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segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Seja uma mulher! - Be a Woman!

Salve Maria.

Realmente não podemos ter "pré - hífen - conceitos".

Estava visualizando uns vídeos no youtube sobre famílias e eis que me aparece na aba lateral de vídeos sugeridos o tema abaixo.


"Quero Minha Mulher Mais Feminina!" - 02/10/2015


O tema do programa me chamou a atenção e resolvi visualizar.

E,... pensei comigo mesmo: não é um programa católico, não é um programa sobre modéstia, não é sobre formação cristã. É sobre um problema que tem acometidos algumas famílias a ponto de virar pauta do Casos de Família do SBT:


Casos de Família é um talk show apresentado pela jornalista Christina Rocha. O programa recebe 
familiares, amigos ou inimigos que têm algum conflito para ser resolvido, abordando problemas que 
acontecem entre membros da mesma família, vizinhos ou no ambiente de trabalho.  


Já foi tratado aqui no nosso blog sobre o tema da mulher se vestir como homem:






Claro sob a ótica da doutrina católica, mas nada a ponto de afetar a percepção dos maridos frente a suas esposas como foi tratado no programa.

Então, sem mais delongas, assistem!!

E como dizia São Paulo: Examinai tudo e retenha o que for bom! 

1 Tessalonicenses 5, 21





Algumas falas do programa que me chamaram mais a atenção:

Christina Rocha:
" É impressionante Claudinha, o jeito delas andarem. Muda né! A auto-confiança!

Claudinha - consultora de moda do programa:
"Porque, elas nos emocionam. Nós buscamos resgatar nelas o que estava perdido. Aquilo que elas não enxergam mais. Que é a beleza." ...
"Tinha uma que queria usar roupa de homem."
"Com um pouco de, vamos dizer, de catequese de moda."



domingo, 13 de março de 2016

A porta fechada, abre-se a janela: agora as mulheres podem fazer homilias?

É o pede o jornal L’Osservatore Romano em seu suplemento feminino. 

imagem: http://www.osservatoreromano.va/pt/news/mulheres-que-pregam



Mas Francisco deveria contradizer-se a si mesmo, além de contradizer a secular tradição da Igreja. Porque também ele, há dois anos, proibiu as mulheres de pregarem durante a missa.

A reportagem é de Sandro Magister e publicada por Chiesa.it, 07-03-2016. A tradução é de André Langer.

A missa não. No que diz respeito à ordenação sagrada das mulheres Francisco, logo depois que foi eleito, foi taxativo. “A porta está definitivamente fechada”, disse na primeira de suas entrevistas coletivas em um avião.

A homilia faz parte da missa e, portanto, também estará excluída para as mulheres.
Mas, há alguns dias, “Donne Chiesa Mondo” – o suplemento feminino do L’Osservatore Romano – dedicou quase todo o número de março precisamente para reclamar que as mulheres possam fazer a homilia na missa.

Lucetta Scaraffia, professora de história na Universidade de Roma e editorialista de renome do jornal da Santa Sé, é a pessoa responsável pela edição do “Donne Chiesa Mondo”, publicação que tem uma posição de oficialidade similar à do L’Osservatore.

Uma oficialidade fortemente apoiada pelo monge Enzo Bianchi, prior de Bose e consultor do Pontifício Conselho para a Unidade dos Cristãos e que na última página do suplemento, resumindo a proposta, estabelece as “três condições” fundamentais para que seja efetivada.

A primeira condição, escreve Bianchi, é o “mandatum praedicandi” que o bispo deverá conferir aos fiéis, mulheres e homens, que ele considerar aptos para fazer a homilia.

A segunda é a bênção que durante a missa, antes da homilia, o padre celebrante dará à mulher ou homem aos quais confia a pregação, para demonstrar que faz parte do próprio culto.

A terceira condição é que o fiel, mulher ou homem, esteja consciente do próprio carisma, mas também da necessidade de exercê-lo com a autorização do bispo mediante uma “imposição de mãos que é uma bênção, não um sacramento”.

Apresentado desta maneira, pode parecer algo já decidido. Mas, não realidade não é assim.
* * *
Para começar, existe o Código de Direito Canônico, que proíbe o fiel leigo, quer seja homem ou mulher, de fazer a homilia.

De fato, o cânon 767 § 1 estabelece que: “Entre as formas de pregação, destaca-se a homilia, que é parte da própria liturgia e se reserva ao sacerdote ou diácono”.
Depois existe a detalhada proibição formulada em 1997 por oito dicastérios da cúria romana, aprovada especificamente por João Paulo II, na qual se proíbe o fiel leigo de pregar durante a missa.

Esta instrução, entre outras coisas, afirma:

“A homilia, forma eminente de pregação, é parte integrante da liturgia. Por essa razão, durante a celebração eucarística a homilia deve ser reservada ao ministro sagrado, sacerdote ou diácono. 

Estão excluídos os fiéis não-ordenados, ainda que exerçam a tarefa de ‘assistentes pastorais ‘ ou de catequistas em qualquer tipo de comunidade ou de agregação. Não se trata, com efeito, de uma eventual maior capacidade expositiva ou de preparação teológica, mas de função reservada àquele que é consagrado com o sacramento da Ordem sagrada, razão porque nem mesmo o bispo diocesano é autorizado a dispensar da norma do cânon, uma vez que não se trata de lei meramente disciplinar e sim de lei que diz respeito às funções de ensino e de santificação estreitamente ligadas entre si”.

“Deve-se considerar abrogada pelo cânon 767, § 1 qualquer norma anterior que tenha permitido a pregação da homilia, durante a celebração da Santa Missa”.
E, além disso, existem os séculos de história da Igreja durante os quais a pregação dos fiéis leigos durante a missa não foi permitida.
Naturalmente, na história não faltam casos eminentes de mulheres pregadoras, também nas catedrais e sob o mandato de bispos e papas. O suplemento “Donne Chiesa Mondo” dá grande importância às 61 “homilias” que nos chegaram de Hildegarda de Bingen (1098-1179), proclamada doutora da Igreja por Bento XVI. E Bianchi cita outros casos.
Mas, mais que homilias propriamente ditas tratava-se, para estas grandes mulheres, de pregações fora da missa, que na sua época não estavam proibidas, assim como também não estão atualmente.

Ao contrário, no que se refere às homilias no sentido estrito pronunciadas por leigos, os únicos casos permitidos recentemente que Bianchi menciona são a permissão “ad experimentum” concedida por oito anos por Paulo VI em 1973 à Conferência Episcopal da Alemanha e, também em 1973, o “Diretório para as missas com crianças”.
Na prática, como todos sabem, esta regra é com muita frequência violada. No entanto,Bianchi lamenta-se de que estes saltos à norma se realizam “de maneira selvagem ou, pior ainda, dissimuladamente”, chamando estas homilias realizadas por mulheres e homens, por exemplo, de “ressonâncias”.
Este é o caso do Caminho Neocatecumenal, cujo ritual litúrgico anômalo diz respeito a toda a missa, mas no qual nem Bento XVI conseguiu restaurar a ordem e que Francisco deixa ir à deriva.

Em outros casos que dizem respeito à homilia propriamente dita, a Santa Sé interveio de maneira esporádica. É assim que, há cerca de 15 anos, por exemplo, proibiu à Comunidade de Santo Egídio que os leigos pregassem nas missas, começando pelo seu fundador Andrea Riccardi.

Fonte: http://www.ihu.unisinos.br/noticias/552452


Carta de João Paulo II ORDINATIO SACERDOTALIS sobre a ordenação de mulheres:

" Portanto, para que seja excluída qualquer dúvida em assunto da máxima importância, que pertence à própria constituição divina da Igreja, em virtude do meu ministério de confirmar os irmãos (cfr Lc 22,32), declaro que a Igreja não tem absolutamente a faculdade de conferir a ordenação sacerdotal às mulheres, e que esta sentença deve ser considerada como definitiva por todos os fiéis da Igreja.
Invocando sobre vós, veneráveis Irmãos, e sobre todo o povo cristão, a constante ajuda divina, concedo a todos a Bênção Apostólica.
Vaticano, 22 de Maio, Solenidade de Pentecostes, do ano de 1994 "



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OBS.: Mas o católico "bobinho" que pouco conhece de catecismo, de norma litúrgica e do Canon,... com certeza irá aplaudir mais essa abertura dentro da igreja. Cegos guinado outros cegos. Aonde cairão?

sábado, 18 de julho de 2015

Falsa modéstia - e o caso das calças leggins



Salve Maria Mãe do mais puro amor.

Sei que este artigo irá inflamar o ego de algumas mulheres, principalmente as que se dizem comprometidas com a modéstia, ou, que pensam que usando uma calça modesta não está infligindo nenhuma lei moral ou a Lei de DEUS.

A coisa tá feia.!!!

A concepção de modéstia divulgada em alguns "blogs" está apenas focada em cobrir o corpo modestamente - LEDO ENGANO.

Pesquisando sobre modéstia nos blogs Católicos (ou não) vi muita coisa boa. Mas uma coisa terrivelmente enganosa: associar a calça "modesta" ao pensamento comum de que não fere os princípios fundamentais da Lei de DEUS.

E inclusive divulgando a pior de todas as calças: "legging" em sites vinculados a modéstia feminina.

"Pode isso Arnaldo" ???

Vejamos a Suma Teológica de São Tomás de Aquino sobre temperança entre as questões 141 e 170, referindo-se especificamente sobre a modéstia nas questões 167 (Da modéstia enquanto consistente nos movimentos exteriores do corpo) e 168 (Da modéstia enquanto reguladora do ornato exterior).

3. Demais. – Assim como não convém à mulher usar de roupas masculinas, assim também não deve usar de ornatos desordenados. Ora, o primeiro procedimento é pecaminoso; pois, diz a Escritura: A mulher não se vestirá de homem, nem o homem se vestirá de mulher. Donde se conclui, que o ornato exagerado das mulheres é pecado mortal. 



A que texto se refere São Tomás de Aquino? A Deuteronômio 22, 5!


"A mulher não se vestirá de homem, nem o homem se 
vestirá de mulher: aquele que o fizer será abominável 
diante do Senhor, seu Deus. "

Se lendo esse texto retirado da Sagrada Escritura e lendo a suma teológica de São Tomás de Aquino, ainda sim, alguém pode não se dar por satisfeito quanto a calça ser de uso dos homens,...


Vamos a parte prática! 

Imagine - apenas imagine tá povo de DEUS, no caso para as mulheres casadas - o seu marido usando saia. Entrando pela porta da frente de sua casa após o dia inteiro de trabalho. Pode uma coisa dessa?

Claro que não! Ora se a concepção da saia está tão bem definida em nosso imaginário, como vestuário exclusivo da mulher, assim também é verdadeiro, acreditar que a calça é uma peça exclusiva de uso dos homens.

"Ah,... mas isso mudou desde a década de 60, quando as mulheres passaram a usar a calça no seu vestuário." Mudou - é verdade.

Mas lhe pergunto: por acaso mudou a Lei de DEUS? NÃO.






Voltando ao assunto da calça legging, fui pesquisar sobre elas e olhem o que encontrei.

#Os objetos, sozinhos, são simples objetos. É quando estão no corpo de uma mulher que se tornam uma arma.  [...]
— O homem é mais visual, costuma olhar e fantasiar. — diz a sexóloga e psicóloga Lucimar Secches, que tem consultório em Florianópolis e São Paulo.
Retirado do artigo: Fetiche: como certos objetos, no corpo feminino, ganham outro sentido e atiçam - jornal Zero Hora - escrito por MAURÍCIO FRIGHETTO.


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Rapaz faz teste da "legging" e comprova assédio 

Com a calça justa, o norte-americano Yousef Saleh Erakat resolveu saber como é difícil ser mulher. Veja o que aconteceu!
Do R7

O tema do assédio nas ruas, enfrentado diariamente por mulheres no mundo todo, só esquenta. Para quem ainda não entende o quanto é difícil ser uma garota e sair às ruas vestindo a roupa que bem entende, o vídeo realizado pelo norte-americano Yousef Saleh Erakat, do canal Fousey Tube, ajuda a compreender o que acontece quando uma a peça de roupa escolhida é uma le
gging. "Uma amiga minha falou que eu não tinha ideia de como era difícil ser uma garota, e disse que quando ela usa calça legging todo mundo fica olhando para a bunda dela. Por isso, hoje resolvi usar uma calça legging para entender quão difícil é ser mulher", explica ele. Yousef Saleh Erakat vestiu uma legging preta e ficou em um estacionamento de supermercado, com o corpo dentro do porta-malas do carro, tornando-se alvo fácil do assédio masculino.
fonte: http://entretenimento.r7.com/mulher/moda-e-beleza

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Não à toa que escreve sobre isso Santo Afonso Maria de Ligório:

Santo Agostinho diz: “Do olhar nasce o pensamento, e do pensamento a concupiscência”. Se Eva não tivesse olhado para o fruto proibido, não teria pecado; ela, porém, achou gosto em contemplá-lo, parecendo-lhe bom e belo; apanhou-o então, e fez-se culpada da desobediência.


Na carta de São Tiago 1

Ninguém, quando for tentado, diga: É Deus quem me tenta. Deus é inacessível ao mal e não tenta a ninguém.
Cada um é tentado pela sua própria concupiscência, que o atrai e alicia.

A concupiscência, depois de conceber, dá à luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte.
Não vos iludais, pois, irmãos meus muito amados.



Da obrigação de evitar as ocasiões perigosas
Um sem número de cristãos se perde por não querer evitar as ocasiões de pecado. Quantas almas lá no inferno não se lastimam e queixam: Infeliz de mim! Se tivesse evitado aquela ocasião, não estaria agora condenado por toda a eternidade!
See more at: http://www.lepanto.com.br/catolicismo/leitura-espiritual/fuga-das-ocasioes-de-pecado-um-dos-mais-graves-deveres-da-vida-espiritual/#sthash.E9685xRq.dpuf










Livro sobre a necessidade espiritual de preservar o seu corpo: templo do Espírito Santo

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domingo, 11 de maio de 2014

A destruição da dignidade da mulher

Não existe nada mais terrível que ver um grande tesouro afundado em um denso lamaçal. Por isso a advertência do Evangelho: "Não lanceis aos cães as coisas santas, não atireis aos porcos as vossas pérolas" [1]. A pérola é algo muito precioso. A simples razão ensina ao homem que aquilo que é precioso deve ser guardado, tratado com bastante zelo e cuidado. Aos porcos, lança-se lavagem, não pedras preciosas; aos porcos, lançam-se as sobras, não aquilo que se tem em alta conta.

No mundo antigo, no entanto, certas pérolas jaziam afundadas na lama e foi o Cristianismo, com a verdade de sua doutrina e o vigoroso testemunho de seus adeptos, que recuperou a razão e a justiça então obscurecidas pelos pecados dos homens. Em tempos como os nossos, em que um malfadado feminismo prega ódio e desrespeito à religião, nada melhor que lembrar o respeito e a dignidade que a religião cristã devolveu às mulheres "em sua condenação do divórcio, do incesto, da infidelidade conjugal e da poligamia" [2].

O Império Romano foi escolhido por Deus para presenciar a "plenitude dos tempos" [3]. Era o ambiente apropriado para a visita de um Senhor preocupado mais com os enfermos e pecadores que com os saudáveis e justos [4]. De fato, a situação em que aí se encontravam os homens – e principalmente as mulheres – era degradante. As leis e escritos da época pressupunham "o direito de abandonar os filhos do sexo feminino" e a "a prerrogativa [dos homens] de determinar às esposas e amantes que praticassem o aborto" [5]. Uma sociedade permissiva como a antiga – em que o divórcio era plenamente acessível e a poligamia amplamente praticada – dava à figura masculina poder de subjugar as mulheres, tornando-as mais escravas que seres humanos de verdade.

Assim se encontrava o mundo antigo – com louváveis exceções, verificadas num e noutro lugar – até a chegada de Cristo. Com Ele, que, no seio do Pai, escolheu uma mulher para ser a mais virtuosa criatura que a terra viria a conhecer; com Ele, que, ressuscitado, apareceu primeiro a mulheres [6]; .com Ele, que, pela boca de São Paulo, abolia todas as distinções entre as pessoas – já não havia mais "judeu nem grego, nem escravo nem livre, nem homem nem mulher" [7], mas todos eram um só em Cristo; com Ele, restaurou-se a esperança à feminilidade então tão suja e obscurecida pelo pecado e pela vileza humana. Historicamente, é inegável: "a mulher em si mesma (...) nunca foi tão exaltada como no cristianismo" [8].

A tradição cristã impregnou na cultura ocidental a consciência de que a mulher é muito mais que seus atributos físicos e naturais; que a mulher não é um pedaço de carne a ser idolatrado, mas um todo de humanidade através do qual é possível vislumbrar a eterna beleza do Criador. Ainda hoje, mulheres que aceitaram a doutrina cristã sobre a modéstia dão testemunho da leveza, da delicadeza e da simplicidade da autêntica beleza feminina.


"[A mulher] tem outras belezas muito mais excelentes e nobres: a beleza da sua inteligência, a beleza dos seus sentimentos e, sobretudo, a beleza da sua virtude e do seu caráter. Não se pode prescindir desta beleza espiritual, sob pena de rebaixar e degradar a mulher à condição vil dos irracionais. Seria o mesmo que entregar uma criatura humana, a pretexto de que é composta de carne e ossos, aos cuidados e ao laboratório do veterinário" [9].
Por isso eh inadmissivel para a mulher que quer ser catolica, que realmente quer salvar sua alma e chegar ao paraiso, ao Reino de Deus, querer passar pela porta estreita da modestia, se vestindo de forma sensual, provocativa ou masculinizada pelas calcas, por mais rosa ou comprida que ela seja.

Reparai o quanto a sociedade se degradou e quando comecou a se degradar com o feminismo, com a revolucao feminina e a introducao da calca na mulher, que outrora se dedicava a familia, a criacao dos filhos e na educacao e formacao dos jovens para a sociedade.

Nao queremos com isso dizer que a mulher nao possa exercer outros papeis na sociedade e sim de que deve se voltar a se dedicar mais ao papel principal que Deus lhe determinou: na edificacao da familia e consequentemente na forca que o seu proprio exemplo possa passar e transmitir para as outras mulheres que querem ser verdadeiramente filhas de Deus.

Lembrem-se: a quem a mulher quer agradar?











sábado, 9 de março de 2013

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Mulher moderna





observação: vídeo impróprio para menores de 16 anos.






ou melhor dizendo...

Mulher pagã.



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Significado de Concupiscência

s.f. Inclinação a gozar os bens terrestres, particularmente os prazeres sensuais.
Ganância por propriedades materiais.
Aspiração por satisfações sexuais.

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Efésios, 2
1. E vós outros estáveis mortos por vossas faltas, pelos pecados

2. que cometestes outrora seguindo o modo de viver deste mundo, do príncipe das potestades do ar, do espírito que agora atua nos rebeldes.

3. Também todos nós éramos deste número quando outrora vivíamos nos desejos carnais, fazendo a vontade da carne e da concupiscência. Éramos como os outros, por natureza, verdadeiros objetos da ira (divina).

4. Mas Deus, que é rico em misericórdia, impulsionado pelo grande amor com que nos amou,

5. quando estávamos mortos em conseqüência de nossos pecados, deu-nos a vida juntamente com Cristo - é por graça que fostes salvos! -,

6. juntamente com ele nos ressuscitou e nos fez assentar nos céus, com Cristo Jesus.

7. Ele demonstrou assim pelos séculos futuros a imensidão das riquezas de sua graça, pela bondade que tem para conosco, em Jesus Cristo.

8. Porque é gratuitamente que fostes salvos mediante a fé. Isto não provém de vossos méritos, mas é puro dom de Deus.

9. Não provém das obras, para que ninguém se glorie.

10. Somos obra sua, criados em Jesus Cristo para as boas ações, que Deus de antemão preparou para que nós as praticássemos.

11. Lembrai-vos, pois, de que outrora vós, gentios por nascimento - que sois chamados incircuncisos por aqueles que se dizem circuncida dos, os que levam na carne a circuncisão feita por mãos humanas -,

12. lembrai-vos de que naquele tempo estáveis sem Cristo, sem direito da cidadania em Israel, alheios às alianças, sem esperança da promessa e sem Deus, neste mundo.

13. Agora, porém, graças a Jesus Cristo, vós que antes estáveis longe, vos tornastes presentes, pelo sangue de Cristo

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

O que você quer?

 Ser feminina... ou estar na moda?



                           " A roupa diz muito sobre você! "










obs: foto tirada do site http://www.modaemodestia.com.br/


domingo, 30 de setembro de 2012

Anticoncepcionais e suas consequências


Receptividade uterina debilitada é um mecanismo pelo qual as pílulas anticoncepcionais orais exercem suas ações contraceptivas

Contraceptivos

Em meio a um debate atual entre os ativistas pró-vida sobre se classificar a pílula anticoncepcional como abortiva ou contraceptiva, ativistas pró-aborto publicaram uma declaração oficial confirmando que a pílula anticoncepcional impede a implantação de embriões, provocando assim abortos.

Num suplemento à sua edição de novembro de 2008, a mais importante revista de saúde reprodutiva, a Fertility and Sterility, publicou declaração oficial da Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva (SAMR) intitulada Contracepção hormonal: recentes avanços e controvérsias.

Num resumo do desenvolvimento da contracepção nos Estados Unidos, a declaração considerou os anticoncepcionais orais o método reversível “mais amplamente utilizado”. Na “ampla variedade” de anticoncepcionais orais que são disponíveis, os “mecanismos de ação” são os mesmos, disse a declaração: “Inibição da ovulação, alteração no muco cervical e/ou modificação do endométrio, impedindo assim a implantação”.

Ativistas pró-vida que se opõem ao aborto, mas não à contracepção, há muito tempo consideram a pílula anticoncepcional como uma opção contraceptiva ética, ao contrário do DIU, que provoca abortos impedindo a implantação. Contudo, a declaração da SAMR indica claramente que a pílula é medicamente classificada como uma droga que age “impedindo a implantação”, causando assim a morte de um embrião fertilizado — um ser humano vivo e único.

Um grande volume de literatura apóia essa declaração, inclusive artigos de Fertility and Sterility. O mais importante deles é um estudo de 1996 feito por um grupo de ginecologistas da Universidade da Carolina do Norte, em Chapel Hill, que concluiu que “a receptividade uterina debilitada” é “um mecanismo pelo qual as pílulas anticoncepcionais orais exercem suas ações contraceptivas”.



Modéstia... por quê?


Modéstia... por quê?

Uma recente pesquisa realizada por Susan Fiske, professora da Universidade Princeton, nos Estados Unidos, constatou que homens vêem mulheres semi-nuas como objeto.  Apesar de ser algo óbvio, é bom que esteja cientificamente comprovado para  ninguém vir dizer que tais preocupações são coisas de “religioso” simplesmente.  A palestra do Sr. Jason Evert (com legendas) é uma ótima reflexão sobre a questão da modestia. Não deixe de ver:



sábado, 29 de setembro de 2012

Facebook e o 6º Mandamento





Uma mulher entrou no meu escritório alguns dias atrás. Ela estava quase-vestida, usando apenas sutiã e calcinha. Só tem uma mulher no mundo que tem o direito de estar comigo vestido assim: minha esposa. Mas esta mulher que entrou no meu escritório alguns dias atrás, não era minha esposa. Eu fiquei muito constrangido.
Constrangida ela não ficou de forma alguma. Vamos chamá-la de “Sem-Vergonha”. A Sem-Vergonha não ficou constrangida, pois ela engoliu a mentira da nossa sociedade moderna. Esta mentira diz o seguinte: se a sutiã e a calcinha estiverem da mesma cor e feitas de um tecido que se pode usar na água, então não são roupas íntimas—são roupa de banho. A Sem-Vergonha se declara Cristã, mas mesmo assim ela parece não ter problema em expor o corpo dela para o mundo inteiro. Imagino que ela ficaria talvez com vergonha de andar no shopping ou visitar uma família, vestida apenas de sutiã e calcinha. Mas por alguma razão, ela não percebe problema nenhum em escolher uma foto dela assim vestida como foto do perfil do Facebook.
Foi assim que ela entrou no meu escritório: pela tela do meu computador.
Eu tenho centenas de “amigos” no Facebook que mal conheço. Aceito qualquer solicitação de amizade de pessoas que se declaram Cristãos, pois quero ampliar minha rede de contatos com pessoas crentes para promover o trabalho de várias entidades e instituições com as quais trabalho. Quando um contato no Facebook postar coisas indecorosas ou promove pensamentos, atitudes ou atos não Cristãos, eu apago logo.
Quero compartilhar com você as razões pelas quais eu apaguei a Sem-Vergonha.
  1. O corpo dela pertence ao seu marido (1 Cor. 7:4). Se ela não estiver casada, ela deve guardar o corpo dela para o seu futuro marido. O corpo dela não é para ser exposto para o mundo inteiro ver; muito menos é para ser exposto na tela do meu computador.
  2. Ver o corpo de uma outra mulher não promove minha santificação nem edifica o meu casamento (Prov. 5:15-20; Jó 31:1). Deus criou o homem de tal forma que ele experimenta uma reação muito forte quando vê o corpo de uma mulher. Esta reação dentro do casamento é linda e promove o verdadeiro amor. Fora do casamento, é vergonhosa e traz destruição e tristeza. Neste mundo atolado na imoralidade e perversão sexual, é necessário muita vigilância para o homem guardar a sua pureza sexual. Quando outras mulheres se apresentam quase despidas diante dos olhos de um homem, isto em nada ajuda nesta luta contra o pecado.
  3. Se apresentar em público descoberta é uma negação da obra de Cristo (Gen. 3:21, Isa 61:10, Eze. 16, Apoc. 3:18). Quando o homem caiu em pecado, a sua nudez foi exposta. Deus deu roupas para cobrir a vergonha de Adão e Eva. Um animal teve de morrer para que a nudez deles fosse coberta. Isto foi uma pregação da obra de Cristo, que ficou exposto e nu na Cruz, tomando para Si a nossa vergonha, e derramando o Seu Sangue para que sejamos cobertos com as roupas brancas da justiça do Cordeiro. A forma que nós nos vestimos reflete algo sobre o nosso entendimento do evangelho. Quando homens e mulheres Cristãos expõem seus corpos publicamente, estão de uma certa forma apagando a manifestação do poder da obra de Cristo em suas vidas. Em vez de se vestir em traje decente, com modéstia e bom senso, eles imitam o mundo que se gloria na sua vergonha
A coisa mais triste é que muitos que se dizem seguidores de Cristo acharão esta reação radical demais. Tem uma razão para isto: estamos tão atolados no mundanismo que nem percebemos. O Cristianismo superficial e mundano dos nossos dias produz Cristãos superficiais e mundanos. O Cristianismo ensinado por Cristo e os Apóstolos, contudo, é uma total transformação da vida em todos os aspectos, acompanhado por um compromisso radical com a santidade. Se a única diferença entre o mundo e a Igreja é que estes estão do lado de dentro da parede da Igreja, e aqueles do lado externo, então não conhecemos o verdadeiro Cristianismo que proclama: “Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.” (2 Cor. 5:17)
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Este post é um artigo de um protestante, mas que serve de alerta para os Católicos e filhos da Luz. A Igreja Católica em seu catecismo ensina muito bem sobre a modéstia no vestir. A Sagrada Escritura nos exorta a cobrir o nosso corpo, por ser templo de Deus. E Maria Santíssima é o maior exemplo de modéstia para as mulheres que querem passar para a outra vida. E ajudar a si mesma e aos outros a não pecarem.
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Os 10 Mandamentos da Lei de Deus são

1º Amar a Deus sobre todas as coisas
2º Não tomar Seu santo nome em vão
3º Guardar domingos e festas
4º Honrar pai e mãe
5º Não matar
6º Não pecar contra a castidade
7º Não furtar
8º Não levantar falso testemunho
9º Não desejar a mulher do próximo
10º Não cobiçar as coisas alheias