessoa humana inteira. Mas designa também o que há  de mais íntimo no homem e o que há  nele de maior valor, aquilo que mais particularmente o faz ser imagem de Deus: "alma" significa o princípio espiritual no homem.
O corpo do homem participa da dignidade da "imagem de Deus": ele é corpo humano precisamente porque é animado pela alma espiritual, e é a pessoa humana inteira que está destinada a tornar-se, no Corpo de Cristo, o Templo do Espírito 1Cor. 6 12-20.
Nº 362 ~364 pág 104 / 105.

8) Por que a maioria dos padres não aceitam as Mensagens que estão no livro: A Palavra Viva de DEUS do profeta Bento da conceição?

O ser humano deve sempre obedecer ao juízo certo de sua consciência. Se agisse deliberadamente contra este último, estaria condenando a si mesmo. Mas pode acontecer que a consciência moral esteja na ignorância e faça juízos errôneos sobre atos a praticar ou já praticados.
Muitas vezes esta ignorância pode ser imputada à responsabilidade pessoal. É o que acontece "quando o homem não se preocupa suficientemente com a procura da verdade e do bem, e a consciência pouco a pouco, pelo hábito do pecado, se torna quase obcecada". Neste caso, a pessoa é culpável pelo mal que comete.
A ignorância de Cristo e de seu Evangelho, os maus exemplos de outros, o servilismo às paixões, a pretensão de uma mal-entendida autonomia da consciência, a recusa da autoridade da Igreja e de seus ensinamentos, a falta de conversão ou de caridade podem estar na origem dos desvios do julgamento na conduta moral.
Nº 1790 ~1792 pág. 483 / 484.

9) Nós como leigos podemos divulgar as Mensagens do profeta Bento da Conceição?

Uma vez que, como todos os fiéis, os leigos são encarregados por Deus do apostolado em virtude do Batismo e da Confirmação, eles têm a obrigação e gozam do direito, individualmente ou agrupados em associações, de trabalhar para que a mensagem divina da salvação seja conhecida e recebida por todos os homens e por toda a terra; esta obrigação é ainda mais presente se levarmos em conta que é somente por meio deles que os homens podem ouvir o Evangelho e conhecer a Cristo. Nas comunidades eclesiais, a ação deles é tão necessária que sem ela o apostolado dos pastores não pode, o mais das vezes, obter seu pleno efeito. Nº 900 pág. 258.

10) Alguns dizem que o senhor Bento está formando uma seita. Mas ao entrar na Igreja da Obediência a DEUS PAI em Balneário Camboriú, tem 2 padres que celebram a Santa Missa como era antigamente. Como reconhecer nela uma autêntica Igreja de CRISTO?

Toda a Igreja é apostólica na medida em que, por meio dos sucessores de São Pedro e dos apóstolos, permanece em comunhão de fé e de vida com sua origem. Toda a Igreja é apostólica na medida em que é "enviada" ao mundo inteiro; todos os membros da Igreja, ainda que de formas diversas, participam deste envio.
"A vocação cristã é também por natureza vocação ao apostolado." Denomina-se "apostolado" "toda a atividade do Corpo Místico" que tende a "estender o reino de Cristo a toda a terra".
“Sendo Cristo enviado pelo Pai a fonte e a origem de todo apostolado da Igreja", é evidente que a fecundidade do apostolado, tanto o dos ministros ordenados como o dos leigos, depende de sua união vital com Cristo. De acordo com as vocações, os apelos da época e os dons variados do Espírito Santo, o apostolado assume as formas mais diversas. Mas é sempre a caridade, haurida sobretudo na Eucaristia, "que é como que a alma de todo apostolado".
A Igreja é una, santa, católica e apostólica em sua identidade profunda e última, porque é nela que já  existe e será consumado no fim dos tempos "o Reino dos céus", "o Reino de Deus", que veio na Pessoa de Cristo e cresce misteriosamente no coração dos que lhe são incorporados, até sua plena manifestação escatológica. Então todos os homens remidos por Ele, tornados Nele "santos e imaculados na presença de Deus no Amor", serão reunidos como o único Povo de Deus, "a Esposa do Cordeiro", "a Cidade Santa descida do Céu, de junto de Deus, com a Glória de Deus nela", e "a muralha da cidade tem doze alicerces, sobre os quais estão os nomes dos doze Apóstolos do Cordeiro" (Ap 21,14).
Nº 863 ~865 pág. 248 / 249.

- - -

Expondo os esclarecimentos acima, fica evidente e sem sombra de dúvida que o senhor Bento da Conceição é um autêntico mensageiro de DEUS. Tais fatos retirados do Catecismo da Igreja Católica, edições Loyola, São Paulo, ano 2000; corroboram para este fim.

Sendo assim, um autêntico católico poderá apaziguar todas as dúvidas que outrora perambulavam sobre sua mente, pois a fé e a razão devem caminhar juntas; uma do lado da outra.

Despeço-me com intuito de ter-lhes ajudado nessa missiva.

Abraços de seus irmãos em CRISTO;

Marcos Chaves de Magalhães / Juliana M. Sant´Anna de Magalhães - ceifadores.


Acesse: http://www.palavravivadedeus.com.br/index.html