Mostrando postagens com marcador raízes cristã. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador raízes cristã. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Seja uma mulher! - Be a Woman!

Salve Maria.

Realmente não podemos ter "pré - hífen - conceitos".

Estava visualizando uns vídeos no youtube sobre famílias e eis que me aparece na aba lateral de vídeos sugeridos o tema abaixo.


"Quero Minha Mulher Mais Feminina!" - 02/10/2015


O tema do programa me chamou a atenção e resolvi visualizar.

E,... pensei comigo mesmo: não é um programa católico, não é um programa sobre modéstia, não é sobre formação cristã. É sobre um problema que tem acometidos algumas famílias a ponto de virar pauta do Casos de Família do SBT:


Casos de Família é um talk show apresentado pela jornalista Christina Rocha. O programa recebe 
familiares, amigos ou inimigos que têm algum conflito para ser resolvido, abordando problemas que 
acontecem entre membros da mesma família, vizinhos ou no ambiente de trabalho.  


Já foi tratado aqui no nosso blog sobre o tema da mulher se vestir como homem:






Claro sob a ótica da doutrina católica, mas nada a ponto de afetar a percepção dos maridos frente a suas esposas como foi tratado no programa.

Então, sem mais delongas, assistem!!

E como dizia São Paulo: Examinai tudo e retenha o que for bom! 

1 Tessalonicenses 5, 21





Algumas falas do programa que me chamaram mais a atenção:

Christina Rocha:
" É impressionante Claudinha, o jeito delas andarem. Muda né! A auto-confiança!

Claudinha - consultora de moda do programa:
"Porque, elas nos emocionam. Nós buscamos resgatar nelas o que estava perdido. Aquilo que elas não enxergam mais. Que é a beleza." ...
"Tinha uma que queria usar roupa de homem."
"Com um pouco de, vamos dizer, de catequese de moda."



domingo, 29 de novembro de 2015

Multiculturismo: uma agenda perigosa que tardiamente está sendo percebida.


A tentativa alemã de criar uma sociedade multicultural “fracassou completamente”



Quem o diz é a chanceler alemã, Angela Merkel, alimentando o debate sobre imigração e o Islão, que tem dividido o seu partido.

Ontem, numa reunião da juventude Democrata Cristã, Merkel afirmou que permitir que pessoas de origens culturais diferentes vivam lado a lado, sem integrá-las, não resultou.

“Esta abordagem multicultural, de apenas viver lado a lado e ser feliz uns com os outros – esta abordagem fracassou completamente. Não devemos ser um país que dá a impressão ao mundo de que quem não fala alemão ou não foi criado a falar alemão, não é bem-vindo aqui. Isso provocaria um grande dano ao nosso país,” afirmou.

fonte: http://pt.euronews.com/2010/10/17/merkelmulticulturalismo-alemao-fracassou/


Ao contrário, dona Merkel, o multiculturalismo teve enorme sucesso na Alemanha! Você é que estava esperando dele algo para o qual ele não foi criado. O multiculturalismo é uma teoria sociológica, e é preciso entender como ela funciona.

fonte: http://portalconservador.com/o-multiculturalismo-teve-enorme-sucesso-na-alemanha-dona-merkel/



fonte:http://www.economist.com/node/21520192

*****************************************************
Uma vez que o multiculturalismo já está perfeitamente enraizado na Europa, é altura de se fazer uma avaliação do seu “sucesso”. Para quem não sabe, o multiculturalismo apela a imigração em massa de pessoas com culturas distintas e impede ao mesmo tempo que sejam feitos movimentos que visem a assimilação das mesmas.
Por assimilação entende-se que os imigrantes devem aderir às normas do país que os recebe, não de seus países originais. Ao invés disso, os multiculturalistas adotam a noção falida de que se você tentar fazê-las se assimilar à nossa cultura deve ser chamado de “islamofóbico”. O padrão, obviamente, se manifestará apenas se estivermos diante de um islâmico, que não é obrigado a cumprir as regras. Se isso tudo soa insano é porque de fato é. Então comecemos com uma avaliação do “caso de sucesso” 
Na Alemanha, em entrevista dada ao Der Westen, o comissário de polícia Bernhard Witthaut comentou que os imigrantes islâmicos estão impondo zonas “no-go” por todo o país em ritmo impressionante[vi]. O entrevistador perguntou: “Existem áreas urbanas – por exemplo, em Ruhr – distritos e blocos de casas que são áreas ‘no-go’, significando que elas não podem mais ser protegidas pela polícia?”. A resposta de Witthaut:
Todo comissário de polícia e ministro interiorano irá negar isso. Mas é claro que nós sabemos onde podemos ir com o carro de polícia e onde, mesmo inicialmente, apenas com o transporte de pessoal. A razão é que nossos colegas não podem mais se sentir seguros entrando lá em duplas, e temem se tornar eles próprios vítimas de crimes. Nós sabemos que estas existem. É ainda pior: nestas áras, os crimes não resultam em punição legal. Eles são abandonados à sua própria sorte. Apenas nos piores casos nós, da polícia, conseguimos descobri algo a respeito. O poder do estado está completamente fora da equação nestes lugares.

Precisa mais? 

Pois saiba que na Itália, os muçulmanos normalmente ocupam a Piazza Venezia para suas rezas de sexta-feira. Na Bolonha é normal que muçulmanos ameacem bombardear a catedral de San Petronio[vii]. Motivo: ela exibe uma pintura de 600 anos ilustrando o Inferno de Dante, mostrando Maomé atormentado no inferno. 

Parece que o método multiculturalista mostrou-se tão útil quanto um lápis branco. Mas não pense nos políticos italianos que deixaram isso acontecer como pessoas estúpidas. Melhor pensar neles como pedras inteligentes.

Parece realmente inacreditável o que está se passando com a Europa, mas os fatos estão aí. Não podemos fechar os olhos para eles. É por isso que o blogueiro europeu (que vive em Portugal) lança novamente seus comentários ao mesmo tempo indignados e lúcidos:

Enquanto esta destruição vai ocorrendo, a elite esquerdista dominante continua a subsidiar os invasores e apropagandear em seu nome. Críticas à conquista islâmica têm que ser criminalizadas.
A menos que a Europa morra de forma tranquila e se torne em algo análogo ao Médio Oriente, pobre, violento e retrógrado, o continente está em vias de entrar num momento bastante colorido da sua história onde a população nativa irá reclamar o seu território de forma violenta depois de se ver livre da elite politica – tanto da esquerda como da direita – que os traiu.
É bom lembrar que não falamos aqui de uma “falha de projeto”. Estamos diante de um projeto executado conforme o previsto.

fonte: http://lucianoayan.com/2015/04/05/o-multiculturalismo-como-um-projeto-de-morte-excertos-de-a-urgencia-de-sermos-charlie/





Com portões abertos: o suicídio colectivo forçado das nações Europeias.


With Open Gates: The forced collective suicide of European nations