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terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Sou Católico, mas não vou a Missa.


Pensando nessa problemática, onde tenho em meu círculo de amizade e até parentes que pensam e agem dessa forma, resolvi compartilhar algumas informações a respeito disso.




Por que não ir à Missa?

Aqui estão algumas das respostas mais frequentes a esta pergunta:


“Só vou à Missa quando estou com vontade.
Às vezes falta disposição e é melhor ficar em casa”.



Acontece que a nossa vida não se move exclusivamente por sentimentos ou gostos pessoais. É preciso reconhecer que as pessoas só agem bem quando são movidas por convicções profundas e eticamente corretas. 

Observemos as coisas mais importantes que fazemos na vida. Não é verdade que muitas delas nós fazemos sem ter vontade, simplesmente por estarmos convencidos de que são importantes? Mal andaríamos se só fizéssemos as coisas quando tivéssemos vontade. 

Uns perderiam o emprego, outros não passariam de ano, outros perderiam aquela oportunidade única etc. Imaginemos uma banda na qual os músicos só tocam quando estão com vontade e disposição. Seria um fracasso total! 

Logo, para não fracassar a nossa vida de fé, não devemos ir à Missa só quando estamos com vontade, mas, pela importância deste encontro com Deus e com a comunidade, devemos ir sempre, porque somos cristãos e estes costumam se reunir aos domingos para um encontro com Deus.

“É... é que eu sou um católico não praticante”



No início da Igreja muitos cristãos foram mortos por transgredir a ordem do imperador romano que proibia a celebração da Missa. Hoje, muitos cristãos, denominando-se não praticantes, não querem participar da Eucaristia. 

É muita contradição! 

Não existe católico não praticante, mas, católico incoerente, precisando de ajuda, pois se diz cristão e não faz o que Cristo mandou: “Fazei isto em memória de mim” (cf. Lc 22,19). Ser católico é fazer parte da família de Jesus, do Corpo de Cristo (cf. Cl 1,18). Não dá para ser Corpo de Cristo sem comungar do Corpo de Cristo na Eucaristia de todos os Domingos.


“Sou muito atarefado: trabalho, estudo, crianças, casa...

vou à Missa quando tenho tempo”


Todos vivem sem tempo. Realmente, são muitas as tarefas que assumimos no dia-a-dia. Mas, se não há tempo para ir à Missa é porque ela não entrou na programação do nosso tempo. Ela não é tão importante assim, não é? 

Seria, então, uma perda de tempo? 

Porque todos os seres humanos dispõem do mesmo tempo a cada dia: 24 horas. Ninguém mais, ninguém menos. Empregamos o nosso tempo naquilo que nos parece mais importante e necessário. Se não temos tempo para ir à Missa, ao encontro com Deus e a comunidade, é porque o Senhor da Vida e do Tempo, na nossa vida, só ocupa a vigésima quinta hora do dia! 

Se das 168 horas da semana não dedicamos uma ao encontro dos cristãos com seu Mestre é porque ele não é nosso mestre, não tem muita importância para nós... 

Tempo é questão de gosto, de prioridade, quando gosto realmente de alguém ou de alguma coisa, encontro mesmo no meio do cansaço um tempo para ele/ela.


“Pra mim, basta rezar sozinho”

A oração individual é importantíssima para o encontro com Deus. Mas a Missa é diferente. Jesus quer que rezemos na intimidade com o Pai (Mt 6, 5-7). Mas também, muitas vezes ele se reuniu com seus discípulos para rezar, ensinar e enviá-los (dois a dois) para pregar.

 A Missa é o maior ponto de encontro com o Cristo. Ele mesmo prometeu que jamais faltaria: “Onde dois ou mais estiverem reunidos em meu nome, eu estarei aí no meio deles” (Mt 18, 20). Ele nos quer unidos: “Eu sou a videira e vós, os ramos” (Jo 15, 1ss). 

As primeiras comunidades de cristãos levaram muito a sério o chamado de Jesus a viver em grupo: “eles tinham um só coração e uma só alma. Viviam unidos...” (At 2, 44; 4,32). O grupo dos cristãos católicos se reúne todos os domingos (no Dia do Senhor!) para escutar a Palavra de Deus e comer o Pão sagrado que é seu Corpo. 

A Missa é uma pausa, uma hora para, EM COMUNIDADE, entrarmos em contato com o Pai NOSSO, o Pai de TODOS nós. Não cada um por si, mas, todos juntos em comunhão com todos os cristãos católicos que, no mundo inteiro, celebram esta mesma liturgia de louvor ao Criador.


Existe muito escândalo na Igreja, a começar pelos padres pedófilos, homossexuais...Tais escândalos terminam invalidando as verdades ensinadas pela religião ou Igreja católica.


O próprio Jesus Cristo já havia nos prevenido que os escândalos seriam inevitáveis (Lc 17,1), e nos alertou que ninguém tem o direito de sair da Igreja por causa dos escandalosos, ou seja, do Joio (Mt 13, 24-30). 

São Paulo por sua vez nos diz que nós seremos julgados pelos nossos erros e pecados não pelos erros e pecados dos padres, dos outros (Rm 14, 12). 

O que você diria de um filho que se afastou ou deixou de frequentar a casa de seu pai porque tem alguns irmãos rebeldes? Cometeu grande injustiça! 
O Padre semelhante a nós é também filho de Deus. O que você diria de alguém que se afastou ou rejeitou Jesus Cristo e sua igreja por causa da traição de Judas? 

Agiu injustamente, semelhantemente assim faz todos aqueles (as) que se afastam da Igreja por causa das traições dos Padres. 

Ademais, o fato de haver Professores de matemática, português... Pedófilos, Homossexuais... Isto não invalida as verdades da ciência, semelhantemente, o fato de haver maus padres: pedófilos, homossexuais... Não invalida as verdades da Religião ou da Igreja. 


Os católicos só vivem uma vida de pecados quando desobedecem a igreja cf. CIC (Catecismo da Igreja Católica) Parágrafo 827.Nunca esqueça : “Quem quer ser bom só procura se espelhar nos bons exemplos, quem não quer ser bom só cita os maus para continuar como estar”.


A missa é monótona e longa o que a torna chata


Em cada dia são lidos quatro textos diferentes da bíblia (contando com o salmo), existem cinco tipos diferentes da oração eucarística. É verdade que existem orações que se repete em cada missa como, por exemplo: a oração do Pai Nosso, porém, assim como é possível alguém em cada dia fazer a mesma declaração de amor a seu esposo (a), Filho (a), Pai, Mãe, namorado (a)... E em cada dia colocar um grau maior de sentimento de amor na mesma declaração, semelhantemente é possível fazer a mesma oração em cada dia, fazendo nosso o sentimento de cada palavra contida na mesma oração, e repeti-la com maior sentimento.

Quanto a dizer que a missa é longa e por isso chata é o caso de perguntar: É a missa que é longa ou é o seu sentimento de amor e gratidão para com Deus que é pequeno? Se você acha chato, não se sente bem em passar algumas horas louvando, adorando agradecendo ao Pai celeste, junto com seus irmãos na fé, na Igreja, considerada como a casa do Pai e casa de oração, como se sentirá bem passar toda eternidade louvando e adorando a Deus , junto com seus irmãos e anjos no céu? 

Sendo assim você mesmo estar dizendo que o céu não é para você. A missa não é um show feito ou realizado para lhe agradar e se mesmo assim a considera chata, passa a considerá-la como um remédio para sua alma. Ora, ninguém toma um remédio porque é bom, saboroso, mas porque é benéfico, semelhantemente, a missa pode até não ser agradável para você, mas é benéfica para sua alma.

É melhor pensarmos bem nas desculpas que damos para não nos comprometermos com o Evangelho de Jesus Cristo. Na verdade o que precisamos é decidir se somos católicos ou não, se acreditamos no Deus da Bíblia, dos Apóstolos, da Igreja, dos Sacramentos ou não! “Ou quente ou frio, pois, está escrito: quem não reúne comigo, dispersa!”

Livro pesquisado: A Missa me dá tédio de Javier M. Suescun. Paulus. Obs: com alguns suplementos do catequista Aquino

Fonte: www.larcatolico.com/products/por-que-voc%C3%AA-n%C3%A3o-vai-%C3%A0-missa-com-mais-frequ%C3%AAncia-/



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Agora que você leu e começou a se conscientizar da falta grave, de sua falta de amor para com DEUS, vou lhe informar a respeito de algo muito sério e sagrado a respeito da Santa Missa.

Eu mesmo enquanto católico de meia tigela, (sim, eu já fui um e posso falar com propriedade sobre isso, rsrs) não sabia o valor que tem a Santa Missa em nossa vida.

Não sabia nada sobre a palavra Sacrário.
Sabia que DEUS se faz presente na Santa Hóstia após consagração do sacerdote.
Mas não sabia do lugar de destaque que deve ocupar no altar: o Sacrário.

Leia esse artigo sobre o lugar do Sacrário.

E após tomar conhecimento das Santas Mensagens Palavra Viva de DEUS, recebidas pelo nosso profeta Pedro II, tive consciência e crescimento na minha fé de:

#Só participar da Santa Missa onde tem o Sacrário no centro = por entender e respeitar a Casa de DEUS. E não uma casa qualquer. Onde não mais se dá o devido respeito a JESUS Sacramentado.

#Só participar da Santa Missa onde o padre celebra de frente pro altar, onde tem o Sacrário no centro, ou seja, de frente para JESUS Sacramentado.

# Só participar da Santa Missa onde o padre exige e cobra o devido respeito a JESUS Sacramentado, ensinando o povo fiél católico a recebe-Lo estando de joelhos e na língua. 

#Não tendo essas três prerrogativas, foi me ensinado a não compactuar com o erro. Pois aquele que é omisso com o erro, participando da Santa Missa sem as prerrogativas acima, está de comum acordo com aqueles que não dão o devido respeito a JESUS Sacramentado.
De que forma?

Participando da Santa Missa em minha casa, pela internet. 



Rezando o terço todos os dias. 

E quando encontro uma Igreja Católica que tem as 3 prerrogativas citadas acima, como a Igreja da Obediência a DEUS Pai, em Taquaras, Balneário Camboriú, faço o possível de ir e participar, quando DEUS permite.


Abraços fraternos de seu irmão em Cristo.
Salve Maria, Mãe do mais puro Amor


Leia também: 

O milagre do Sacrário no centro do altar



domingo, 30 de setembro de 2012

Católico a deriva


Sou católico, mas não sou praticante!” Eis a forma suave, descarada, preguiçosa e, sobretudo, enganadora de afirmação cristã. Ser cristão assim não custa nada. E não adianta nada. Não tem a cruz que o Mestre disse que tínhamos que carregar. E não tem mérito. Mostra, sim, muita saliência. Esta maneira de ser cristão não tem graça nem jeito. Lembra-me café que não tem cafeína, leite que não tem gordura, refeição que não tem comida, carro que não tem motor, acúcar sem sacarose, partida de futebol sem bola…

Esta afirmação também não tem possibilidade de existir. Este tipo de fiéis quer ser, mas não é. Faz de conta, mas só conta fazer. Nunca faz. É como cometas religiosos; emitem algum brilho, mas não é próprio. Têm o mínimo de crença e o máximo de afirmação. Pensam ter fé, mas não têm a fé que pensam. Ser católico não praticante fica bem e exige pouco. Pretende dizer muito, mas não diz o que pretende. É uma afirmação que pertence à cultura do vazio, do oco, do fácil, do descartável, da mentira… hoje tão freqüente na nossa sociedade.

É autoafirmar-se sem nada dizer de válido. É autodesculpar-se sem a ninguém convencer. Para muitos, o que exige algum sacrifício é pesado demais, socialmente incorreto, pessoalmente opressor e alienante. Pelo contrário, procurar o prazer é preocupação constante, exaltação máxima do egoísmo pessoal, pretenciosa realização quotidiana. Ser católico não praticante é deixar-se levar pela enxurrada do desinteresse de muitos que, por aí, andam. É ir na onda dos que nada querem fazer e tudo dizem ser. 

É como ser bombeiro não praticante, médico não praticante, amigo não praticante, pai e mãe não praticante e trabalhador não praticante. Ser católico não praticante é negar a Deus e aos irmãos o que lhes é devido. É viver à deriva. O saboroso “faz de conta”!. É deixar tudo ao deus dará. É invenção enganosa. Pura e falsa pretensão.

APOCALIPSE 3


13. Quem tiver ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.
14. Ao anjo da igreja de Laodicéia, escreve: Eis o que diz o Amém, a Testemunha fiel e verdadeira, o Princípio da criação de Deus.
15. Conheço as tuas obras: não és nem frio nem quente. Oxalá fosses frio ou quente!
16. Mas, como és morno, nem frio nem quente, vou vomitar-te.