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domingo, 20 de outubro de 2019

Da Tradição para o xamanismo no Sínodo da Amazônia. A ruptura na Igreja Católica.


A “nova civilização” sonhada pelos organizadores do Sínodo da Amazônia rejeita a cidade, preferindo a selva; rejeita a política, preferindo a ecologia; rejeita o direito, preferindo a situação primitiva das tribos indígenas. Seu documento de trabalho foi qualificado de “herético” e “apóstata” pelo Cardeal Walter Brandmüller e rompe com o ensinamento tradicional da Igreja em pontos inegociáveis.
  • José Antonio Ureta
De 6 a 27 de outubro próximo realizar-se-á em Roma uma Assembleia Especial do Sínodo dos Bispos para a Região Pan-Amazônica. Os temas a serem abordados incluem desde o modelo de desenvolvimento econômico da região amazônica até o celibato sacerdotal, passando por propostas ecológicas e de caráter panteísta, atraindo por isso crescente atenção do público, inclusive de não católicos.
Instaurado por Paulo VI após o Concílio Vaticano II, o Sínodo dos Bispos é uma instituição permanente de caráter consultivo, convocado periodicamente pelo Papa a fim de discutir questões importantes para a Igreja. Pode revestir-se de três formas distintas: São gerais quando tratam de assuntos da Igreja universal, sendo convocados representantes dos episcopados do mundo inteiro. Tais assembleias gerais podem, por sua vez, caracterizar-se como ordinárias ou extraordinárias. Por exemplo, em outubro de 2015 e outubro de 2016 houve reuniões sinodais, uma de cada tipo, sobre o tema da família.
Mas o Papa pode também convocar assembleias especiais do Sínodo dos Bispos para tratar de assuntos relativos a uma região particular, que podem ser de um país (por exemplo, já houve assembleias especiais sobre a Holanda e o Líbano), de um continente inteiro (João Paulo II convocou uma para cada um dos cinco continentes, em preparação para o Jubileu do ano 2000), e também podem concernir toda uma região, como ocorreu em 2010 na assembleia especial para o Oriente Médio, que abordou a trágica situação dos cristãos na Terra Santa, ameaçados de extinção. Para o próximo Sínodo foram convocados bispos de nove países cujas dioceses ou administrações apostólicas se situam na bacia do rio Amazonas.
Apesar de se tratar de uma assembleia especial, desde sua convocação e seus primeiros trabalhos o Sínodo de outubro tomou uma dimensão universal, sendo apresentado pelos seus organizadores como um modelo para outras regiões e até para o mundo inteiro. Já o título do primeiro documento preparatório é eloquente nesse sentido: “Amazônia: novos caminhos para a Igreja e para uma ecologia integral”. O próprio documento afirma explicitamente esse caráter universal: “As reflexões do Sínodo Especial superam o âmbito estritamente eclesial amazônico, por serem relevantes para a Igreja universal e para o futuro de todo o planeta”. Não se restringe à preservação do meio ambiente em territórios similares, mas também enquanto modelo universal de uma nova sociedade inspirada no estilo de vida indígena, “capaz de romper com as estruturas que sacrificam a vida e com as mentalidades de colonização para construir redes de solidariedade e interculturalidade”.[i]
Inclusive do ponto de vista eclesiástico, a próxima assembleia especial terá um caráter universal. O vice-presidente da Conferência Episcopal Alemã, Dom Franz-Josef Bode, exprimiu a convicção de que o Sínodo para a região pan-amazônica trará grandes mudanças para a Igreja universal, e espera que o celibato para os padres seja “enriquecido com outras formas sacerdotais de vida”. E Dom Franz-Josef Overbeck, bispo de Essen, declarou ao site oficial da Conferência Episcopal Alemã que o Sínodo levará a uma “ruptura” na Igreja Católica, e a partir de outubro nada ficará como antes” em temas como a moral sexual, o celibato obrigatório, o papel das mulheres na Igreja, a estrutura hierárquica da Igreja e o chamado “clericalismo”.[ii]



Na verdade, os organizadores e os principais patrocinadores da reunião episcopal pretendem utilizá-la como plataforma para lançar uma Igreja-Nova sincretista — uma mistura de cristianismo e paganismo indígena — dedicada ao culto panteísta da mãe-terra, à preservação da mata virgem e à promoção do tribalismo comunitário, como alternativa à nossa sociedade industrializada, consumista e alegadamente predatória do meio ambiente.
Com base nos próprios textos preparatórios do Sínodo, e em declarações de seus organizadores e promotores, indicaremos nas próximas páginas as principais áreas nas quais se pretende materializar a “ruptura” ansiada por Dom Overbeck.
Ruptura teológica


A mais grave ruptura que se pretende é a teológica, a qual tem como ponto de partida o próprio conceito de Revelação. Tanto o documento preparatório enviado às comunidades católicas da bacia do Amazonas quanto o Instrumentum laboris (documento de trabalho) preparado a partir das respostas recebidas, fazem a promoção da Teologia Índia,[iii] que não é senão um sucedâneo da Teologia da Libertação de inspiração marxista.
Com efeito, essa corrente teológica teve que reciclar seu discurso após a publicação pela Congregação para a Doutrina da Fé, em 1984, da Instrução sobre alguns aspectos da Teologia da Libertação; e também como consequência do colapso do império soviético. Mas reciclou o discurso sem renunciar aos seus princípios básicos. Como afirmou o teólogo ultraprogressista José María Vigil, “apareceram os que foram chamados de ‘novos sujeitos emergentes’: o negro (raça oprimida), os índios (cultura oprimida) e as mulheres (o sexo oprimido)”. A esses novos paradigmas deveria acrescentar-se, segundo o mesmo autor, a ecoteologia, já que a terra “também é uma pobre, oprimida e explorada sem misericórdia, que precisa ser libertada dessa opressão”.[iv]
Ora, o que a Teologia da Libertação e seus derivados têm de específico é um conceito imanentista e historicista da Revelação. Segundo a Teologia católica, Deus é um ser transcendente à Criação, que o homem pode conhecer pela contemplação da ordem natural, mas principalmente através da Revelação sobrenatural contida nas Sagradas Escrituras e na Tradição apostólica. Os teólogos da libertação, pelo contrário, possuem um conceito imanentista, segundo o qual Deus não seria um Ser transcendente, mas uma espécie de motor ou força que impulsiona a História rumo à plenitude do “Reino”. E esse “Reino”, eles o identificam com uma nova sociedade sem “alienações”, na qual vigoram a perfeita igualdade e a mais completa liberdade.[v]



O matiz que separa a velha Teologia da Libertação da nova Teologia Índia é que, enquanto a primeira “tem enfatizado a ‘classe social’” e “tem se preocupado com a parte material do ser humano”, a Teologia Índia “se preocupa com a parte espiritual do povo”, como explica o Pe. Victor Zaruma, teólogo equatoriano da etnia Cañari.[vi] E acrescenta: “o espaço de luta é sobretudo a cultura e a religião”. Essa luta cultural e religiosa contra a alienação do “colonialismo” europeu se apoia na ideia de que as diferentes religiões representam a aspiração íntima do ser humano por uma união com a divindade, e que a visão de mundo e as mitologias dos povos indígenas são “sementes do Verbo” que manifestam a presença do Espírito na sua história.
Nesse diálogo intercultural, a Igreja deve também enriquecer-se com elementos claramente pagãos e/ou panteístas de tais crenças, como “a fé em Deus-Pai-Mãe Criador”, as “relações com os antepassados”, a “comunhão e harmonia com a terra”[xii] e a conectividade com “as diferentes forças espirituais”.[xiii]
Compreende-se então a enérgica declaração do Cardeal Walter Brandmüller no site de notícias austríaco Kath.net: “Deve ser dito enfaticamente que o Instrumentum laboris contradiz o ensinamento vinculante da Igreja em pontos decisivos, portanto deve ser qualificado como um documento herético. Visto que a realidade da revelação divina é aqui questionada, ou mal entendida, deve-se também falar em apostasia”.[xv]
Ruptura filosófica, antropológica e missionária


Foto: Valter Campanato/ABr
Foto: Valter Campanato/ABr


Instrumentum laboris prossegue: No campo religioso isso importa em assumir uma atitude de “escuta respeitadora, que não imponha formulações da fé expressas a partir de outros pontos de referência culturais, que não correspondem ao seu contexto vital”,[xx] porque “a inculturação da fé não é um processo de cima para baixo, nem uma imposição externa, mas um mútuo enriquecimento das culturas em diálogo (interculturalidade). Os sujeitos ativos da inculturação são os próprios povos indígenas”.[xxi] Guarda-se no armário o velho catecismo, e começa-se “pela espiritualidade vivida pelos povos indígenas, em contato com a natureza e sua cultura”, assumindo “a linguagem e o sentido das narrações das culturas indígena e afrodescendente, em sintonia com as narrações bíblicas”.[xxii]
Segundo se deduz das palavras do Pe. Suess, nem essa “sintonia” com a Bíblia é muito necessária, pois “qualquer pretensão de substituir a memória religiosa indígena pela memória de Israel configuraria um novo intento de colonização”; nem a sua história, que é “paradigmática como ‘história da salvação’, não pode querer substituir a história de nenhum povo, assim como a cultura histórica de Jesus não pode impor-se como cultura modelo, prevalecendo sobre as demais culturas”.[xxiii]
Em termos mais simples, a “interculturalidade” desemboca na renúncia da fé e do culto cristão pelos missionários, para adotarem as superstições e os rituais idolátricos de seus parceiros no diálogo. É o que testemunha abertamente, durante a Semana Missionária de 2013, o jesuíta espanhol Pe. Bartomeu Meliá, primeiro responsável pela pastoral indigenista da Conferência Episcopal paraguaia: “Fizemo-nos a pergunta: até que ponto podemos praticar as religiões indígenas? Quase todas as religiões têm dois elementos essenciais: escutar a ‘palavra revelada’ e comungar com a comunidade (para os indígenas, a dança e a chicha [bebida alcoólica preparada com milho]) […] As religiões indígenas nos parecem esquisitas, mas isso não retira o desafio de participar dos espaços religiosos; sim, pode-se praticar a religião indígena sem negar a própria, isso até alarga nosso coração”.[xxiv]
Pelo que se pode concluir, o Cardeal Walter Brandmüller não exagera quando fala de “apostasia”…
Ruptura mágico-taumatúrgica de caráter diabólico


Foto: Rose Brasil / ABr
O Documento Preparatório do Sínodo elogia não somente a espiritualidade e as crenças dos povos amazônicos, fonte do “bem viver” e de respeito pela natureza, mas também seus líderes religiosos, “os anciãos sábios, chamados segundo as diferentes culturas pajé, curandeiro, mestre, wayanga ou xamã — entre outros”, porque eles “promovem a harmonia das pessoas entre si e com o cosmos”.[xxv] E o Instrumentum laboris ressalta que “a riqueza da flora e da fauna da selva contém verdadeiras ‘farmacopeias vivas’ e princípios genéticos inexplorados”,[xxvi] e que nesse contexto “os rituais e cerimônias indígenas são essenciais à saúde integral, pois integram os diferentes ciclos da vida humana e da natureza”.
Instrumentum laboris reafirma que esses rituais indígenas “criam harmonia e equilíbrio entre os seres humanos e o cosmos. Protegem a vida contra os males que podem ser provocados tanto por seres humanos como por outros seres vivos. Ajudam a curar as enfermidades que prejudicam o meio ambiente, a vida humana e outros seres vivos”.[xxvii] Por isso “propõe-se valorizar a medicina tradicional, a sabedoria dos anciãos e os rituais indígenas”.[xxviii]
Segundo os antropólogos, esses rituais indígenas são os que permitem aos xamãs e curandeiros entrar voluntariamente em estados alterados de consciência, durante os quais seu espírito pretensamente viaja para fora do corpo, tornando-se capaz de interagir com outras entidades do mundo sobrenatural (que os ribeirinhos chamam de caruanas), para restaurar assim o equilíbrio em uma comunidade ou no corpo de uma pessoa doente.
A proximidade desses rituais com a feitiçaria é ressaltada pelo antropólogo Raymundo H. Maués: “O pajé (ou curandeiro), por ser capaz de curar doenças, é também visto como alguém que tem poderes para provocá-las. Dessa ambiguidade fundamental deriva, certamente, a suspeita que frequentemente recai sobre ele: todo pajé é, potencialmente, um feiticeiro”.[xxix]
Não é de estranhar que, já no início do século XVII, o missionário capuchinho francês Claude d’Abbeville ressaltasse o caráter provavelmente diabólico desses espíritos invocados nos rituais de cura. Ele descreve os curandeiros como “personagens de que se utiliza o diabo para manter viva a superstição dos índios”, os quais “fazem crer ao povo que lhes basta soprar a parte doente para curá-la, […] sugando-a e cuspindo o mal e insinuando a cura”. Na realidade, “escondem às vezes pedaços de pau, de ferro ou de ossos, e depois de chuparem a parte doente mostram esses objetos à vítima, fingindo tê-los tirado dali. Assim acontece muitas vezes de se curarem, mas por efeito da imaginação [a medicina moderna atribuiria ao efeito placebo] ou pela superstição, por artes diabólicas”.[xxx]
No entanto, para o missionário e professor alemão Pe. Karl Heinz Arenz SVD, ex-aluno do Pe. Suess que vive na Amazônia, nada há de preternatural nesses rituais, tratando-se apenas de uma manipulação mágica, por parte do pajé, do fluir ininterrupto de forças cósmicas indômitas: “A magia é tida como base de todo o sistema xamânico. Baseia-se no aproveitamento coerente e organizado dos movimentos constantes da natureza para o bem da comunidade. Esta função social da magia tem uma profunda conotação espiritual, por estabelecer rituais que transcendem o ambiente natural em si, situando-o dentro de um ‘horizonte de mistério’”.[xxxi]
Por isso a Igreja deve “resgatar o núcleo terapêutico do projeto evangélico”,[xxxiii] que ficou sufocado pela “insistência da Igreja em certos conceitos de moral e doutrina, especialmente em relação ao pecado e à culpa”.[xxxiv] Em concreto, urge reconhecer o ministério dos agentes terapêuticos que são os pajés, enquanto fiéis comprometidos com a vida, os quais devem gozar de muita autonomia: “Como xamãs, eles não dependem de estruturas e convenções estabelecidas para legitimar o seu dom, mas somente da ‘companhia mística’ dos seus ‘caruanas’. Este fato os torna independentes frente a qualquer instituição”.[xxxv]
Ou seja, para esses missionários aggiornati a Igreja da Amazônia deve adotar a aparência de curandeira, e além do mais reformar suas próprias estruturas para integrar os pajés com a devida autonomia ministerial.
Ruptura eclesiológica e sacramental


Leonardo Boff
O reconhecimento de “novos ministérios” com “rosto amazônico” é de fato um dos objetivos do Sínodo, de acordo com o Documento Preparatório e o Instrumentum laboris. Muito se tem falado na imprensa a respeito da proposta de ordenação sacerdotal de homens maduros (viri probati), líderes comunitários casados, ​​para presidir às celebrações eucarísticas em locais remotos onde não há regularmente missa. A reforma sonhada pelos neomissionários vai, na realidade, muito além: em linha com a Teologia da Libertação, afirmam que toda a comunidade é a receptora dos carismas do Espírito Santo, que faz nascerem em seu seio os diferentes ministérios, mesmo litúrgicos, para suprir suas necessidades espirituais. A própria comunidade, por sua vez, conferiria aos eleitos os poderes requeridos por ela. Segundo a Teologia Índia, para serem genuínos, tais ministérios devem basear-se nas estruturas tribais, razão pela qual devem também incorporar mulheres. O resultado desses “novos ministérios” é a dissolução do caráter hierárquico da Igreja, baseado no sacramento da Ordem.
Instrumentum laboris retoma a caminhada iniciada por Boff e propugna que o Sínodo estude a possibilidade de um sacerdócio light, com poder de celebrar a missa e de confessar, mas sem poder magisterial nem pastoral (o que é absolutamente contrário ao ensino multissecular do Magistério, segundo o qual é inseparável o triplo poder sacerdotal, magisterial e pastoral que Nosso Senhor Jesus Cristo transmitiu aos Apóstolos, que por sua vez o transmitiram aos seus sucessores por meio da imposição das mãos). Igualmente, o documento pré-sinodal propõe “identificar o tipo de ministério oficial que pode ser conferido à mulher, tendo em consideração o papel central que hoje ela desempenha na Igreja amazônica”.[xxxix] Isso é interpretado por todos os setores progressistas como uma abertura à ordenação de mulheres, começando pelo diaconato, mas chegando depois ao sacerdócio e até ao episcopado, como aconteceu nas seitas protestantes. Como é evidente, tudo se opõe frontalmente ao ensino e prática imemoriais da Igreja, reiterados por João Paulo II na Carta Apostólica Ordinatio Sacerdotalis, de 1994, sobre a ordenação sacerdotal reservada somente aos homens.
Mas a inculturação, para ser autêntica, deve materializar-se também nas celebrações litúrgicas, “a fim de ser expressão da própria experiência religiosa e vínculo de comunhão da comunidade que celebra” e “caixa de ressonância para as lutas e aspirações das comunidades”, em vista de uma “terra sem males”.[xl] Daí “a necessidade de um processo de discernimento em relação aos ritos, símbolos e estilos celebrativos das culturas indígenas em contato com a natureza, os quais devem ser assumidos no ritual litúrgico e sacramental”, para o que se pede especificamente uma adaptação do ritual eucarístico às suas culturas.[xli]
Em relação a essa proposta herética, Dom Athanasius Schneider, bispo-auxiliar de Astana, declarou que “celebrar a Eucaristia com yuca significaria introduzir uma espécie de nova religião”.[xliii] O subsecretário do Sínodo dos Bispos, Dom Fabio Fabene, limitou-se a declarar que tal proposta não figura nos documentos preparatórios, portanto “não é um tema do próximo Sínodo”.[xliv] Mas nada impede que algum dos participantes levante o assunto durante a assembleia.


Muito sintomático é o cocar encimado pela cruz do logotipo…


A agenda neopagã da ONU reassumida pelo documento base de uma Assembleia Sinodal da Igreja Católica! Em vista disso, devemos concluir com as palavras do Cardeal Walter Brandmüller ao encerrar a sua declaração: “O Instrumentum laboris para o sínodo da Amazônia constitui um ataque aos fundamentos da fé, de uma forma que até hoje não foi considerada possível. E, portanto, deve ser rejeitado com a máxima firmeza”.





  • Fonte: Revista Catolicismo, Nº 824, Agosto/2019.
[i] Preâmbulo do Instrumentum laboris[ii] Ver Frei Bento Domingues, O.P., “Há boas notícias”, 23-06-2019, no site Nós somos Igreja, http://nsi-pt.blogspot.com/2019/06/p-info-cronicas-documento-detrabalho.html [iii] Documento Preparatório, n° 15; Instrumentum laboris, n° 98/d e 113. [iv] Escritos sobre Pluralismo – Cruzando la Teología de la liberación con la teología del pluralismo religioso, Libros Digitales Koinonia, 2012, p. 508-509. [v] Julio Loredo, Teologia della Liberazione, p. 250 e ss. [vi] Wakanmay (Aliento sagrado): Perspectivas de teología india – Una propuesta desde la cultura Cañari, Ed. Abya Yala, 2006, p. 155. [vii] Carta dirigida por meio da Nunciatura Apostólica do México à Congregação para a Doutrina da Fé, 1992. [viii] N° 12, 18 e 19. [ix] N° 98. [x] N° 120. [xi] N° 122. [xii] N° 121. [xiii] N° 13.
[xviii] Instrumentum laboris, n°106. [xix] N° 110. [xx] N° 120. [xxi] N° 122. [xxii] N° 123. [xxiii] Evangelizar desde los proyectos históricos de los otros: Diez ensayos de misionología, Ed. Aya-Yala, Quito (Ecuador), 1995, p. 183. [xxiv] Boletim DIM, n° 70, ano XXVI, p. 32. [xxv] N° 31. [xxvi] N° 86. [xxvii] N° 87. [xxviii] N° 89. [xxix] Op. cit. p. 222, in ARENZ, São e salvo, p. 174. [xxx] História da missão dos padres Capuchinhos na ilha do Maranhão e terras circunvizinhas, in ARENZ, K.H., São e salvo. p. 143. [xxxi] São e salvo: A pajelança da população ribeirinha do Baixo Amazonas como desafio para a evangelização, tese de doutorado, sob a direção do Pe. Paulo Suess, p. 135. [xxxii] Ibid, p. 211. [xxxiii] Ibid.p. 19. [xxxiv] Ibid. p. 56. [xxxv] Ibid. p. 260. [xxxvi] Nozioni di Diritto Canonico, 12° edición, preparada con la colaboración del Prof. G. Catalano, Milán 1970, p. 89. [xxxvii] Edição em espanhol da Sal Terrae, pp. 97-98. [xxxviii] Ibid. p. 134. [xxxix] N° 129. [xl] N° 125. [xli] N° 126.
[xliii] Diane Montagne, Lifesitenews, “Proposal at Vatican to change Eucharist would create a ‘new religion’”.
[xlv]Cf. Guido Vignelli, Dall’“umanesimo integrale” all’“ecologia integrale”,  http://panamazonsynodwatch.info/it/2019/06/26/dallumanesimo-integrale-allecologia-integrale/
[xlvi] Revolução e Contra-Revolução, Parte III, cap. III, item 2 “IV Revolução e tribalismo: uma eventualidade”.
[xlvii] Aspects éducatifs, sociaux et culturels des problèmes de l’environnement et questions d’information, ONU, Assembleia Geral de Estocolmo, 5-6 de junho de 1972, A / CONF.48.9, pp. 8 e 9.
[xlviii] A / CONF.151 / 26, vol.IV, p. 76. [xlix] N° 23. [l] N° 25. 

sábado, 29 de outubro de 2016

Quando o falso pastor fala, as ovelhas não devem ouvi-lo (arcebispo Rainer Woelki de Colônia - Alemanha)

 ?



O Arcebispo de Colônia, Rainer Woelki, fez um vídeo para atacar o partido Alternativa para a Alemanha (AfD), que tem uma postura nacionalista e anti-islamismo. O arcebispo nega que islão tenha elementos que sejam contra a constituição alemã, diz que "islão e cristianismo vivem pacificamente" e que é obrigação dos alemães de serem tolerantes para compensar com o passado recente.



RESPOSTA aos que se encontram na "folha de pagamento de pilatos".







São João, 10

1.Em verdade, em verdade vos digo: quem não entra pela porta no aprisco das ovelhas, mas sobe por outra parte, é ladrão e salteador.

2.Mas quem entra pela porta é o pastor das ovelhas.

3.A este o porteiro abre, e as ovelhas ouvem a sua voz. Ele chama as ovelhas pelo nome e as conduz à pastagem.

4.Depois de conduzir todas as suas ovelhas para fora, vai adiante delas; e as ovelhas seguem-no, pois lhe conhecem a voz.

5.Mas não seguem o estranho; antes fogem dele, porque não conhecem a voz dos estranhos.

6.Jesus disse-lhes essa parábola, mas não entendiam do que ele queria falar.

7.Jesus tornou a dizer-lhes: Em verdade, em verdade vos digo: eu sou a porta das ovelhas.

8.Todos quantos vieram antes de mim foram ladrões e salteadores, mas as ovelhas não os ouviram.

9.Eu sou a porta. Se alguém entrar por mim será salvo; tanto entrará como sairá e encontrará pastagem.

10.O ladrão não vem senão para furtar, matar e destruir. Eu vim para que as ovelhas tenham vida e para que a tenham em abundância.

11.Eu sou o bom pastor. O bom pastor expõe a sua vida pelas ovelhas.

12.O mercenário, porém, que não é pastor, a quem não pertencem as ovelhas, quando vê que o lobo vem vindo, abandona as ovelhas e foge; o lobo rouba e dispersa as ovelhas.

13.O mercenário, porém, foge, porque é mercenário e não se importa com as ovelhas.

14.Eu sou o bom pastor. Conheço as minhas ovelhas e as minhas ovelhas conhecem a mim,

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I São João, 4

1.Caríssimos, não deis fé a qualquer espírito, mas examinai se os espíritos são de Deus, porque muitos falsos profetas se levantaram no mundo.

2.Nisto se reconhece o Espírito de Deus: todo espírito que proclama que Jesus Cristo se encarnou é de Deus;

3.todo espírito que não proclama Jesus esse não é de Deus, mas é o espírito do Anticristo de cuja vinda tendes ouvido, e já está agora no mundo.

4.Vós, filhinhos, sois de Deus, e os vencestes, porque o que está em vós é maior do que aquele que está no mundo.

5.Eles são do mundo. É por isto que falam segundo o mundo, e o mundo os ouve.

6.Nós, porém, somos de Deus. Quem conhece a Deus, ouve-nos; quem não é de Deus, não nos ouve. É nisto que conhecemos o Espírito da Verdade e o espírito do erro.

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»O que Significa a Presença de Mesquitas» Aynaz Anni Cyrus ex-muçulmana





Leia também: Moisés e Elias estavam errados?

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

ADVERTÊNCIA para os sacerdotes e todos os membros da Igreja Católica.



Mensagem recebida pelo Confidente Católico Bento da Conceição – Taquaras – Balneário Camboriú – Santa Catarina – Brasil. Informações: (0xx47) 3169-1316

Substancial é tudo aquilo que sai de Mim.

05/08/1999

      

        Pai Eterno vem da palavra Amor, onde o Seu Filho tem a mesma característica. Isto significa que tanto no Céu como na terra foi dado-Me todo poder. Nem a própria ciência pode descobrir este mistério. Grandes filósofos, com toda sua sabedoria, não chegaram a uma conclusão exata sobre a Minha posteridade e da potencialidade de como Eu Sou. Para os teólogos, nas suas leituras até hoje, pouca coisa de Mim vieram a descobrir, mas é como quase nada.
      Meu filho Bento! O que tu achas de Mim neste momento que escreves estes assuntos?


      (Bento) - Jesus! Por mais que eu quisesse descobrir como isto acontece, poderia até perder o juízo. Uma porque sou fraco e a minha sabedoria é quase zero. Se não for o Senhor, como escreveria tudo isto!


      Sim, Meu filho! Falaste pouco mas disseste a verdade. Diante de Mim és uma pequenina lamparina, mas que no coração de muitos és um luzeiro, porque estas palavras de Mim saem todas e passam a tocar nas pessoas que dão crédito nestas profecias.
      Um fariseu, que sempre foi contra Mim, disse um dia: "Se eu morrer, quero descobrir quem é este Homem que acha que é Dono de tudo." Só que ele não Me encontrou. Achou, sim, o Meu inimigo, o diabo. 

    Este é o causador de toda esta violência e desordem, onde os Bispos já não ligam mais por este lado, que é o respeito com a Minha Divindade. É por isto, Meu filho, que quando lêem estas escritas, vem todos em cima de ti, difamando este teu trabalho que passo a ti todos os dias. Se não fosse Eu, Jesus, o teu Salvador e da humanidade, como poderias escrever tantos assuntos? Como o Pai Me enviou, Eu vos envio no meio dos mais sábios para confundir sua inteligência, se é que dizem que sabem tudo sobre a Minha Originalidade. Diante de Mim, se não fizerem como Eu fiz, não terei piedade na hora do julgamento. 

     Serei mais rigoroso com estes, porque deveriam ter o máximo de respeito para Comigo, mas o dinheiro fala mais alto. É isto que se dá dentro da Minha Casa.
      Substancial é tudo aquilo que sai de Mim para as coisas boas, como a honestidade e o respeito, muito respeito para Comigo.
      Esta advertência é direcionada para esses últimos sacerdotes e todos os membros de Minha Igreja: “Se vocês não derem importância a estas Minhas Palavras, tirarei de vocês esta subsistência, que é a Minha Luz, e vos deixarei nas trevas como muitos que já perderam as suas almas.”

Jesus








Os que riem hoje, amanhã chorarão, e os que choram hoje, amanhã irão rir de alegria.

17/02/1999

      Não busquem, Meus queridos filhos, aquilo que só vem Me aborrecendo. Afastem o mais rápido possível dos homens e mulheres que correm atrás do prazer da carne. Hoje eles riem, festejam e comemoram, mas amanhã eles chorarão e gritarão de dor. Será só sofrimento por toda eternidade. Festa essa que está sendo os seus últimos espetáculos. A vergonha não existe, para eles. Quem nessa festa esqueceu-se de Mim, para entrar no mesmo ritmo, assinou sua condenação própria.
      Agora, os Meus filhos que se recolheram com suas vestes decentes e com suas orações, dando-Me o máximo de respeito, entre todos esses, se algum estiver chorando, tão logo nunca mais chorará, pois tudo está a caminho. A Minha Misericórdia só terão os filhos que vem Me obedecendo. Fora disto não haverá perdão. O Meu julgo não é pesado. Pesado é o do Meu inimigo. O dele fará carregar todas as pessoas para o resto de sua vida, que é a morte para o seu corpo e as trevas para a sua alma, onde só haverá ranger de dentes, dor e sofrimento.
      Meu filho Bento! Quantas vezes lá já estivestes no meio desta gente pulando e sorrindo com eles, mas não te deixei em momento algum. Se fizeste tudo aquilo, foi para que conhecesses o caminho que leva a perdição. 

   Carnaval é a dança da morte, a dança dos cortejos fúnebres, o ritmo infernal. É o mesmo quando fizeram um bezerro de ouro, para adorar. não tiveram paciência de esperar Moisés vir com as Tábuas da Lei. 

    Agora, assim também está acontecendo o mesmo. Não tiveram paciência de esperar por mim. entregaram-se nos vícios, das drogas e no prazer da carne. Essas pessoas, a Minha Luz nunca mais irão ver depois da transformação da Terra que virá logo. Este tempo próximo está.
      Hoje se inicia a Quaresma, tempo de oração e conversão.
      Meus queridos filhos! façam o possível de dar toda atenção nesses quarenta dias, pois talvez seja a última até a Minha Vinda. Meditem bem: Este dia só o Pai é quem sabe, mas tenho permissão de chamar atenção de todos vocês, filhos amados.

Jesus

domingo, 11 de setembro de 2016

O que estariam planejando para o ano de 2017 ? - filme Oblivion

"...(*.*)..."

       Assistindo ao filme OBLIVION (lançado em 2013) na noite de ontem, me deparei com uma cena, no mínimo, intrigante!


Imagem do filme, onde aparece um Drone derrubado e caído no chão. Então Jack Harper desce para reparar o Drone que tem o número 166 = 1 + 6 + 6 = 13 o número do material , é o número ligado à terra , à económica e representativo a morte. Na verdade , vemos que o Drone 166 mata tudo que se move em seu caminho. 

Na missão de 13 enviaram a bomba atômica de Hiroshima, ou os 13 graus do rito Maçónico Templar , 13 de março foi eleito Papa Francisco.

Jack Harper é identificado como técnico (de Drones) nº 49 que curiosamente também nos dá em sua soma, o resultado 13.


Filme : A história começa em 14 de março de 2077 , onde Jack Harper ( Tom Cruise) é um especialista em reparação de DRONES , que servem para monitorar o que acontece em todos os cantos do planeta. Nada acontece sem os drones saberem e eles estão programados para matar qualquer ser humano ou animal. Menos a equipe de manutenção.





Em um mundo futurista e pós apocalíptico (Hollywood ADORA fazer filmes com esse contexto) o personagem vivido por TOM CRUISE chega na frente de um antigo estádio todo em ruínas.

É curioso que em meio às ruínas, há uma parede que restou de pé e nela uma frase bastante visível (como se fosse uma placa, um memorial) fazendo referência ao ano de 2017:


A frase no muro diz:

"Campeões do Mundo de 2017"

Então vem o comentário do personagem de TOM, preste bem atenção ao que ele diz:

"Eu li sobre um jogo de futebol que foi jogado aqui, o último super bowl! Um verdadeiro clássico..."


Na frase ele dá a entender (em clima de saudosismo) que depois de 2017 não houve mais jogos de futebol. Nos faz pensar que houve algo muito marcante em 2017... e que esse evento mudou o rumo da humanidade para sempre.

Em outra frase do filme diz:



"Vencemos a guerra, mas perdemos o planeta.
A humanidade teve que abandonar a terra.
Tivemos que esquecer o que significava
chamar algo de nosso lar."

Fiquei alerta pois lembrei de alguns filmes e desenhos que fizeram alusões ao "atentado" nas Torres Gêmeas em 11/09/2001... fizeram alusão à essa data mesmo muito tempo antes de ocorrer.

Veja alguns exemplos:

****Atenção na data de vencimento do passaporte de NEO no filme Matrix: Ano 1999





**** Episódio dos SIMPSONS, de 1997







**** Exterminador do Futuro II, de 1991 - Na ponte está escrito: "cuidado 11/09"
Logo que eles passam, o caminhão explode bem em cima de onde estava escrito.




**** Cartas do jogo de RPG INWO, criadas em 1995:
Ataque terrorista, mostra 2 prédios "muito parecidos" com as torres gêmeas.
A outra carta chama-se Pentágono, e dispensa maiores explicações.





Saindo da ficção para fatos reais, o ano de 2017 terá alguns eventos bastante interessantes:



1 - O Papa Francisco, atual Papa eleito, disse em 2014 que ficaria no máximo mais 3 anos (até 2017) e depois renunciaria por motivos de saúde, resultando assim na eleição de um próximo Papa.




2 - Ocorrerá eleições para o 45º presidente dos EUA.

3 - Rede de TV americana NBC prevê implantação de CHIP nos americanos com meta de efetivação até 2017:






Quero deixar claro que nossa intenção aqui não é prever o fim do mundo, nem tentar adivinhar sobre o Anticristo... nem muito menos tentar calcular data de quando será a volta de Jesus.

Nossa intenção é examinar alguns fatos, alertar as pessoas à buscarem à Deus, a pedirem perdão pelos seus pecados e viverem de acordo com a Sua Palavra, pois se não sabemos exatamente quando Jesus irá voltar... podemos ver que os sinais de Sua vinda estão por todos os lados.

OBS: Ninguém está afirmando que acontecerá o fim do mundo no ano 2017. Estamos apenas mostrando algumas coisas curiosas que coincidem com acontecimentos mundiais. Pode acontecer algo assim como não!

Paz,

Por Leonardo Souza
O CORREIO DE DEUS

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