Mostrando postagens com marcador pecado mortal. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador pecado mortal. Mostrar todas as postagens

domingo, 22 de abril de 2018

Se o primeiro casamento fracassou, o que diz a Igreja?

O adultério é realmente tão grave assim?






Se o primeiro casamento fracassou e a pessoa constituiu uma nova união, o que pede o Direito Canônico?
Adultério é a união sexual voluntária entre uma pessoa casada e outra que não é seu cônjuge.

Por que a Igreja considera isso grave? 
Não se trata somente de fazer sexo fora do casamento, mas também atentar contra o vínculo matrimonial, que não é algo simplesmente humano, mas sim estabelecido pelo próprio Deus. Diante da realidade do adultério, é preciso ter algumas coisas claras:

1. A magnitude do pecado de adultério

As pessoas costumam achar que, se não há escândalo, não há gravidade. Mesmo que ninguém fique sabendo, o pecado existe – e os primeiros prejudicados são os próprios protagonistas. Este pecado machuca a Igreja, a sociedade e tem a ver com algo ainda mais profundo, que é romper a aliança com Deus.

2. Nenhum pecado tem justificativa

Nenhum pecado tem justificativa, e menos ainda o de adultério, com uma suposta lógica humana, dizendo: "todo mundo faz", "a culpa do fracasso no casamento não foi minha e por isso tenho o direito de refazer minha vida junto a outra pessoa" etc.

O inimigo faz o mal com aparência de bem, seguindo a lógica do mundo.

3. Sacrificar-se pelo bem maior

É preferível fazer sacrifícios e renúncias para ter uma consciência limpa, tranquila e pura, que ter o que o mundo oferece, mas com remorsos e longe da salvação.
Jesus disse: "Nem todo aquele que me diz ‘Senhor, Senhor’ entrará no Reino dos Céus, mas sim aquele que faz a vontade do meu Pai" (Mt 7, 21). Qual é a vontade do Pai? Respeitar o vínculo sacramental, apesar de tudo.

4. Em uma relação adúltera não há amor

Não pode haver amor em meio ao pecado; podem chamar isso de paixão, carência, necessidade de sexo, busca de proteção, mas não de amor.
Deus é amor (1 Jo 4, 8) e, por isso, o amor só pode estar realmente em relações abençoadas por Ele, nas quais respeitam sua presença.

5. Comunhão

Só se pode comungar em estado de graça, ou seja, sem pecados graves ou mortais. Recebe a comunhão quem está em comum-união com Deus.

6. Pecado e sagrado não se misturam. 

Não se pode tentar misturar o pecado com o que é sagrado. Onde há pecado mortal, não há vida espiritual. Os mortos não comem.

Daí a importância da confissão. Mas não é fácil sair do adultério sozinho; o primeiro passo é expor isso em confissão, com um bom padre, talvez alguém que conheça bem a história dessa pessoa.

7. O propósito de emenda

Quando existe um pecado mortal, o penitente deve cumprir 5 passos para fazer uma boa confissão: exame de consciência, contrição, propósito de emenda, confissão oral e cumprimento da penitência.

No caso de uma pessoa divorciada em segunda união: é possível fazer o propósito de emenda, ou seja, que a relação com a segunda pessoa deixe de ter as características próprias de um casal de casados?

Mesmo morando sob o mesmo teto, a pessoa está disposta a relacionar-se com o outro como se fossem irmãos?

Se a resposta é positiva às duas perguntas e garante o cumprimento sério do propósito de emenda (deixar de pecar e manter-se em graça), a pessoa pode comungar, ainda que prefira fazê-lo em outra paróquia, para evitar mal-entendidos, ou comungar de maneira privada.

Jesus disse à pecadora: "Eu tampouco te condeno. Vai e não peques mais".

8. A vida na Igreja

Se a resposta às duas perguntas anteriores for negativa, isso não significa que a pessoa fica à margem da vida da Igreja. Mesmo que não possa comungar, ela pode ir à missa, participar dela e implorar a Deus que a ajude a sair deste estado pecaminoso.

9. O amor verdadeiro

Se a pessoa com quem convive realmente a ama, entenderá que ela quer dar prioridade a Deus e à sua salvação, e respeitará sua decisão – que beneficiará a todos.

O amor autêntico sempre vai querer o bem real, presente e eterno, dos outros; nunca vai excluir Deus nem sua bênção.

10. Toda escolha implica renúncias

Se uma pessoa divorciada em nova união deseja cumprir o primeiro mandamento da lei de Deus, amando-O sobre todas as coisas (pessoas, prazeres, aparências etc.), a que está disposta a renunciar, a deixar de lado?

A aceitação teórica da realidade de um sacramento (neste caso, do matrimônio, que se presume ser válido, ainda que tenha fracassado) não é compatível com a negação prática dele.

11. Os filhos

Se a pessoa tem filhos, sua situação incide ainda mais na formação da fé dos pequenos. O exemplo educa. Estas situações difíceis podem servir de exemplo na educação dos filhos.

12. Oração

Em casa, não se pode deixar de fazer oração, de incentivar a oração em família, formar os filhos na fé etc.

13. Paróquia

Há muitas maneiras de estar unidos a Deus e à Igreja. É aconselhável envolver-se na vida da paróquia em tudo o que for possível, pois a Igreja não rejeita as pessoas divorciadas que vivem uma nova união.

A Igreja é acolhedora e misericordiosa. Mas isso não significa que ela aceita o pecado ou que deixa de denunciar esse pecado. 

O adultério (de pensamento ou obra) é um afeto desordenado.

Como se costuma dizer, Deus (e, por conseguinte, a Igreja) rejeita o pecado, mas não o pecador. Jesus veio buscar os pecadores, chamá-los à vida. O amor de Deus é maior que o pecado e, por isso, é preciso agarrar-se a Deus. Haja o que houver, a pessoa não deve se soltar da Igreja.

O ser humano sem a Palavra de Deus, sem a relação com Deus, está perdido. Se uma pessoa divorciada em nova união tem a reta intenção de sair do pecado, é preciso preparar-se para ver quão poderoso é o Senhor: Ele pode devolver a dignidade à sua vida.

fonte: pt.aleteia.org


quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Encontrado as ruínas da cidade do pecado: Sodoma.

Arqueólogos encontram na Jordânia ruínas da "cidade do pecado", que teria sido exterminada por Deus numa das mais conhecidas histórias bíblicas
Raul Montenegro (raul.montenegro@istoe.com.br)


Agora, uma escavação conduzida pela Universidade Trinity Southwest, dos Estados Unidos, em parceria com o Departamento de Antiguidades da Jordânia, está ajudando a passar a história das localidades da lenda para o mundo real. Os responsáveis pela pesquisa dizem que acharam as ruínas de Sodoma a 14 km do Mar Morto, na Jordânia, e que já sabem onde está Gomorra.

“Depois de 15 anos de exploração eu penso que nós descobrimos Sodoma, como as evidências científicas demonstram”, afirma Steven Collins, o arqueólogo que chefia o estudo. “A cidade é uma realidade geográfica tanto quanto Jerusalém.”






A Sodoma bíblica teria sido exterminada por Deus porque seus moradores eram adeptos da pederastia, de acordo com as escrituras. Na realidade, era uma metrópole de 10 mil pessoas que floresceu entre 3500 e 1540 a.C. O local foi um centro comercial cercado por fortificações de até 50 metros de espessura que protegiam as partes alta e baixa da cidade, reservadas a ricos e pobres. Foram encontrados mais de 100 mil peças de cerâmica do período, áreas residenciais e administrativas, um templo e um palácio vermelho, assim chamado pela cor de suas pedras. Há 3,5 mil anos, essa civilização subitamente desapareceu e a região ficou desabitada por 700 anos.

De acordo com a equipe, Sodoma foi destruída pelo impacto de um meteorito similar ao que atingiu Tunguska, na Sibéria, em 1908. O cataclismo pode ter sido a origem dos relatos bíblicos. A pesquisa aponta que as paredes da cidade foram destroçadas e que o solo foi desnudado por 500 km quadrados. “Temos cientistas em sete grandes universidades analisando as amostras que colhemos no sítio e nos arredores”, diz Collins.

Os arqueólogos chegaram a Sodoma comparando passagens das escrituras com ruínas jordanianas. “Gênesis 13 claramente coloca Sodoma ao norte e ao leste do Mar Morto”, afirma o pesquisador. É descrita ainda como uma poderosa localidade cercada por cidades-satélite, o que bate perfeitamente com os achados. Um dos centros orbitando Sodoma é Gomorra, que se acredita estar 1 km ao norte. A estimativa é que os arredores concentrassem até 80 mil pessoas.

fonte: IstoÉ _ comportamento

******************************************

Na leitura da Sagrada Escritura, duas coisas saltam aos olhos: a clareza com a qual a homossexualidade é definida como uma aberração antinatural; e a energia com que sua prática é punida por Deus.

Já no Antigo Testamento afirma-se que “aquele que pecar com um homem, como se ele fosse uma mulher, ambos cometeram uma coisa execranda, sejam punidos de morte, o seu sangue caia sobre eles” ( Lev. 20,13 ).

Essa ameaça divina não ficou no ar. Todos sabemos como Deus fez “chover sobre Sodoma e Gomorra enxofre e fogo [vindo] do céu; e destruiu estas cidades, e todo o país em roda, todos os habitantes das cidades, e toda a vegetação da terra” (Gen. 19, 24-26). 


No total, foram cinco as cidades punidas, as quais estão ainda submersas ao sul do Mar Morto, como se pôde constatar recentemente em trabalhos arqueológicos. Aliás, o Mar Morto leva esse nome por não haver nele sinal de vida, e porque, nas regiões circunvizinhas, o deserto testifica a maldição de Deus sobre as cidades criminosas que lá se encontravam.

A energia desse castigo divino ficou tão firmemente registrada na memória da humanidade, que ainda hoje a prática do homossexualismo é conhecida como “sodomia”, precisamente em lembrança do castigo bíblico a Sodoma.

Leia-se o que diz o Apóstolo São Paulo, descrevendo os frutos da idolatria:

       “Porque as suas próprias mulheres mudaram o uso natural, em outro uso, que é contra a natureza. E do mesmo modo, também os homens, deixando o uso natural da mulher, arderam nos desejos mutuamente, cometendo homens com homens a torpeza, e recebendo em si mesmos a paga que era devida ao seu desregramento. 
         E, como não procuram conhecer a Deus, Deus abandonou-os a um sentimento depravado, para que fizessem o que não convém, cheios de toda iniqüidade, malícia e fornicação” (I Rom., 26 e ss.).

E a condenação do Apóstolo não se limita aos que praticam a sodomia, mas até às pessoas que a aprovam complacentes: 

       “As quais, tendo conhecido a justiça de Deus, não compreenderam que os que fazem tais coisas são dignos de morte; e não somente quem as faz, mas também quem aprova aqueles que as fazem” (idem, 32).

E a morte com que ele ameaça esses pecadores não é nem sequer desta vida, mas é a morte eterna! Veja-se: 

        “Não vos enganeis: nem mesmo os fornicadores, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, ... possuirão o reino de Deus” (I Cor. 6, 9-10). 

Ou seja, irão para o Inferno.

fonte: http://catolicismo.com.br/materia/materia.cfm?IDmat=61&mes=julho2001



terça-feira, 23 de setembro de 2014

Depois que o castigo vier, não adianta dizer: " porquê meu DEUS? "

Porque as catástrofes cairão sobre nós? Porque tantos avisos celestiais?



1. Indiferença dos homens para com Deus - Hoje em dia há muitos mornos dentro ou fora da Igreja. Muitos padres da Igreja que se omitiram com o tempo na tarefa de serem responsáveis por conduzir o rebanho. O morno é levado pelo relativismo de que apenas o que o importa é amor ao próximo, e usando essas e outras frases para aliviar a responsabilidade de cristão. E não sabem que só Deus é o caminho para compreendermos o amor. Em Apocalipse o morno vai ser vomitado (Ap 3,16). 




2. Pecado - Desobediência aos 10 mandamentos de Deus. O pecado moral é valorizado e difundido pelos meios de comunicação, e é visto como um bem. A impureza toma conta dos relacionamentos, que se destroem cada vez mais, e aumenta as separações assim famílias desestruturadas, a família é a base da sociedade. A cobiça o desejo de coisas materiais que também tem o próximo aumenta o consumismo e o orgulho em ter. O Domingo não é mais guardado para Deus. 




3. Maldade dos ímpios - Violência e tensões de guerra tem se espalhado tanto a nível regional quanto a nível mundial.






4. O aborto - É cada vez mais difundido, o assassinato de inocentes cria a mentalidade onde é possível matar o mais fraco sem ter culpa. Muitos acontecem fora das estatísticas oficiais. A banalização da vida se espalha. 




5. Outros deuses - Deus abomina o culto a outros deuses, como hoje em dia em favor do dinheiro, do corpo, celebridades. Determinadas músicas são o ponto máximo, a sabedoria da vida de uma pessoa. A busca pela vaidade torna o homem o próprio deus.


Pecado
O pecado é uma falta contra a razão, a verdade, a cons­ciência reta; é uma falta ao amor verdadeiro para com Deus e para com o próximo, por causa de um apego perverso a certos bens. Fere a natureza do homem e ofende a solidarie­dade humana. Foi definido como "uma palavra, um ato ou um desejo contrários à lei eterna ". (CIC 1849)
“é uma falta ao amor verdadeiro para com Deus e para com o próximo” item 3 acima
“um apego perverso a certos bens” conforme itens 4 e 6 acima, no caso do item 4 a pessoa se apega mais a vida material e prefere assumir o direito de matar.
“Fere a natureza do homem” A natureza do homem é preservar a vida e os dons que o levam a dar vida, assim o pecado moral e o aborto são valorizados.

O pecado afasta as pessoas de Deus
Sabendo que o pecado é o que leva pessoas ao inferno conforme mostrado na seção sobre inferno. A solução para tanto males no mundo é buscar o que sempre foi solução e resolveu e hoje o homem deixa cada vez mais de lado: Eucaristia e Oração/Reza.
O pecado é ofensa a Deus: "Pequei contra ti, contra ti somente; pratiquei o que é mau aos teus olhos" (Sl 51,6). O pecado ergue-se contra o amor de Deus por nós e desvia dele os nossos corações. Como o primeiro pecado, é uma desobediência, uma revolta contra Deus, por vontade de tornar-se "como deuses", conhecendo e determinando o bem e o mal (Gn 3,5). (CIC 1850)
“por vontade de tornar-se ‘como deuses’” A pessoa resolve assumir o poder de cancelar uma vida que é única. No item 6 outros deuses levam as pessoas a guiar seus valores pelo que ela adora.
A desobediência aos dez mandamentos é pecado mortal :
O pecado mortal destrói a caridade no coração do homem por uma infração grave da lei de Deus; desvia o homem de Deus, que é seu fim último e sua bem-aventurança, preferindo um bem inferior. (CIC 1855 )
O bem inferior é o prazer, o superior é o dom da vida que devemos usar sabiamente. Acabam colocando bem lícitos inferiores acima dos bens superiores como a castidade, subordinando o grande dom e usando como um instrumento. Só depois a pessoa cai na realidade.
O pecado mortal é uma possibilidade radical da liberdade humana, como o próprio amor. Acarreta a perda da caridade e a privação da graça santificante, isto é, do estado de graça. Se este estado não for recuperado mediante o arrependimento e o perdão de Deus, causa a exclusão do Reino de Cristo e a morte eterna no inferno, já que nossa liberdade tem o poder de fazer opções para sempre, sem regresso. No entanto, mesmo podendo julgar que um ato é em si falta grave, devemos confiar o julgamento sobre as pessoas à justiça e à misericórdia de Deus. (CIC 1861 )
Aos olhos da fé, nenhum mal é mais grave que o pecado, e nada tem conseqüências piores para os próprios pecador, e para a Igreja e para o mundo inteiro. (CIC 1488)
Todo pecado, mesmo venial (leve), acarreta um apego prejudicial às criaturas que exige purificação, quer aqui na terra, quer depois da morte, no estado chamado "purgatório". Esta purificação liberta da chamada "pena temporal" do pecado. (CIC 1472)

fonte: Sianisdostempos.org


domingo, 15 de dezembro de 2013

Preparação para o Natal

"Preparai o caminho do Senhor"



Estamos nos aproximando do Natal e já começamos a ouvir João Batista que clama em alta voz: "Preparai o caminho do Senhor". 

É tempo de Advento, de preparação, de arrependimento e de conversão.
Mas, para fazermos tudo isso ao mesmo tempo, só existe uma opção: o Sacramento da Confissão. É através deste Sacramento que encontramos estes três elementos juntos, unidos a nosso favor. Basta seguir a caminho do perdão







Depois de ter passado pela Confissão, após um sincero exame de consciência e de um profundo arrependimento, é hora de viver a graça que segue esse Sacramento. Essa graça pode ser prolongada com uma conversão real. Enquanto estamos vivos somos sujeitos a cair em tentação e pecarmos.

É muito importante que nossa conversão aconteça todos os dias, nas pequenas e também nas grandes coisas.
Vamos nos preparar para um Santo Natal com uma sincera Confissão. A diferença sentiremos se estivermos devidamente preparados e com o coração realmente arrependido. Experimente!




É preciso dar ouvidos à Palavra do Senhor, acolhê-lo como Deus e comportar-se como seu povo (Jer. 7, 23). Diz o Senhor: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, eu entrarei na sua casa e tomaremos a refeição, eu com ele e ele comigo”(Apoc. 3,20). 

 É preciso abrir o coração. É preciso renascer. Seja a nossa atitude  de espírito como a do jovem Samuel: “Falai  Senhor, que o vosso servo escuta!”…ou a dos que ouviam João Baptista: “Que havemos de fazer?”. E Jesus já desde o início desta Quaresma nos anda a segredar aos ouvidos: “Arrependei-vos, convertei-vos e acreditai no Evangelho!”
P. Batalha


fonte: http://faroldeluz.wordpress.com/2009/03/28/penitencia-preparacao-pascal/











Conheça as Mensagens de JESUS, Maria e dos Santos dadas ao nosso profeta PEDRO II e escutai-o como o povo de DEUS escutou a João Batista que clamava no deserto.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Adolescentes estão usando pílula abortiva do dia seguinte: como contraceptivo.

Jornal Estadão - 16/11/2013

O porcentual surpreendeu pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), que ouviram 800 jovens. "Estudos anteriores em regiões metropolitanas indicavam taxas menores, em torno de 50%", afirma Ana Luiza Borges, professora da Escola de Enfermagem e coordenadora do trabalho apresentado na Conferência Internacional de Planejamento Familiar, na semana passada na Etiópia.
Feito em Arujá em 2011, o trabalho entrevistou alunos entre 15 e 19 anos e seus resultados podem, segundo os pesquisadores, ser estendidos à Região Metropolitana. Do total, 307 jovens disseram ter vida sexual ativa. Entre os alunos de escolas públicas, 57,9% disseram ter usado a pílula e 57% dos estudantes das particulares também já recorreram ao método.
O medo de engravidar e "decepcionar a família" levou Bárbara a ir com uma amiga a uma farmácia em busca do medicamento. "Sempre tinha ouvido que essa pílula causava vários efeitos colaterais, mas não senti nada de diferente quando tomei. Por isso, acho que acabei relaxando. Se na primeira vez usei por desespero, a partir da segunda, virou comodismo", diz ela, que tomou o remédio por quatro meses seguidos.


A maioria fez como Bárbara e comprou o produto nas farmácias: 74,6%. Apenas 6,8% obtiveram os contraceptivos em posto de saúde. A pílula é acessível e custa em torno de R$ 12. Para a professora, o comportamento tem um lado positivo: "Jovens conseguem tomar medidas para evitar gravidez indesejada", diz. 

Carnaval - aborto - pílula do dia seguinte:



São muitas alminhas abortadas por uma sociedade que busca o prazer acima de qualquer lei ou moral.
Misericórdia meu DEUS, fico imaginando quantas crianças são assassinadas por R$12,00 reais... Crime que branda ao Céus.
Nada ficará impune no dia do julgamento - eles se esqueceram que o que o coração não vê... DEUS está vendo.

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Conexão Repórter - Jornalista conversa com mulher que realiza aborto



A verdadeira face da morte - aborto:















Abaixo o Catecismo sobre o aborto (clique na foto abaixo)





Peço que compartilhem o link desse artigo para o maior número de pessoas. Pode ser que alguém que esteja com o pensamento voltado para este fim e ao ver a reportagem, abrace a via.
Deus o abençoe!

terça-feira, 9 de abril de 2013

Salmo 50: Senhor, tende piedade de mim




Caríssimos Irmãos e Irmãs: vale a pena meditar!


Escutamos o Miserere, uma das orações mais célebres do Saltério, o Salmo penitencial mais intenso e repetido, o cântico do pecado e do perdão, a meditação mais profunda sobre a culpa e a graça. A Liturgia das Horas faz-nos repeti-lo nas Laudes de cada sexta-feira. Desde há muitos séculos numerosos corações de fiéis judeus e cristãos elevam aos céus como que um suspiro de arrependimento e de esperança dirigido a Deus misericordioso.
A tradição judaica colocou o Salmo nos lábios de Davi, convidado pelas palavras severas do profeta Natan a fazer penitência (cf. vv. 1-2; 2 Sam 11, 12), o qual lhe reprovava o adultério cometido com Betsabé e o homicídio de seu marido, Urias. Mas o Salmo enriquece-se nos séculos seguintes, com a oração de muitos outros pregadores, que retomam os temas do "coração novo" e do "Espírito" de Deus infundido no homem redimido, segundo o ensinamento dos profetas Jeremias e Ezequiel (cf. v. 12; Jr 31, 31-34; Ez 11, 19; 36, 24-28).



São dois os horizontes que o Salmo 50 delineia. Em primeiro lugar, está a região tenebrosa do pecado (cf. vv. 3-11), na qual se encontra o homem desde o início da sua existência: "Eis que eu nasci na culpa, e a minha mãe concebeu-me no pecado" (v. 7). Mesmo se esta declaração não pode ser assumida como uma formulação explícita da doutrina do pecado original como foi delineada pela teologia cristã, não há dúvida de que ela lhe corresponde: de fato, exprime a dimensão profunda da inata debilidade moral do homem. O Salmo, nesta primeira fase, apresenta-se como uma análise do pecado, feita diante de Deus. São três as palavras hebraicas usadas para definir esta triste realidade, que provém da liberdade humana mal empregue.


 

A primeira palavra, hattá, significa literalmente "não atingir o alvo": o pecado é uma aberração que nos afasta de Deus, meta fundamental das nossas relações, e por conseguinte também do próximo.
A segunda palavra hebraica é "awôn, que remete para a imagem de "torcer", "curvar". Por conseguinte, o pecado é um desvio sinuoso do caminho reto; é a inversão, a deturpação, a deformação do bem e do mal, no sentido declarado por Isaías: "Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem, mal, que têm as trevas por luz e a luz por trevas" (Is 5, 20). Precisamente por este motivo, na Bíblia, a conversão é indicada como um "voltar" (em hebraico shûb) ao caminho reto, corrigindo o percurso.
A terceira palavra que o salmista usa para falar do pecado é peshá. Ela exprime a rebelião do súdito em relação ao soberano e, por conseguinte, é um desafio aberto dirigido a Deus e ao seu projeto para a história humana.
Mas se o homem confessa o seu pecado, a justiça salvífica de Deus está pronta para o purificar radicalmente. Desta forma passa-se para a segunda parte espiritual do Salmo, a luminosa da graça (cf. vv. 12-19). De fato, através da confissão das culpas abre-se para quem reza um horizonte de luz no qual Deus atua. O Senhor não age apenas negativamente, eliminando o pecado, mas regenera a humanidade pecadora através do seu Espírito vivificante: infunde no homem um "coração" novo e puro, ou seja, um conhecimento renovado, e abre-lhe a possibilidade de uma fé límpida e de um culto agradável a Deus.
Orígenes fala a este propósito de uma terapia divina, que o Senhor realiza através da sua palavra e mediante a obra regeneradora de Cristo: "Assim como Deus predispôs para o corpo o remédio das ervas terapêuticas misturadas com sabedoria, assim também preparou remédios para a alma com as palavras que infundiu, distribuindo-as nas divinas Escrituras... Deus também deu outra atividade médica, cujo arquiatra é o Salvador, o qual diz de si mesmo: "não são os sadios que precisam do médico, mas os doentes". Ele era o médico por excelência capaz de curar qualquer debilidade, qualquer enfermidade" (Homilias sobre os Salmos, Florença, 1991, pp. 247-249).
A riqueza do Salmo 50 mereceria uma exegese cuidadosa de cada uma das suas partes. É o que faremos quando ele voltar a ressoar nas várias sextas-feiras das Laudes. O olhar de conjunto, que agora dirigimos a esta grande súpplica bíblica, já nos revela algumas componentes fundamentais de uma espiritualidade que deve reflectir-se na existência quotidiana dos fiéis. Em primeiro lugar, há um profundo sentido do pecado, entendido como uma escolha livre, conotada negativamente a nível moral e teologal: "Contra Vós apenas é que eu pequei, pratiquei o mal perante os Vossos olhos" (v. 6). Depois, verifica-se também no Salmo um profundo sentido da possibilidade de conversão: o pecador, sinceramente arrependido (cf. v. 5), apresenta-se em toda a sua miséria e despojamento a Deus, suplicando-lhe que não o afaste da sua presença (cf. v. 13).
Por fim, no Miserere, vê-se uma radicada convicção do perdão divino que "apaga, lava e purifica" o pecador (cf. vv. 3-4) e chega até a transformá-lo numa criatura nova que tem espírito, língua, lábios e coração transformados (cf. vv. 14-19). "Mesmo se os nossos pecados afirmava santa Faustina Kowalska fossem escuros como a noite, a misericórdia divina é mais forte do que a nossa miséria. É necessária uma só coisa: que o pecador abra pelo menos um pouco da porta do seu coração... o resto fá-lo-á Deus... 

Tudo se iniciou com a tua misericórdia e tudo terminará com a tua misericórdia" (M. Winowska, O ícone do Amor misericordioso. A mensagem da Irmã Faustina,Roma, 1981, pág. 271).


-- Papa João Paulo II, na audiência de 24 de Outubro de 2001


fonte: http://tesourosdaigrejacatolica.blogspot.com.br

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Se o padre não fala - a Igreja deveria.

Nós como Católicos somos e fazemos parte do Corpo da Igreja - seus membros.
E como tal, por definição e por caridade devemos sempre edificar um ao outro.
Mesmo quando os padres não falam abertamente sobre o pecado mortal, os irmãos devem sempre divulgar a doutrina Católica.
Até porque, só falamos aquilo que acreditamos.
E se somos verdadeiramente Católicos, devemos proclamar em alto e bom tom sobre os telhados o que o Mestre nos ensinou:


JESUS ME ACONSELHA
* Filho, você pecou?... Não volte ao pecado. (Jo 8,11)
* Não faça o mal, e ele não cairá sobre você.
* Honre seu pai... para descer sobre você a minha bênção.
* Não despreze os conselhos de sua mãe. (Prov.1,8)
* FUJA DO PECADO, como se foge de uma cobra. (Mt 26,41)




- A Palavra do Sacerdote : fonte revista Catolicismo -


Perguntas:1) Por que as pessoas que vivem juntas, casadas só no civil, não podem confessar-se nem receber a Sagrada Comunhão? Fico triste por não poder fazer a comunhão reparadora dos cinco primeiros sábados porque sou casada só no civil. Como também sinto muita pena quando vou à Missa aos domingos e vejo as outras pessoas se dirigirem ao altar para comungar, enquanto sou obrigada a permanecer em meu lugar. A Igreja não poderia ser mais tolerante com esses casais católicos, devotos de Nossa Senhora, que rezam o terço todos os dias, mas que infelizmente são forçados a uma vida em comum sem o casamento religioso?

2) Na cidade onde moro é muito difícil confessar-me com o padre, no confessionário, pois são poucos padres para muitos fiéis e a eles sobra pouco tempo para atender confissões individuais. Por isso, uma vez por mês eles organizam uma confissão comunitária, ou seja, uma absolvição comum para muitas pessoas que tenham confessado seus pecados diretamente a Deus e estejam internamente arrependidas deles. A este propósito, pergunto se é válida para o perdão dos pecados a confissão feita diretamente a Deus, com ou sem absolvição comunitária, e se esta é válida para perdoar os pecados não declarados pessoalmente ao sacerdote.


Cônego José Luiz Villac
Resposta:

Antes de responder às perguntas em concreto, permitam-me os leitores lembrar alguns pontos da doutrina da Igreja sobre o casamento. Pois, como sacerdote católico, sinto-me na obrigação de expor tais pontos a fim de que possam compreender bem a atitude da Igreja em relação às pessoas que vivem em concubinato e a proibição que lhes impõe de receberem a Sagrada Hóstia.

Pela moral católica, a vida conjugal só é lícita dentro do casamento religioso, o sacramento do matrimônio, instituído por Nosso Senhor Jesus Cristo para santificar tal união. Esse casamento religioso é monogâmico e indissolúvel, isto é, casamento de um só homem com uma só mulher e que deve durar a vida toda, só se dissolvendo pela morte de um deles.

Quem casa no religioso não pode separar-se para depois casar com outra pessoa, como também não pode ter relações sexuais fora do casamento, pois deve fidelidade ao outro cônjuge. A vida em comum e as relações sexuais fora do casamento constituem pecados graves contra o 6º e o 9º Mandamentos da Lei de Deus. São pecados mortais que podem levar ao inferno quem morre após tê-los praticados sem se arrepender de os ter cometido e sem se confessar. A vida em comum sem o casamento religioso constitui mesmo um estado de pecado, ou seja, um pecado permanente contra Deus e que põe em grave risco a salvação da alma de quem vive assim.

Quem é solteiro(a), viuvo(a) ou separado(a) deve observar a continência sexual, pois, como foi dito, as relações sexuais só são lícitas no matrimônio.

Quando o marido trai e abandona a mulher, ou quando esta faz o mesmo em relação ao marido, ou ainda quando o convívio entre os dois se torna de tal maneira insuportável que impeça o prosseguimento da vida em comum, a Igreja permite a separação física pelo desquite. Porém, nem o desquite nem o divórcio pela lei civil rompem o vínculo matrimonial. Aos olhos de Deus e da Igreja eles continuam casados, embora vivendo separados.

O casamento meramente civil entre batizados não tem qualquer valor para a Igreja, que continua a considerá-los solteiros e vivendo em pecado por se terem unido sem o casamento religioso. Por isso a Igreja tolera, mas não recomenda, que alguém casado só no civil e separado, depois case no religioso com outra pessoa.

Fica assim bem claro que a vida em comum fora do casamento religioso constitui um estado permanente de pecado mortal, uma gravíssima ofensa feita a Deus Nosso Senhor.

Pecado mortal,Confissão e Comunhão
Por outro lado, visto que comungar é receber Nosso Senhor Jesus Cristo em Seu Corpo, Sangue, Alma e Divindade, a Igreja exige dos fiéis que o façam dignamente, com a alma limpa, pelo menos dos pecados mortais. Pois quem O recebe indignamente, tendo pecados mortais na alma, comete um pecado maior ainda: o pecado de sacrilégio, que transforma um meio de salvação em meio de condenação, como já advertia São Paulo em sua primeira epístola aos Coríntios:

"Todo aquele que comer este pão ou beber o cálice do Senhor indignamente, será réu do corpo e do sangue do Senhor. Examine-se, pois, a si mesmo o homem, e assim coma deste pão e beba deste cálice. Porque aquele que o come e bebe indignamente, come e bebe para si a condenação, não distinguindo o corpo do Senhor". (1Cor. 11, 27-29)

Por isso a Igreja obriga os fiéis a se confessarem de seus pecados mortais antes de comungar. Mas, para que a confissão seja válida, é preciso que o penitente mostre um sincero e profundo arrependimento de seus pecados e um firme propósito de não mais cometê-los. Só assim poderá receber a absolvição dos mesmos, recuperar o estado de graça e comungar.

Porém, aqueles que vivem em estado de pecado mortal - ou seja, que não têm apenas um ou outro pecado mortal na alma, mas cuja condição de vida já constitui por si mesma um pecado grave - só mostram verdadeiro arrependimento e firme propósito se a situação pecaminosa for desfeita previamente à confissão. Pois, se ela permanecer, é sinal de que não houve nem arrependimento nem propósito, o que torna a confissão inválida.

Por isso as pessoas que vivem em estado de pecado mortal, como é o caso dos que vivem em concubinato, não podem confessar-se nem comungar enquanto a situação pecaminosa não for desfeita.

Assim, em condições habituais, a confissão para ser válida deve ser feita a um sacerdote católico, no confessionário, onde o penitente deve declarar todos os pecados mortais cometidos desde a última confissão, movido por um profundo arrependimento de os ter cometido e por um firme propósito de não voltar a pecar. Só assim poderá receber a absolvição e a penitência imposta pelo confessor, recuperando o estado de graça e a paz de Deus.

Confissões comunitárias = absolvições comunitárias
As chamadas confissões comunitárias na realidade não passam de absolvições comunitárias, pois nelas geralmente os fiéis não declaram seus pecados em voz alta, para todos ouvirem, mas se arrependem deles internamente, quando muito, e recebem uma absolvição coletiva.

Esta prática de absolver pecados mortais sem uma prévia declaração dos mesmos ao confessor, só é permitida em condições excepcionais, como o perigo iminente de morte e possibilidade de os fiéis se virem forçados a permanecer por longo tempo sem receber os sacramentos. Mesmo assim devem proceder à confissão individual de seus pecados graves logo que possível. (Cfr. Cânones 960 a 964 do Código de Direito Canônico vigente)

Portanto, confessar-se diretamente a Deus, como os protestantes dizem fazer, não é um meio normal de obter o perdão dos pecados, segundo a doutrina católica. Pois Nosso Senhor Jesus Cristo concedeu à Sua Igreja o poder de perdoar os pecados e só por meio dEla -- ou seja, de seus ministros -- são eles habitualmente perdoados. Com efeito, disse Ele, dirigindo-se a São Pedro:

"Eu te darei as chaves do reino dos céus; e tudo o que ligares sobre a terra, será ligado também nos céus; e tudo o que desatares sobre a terra, será desatado também nos céus" (Mt 16,19).

E mais adiante diz o mesmo aos discípulos: "Tudo o que ligares sobre a terra será ligado também no céu; e tudo o que desatares sobre a terra, será desatado também no céu" (Mt 18,18)

E depois da Ressurreição confirma esse poder de perdoar os pecados, concedido aos Apóstolos e discípulos:

"Aqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; e aqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos" (Jo 20,23).

Os protestantes negam à Igreja esse poder de mediação, a Ela conferido por Seu Fundador.

Conveniência das confissões e comunhões freqüentes
Embora a Igreja imponha aos fiéis a obrigação de se confessarem somente uma vez ao ano, é muito recomendável a prática da confissão freqüente, mesmo de pecados veniais. Pois a confissão, sendo um sacramento, é um veículo da graça de Deus, indispensável para se viver sempre de acordo com os Seus Mandamentos. E também é uma ocasião propícia para se renovar o arrependimento dos pecados e das faltas mais freqüentes, bem como o firme propósito de corrigir-se delas.

Do mesmo modo, a Igreja obriga a comungar apenas uma vez ao ano, pela Páscoa da Ressurreição. Mas também é muito recomendável a comunhão frequente, e até diária, pois nela se recebe não apenas a graça santificante, mas o próprio Nosso Senhor Jesus Cristo, fonte de toda a graça.

O fiel não precisa confessar-se todas as vezes que for comungar, se houver cometido apenas pecados veniais. Pois a própria comunhão os apaga. A confissão antes de se comungar só é exigida para os pecados mortais, perdoados unicamente pela confissão sacramental, como vimos.

Assim, recomendamos aos nossos leitores a prática salutar da confissão e da comunhão freqüentes, desde que recebidas com as disposições necessárias. Especialmente a comunhão reparadora dos cinco primeiros sábados do mês, pedida por Nossa Senhora em Fátima, em desagravo ao Seu Imaculado Coração. E também a comunhão reparadora das nove primeiras sextas-feiras, em desagravo às ofensas recebidas pelo Sagrado Coração de Jesus.

São duas práticas muito salutares que certamente contribuirão para um maior fervor crescente na vida espiritual, maior resistência às tentações e maior facilidade para trilhar sempre o caminho da virtude e do bem.