Mostrando postagens com marcador saúde da mulher. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador saúde da mulher. Mostrar todas as postagens

sábado, 10 de outubro de 2015

Um presente de DEUS - vídeo - e quem financia "católicas pelo direito a decidir"




“Planned Parenthood, a maior multinacional pró aborto do mundo, esconde sistematicamente estupros e escravidão sexual de menores, também realiza práticas racistas, infanticidas e tem a missão de procurar e destruir os bebês de sexo feminino nos Estados Unidos”, revelou o mais recente relatório da organização pró-vida americana Live Action que investigou durante três anos unidades das clínicas.

O documento chamado ‘Mentiras, corrupção e escândalo’ traz a seguinte conclusão: “Em 16 diferentes visitas às clínicas durante apenas três anos, as instalações da Clínica ‘Planned Parenthood’ escondiam consistentemente o estupro de menores, e induziram à exploração sexual comercial de crianças”.
O que muitos já desconfiavam agora ficou comprovado: a Planned Parenthood Federation of America trafica órgãos de bebês.


Como é público e notório, essa multinacional aborteira, que detém a maior cadeia de clínicas de aborto dos Estados Unidos, é financiada pelo governo americano — do qual recebe 528 milhões de dólares/anuais de impostos dos contribuintes. 


Também recebe doações de grandes instituições, como a Fundação Ford e a Fundação Bill Gates & Melinda. Com esses financiamentos — concedidos à sombra do subterfúgio de ajuda para o “planejamento familiar” e a “paternidade responsável” — os agentes da Planned Parenthood, além de praticarem aborto em larga escala nas cidades americanas, promovem essa prática assassina nos cinco continentes. Consta que essa organização internacional é responsável por aproximadamente 300 mil abortos por ano!

Representantes da empresa de biotecnologia Center for Medical Progress – CMP (Centro para o Progresso Médico), simulando interesse pela compra de órgãos de bebês abortados em clínicas da Planned Parenthood, marcaram entrevistas com dirigentes da multinacional em restaurantes, e com câmaras escondidas, gravaram o negócio macabro. Seis vídeos, divulgados recentemente e que documentam a comercialização de tecidos fetais, causaram horror nos Estados Unidos e em incontáveis pessoas do mundo inteiro.


O fato é que se legalizarem o aborto as mulheres pobres continuarão sem acesso aos atendimentos básicos da rede pública e vítimas da precariedade do sistema de saúde, que não dá conta das demandas existentes. Na realidade, os que querem a despenalização do aborto têm outros interesses, nada humanitários. O discurso sentimentalista é demagógico e perverso, porque oculta outras intenções.

Estão em jogo na questão do aborto interesses especialmente por razões econômicas, políticas e demográficas. A pressão para a legalização do aborto faz parte dessa estratégia de longo prazo e existe por causa de ações com origem fora do Brasil. A legalização do aborto cria um ambiente onde é possível desenvolver a pesquisa com clonagem reprodutiva que produzirá resultados espetaculares na reengenharia da sociedade humana, mas que hoje são imprevisíveis e estão sendo financiados sem expectativa imediata de lucro, mas aparentemente quase como algo que seria um meta-poder. 


Esta relação do aborto com a clonagem somente existe, e de modo bem evidente, na mente dos grandes condutores das fundações internacionais, como constatamos, por exemplo, o envolvimento da Fundação Rockefeller com a Biologia Molecular. De modo imediato, a legalização do aborto é desejada por ser o meio mais rápido e eficiente de controle populacional.

O ex-diretor do programa de controle populacional da USAID, nos anos 70, Reimert Ravenholt, dizia que com o orçamento disponibilizado pelo Congresso Americano à USAID (um montante que representou à época o segundo maior programa de ajuda externa já promovido pelos Estados Unidos em toda a sua história, menor apenas do que o Plano Marshall, que reergueu economicamente a Europa depois da Segunda Guerra Mundial) era possível reduzir de modo significativo o crescimento populacional de qualquer país em desenvolvimento, em um período de cinco anos, utilizando métodos convencionais como a esterilização e em apenas dois anos se pudesse ser utilizado o aborto.

Ao fim dos anos 70, quando os dirigentes deste plano perceberam que sua apresentação como um plano norte-americano de controle populacional começava a ser questionado pelos países em desenvolvimento, o magnata do petróleo John Rockefeller III, juntamente com uma cientista social que então trabalhava na Fundação Ford, resolveu introduzir o conceito de emancipação da mulher e dos direitos sexuais e reprodutivos, para que se pudesse impor a mesma coisa sem que se despertassem as mesmas reações.

 Com isso, organizações como a Fundação Ford e as Organizações Rockefeller passaram a financiar ativamente as redes de ONGs feministas, o movimento homossexual, a educação sexual liberal, a dissidência dentro da Igreja Católica, através de organizações como as “Católicas pelo Direito de Decidir” e outras similares, e também a introdução destes novos conceitos dentro da Organização das Nações Unidas para pressionar as nações em desenvolvimento e, especialmente, as da América Latina para legalizarem o aborto.

fontes consultadas:
http://ipco.org.br/ipco/noticias/denuncia-clinicas-abortistas-planned-parenthood-apoiam-o-estupro-e-a-escravidao-sexual-de-menores
http://www.midiasemmascara.org/artigos/globalismo/13988-a-quem-interessa-o-aborto.html
http://blogdafamiliacatolica.blogspot.com.br/2015/07/planned-parenthood-uma-macabra.html

ps.: páginas salvas em arquivos 'nuvens'.



Leia também: