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domingo, 22 de abril de 2018

Se o primeiro casamento fracassou, o que diz a Igreja?

O adultério é realmente tão grave assim?






Se o primeiro casamento fracassou e a pessoa constituiu uma nova união, o que pede o Direito Canônico?
Adultério é a união sexual voluntária entre uma pessoa casada e outra que não é seu cônjuge.

Por que a Igreja considera isso grave? 
Não se trata somente de fazer sexo fora do casamento, mas também atentar contra o vínculo matrimonial, que não é algo simplesmente humano, mas sim estabelecido pelo próprio Deus. Diante da realidade do adultério, é preciso ter algumas coisas claras:

1. A magnitude do pecado de adultério

As pessoas costumam achar que, se não há escândalo, não há gravidade. Mesmo que ninguém fique sabendo, o pecado existe – e os primeiros prejudicados são os próprios protagonistas. Este pecado machuca a Igreja, a sociedade e tem a ver com algo ainda mais profundo, que é romper a aliança com Deus.

2. Nenhum pecado tem justificativa

Nenhum pecado tem justificativa, e menos ainda o de adultério, com uma suposta lógica humana, dizendo: "todo mundo faz", "a culpa do fracasso no casamento não foi minha e por isso tenho o direito de refazer minha vida junto a outra pessoa" etc.

O inimigo faz o mal com aparência de bem, seguindo a lógica do mundo.

3. Sacrificar-se pelo bem maior

É preferível fazer sacrifícios e renúncias para ter uma consciência limpa, tranquila e pura, que ter o que o mundo oferece, mas com remorsos e longe da salvação.
Jesus disse: "Nem todo aquele que me diz ‘Senhor, Senhor’ entrará no Reino dos Céus, mas sim aquele que faz a vontade do meu Pai" (Mt 7, 21). Qual é a vontade do Pai? Respeitar o vínculo sacramental, apesar de tudo.

4. Em uma relação adúltera não há amor

Não pode haver amor em meio ao pecado; podem chamar isso de paixão, carência, necessidade de sexo, busca de proteção, mas não de amor.
Deus é amor (1 Jo 4, 8) e, por isso, o amor só pode estar realmente em relações abençoadas por Ele, nas quais respeitam sua presença.

5. Comunhão

Só se pode comungar em estado de graça, ou seja, sem pecados graves ou mortais. Recebe a comunhão quem está em comum-união com Deus.

6. Pecado e sagrado não se misturam. 

Não se pode tentar misturar o pecado com o que é sagrado. Onde há pecado mortal, não há vida espiritual. Os mortos não comem.

Daí a importância da confissão. Mas não é fácil sair do adultério sozinho; o primeiro passo é expor isso em confissão, com um bom padre, talvez alguém que conheça bem a história dessa pessoa.

7. O propósito de emenda

Quando existe um pecado mortal, o penitente deve cumprir 5 passos para fazer uma boa confissão: exame de consciência, contrição, propósito de emenda, confissão oral e cumprimento da penitência.

No caso de uma pessoa divorciada em segunda união: é possível fazer o propósito de emenda, ou seja, que a relação com a segunda pessoa deixe de ter as características próprias de um casal de casados?

Mesmo morando sob o mesmo teto, a pessoa está disposta a relacionar-se com o outro como se fossem irmãos?

Se a resposta é positiva às duas perguntas e garante o cumprimento sério do propósito de emenda (deixar de pecar e manter-se em graça), a pessoa pode comungar, ainda que prefira fazê-lo em outra paróquia, para evitar mal-entendidos, ou comungar de maneira privada.

Jesus disse à pecadora: "Eu tampouco te condeno. Vai e não peques mais".

8. A vida na Igreja

Se a resposta às duas perguntas anteriores for negativa, isso não significa que a pessoa fica à margem da vida da Igreja. Mesmo que não possa comungar, ela pode ir à missa, participar dela e implorar a Deus que a ajude a sair deste estado pecaminoso.

9. O amor verdadeiro

Se a pessoa com quem convive realmente a ama, entenderá que ela quer dar prioridade a Deus e à sua salvação, e respeitará sua decisão – que beneficiará a todos.

O amor autêntico sempre vai querer o bem real, presente e eterno, dos outros; nunca vai excluir Deus nem sua bênção.

10. Toda escolha implica renúncias

Se uma pessoa divorciada em nova união deseja cumprir o primeiro mandamento da lei de Deus, amando-O sobre todas as coisas (pessoas, prazeres, aparências etc.), a que está disposta a renunciar, a deixar de lado?

A aceitação teórica da realidade de um sacramento (neste caso, do matrimônio, que se presume ser válido, ainda que tenha fracassado) não é compatível com a negação prática dele.

11. Os filhos

Se a pessoa tem filhos, sua situação incide ainda mais na formação da fé dos pequenos. O exemplo educa. Estas situações difíceis podem servir de exemplo na educação dos filhos.

12. Oração

Em casa, não se pode deixar de fazer oração, de incentivar a oração em família, formar os filhos na fé etc.

13. Paróquia

Há muitas maneiras de estar unidos a Deus e à Igreja. É aconselhável envolver-se na vida da paróquia em tudo o que for possível, pois a Igreja não rejeita as pessoas divorciadas que vivem uma nova união.

A Igreja é acolhedora e misericordiosa. Mas isso não significa que ela aceita o pecado ou que deixa de denunciar esse pecado. 

O adultério (de pensamento ou obra) é um afeto desordenado.

Como se costuma dizer, Deus (e, por conseguinte, a Igreja) rejeita o pecado, mas não o pecador. Jesus veio buscar os pecadores, chamá-los à vida. O amor de Deus é maior que o pecado e, por isso, é preciso agarrar-se a Deus. Haja o que houver, a pessoa não deve se soltar da Igreja.

O ser humano sem a Palavra de Deus, sem a relação com Deus, está perdido. Se uma pessoa divorciada em nova união tem a reta intenção de sair do pecado, é preciso preparar-se para ver quão poderoso é o Senhor: Ele pode devolver a dignidade à sua vida.

fonte: pt.aleteia.org


segunda-feira, 15 de outubro de 2012

A pornografia MATA.




Caros irmãos e irmãs em Cristo; sabemos muito bem que infelizmente em nossos dias, há a banalização do sexo. A mulher querendo ser igual ao homem, acabou se rebaixando e se tornando uma forma de comércio desta indústria desumana e escravocrata moderna que é a indústria pornográfica.

  Grande parte das pessoas já estiveram em contato direta ou indiretamente com os produtos desta indústria desumana e alienadora. Devemos lutar contra este mal da pornografia com as armas da fé(oração principalmente), pois disse Cristo que o espírito está pronto, mas a carne é fraca. Por isso é preciso orar para não cair em tentação.
  
Eu sei que nós homens somos muito tentados por este tipo de ´´entretenimento``. A pornografia tem muita força, não porque exibe mulheres nuas, mas este tipo de industria tem muita força através do conceito que muitos homens têm, de que a mulher não é um ser humano,e sim um ´´produto``. Esta ´´coisificação``da mulher é a grande fonte de influência da indústria pornográfica.



  É preciso que nós homens tenhamos a consciência que a mulher não é um produto,mas é tão imagem e semelhança de Deus,quanto nós homens.Também é preciso que a mulher pare de competir com o homem, pois a mulher é delicada e foi feita por Deus para tornar a vida menos brutal,e não para ser brutal.
  A luta contra o pecado é grande e difícil,mas quanto mais grande e difícil é a luta, maior e mais honrada será a vitória.

fonte: catolicismosemsegredo.spaceblog


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A pornografia é simplesmente o primeiro passo em uma escorregadia ladeira de iniqüidade e imoralidade. Assim como um usuário de drogas é levado a consumir quantidades maiores e mais poderosas de drogas, a pornografia arrasta o ser humano, levando-o a pesados vícios sexuais e desejos ímpios.

As três categorias principais de pecado são: a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida (I São João 2:16). A pornografia definitivamente nos causa a luxúria (iniqüidade) da carne, e isto inegavelmente é um dos pecados mortais. A pornografia, definitivamente, não se qualifica como uma das coisas nas quais devamos pensar: “Além disso, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é nobre, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, tudo o que é virtuoso e louvável, eis o que deve ocupar vossos pensamentos.” (Filipenses 4:8). 

A pornografia é viciante (I Coríntios 6:12; II Pedro 2:19), destrutiva (Provérbios 6:25-28; Ezequiel 20:30; Efésios 4:19), e leva à iniqüidade sempre crescente (Romanos 6:19). Desejar outras pessoas em nossa mente (a essência da pornografia) é pecado grave contra Deus (São Mateus 5:28)


Eu, porém, vos digo: todo aquele que lançar um olhar de cobiça 
para uma mulher, já adulterou com ela em seu coração.



E uma das maiores armas que o diabo tem a favor da pornografia é de que o homem ou a mulher que faz uso da pornografia não está traindo sua mulher ou marido. Uma vez que só está no imaginário, na fantasia. Diferente do contato carnal com uma pessoa de verdade.

ERRADO!

Aquele que olha para uma mulher, ou para um homem com desejo já adulterou em seu coração!!



Adulterar, não é somente a violação da fidelidade conjugal, como também significa falsificar-se, corromper-se, deformar-se, viciar-se, adulterar-se, mudar sua natureza e perverter-se, desviar-se do uso pretendido.

Por isso que a pornografia mata. Não mata o corpo a princípio, como muitos poderiam ter achado ao ler o título desse artigo, e sim, a alma.



Acaso não sabeis que os injustos não hão de possuir o Reino de Deus? Não vos enganeis: nem os impuros, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os devassos, (I Coríntios 6,9)


Vós todos considerai o matrimônio com respeito e conservai o leito conjugal imaculado, porque Deus julgará os impuros e os adúlteros. (Hebreus 13,4)