segunda-feira, 28 de março de 2016

Católicos estão como no filme: Perdido em Marte

Screenshot from trailer via 20th Century Fox



O astronauta Mark Whatney (Matt Damon), após sofrer um acidente, tem que se virar sozinho para sobreviver em Marte, contrariando todas as expectativas e a escassez de alimentos. Nesse aspecto, especialmente no início, Perdido em Marte nos remete ao filme “Gravidade”, destacando que o personagem viverá uma dura e longa jornada para voltar à Terra. De fato, como espectador, não há como não se colocar nas diversas situações difíceis em que Mark se encontra e pensar: “Eu não duraria um dia naquele planeta!”

Como cientista/biólogo, Mark usará de todo o seu conhecimento científico para prolongar sua sobrevivência, produzindo água através de reações químicas e plantando batatas no solo de Marte! O mais interessante é que toda a ciência utilizada no filme é explicada de forma muito simples, através de um formato “vlog”, como se o personagem conversasse conosco.
fonte: http://nossasenhoradasalette.org/videos/260-ciencia-em-fe-no-filme-perdidos-em-marte

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Até ai, mais um filme de ficção científica no estilo vamos dizer, Náufrago onde o único sobrevivente faz de tudo para se salvar.

Mas o que me chamou a atenção foi a cena da foto desse artigo: 

No entanto, ele usa crucifixo de madeira de um companheiro de tripulação para acender um fogo que ele usa para queimar hidrogênio e oxigênio , criando água. "

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O filme, poderia ter escolhido uma infinidade de peças, utensílios e coisas desse gênero para se usar como combustível. 

Mas não. O materialismo tem em sua velha máxima: que os fins justificam os meios.

Triste povo 'católico' que assistiu esse filme e nem se quer, por Amor a JESUS, saiu da sala ou fez uma nota de contestação.

Se não se percebeu, ou se fez indiferente não cabe a mim julgar.

Cabe a mim, apenas a alertar sobre a crise que se abate sobre a nós. E chamar urgentemente à conversão.




 | Categoria: Sociedade

O tecnicismo e a crise espiritual de nossa era

Os cristãos devem ser homens de Deus e mostrar à sociedade que só o progresso material não é capaz de salvar a alma humana.




Uma das grandes preocupações dos papas do último século foi alertar a sociedade para o equilíbrio de uma necessária "hierarquia dos valores", a fim de lembrar o homem de sua grande nobreza enquanto "imago Dei — imagem de Deus" (Gn 1, 27) e de sua altíssima vocação para a eternidade.
Era sobretudo o progresso técnico e científico que inquietava o espírito dos Sumos Pontífices. E não porque a Igreja Católica fosse contrária ao desenvolvimento dos povos ou à descoberta de novas ferramentas para integrar os homens. Como ensinou o Concílio Vaticano I, "a Igreja, longe de opor-se ao estudo das artes e das disciplinas humanas, favorece-as e promove-as de muitos modos" [1].Não existe contradição entre a fé e a razão.
O que se percebia, porém, era que, ao lado da lâmpada, do automóvel e do telefone, a sociedade se afundava em uma grave crise espiritual. Ao mesmo tempo em que eram feitas tantas invenções e descobertas importantes, havia uma filosofia anunciando que Deus tinha morrido e que o homem devia procurar não mais a santidade de uma vida justa, mas a frivolidade de uma existência cheia de prazeres e satisfações mundanas.
O Papa Leão XIII, ainda em 1890, notou a discrepância entre o desenvolvimento material e o espiritual das nações. Em uma de suas encíclicas, ele reconheceu um relativo "progresso nas comodidades corporais e extrínsecas", mas alertou: "Toda essa natureza sensível, a abundância de meios, as forças e as riquezas, se podem gerar comodidades e aumentar a serenidade da vida, não poderão nunca satisfazer a nossa alma, criada para coisas mais altas e com mais gloriosos destinos". Mostrando como os "bens da alma" se obscureciam cada vez mais entre os homens, sua advertência se revestiu de caráter profético: "Assaz catástrofes nos apresentou já o século em que vamos, e quem sabe as que estão ainda por vir!" [2]. Era como se ele pudesse antever as tragédias e as calamidades que atravessariam praticamente todo o século XX.
Mesmo depois de tanta destruição — seja em consequência das duas grandes guerras mundiais, seja pela ascensão do perverso totalitarismo —, os apelos da Igreja à conversão da humanidade não cessaram; ao contrário, intensificaram-se ainda mais. A Igreja tinha consciência que, mais que recuperar os países devastados pela guerra, era preciso resgatar o homem do profundo abismo existencial no qual se tinha lançado. Como apontou com precisão o Papa Pio XII, a era técnica estava levando "a cabo sua monstruosa obra de transformar o homem em um gigante do mundo físico, em detrimento de seu espírito, reduzido a pigmeu do mundo sobrenatural e eterno" [3].
A exortação de seu sucessor, o Papa São João XXIII era que se devia reconhecer uma justa "hierarquia dos valores". A televisão, o celular, o computador e a Internet, bem como os inúmeros avanços científicos logrados nos últimos anos "constituem sem dúvida elementos positivos" de nossa civilização, porém "não são, nem podem ser, valores supremos; em comparação destes, revestem essencialmente um caráter instrumental" [4].
Para isso, os cristãos precisam oferecer o seu testemunho, demonstrando com as próprias vidas que gozam dos bens terrestres vislumbrando os dons celestes. Mais do que qualquer coisa, o cristão católico deve ser um homem de oraçãoPermanecendo em constante diálogo com o Senhor, poderá conservar dentro de si a graça divina, o desejo de fazer sempre a Sua vontade e de irradiar a Palavra de Deus às outras pessoas.
Onde a sociedade se esquece desta Palavra, com efeito, não há progresso algum, não há sequer verdadeira civilização. O homem é unidade de corpo e alma — corpore et anima unus — e esta tende inevitavelmente para o Senhor, longe do qual encontrará apenas trevas. Ecoam fortes no decorrer dos séculos as palavras de Jesus: "Que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro se perder a sua alma?" (Mt 16, 26).
Por Equipe Christo Nihil Praeponere

Referências

  1. Concílio Vaticano I, Constituição Dogmática Dei Filius (24 de abril de 1870), IV: DH 3019.
  2. Papa Leão XIII, Carta Encíclica Sapientiae Christianae (10 de janeiro de 1890), n. 1.
  3. Papa Pio XII, Radiomensagem de Natal (24 de dezembro de 1953), n. 9.
  4. Papa João XXIII, Carta Encíclica Mater et Magistra (15 de maio de 1961), n. 174.


fonte: https://padrepauloricardo.org/blog/tag/428-materialismo

sexta-feira, 25 de março de 2016

A indiferença de muitos durante a Páscoa de Nosso Senhor JESUS CRISTO.







Em face do drama em que se encontra a Santa Igreja, muitas almas procuram, então, assumir uma posição de indiferença, parecida com a de numerosos contemporâneos de Nosso Senhor, que acreditavam que Ele era Homem-Deus, mas que, durante a Via Sacra, vendo-O passar, em vez de se compadecer por seus lancinantes sofrimentos, achavam entretanto melhor não considerá-los, mas pensar em outras coisas.

A evidência dos fatos deixa patente que a partir do Concílio Vaticano II penetrou na Igreja, em proporções impensáveis, a “fumaça de Satanás”, de que falou Paulo VI, a qual se foi dilatando dia a dia mais, com a terrível força de expansão dos gazes.

Para escândalo de incontáveis almas, o Corpo Místico de Nosso Senhor Jesus Cristo entrou no sinistro processo da como que autodemolição, a que aludiu aquele mesmo Pontífice, em Alocução de 7 de dezembro de 1968.

A História narra os inúmeros dramas que a Santa Igreja Católica, Apostólica, Romana sofreu nos vinte séculos de sua existência.

Oposições que germinaram fora dEla, e de fora mesmo tentaram destruí-La.

Tumores formados dentro dEla, extirpados, contudo, pela própria Esposa de Cristo; mas que, já então de fora para dentro, tentaram destruí-la com ferocidade.

Quando, porém, viu a História, antes de nossos dias, uma tentativa de demolição da Igreja, já não mais articulada por um adversário, mas qualificada de como que autodemolição em altíssimo pronunciamento de repercussão mundial?

A atitude normal de um católico vendo a Igreja, sua Mãe, passar por essa crise deve ser antes de tudo de profunda tristeza, porque é lamentável que isso seja assim. É um perigo para incontáveis almas que a Igreja seja afligida por tal crise.


E, por essa razão, pode-se ter a certeza de que, quando Nosso Senhor, do alto da cruz, viu todos os pecados que haveriam de ser cometidos contra a obra da Redenção que Ele consumava de modo tão profundamente doloroso, sofreu enormemente, em vista de tal gênero de pecados, cometidos em nossos dias.

E, evidentemente, todos esses pecados produziram sofrimentos verdadeiramente inenarráveis no Sapiencial e Imaculado Coração de Maria, que pulsava de dor no peito da Santíssima Virgem enquanto Ela estava de pé, junto à Cruz.

Considerando quanto Nosso Senhor e sua Santíssima Mãe sofreram por causa do que agora está se passando, é impossível não se ficar consternado, muito mais do que em qualquer Sexta-Feira Santa anterior, porque, talvez, este seja dos pontos mais agudos da Paixão e que se mostra em toda a sua hediondez, nas atuais circunstâncias da vida da Igreja.

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O homem contemporâneo é um adorador do prazer, do gáudio, da diversão, e tem horror ao sofrimento.

Ora, está-se aqui em presença de um padecimento agudíssimo. Pode-se compreender, pois, embora tal atitude não seja justificável, a posição de tantas almas que evitam pensar nisso e considerar a fundo o que está se passando para não sofrer em união com Nosso Senhor esta situação trágica, como trágica foi a Paixão.

Em face do drama em que se encontra a Santa Igreja, muitas almas procuram, então, assumir uma posição de indiferença, parecida com a de numerosos contemporâneos de Nosso Senhor, que acreditavam que Ele era Homem-Deus.







Mas que, durante a Via Sacra, vendo-O passar, em vez de se compadecer por seus lancinantes sofrimentos, achavam entretanto melhor não considerá-los, mas pensar em outras coisas.

E eis a prova: Nosso Senhor pregou maravilhas e fez milagres portentosos que devem ter impressionado pelo menos uma parte considerável do povo que O cercava.

Não seria concebível que essa parte, santamente impressionada, tenha se mantido numa atitude tão quieta, inerte, diante do que se passava.

E que a única pessoa que fez algo em prol do Redentor, durante a parte inicial da Via Sacra, tenha sido a Verônica com o seu véu, no qual ficou estampada, depois, a face sagrada do Salvador. Verdadeiramente, mais ninguém tomou tal atitude a não ser ela.

As santas mulheres e Nossa Senhora juntaram-se mais adiante a Nosso Senhor e foram até o alto do Calvário.

A Virgem Santíssima está acima de todo elogio. As santas mulheres, que A acompanharam, merecem um elogio que participa do louvor a que Nossa Senhora fez juz. Mas, fora disso, inércia.

Por ocasião da Semana Santa, o que mais se deve pedir a Nossa Senhora, é que Ela nos liberte desse estado de espírito, de tal mentalidade.

Se nosso Redentor está sofrendo, devo querer padecer aquilo que O atormenta. E sofrerei isso meditando nas dores dEle. Esse é o meu dever, dada a união que Ele condescendeu misericordiosamente em estabelecer entre Si mesmo e mim.

E o que não for isso não pode deixar de ser qualificado senão de abominável.

Os dias em que vivemos são de gravidade, de tristeza, mas na última fímbria do horizonte aparece uma alegria incomparavelmente maior do que qualquer gáudio terreno: a promessa de um sol que nascerá – o Reino de Maria, anunciado, no ano de 1917, por Nossa Senhora, em Fátima.

(Autor: Plinio Corrêa de Oliveira, in CATOLICISMO, maio 2013)


FONTE: http://cienciaconfirmaigreja.blogspot.com.br/


domingo, 13 de março de 2016

A porta fechada, abre-se a janela: agora as mulheres podem fazer homilias?

É o pede o jornal L’Osservatore Romano em seu suplemento feminino. 

imagem: http://www.osservatoreromano.va/pt/news/mulheres-que-pregam



Mas Francisco deveria contradizer-se a si mesmo, além de contradizer a secular tradição da Igreja. Porque também ele, há dois anos, proibiu as mulheres de pregarem durante a missa.

A reportagem é de Sandro Magister e publicada por Chiesa.it, 07-03-2016. A tradução é de André Langer.

A missa não. No que diz respeito à ordenação sagrada das mulheres Francisco, logo depois que foi eleito, foi taxativo. “A porta está definitivamente fechada”, disse na primeira de suas entrevistas coletivas em um avião.

A homilia faz parte da missa e, portanto, também estará excluída para as mulheres.
Mas, há alguns dias, “Donne Chiesa Mondo” – o suplemento feminino do L’Osservatore Romano – dedicou quase todo o número de março precisamente para reclamar que as mulheres possam fazer a homilia na missa.

Lucetta Scaraffia, professora de história na Universidade de Roma e editorialista de renome do jornal da Santa Sé, é a pessoa responsável pela edição do “Donne Chiesa Mondo”, publicação que tem uma posição de oficialidade similar à do L’Osservatore.

Uma oficialidade fortemente apoiada pelo monge Enzo Bianchi, prior de Bose e consultor do Pontifício Conselho para a Unidade dos Cristãos e que na última página do suplemento, resumindo a proposta, estabelece as “três condições” fundamentais para que seja efetivada.

A primeira condição, escreve Bianchi, é o “mandatum praedicandi” que o bispo deverá conferir aos fiéis, mulheres e homens, que ele considerar aptos para fazer a homilia.

A segunda é a bênção que durante a missa, antes da homilia, o padre celebrante dará à mulher ou homem aos quais confia a pregação, para demonstrar que faz parte do próprio culto.

A terceira condição é que o fiel, mulher ou homem, esteja consciente do próprio carisma, mas também da necessidade de exercê-lo com a autorização do bispo mediante uma “imposição de mãos que é uma bênção, não um sacramento”.

Apresentado desta maneira, pode parecer algo já decidido. Mas, não realidade não é assim.
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Para começar, existe o Código de Direito Canônico, que proíbe o fiel leigo, quer seja homem ou mulher, de fazer a homilia.

De fato, o cânon 767 § 1 estabelece que: “Entre as formas de pregação, destaca-se a homilia, que é parte da própria liturgia e se reserva ao sacerdote ou diácono”.
Depois existe a detalhada proibição formulada em 1997 por oito dicastérios da cúria romana, aprovada especificamente por João Paulo II, na qual se proíbe o fiel leigo de pregar durante a missa.

Esta instrução, entre outras coisas, afirma:

“A homilia, forma eminente de pregação, é parte integrante da liturgia. Por essa razão, durante a celebração eucarística a homilia deve ser reservada ao ministro sagrado, sacerdote ou diácono. 

Estão excluídos os fiéis não-ordenados, ainda que exerçam a tarefa de ‘assistentes pastorais ‘ ou de catequistas em qualquer tipo de comunidade ou de agregação. Não se trata, com efeito, de uma eventual maior capacidade expositiva ou de preparação teológica, mas de função reservada àquele que é consagrado com o sacramento da Ordem sagrada, razão porque nem mesmo o bispo diocesano é autorizado a dispensar da norma do cânon, uma vez que não se trata de lei meramente disciplinar e sim de lei que diz respeito às funções de ensino e de santificação estreitamente ligadas entre si”.

“Deve-se considerar abrogada pelo cânon 767, § 1 qualquer norma anterior que tenha permitido a pregação da homilia, durante a celebração da Santa Missa”.
E, além disso, existem os séculos de história da Igreja durante os quais a pregação dos fiéis leigos durante a missa não foi permitida.
Naturalmente, na história não faltam casos eminentes de mulheres pregadoras, também nas catedrais e sob o mandato de bispos e papas. O suplemento “Donne Chiesa Mondo” dá grande importância às 61 “homilias” que nos chegaram de Hildegarda de Bingen (1098-1179), proclamada doutora da Igreja por Bento XVI. E Bianchi cita outros casos.
Mas, mais que homilias propriamente ditas tratava-se, para estas grandes mulheres, de pregações fora da missa, que na sua época não estavam proibidas, assim como também não estão atualmente.

Ao contrário, no que se refere às homilias no sentido estrito pronunciadas por leigos, os únicos casos permitidos recentemente que Bianchi menciona são a permissão “ad experimentum” concedida por oito anos por Paulo VI em 1973 à Conferência Episcopal da Alemanha e, também em 1973, o “Diretório para as missas com crianças”.
Na prática, como todos sabem, esta regra é com muita frequência violada. No entanto,Bianchi lamenta-se de que estes saltos à norma se realizam “de maneira selvagem ou, pior ainda, dissimuladamente”, chamando estas homilias realizadas por mulheres e homens, por exemplo, de “ressonâncias”.
Este é o caso do Caminho Neocatecumenal, cujo ritual litúrgico anômalo diz respeito a toda a missa, mas no qual nem Bento XVI conseguiu restaurar a ordem e que Francisco deixa ir à deriva.

Em outros casos que dizem respeito à homilia propriamente dita, a Santa Sé interveio de maneira esporádica. É assim que, há cerca de 15 anos, por exemplo, proibiu à Comunidade de Santo Egídio que os leigos pregassem nas missas, começando pelo seu fundador Andrea Riccardi.

Fonte: http://www.ihu.unisinos.br/noticias/552452


Carta de João Paulo II ORDINATIO SACERDOTALIS sobre a ordenação de mulheres:

" Portanto, para que seja excluída qualquer dúvida em assunto da máxima importância, que pertence à própria constituição divina da Igreja, em virtude do meu ministério de confirmar os irmãos (cfr Lc 22,32), declaro que a Igreja não tem absolutamente a faculdade de conferir a ordenação sacerdotal às mulheres, e que esta sentença deve ser considerada como definitiva por todos os fiéis da Igreja.
Invocando sobre vós, veneráveis Irmãos, e sobre todo o povo cristão, a constante ajuda divina, concedo a todos a Bênção Apostólica.
Vaticano, 22 de Maio, Solenidade de Pentecostes, do ano de 1994 "



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OBS.: Mas o católico "bobinho" que pouco conhece de catecismo, de norma litúrgica e do Canon,... com certeza irá aplaudir mais essa abertura dentro da igreja. Cegos guinado outros cegos. Aonde cairão?

domingo, 28 de fevereiro de 2016

“Pobres dos fiéis católicos que frequentam as Santas Missas em muitas de nossas igrejas…”




“Pobres dos fiéis católicos que frequentam as Santas Missas em muitas de nossas igrejas… 

Submetidos tantas vezes às arbitrariedades de uma pseudo liturgia pautada por distorções, abusos, ridículas inserções de palmas, agitação de folhetos, danças, símbolos e mais símbolos que não simbolizam nada. 

Quanto abuso! Quanta arbitrariedade! 

Quanta falta de respeito não só para com Aquele para quem deveria dirigir-se a celebração, mas também para com os pobres fiéis que são obrigados a engolir esdrúxulas situações falsamente chamadas de ” inculturação liturgica”, mas que na verdade revelam falta de fé ou a ignorância das mais elementares verdades da fé em relação à Eucaristia, à Presença Real e outras. 

Pobres fiéis guiados por alguns pastores que arrotam slogans fundados em um palavreado eivado de conceitos atribuídos ao malfadado “espírito do Concílio” que na verdade, de conciliar nada tem… 

Tal espírito passa longe daquilo que a Igreja de Cristo é e pretendeu favorecer com a reforma litúrgica. Pobres fiéis, forçados a ter de engolir o que destrói a fé, o que na prática nega a centralidade do Mistério de Cristo, poluindo-o com a tentativa de desfocar este Mistério através da inserção de conceitos ideologizados sobre Deus, o homem, a criação e tantas outras realidades.

A “nobre simplicidade” apregoada pelo Concílio transformou-se em desculpa para um “pobretismo” litúrgico que se expressa em despojamento do elementar, em relaxo, sujeira, descaso e outros defeitos. 

Dá-se à Liturgia, portanto a Deus, o que há de pior: no mínimo, o que é de gosto duvidoso. Chegamos ao tempo em que quem obedece as Normas Liturgicas é acusado de rubricista. 

Ai de quem ousar usar os paramentos prescritos pela legislação litúrgica vigente. No mínimo será caracterizado como “romano”, o que na visão de muitos é considerado como uma ofensa. 

E quem celebrar usando com fidelidade os livros litúrgicos, “dizendo o que está em letras pretas e fazendo o que está em letras vermelhas” será execrado pelos apregoadores do “autêntico espírito do Concílio”. 

Sinceramente, é preciso muita, mas muita fé mesmo para não deixar de acreditar que ‘as portas do inferno não prevalecerão’, como nos ensina Nosso Senhor.”

Dom Antonio Carlos Rossi Keller, bispo de Frederico Westphalen.

fonte: http://www.bibliacatolica.com.br/blog/pobres-dos-fieis-catolicos-que-frequentam-as-santas-missas-em-muitas-de-nossas-igrejas/



segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Como devemos rezar? A Bíblia fala algo sobre isso?






É necessário que o fiel se recorde que todo o seu ser precisa estar voltado para Deus no momento da oração. Ao orar, a alma deve levar o corpo a uma atitude de disponibilidade e prontidão para com Deus. O corpo acaba por demonstrar externamente aquilo que o coração está disposto a vivenciar diante do Senhor.

Ao se colocar de joelhos, por exemplo, manifesta a contrição do coração, o reconhecimento de seu próprio pecado ou a veneração, adoração devida ao Criador. O corpo deve também participar da oração.


É necessário realmente orar de joelhos? E qual o sentido dessa posição?


O corpo deve também participar da oração. Este é um princípio básico da oração cristã. Não reverenciamos e adoramos a Deus somente com a alma, mas também com o corpo.

O catecismo ensina que é necessário exteriorizar nossos sentimentos com todo nosso ser para dar à nossa súplica todo o poder possível.

Deus também quer adoradores em espírito e verdade e portanto quer a oração que associa o corpo e o estado interior.

A verdadeira oração deve brotar da alma, mas é também importante associar à nossa oração o nosso corpo. Assim como a alma peca e leva o corpo junto, é importante que ela ao dar glória a Deus também eleve o corpo.

A posição do nosso corpo ao orarmos tem tudo a ver, pois assim como o corpo não pode ser separado da alma, também na oração a nossa alma deve levar em consideração o nosso corpo.

Há várias formas de venerar a Deus por meio do corpo.

Quando o anjo de Portugal apareceu aos pastorinhos, ele lhes ensinou uma oração pelos que não crêem em Deus... e quando ensinou essa oração, o anjo se inclinou. Instintivamente, os pastorinhos se ajoelharam e se abaixaram, num gesto de humildade. A alma adora e o corpo vai junto.

Assim, a oração de jeolhos tem o significado de adoração, dobrar os joelhos diante de Deus para reconhecer o quanto Ele é maior que nós.

Um outro significado de orar de joelhos é a penitência.

No início do cristianismo a oração de joelhos e o jejum eram proibidos no dia de domingo, pois eram tidos como penitencial. Os que estavam na graça, oravam de pé em posição sacerdotal e os penitentes oravam ao fundo de joelhos.

Atualmente a orientação da Igreja é que o fiel se ajoelhe pelo menos durante a consagração na Missa, fazendo clara a distinção do sacerdócio exercido (batismal de todos e ministerial do sacerdote).

Resumindo, há dois significados ao se orar de joelhos é: penitência e adoração.


Fonte: site Christo Nihil Praeponere



E na Bíblia?
  • "Então [Jesus] afastou-se dali, à distância de um arremesso de pedra, e, de joelhos, começou a orar" (Lucas 22,41).
  • "Pedro mandou todo mundo sair. Em seguida, pôs-se de joelhos, a orar" (Atos 9,40).
  • "Tendo dito isto, Paulo ajoelhou-se e orou com todos eles" (Atos 20,36).
  • "Quando chegou o dia de ir embora, partimos. Todos quiseram acompanhar-nos, com suas mulheres e crianças, até fora da cidade. Na praia, nos ajoelhamos para orar" (Atos 21,5).

domingo, 31 de janeiro de 2016

O Pergaminho

Mensagem recebida pelo Confidente Católico Bento da Conceição – Taquaras – Balneário Camboriú – Santa Catarina – Brasil. Informações: (0xx47) 3169-1316

O pergaminho

22/02/1996

      No pergaminho, tudo o que foi anotado o homem nada inventou. Palavra por palavra foi inspirada por Mim para os Meus servidores que ouviam tudo que Eu dizia.
      Hoje és tu, Meu filho, que aqui Comigo escreves os Meus últimos assuntos para que também sejam publicados. Se não fosse, para que então irias escrever tantos assuntos?Bastava um só para te orientar no Meu Caminho. Como Eu quero que os outros Meus filhos saibam o que está acontecendo e que vai acontecer, então te escolhi como Meu mensageiro para ouvir-Me e escrever o que é preciso para a conversão de muitos. Os que já estão perdidos não querem saber da verdade, mas tem muitos ainda que só falta um pouco de esclarecimento, o que será feito através dessas mensagens que já foram escritas e que ainda irás escrever.
      Bento, filho querido, o que ouviste ontem, as palavras que foram dirigidas à Mim, elas de nada servem.É apenas uma versão e não adoração.Assembléia de Deus e outras só tem o Meu Nome por serem desobedientes. Fugiram da jurisdição de João Paulo II deixado por Mim. O seu fundamento não tem nada haver com a pedra fundamental que é a de Pedro. Essas raízes cresceram sem nenhuma segurança.Não foi pela união, porque quem é por vós não é contra vós.Este é o sentido da vida para seguir-Me.Vejam que Eu não dividi os Meus seguidores. Cada um tinha uma só missão. Juntar as ovelhas para o Meu rebanho.Aquelas que não quisessem, então sim, seriam contra vós. Hoje continuam com seus erros fazendo seus templos para ter-Me, porém, não terão. O Meu Reino não é dividido. Ele é um só. A chave a quem confiei, dela depende todo o Meu ensinamento. Não há razão desses falsos pastores julgarem a Minha Igreja. Se ela é a pedra fundamental, quem discordou dos Meus assuntos e quis corrigir sem Minha ordem, pondo em risco de perder a sua alma. O que dirão estas pessoas para Mim no dia do julgamento?‘Mestre eu não concordei com João Paulo II, porque ele insistia em dizer que os Santos estão salvos, como no caso de Maria, vossa Mãe. Para nós todos eles tem que passar também pelo julgamento.’
      Eu, Jesus, vosso Salvador, responder-te-ei: “Onde tu leste esta passagem na Bíblia que Meus Santos serão julgados? Eu próprio disse ao bom ladrão que estava no lado da Minha Cruz. Pelo seu arrependimento hoje mesmo estarás Comigo no Céu. O que direi então dos Meus Apóstolos e de Minha Mãe que foram Meus servidores?Que Deus é este que vocês evangelizam em nome d’Ele? Saiam de Mim gente hipócrita. Foi pela tua teimosia que julgaste os teus irmãos católicos.Eles nada te fizeram de mal.Só vocês que procuravam prejudicar até o sacrifício da Santa Missa que é o ato mais perfeito, feito em Meu Nome.
      Agora quem julgou será julgado e seu julgamento é justo porque Sou Eu, Jesus, o Salvador da humanidade, que faço justiça.
      Obrigado, Meu filho. Todos tem o direito de viver mas são poucos que seguem-Me verdadeiramente.Fique com a Minha Paz!

sábado, 30 de janeiro de 2016

Eu e minha família já fizemos nossa escolha.



Eu e minha casa serviremos ao Senhor JESUS e Sua Mãe Maria Santíssima.

#Serviremos ao Rei JESUS e Sua Rainha Mãe Maria.

#Serviremos a DEUS e aos Seus Mandamentos.

#Serviremos a Sagrada Escritura sem modernismo e relativismo.

#Serviremos A Palavra Viva de DEUS, por ser inteira e verdadeira. 

Eu e minha família fizemos nossa escolha!!!







Eis a verdade: a dura e corajosa verdade!!!
Exemplo de pai que soube educar.





Hebreus 4, 12
Porque a palavra de Deus é viva, eficaz, mais penetrante do que uma espada de dois gumes e atinge até a divisão da alma e do corpo, das juntas e medulas, e discerne os pensamentos e intenções do coração.


terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Sou Católico, mas não vou a Missa.


Pensando nessa problemática, onde tenho em meu círculo de amizade e até parentes que pensam e agem dessa forma, resolvi compartilhar algumas informações a respeito disso.




Por que não ir à Missa?

Aqui estão algumas das respostas mais frequentes a esta pergunta:


“Só vou à Missa quando estou com vontade.
Às vezes falta disposição e é melhor ficar em casa”.



Acontece que a nossa vida não se move exclusivamente por sentimentos ou gostos pessoais. É preciso reconhecer que as pessoas só agem bem quando são movidas por convicções profundas e eticamente corretas. 

Observemos as coisas mais importantes que fazemos na vida. Não é verdade que muitas delas nós fazemos sem ter vontade, simplesmente por estarmos convencidos de que são importantes? Mal andaríamos se só fizéssemos as coisas quando tivéssemos vontade. 

Uns perderiam o emprego, outros não passariam de ano, outros perderiam aquela oportunidade única etc. Imaginemos uma banda na qual os músicos só tocam quando estão com vontade e disposição. Seria um fracasso total! 

Logo, para não fracassar a nossa vida de fé, não devemos ir à Missa só quando estamos com vontade, mas, pela importância deste encontro com Deus e com a comunidade, devemos ir sempre, porque somos cristãos e estes costumam se reunir aos domingos para um encontro com Deus.

“É... é que eu sou um católico não praticante”



No início da Igreja muitos cristãos foram mortos por transgredir a ordem do imperador romano que proibia a celebração da Missa. Hoje, muitos cristãos, denominando-se não praticantes, não querem participar da Eucaristia. 

É muita contradição! 

Não existe católico não praticante, mas, católico incoerente, precisando de ajuda, pois se diz cristão e não faz o que Cristo mandou: “Fazei isto em memória de mim” (cf. Lc 22,19). Ser católico é fazer parte da família de Jesus, do Corpo de Cristo (cf. Cl 1,18). Não dá para ser Corpo de Cristo sem comungar do Corpo de Cristo na Eucaristia de todos os Domingos.


“Sou muito atarefado: trabalho, estudo, crianças, casa...

vou à Missa quando tenho tempo”


Todos vivem sem tempo. Realmente, são muitas as tarefas que assumimos no dia-a-dia. Mas, se não há tempo para ir à Missa é porque ela não entrou na programação do nosso tempo. Ela não é tão importante assim, não é? 

Seria, então, uma perda de tempo? 

Porque todos os seres humanos dispõem do mesmo tempo a cada dia: 24 horas. Ninguém mais, ninguém menos. Empregamos o nosso tempo naquilo que nos parece mais importante e necessário. Se não temos tempo para ir à Missa, ao encontro com Deus e a comunidade, é porque o Senhor da Vida e do Tempo, na nossa vida, só ocupa a vigésima quinta hora do dia! 

Se das 168 horas da semana não dedicamos uma ao encontro dos cristãos com seu Mestre é porque ele não é nosso mestre, não tem muita importância para nós... 

Tempo é questão de gosto, de prioridade, quando gosto realmente de alguém ou de alguma coisa, encontro mesmo no meio do cansaço um tempo para ele/ela.


“Pra mim, basta rezar sozinho”

A oração individual é importantíssima para o encontro com Deus. Mas a Missa é diferente. Jesus quer que rezemos na intimidade com o Pai (Mt 6, 5-7). Mas também, muitas vezes ele se reuniu com seus discípulos para rezar, ensinar e enviá-los (dois a dois) para pregar.

 A Missa é o maior ponto de encontro com o Cristo. Ele mesmo prometeu que jamais faltaria: “Onde dois ou mais estiverem reunidos em meu nome, eu estarei aí no meio deles” (Mt 18, 20). Ele nos quer unidos: “Eu sou a videira e vós, os ramos” (Jo 15, 1ss). 

As primeiras comunidades de cristãos levaram muito a sério o chamado de Jesus a viver em grupo: “eles tinham um só coração e uma só alma. Viviam unidos...” (At 2, 44; 4,32). O grupo dos cristãos católicos se reúne todos os domingos (no Dia do Senhor!) para escutar a Palavra de Deus e comer o Pão sagrado que é seu Corpo. 

A Missa é uma pausa, uma hora para, EM COMUNIDADE, entrarmos em contato com o Pai NOSSO, o Pai de TODOS nós. Não cada um por si, mas, todos juntos em comunhão com todos os cristãos católicos que, no mundo inteiro, celebram esta mesma liturgia de louvor ao Criador.


Existe muito escândalo na Igreja, a começar pelos padres pedófilos, homossexuais...Tais escândalos terminam invalidando as verdades ensinadas pela religião ou Igreja católica.


O próprio Jesus Cristo já havia nos prevenido que os escândalos seriam inevitáveis (Lc 17,1), e nos alertou que ninguém tem o direito de sair da Igreja por causa dos escandalosos, ou seja, do Joio (Mt 13, 24-30). 

São Paulo por sua vez nos diz que nós seremos julgados pelos nossos erros e pecados não pelos erros e pecados dos padres, dos outros (Rm 14, 12). 

O que você diria de um filho que se afastou ou deixou de frequentar a casa de seu pai porque tem alguns irmãos rebeldes? Cometeu grande injustiça! 
O Padre semelhante a nós é também filho de Deus. O que você diria de alguém que se afastou ou rejeitou Jesus Cristo e sua igreja por causa da traição de Judas? 

Agiu injustamente, semelhantemente assim faz todos aqueles (as) que se afastam da Igreja por causa das traições dos Padres. 

Ademais, o fato de haver Professores de matemática, português... Pedófilos, Homossexuais... Isto não invalida as verdades da ciência, semelhantemente, o fato de haver maus padres: pedófilos, homossexuais... Não invalida as verdades da Religião ou da Igreja. 


Os católicos só vivem uma vida de pecados quando desobedecem a igreja cf. CIC (Catecismo da Igreja Católica) Parágrafo 827.Nunca esqueça : “Quem quer ser bom só procura se espelhar nos bons exemplos, quem não quer ser bom só cita os maus para continuar como estar”.


A missa é monótona e longa o que a torna chata


Em cada dia são lidos quatro textos diferentes da bíblia (contando com o salmo), existem cinco tipos diferentes da oração eucarística. É verdade que existem orações que se repete em cada missa como, por exemplo: a oração do Pai Nosso, porém, assim como é possível alguém em cada dia fazer a mesma declaração de amor a seu esposo (a), Filho (a), Pai, Mãe, namorado (a)... E em cada dia colocar um grau maior de sentimento de amor na mesma declaração, semelhantemente é possível fazer a mesma oração em cada dia, fazendo nosso o sentimento de cada palavra contida na mesma oração, e repeti-la com maior sentimento.

Quanto a dizer que a missa é longa e por isso chata é o caso de perguntar: É a missa que é longa ou é o seu sentimento de amor e gratidão para com Deus que é pequeno? Se você acha chato, não se sente bem em passar algumas horas louvando, adorando agradecendo ao Pai celeste, junto com seus irmãos na fé, na Igreja, considerada como a casa do Pai e casa de oração, como se sentirá bem passar toda eternidade louvando e adorando a Deus , junto com seus irmãos e anjos no céu? 

Sendo assim você mesmo estar dizendo que o céu não é para você. A missa não é um show feito ou realizado para lhe agradar e se mesmo assim a considera chata, passa a considerá-la como um remédio para sua alma. Ora, ninguém toma um remédio porque é bom, saboroso, mas porque é benéfico, semelhantemente, a missa pode até não ser agradável para você, mas é benéfica para sua alma.

É melhor pensarmos bem nas desculpas que damos para não nos comprometermos com o Evangelho de Jesus Cristo. Na verdade o que precisamos é decidir se somos católicos ou não, se acreditamos no Deus da Bíblia, dos Apóstolos, da Igreja, dos Sacramentos ou não! “Ou quente ou frio, pois, está escrito: quem não reúne comigo, dispersa!”

Livro pesquisado: A Missa me dá tédio de Javier M. Suescun. Paulus. Obs: com alguns suplementos do catequista Aquino

Fonte: www.larcatolico.com/products/por-que-voc%C3%AA-n%C3%A3o-vai-%C3%A0-missa-com-mais-frequ%C3%AAncia-/



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Agora que você leu e começou a se conscientizar da falta grave, de sua falta de amor para com DEUS, vou lhe informar a respeito de algo muito sério e sagrado a respeito da Santa Missa.

Eu mesmo enquanto católico de meia tigela, (sim, eu já fui um e posso falar com propriedade sobre isso, rsrs) não sabia o valor que tem a Santa Missa em nossa vida.

Não sabia nada sobre a palavra Sacrário.
Sabia que DEUS se faz presente na Santa Hóstia após consagração do sacerdote.
Mas não sabia do lugar de destaque que deve ocupar no altar: o Sacrário.

Leia esse artigo sobre o lugar do Sacrário.

E após tomar conhecimento das Santas Mensagens Palavra Viva de DEUS, recebidas pelo nosso profeta Pedro II, tive consciência e crescimento na minha fé de:

#Só participar da Santa Missa onde tem o Sacrário no centro = por entender e respeitar a Casa de DEUS. E não uma casa qualquer. Onde não mais se dá o devido respeito a JESUS Sacramentado.

#Só participar da Santa Missa onde o padre celebra de frente pro altar, onde tem o Sacrário no centro, ou seja, de frente para JESUS Sacramentado.

# Só participar da Santa Missa onde o padre exige e cobra o devido respeito a JESUS Sacramentado, ensinando o povo fiél católico a recebe-Lo estando de joelhos e na língua. 

#Não tendo essas três prerrogativas, foi me ensinado a não compactuar com o erro. Pois aquele que é omisso com o erro, participando da Santa Missa sem as prerrogativas acima, está de comum acordo com aqueles que não dão o devido respeito a JESUS Sacramentado.
De que forma?

Participando da Santa Missa em minha casa, pela internet. 



Rezando o terço todos os dias. 

E quando encontro uma Igreja Católica que tem as 3 prerrogativas citadas acima, como a Igreja da Obediência a DEUS Pai, em Taquaras, Balneário Camboriú, faço o possível de ir e participar, quando DEUS permite.


Abraços fraternos de seu irmão em Cristo.
Salve Maria, Mãe do mais puro Amor


Leia também: 

O milagre do Sacrário no centro do altar



segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Vídeo ecumênico do papa Francisco* - Moisés e Elias estavam errados?

O vídeo do papa*:






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Nestes tempos de sincretismo religioso, muito se tem falado sobre liberdade religiosa, de culto, de crença, de salvação fora da Igreja. 

É o ecumenismo, palavra dita em todos os lugares. Mas, vejamos o que a Igreja Católica tem a dizer sobre isso, por meio de seu magistério infalível. Porque muito se tem falado, mas pouco se tem estudado.
Comecemos pela Bíblia:

Êxodo 20,3: "Não terás outros deuses diante de mim."

Salmo XCV,5: "Todos os deuses dos gentios são demônios".

Os exemplos de Moisés e principalmente de Elias, dois do maiores santos da história, são neste sentido, anti-ecumênicos:

Moisés destruiu o bezerro de ouro, feito pelos israelitas, enquanto ele estava no Monte Sinai: "E pegando no bezerro que tinham feito, queimou-o e esmagou-o..."(Êxodo, 32,20). E depois, Moisés puniu os culpados: "... e cerca de vinte e três mil caíram (mortos) naquele dia..." (Êxodo, 32, 28).

Elias convidou os sacerdotes de Baal para um duelo: eles iriam ao Monte Carmelo e invocariam Baal, enquanto Elias rezaria ao Deus de Israel, para que enviasse fogo do céu, a fim de consumir uma vítima oferecida em sacrifício, quem tal fizesse, esse seria o Deus verdadeiro.

No Monte designado, Baal não aparecia, Elias debochava e falava: "Gritai mais alto, porque ele é um deus, e talvez esteja em viagem, ou numa estalagem, dorme e necessita que o acordem" (3 Reis, XVIII, 27-28).

O Deus verdadeiro apareceu e consumiu a vítima. Os sacerdotes de Baal, vendo sua derrota, se preparavam para fugir, mas Elias não deixou: "Apanhai os profetas de Baal, e não escape nenhum só. E, tendo-os agarrado, Elias levou-os à torrente de Cison, e ali os matou". (3 Reis, XVIII, 40).

No Novo Testamento temos a confirmação de que só um Deus é o verdadeiro. E é fundada a única Igreja verdadeira...

São Mateus 4,8-10: "De novo o demônio o transportou a um monte muito alto, e lhe mostrou todos os reinos do mundo e a sua magnificência. E lhe disse: Tudo isto te darei, se prostrado, me adorares. Então Jesus disse-lhe: Vai-te Satanás, porque está escrito: O Senhor teu Deus adorarás, e a Ele só servirás".

Pelo texto, temos duas conclusões:

# Todos os reinos do mundo serviam a Satanás.
# Só é possível adorar a um só Deus.

S. João,VI, 68: "A quem haveremos de ir? Só vós (Cristo) tendes palavras de vida eterna"

Atos, 4,12: "e não há salvação em nenhum outro. Porque sob o céu, nenhum outro nome (Cristo) foi dado aos homens, pelo qual nós devamos ser salvos".

I Cor. X, 19,22: "Ou que o ídolo é alguma coisa?(De modo nenhum) antes digo que as coisas que os gentios sacrificam, sacrificam-nas aos demônios e não a Deus. E não quero que tenhais sociedade com os demônios; não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios: não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios".

Além disso, havendo um só Deus, consequentemente, só pode haver uma Igreja verdadeira.

Essas proposições valem para sempre.

fonte: http://www.montfort.org.br/old/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=foradaigreja&lang=bra