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sábado, 30 de janeiro de 2016

Eu e minha família já fizemos nossa escolha.



Eu e minha casa serviremos ao Senhor JESUS e Sua Mãe Maria Santíssima.

#Serviremos ao Rei JESUS e Sua Rainha Mãe Maria.

#Serviremos a DEUS e aos Seus Mandamentos.

#Serviremos a Sagrada Escritura sem modernismo e relativismo.

#Serviremos A Palavra Viva de DEUS, por ser inteira e verdadeira. 

Eu e minha família fizemos nossa escolha!!!







Eis a verdade: a dura e corajosa verdade!!!
Exemplo de pai que soube educar.





Hebreus 4, 12
Porque a palavra de Deus é viva, eficaz, mais penetrante do que uma espada de dois gumes e atinge até a divisão da alma e do corpo, das juntas e medulas, e discerne os pensamentos e intenções do coração.


quinta-feira, 23 de abril de 2015

Por que DEUS permite o mundo estar desse jeito?



A filha de Billy Graham


Anne Morrow Graham Lotz




Conta­se que a filha de Billy Graham estava sendo entrevistada no "Early Show" quando a apresentadora Jane Clayson lhe perguntou : Como DEUS permitira algo tão terrível assim acontecesse no dia 11 de setembro de 2001? 

 E, Anne​ Graham deu uma resposta profunda e esclarecedora. 

 Ela disse: "Eu creio que DEUS ficou profundamente triste com o que aconteceu, tanto quanto nós. Por muitos anos nós temos dito para DEUS não interferir em nossas escolhas, sair do nosso governo e sair de nossas vidas. Sendo um cavalheiro como DEUS é, eu creio que Ele calmamente nos deixou. 

Como poderemos esperar que DEUS nos dê a Sua bênção e Sua proteção se nós exigimos que Ele não se envolva mais conosco? À vista dos acontecimentos recentes, ataque dos terroristas, tiroteio nas escolas, etc. Eu creio que tudo começou desde que Madalyn Murray O'Hair, uma ateísta, se queixou de que era impróprio fazer orações nas escolas americanas como se fazia tradicionalmente, e nós concordamos com a sua opinião. 

Depois disso, alguém disse que seria melhor também não ler mais a Bíblia nas escolas... A Bíblia que nos ensina que não devemos matar, não devemos roubar, e devemos amar o nosso próximo como a nós próprios. E nós concordamos.

Logo depois, ​ o Dr. Benjamin Spock disse que não deveríamos corrigir nossos filhos quando eles se comportassem mal, porque suas personalidades em formação ficariam distorcidas e poderíamos prejudicar sua auto­estima . E nós dissemos: "um perito nesse assunto deve saber o que está falando", e concordamos com ele. O filho do Dr. Spock depois cometeu suicídio. 

 Depois ​alguém disse que os professores e os diretores das escolas não deveriam disciplinar os nossos filhos quando eles se comportassem mal. Os administradores escolares então decidiram que nenhum professor em suas escolas deveria tocar em um aluno quando se comportasse mal, porque não queriam publicidade negativa, e não queriam ser processados. (Há uma grande diferença entre disciplinar e tocar, corrigir, dar socos, humilhar e chutar, etc.) E nós concordamos com tudo. 

 Aí alguém sugeriu que deveríamos deixar que nossas filhas fizessem aborto, se elas assim o quisessem, e que nem precisariam contar aos pais. E nós aceitamos essa sugestão sem ao menos questioná­la. Em seguida algum membro da mesa administrativa escolar muito sabido disse que, como rapazes serão sempre rapazes, e que como homens iriam acabarfazendo o inevitável, que então deveríamos daraos nossos filhos tantas camisinhas quantas eles quisessem, para que eles pudessem se divertir à vontade, e que nem precisaríamos dizeraos seus pais que eles as tivessem obtido na escola. E nós dissemos, "está bem". 

 Depois ​alguns dos nossos políticos mais importantes disseram que não teria importância alguma o que nós fizéssemos em nossa privacidade, desde que estivéssemos cumprindo com os nossos deveres. Concordando com eles, dissemos que para nós não faria qualquer diferença o que uma pessoa fizesse em particular, incluindo o nosso presidente da República, desde que o nosso emprego fosse mantido e a nossa economia ficasse equilibrada. 

 Então ​alguém sugeriu que imprimíssemos revistas com fotografias de mulheres nuas, e disséssemos que isto é uma coisa sadia, e uma apreciação natural da beleza do corpo feminino . E nós também concordamos Depois uma outra pessoa levou isto a um passo mais adiante e publicou fotos de crianças nuas e foi mais além ainda, colocando-­as à disposição na Internet. E nós dissemos, "está bem, isto é democracia, e eles têm direito de ter a liberdade de se expressar e fazer isso".

A indústria de entretenimento então disse: "Vamos fazer shows de TV e filmes que promovam profanação, violência e sexo ilícito. Vamos gravar música que estimule o estupro, drogas, assassínio, suicídio e temas satânicos." E nós dissemos: "Isto é apenas diversão, e não produz qualquer efeito prejudicial. Ninguém leva isso a sério mesmo, então que façam isso!" 

 Agora nós estamos nos perguntando porque nossos filhos não têm consciência, e por que não sabem distinguir entre o bem e o mal, o certo e o errado, por que não lhes incomoda matar pessoas estranhas ou seus próprios colegas de classe ou a si próprios... 

Provavelmente, se nós analisarmos tudo isto seriamente, iremos facilmente compreender que nós estamos colhemos exatamente aquilo que temos semeado!



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 Comentário pessoal: Anne Graham escreveu um livro "Céu: a casa de meu Pai" relacionado com o episódio de 11 de setembro de 2001. A CNN fez a transcrição de um "chat" com ela três meses depois, em 11/12/2001. Aparentemente não repetiu as palavras da sua entrevista no "Early Show".

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Unesco - cartilha sexual: saiba como os pais podem defender seus filhos!

UNESCO lança cartilha sobre educação sexual para educadores brasileiros


E cria polêmica ao indicar o tema para alunos a partir dos cinco anos de idade Veja mais notícias em: http://cmais.com.br/jornalismo
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Governo, as escolas e os professores estão obrigados a respeitar o direito dos pais e a liberdade de consciência e de crença dos alunos. E os pais podem recorrer ao Judiciário para fazer valer esse direito.
ESCRITO POR MIGUEL NAGIB 



O presente estudo foi elaborado com os seguintes objetivos:


1 - desmentir a crença generalizada de que a educação sexual é um componente obrigatório do curriculum escolar (ao contrário do que se pensa, obrigatório, como veremos, é não veicular esse conteúdo no âmbito das disciplinas obrigatórias); e


2 - servir de subsídio aos pais para que eles pais exerçam, efetivamente -- recorrendo à Justiça, se necessário --, o direito, que lhes é assegurado pela Convenção Americana de Direitos Humanos, a que seus filhos recebam a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções.

Dado que a temática da educação sexual está compreendida no plano mais abrangente da educação moral, examinaremos aqui, de forma também abrangente, se o professor está legalmente obrigado ou autorizado a tratar de questões morais em sala de aula.


Cuidando-se de uma análise estritamente jurídica, não nos interessa saber se o que os professores estão ensinando em matéria de valores morais é positivo ou negativo (para isso, recomendamos que o leitor assista a este vídeo); nem se é conveniente ou inconveniente que questões morais sejam levadas para dentro da sala de aula (para isso, recomendamos a leitura desta entrevista); mas apenas se a Constituição e as leis do país permitem que isso seja feito e, caso permitam, em que condições.

Como ninguém ignora, as salas de aula estão sendo usadas de modo intensivo para promover determinados valores, com a finalidade de moldar o juízo moral, os sentimentos e as atitudes dos estudantes em relação a certos temas.

Que temas são esses? Depende da moda, das novelas, da ONU, da UNESCO e das minorias que controlam o MEC e as secretarias de educação. Pode ser orientação sexual, questões de gênero, “direitos reprodutivos” (p. ex., aborto), modelos familiares, ética, etc.

Os educadores chamam isso de “educação de valores”.


Não existe uma disciplina escolar intitulada “educação de valores”. Esse conteúdo é “espalhado” nas disciplinas obrigatórias do curriculum -- Português, Matemática, Geografia, Biologia, História --, por meio de uma técnica chamada transversalidade. Assim, por exemplo, numa aula de Ciências, ao tratar do aparelho reprodutor, o professor aproveita para explicar aos alunos “como se transa”; ou, numa aula de Comunicação e Expressão, o professor manda que os alunos leiam um texto que, a pretexto de combater o “preconceito”, promove o comportamento homossexual.

Nesse tipo de educação, o objetivo não é transmitir conhecimento, mas, sim, inculcar valores e sentimentos na consciência do estudante de modo que ele tenha determinado comportamento. É um tipo de lavagem cerebral, porque utiliza, muitas vezes, técnicas de manipulação mental bastantes conhecidas, conforme demonstrado por Pascal Bernardin, no livro “Maquiavel Pedagogo ou o ministério da reforma psicológica”.

Acontece que os valores promovidos pela escola não coincidem necessariamente com aqueles que o estudante aprende em casa com seus pais. E isso fica muito claro quando o assunto é alguma questão relacionada à moral sexual.

Como se sabe, um dos temas mais explorados na educação de valores é a sexualidade. E, ao tratar desse tema nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) -- um documento que contém recomendações a serem observadas pelas escolas de todo o país --, o MEC adota dois princípios fundamentais: “direito ao prazer” e “sexo seguro”. Tudo mais é rotulado de “tabu” ou “preconceito” (a palavra preconceito aparece 17 vezes no caderno de orientação sexual dos PCNs).

Transcrevo, a seguir, uma passagem do caderno de Orientação Sexual dos PCNs que contém sugestões de temas a serem tratados em sala de aula:

“Com a inclusão da Orientação Sexual nas escolas, a discussão de questões polêmicas e delicadas, como masturbação, iniciação sexual, o “ficar” e o namoro, homossexualidade, aborto, disfunções sexuais, prostituição e pornografia, dentro de uma perspectiva democrática e pluralista [leia-se: relativista], em muito contribui para o bem-estar das crianças, dos adolescentes e dos jovens na vivência de sua sexualidade atual e futura.”

Em suma, não há dúvida de que as disciplinas obrigatórias do curriculum -- tanto das escolas públicas, quanto das particulares -- estão sendo usadas para promover determinados valores morais, especialmente, em questões ligadas à sexualidade.

O problema -- e aqui chegamos ao aspecto propriamente jurídico da matéria -- é que isto se choca com o direito dos pais a que seus filhos recebam a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções.


Que direito é esse?


Além de ser um direito natural -- ou seja, um direito que existe independentemente de estar previsto em lei, porque decorre da própria natureza das coisas --, esse direito é garantido expressamente pelo art. 12 da Convenção Americana de Direitos Humanos (CADH), também conhecida como Pacto de São José da Costa Rica.


O art. 12 da CADH diz o seguinte:


“Os pais têm direito a que seus filhos recebam a educação religiosa e moral que esteja de acordo com suas próprias convicções.”


A CADH é um tratado internacional assinado pelo governo brasileiro que tem força de lei no Brasil desde 1992. Ou melhor: de acordo com o Supremo Tribunal Federal, a CADH, por ser um tratado sobre direitos humanos, está no mesmo nível hierárquico da Constituição Federal.

Ao dizer que os pais têm direito a que seus filhos recebam a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções, a CADH está reconhecendo aos pais o direito de decidir a educação moral que será transmitida a seus filhos.


Ora, se cabe aos pais decidir o que seus filhos devem aprender em matéria de moral, nem o governo, nem a escola, nem os professores têm o direito de usar as disciplinas obrigatórias -- aquelas disciplinas que o estudante é obrigado a frequentar sob pena de ser reprovado --, para tratar de conteúdos morais que não tenham sido previamente aprovados pelos pais dos alunos.


Com outras palavras: o governo, as escolas e os professores não podem se aproveitar do fato de os pais serem obrigados a mandar seus filhos para a escola, e do fato de os estudantes não poderem deixar de frequentar as disciplinas obrigatórias, para desenvolver nessas disciplinas conteúdos morais que possam estar em conflito com as convicções dos pais.

o governo, as escolas e os professores estão obrigados a respeitar o direito dos pais e a liberdade de consciência e de crença dos alunos. E os pais podem recorrer ao Judiciário para fazer valer esse direito.


Em resumo: o art. 12 da CADH e o art. 5º, VI, da Constituição Federal, exigem que os conteúdos morais hoje presentes nos programas das disciplinas obrigatórias sejam reduzidos ao mínimo indispensável para a assegurar que a escola possa cumprir aquela que é a sua função primordial: transmitir conhecimento aos estudantes.


Tudo o que passar disso deve ser colocado, quando muito, no programa de uma disciplina facultativa. Conhecendo o programa dessa disciplina, os pais decidirão se querem que seus filhos a frequentem.


Miguel Nagib é procurador do Estado de São Paulo, fundador e coordenador do Escola Sem Partido -www.escolasempartido.org.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

DOUTRINAÇÃO COMUNISTA COMEÇA NAS ESCOLAS PÚBLICAS...



No vídeo acima, a jovem e combativa Prof.ª Ana Caroline Campagnolo desmonta a fala indecorosa da deputada petista Luciane Carminatti, que reconheceu e defendeu a sujeição da proposta curricular de Santa Catarina ao marxismo.

* * *


"O interesse do estado estava nos meus filhos(...)."



A declaração a cima foi proferida por Cleber Nunes (divulgador da ANED - Associação Nacional de Educação Domiciliar) em entrevista ao programa de televisão "BRASIL DAS GERAIS", durante entrevista e debate que pautava o tema "HOMESCHOOLING". [1]. Cleber foi duramente criticado por Rudá Ricci que claramente defendia os interesses do estado e a tal cultura latino-americana (de interesses comuno/socialistas).
Mas o que poderia tornar o Homeschooling algo tão perigoso a ponto de merecer tamanha rejeição por parte de R. Ricci? Simples. o métodos de ensino em casa evita que o governo comuno/socialista possa doutrinar nossas crianças. Algo que até soa como teoria da conspiração, mas este fato não é novo.
Alí Kamel, jornalista do jornal "o globo", em matéria publicada em 18 de setembro de 2007 sob o tema "O que ensinam as nossa crianças?" introduz;


“Não vou importunar o leitor com teorias sobre Gramsci, hegemonia, nada disso. Ao fim da leitura, tenho certeza de que todos vão entender o que se está fazendo com as nossas crianças e com que objetivo. O psicanalista Francisco Daudt me fez chegar às mãos o livro didático "Nova História Crítica, 8ª série" distribuído gratuitamente pelo MEC a 750 mil alunos da rede pública. O que ele leu ali é de dar medo. 

Apenas uma tentativa de fazer nossas crianças acreditarem que o capitalismo é mau e que a solução de todos os problemas é o socialismo, que só fracassou até aqui por culpa de burocratas autoritários. Impossível contar tudo o que há no livro. Por isso, cito apenas alguns trechos.”(TEODORO 2008)






Ali Kamel faz críticas consideráveis aos livros da coleção "NOVA HISTÓRIA CRÍTICA" de Mário Schmidt. A coleção foi apontada por ele como contendo erros grosseiros de português, demonizar o capitalismo e exaltar o marxismo-lenismo como afirma no trecho;


Nossas crianças estão sendo enganadas, a cabeça delas vem sendo trabalhada, e o efeito disso será sentido em poucos anos. É isso o que deseja o MEC? Senão for, algo precisa ser feito, pelo ministério, pelo congresso, por alguém.”(TEODORO 2008)


fonte: http://meularemdeus.blogspot.com.br/2013/09/a-didatica-da-doutrinacao-comunista.html




Para saber mais:



quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Música x bebida: os pais deveriam saber disso.


07/01/2013 05h35 - fonte: G1

'Acadêmicos do sertanejo' estudam 


incentivo a 'bebedeira' em hits atuais



Trabalhos de Letras e Psiquiatria pesquisam elo de música e alcoolismo.
De 48 duplas compiladas, apenas sete não falam de álcool em canções.



Em 2012, o sertanejo universitário virou tema de trabalhos acadêmicos em áreas distintas como Letras, Psiquiatria e Artes. Dois destes estudos abordam a relação entre as letras do gênero musical e o consumo de álcool no Brasil, sob diferentes prismas: o do mestrado de Mariana Lioto, 25 anos, em Letras na Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) e o da especialização em Dependência Química de Francismari Barbin, 37, na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
As pesquisadoras levaram a sério versos como "Tudo que eu quero ouvir: eu te amo e open bar", de Michel Teló, e "É meu defeito, eu bebo mesmo", de Fernando e Sorocaba. O trabalho de Mariana catalogou 243 letras de sertanejos que citam bebidas. Apesar de o trabalho abordar mais hits atuais, os campeões de citações provam que o tema é recorrente na história do gênero: os veteranos João Carreiro & Capataz, com 19 letras sobre "bebedeira", e os novos astros João Neto & Frederico, com 17.
Francismari Barbin estuda os aspectos socioculturais que resultam na associação positiva entre música e álcool (Foto: G1/Raul Zito)
 Francismari Barbin estuda os aspectos culturais que resultam na associação positiva entre música e álcool
 (Foto: G1/Raul Zito)
De 48 artistas famosos do gênero sertanejo estudados por Mariana, apenas sete não possuíam nenhuma música abordando a temática, e 85% das duplas abordam o assunto em pelo menos uma canção.
Há outros estudos recentes sobre sertanejo, mas não o bastante, segundo elas. "Encontrei referências sobre a música sertaneja até a década de 80, mas o sertanejo universitário ainda é um fenômeno a ser estudado", diz Mariana Lioto em entrevista ao G1, que escreveu a dissertação "Felicidade engarrafada: Bebidas alcoólicas nas músicas sertanejas" (conheça o trabalho). Já para encontrar exemplos de letras de sertanejos sobre "bebedeira", ela não teve dificuldade.
fernando e sorocaba (Foto: Divulgação)
Fernando & Sorocaba em cena do clipe de '´É tenso' (Foto: Divulgação)
"Acredito que existe um embate de discursos. De um lado temos a esfera médica e religiosa dizendo que beber causa dependência, gera doenças, etc. É um discurso chato, difícil de conquistar adesão. De outro lado temos a música falando que beber te dá amigos, mulheres, sexo, acaba com todos problemas", diz.
A tese do trabalho de Mariana é de que a música sertaneja não só reflete um comportamento já existente, mas ajuda a "naturalizar" e incentiva o hábito de beber, fazendo associações positivas com mulheres, festas, fuga do trabalho, e escondendo os efeitos negativos.
Francismari Barbi, psicóloga clínica, autora do trabalho "A influência das letras de música sertaneja no consumo de álcool", diz que também teve dificuldade de achar referências sobre sertanejo. "Mas outros estudos comprovam a influencia relacional entre musica e consumo de alguma substância psicoativa, ou mesmo a letras das músicas como forte influencia comportamental entre os jovens", completa
"Eu queria um tema ainda pouco estudado no Brasil e ao mesmo tempo com importância clínica e sociocultural. A música possui um elo estreito e forte com a sociedade e a cultura vigente. Isso pode contribuir para que as pessoas associem bebida com diversão ou com a 'cura' de diversos problemas, principalmente quando é evidenciado este apelo em suas letras", explica a psicóloga.
"Parece que a tarefa de mostrar o lado negativo da substância ficou basicamente a cargo dos técnicos de saúde" é o lamento conclusivo de Francismari

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SED desenvolve campanha de prevenção ao uso de álcool pelos adolescentes
A chegada do carnaval traz alegria e muita animação, mas também um alerta: o consumo de bebidas alcoólicas entre os adolescentes, que durante os bailes ou festas de rua, estimulados pelos amigos, têm seu primeiro contato com o álcool. O uso frequente desse tipo de bebida na adolescência produz danos ao cérebro, afetando a memória, prejudicando a aprendizagem e favorecendo a violência e a promiscuidade.

[nota do autor do Blog: Não concordo com o estímulo dado ao carnaval, quando associa o termo a alegria e festa. É uma festa sim, mas profana, onde a promiscuidade é exaltada. Jovens são levados a pensar que devem dar 'tudo' como se fosse o fim do mundo se não aproveitarem essa data. Onde a droga 'corre solta' e muitos casamentos são desmanchados.]
Proibir apenas que os adolescentes bebam não basta. Além da proibição é preciso que os pais conversem, orientem, exponham a seus filhos os riscos do uso de bebidas alcoólicas e coloquem limites com firmeza e responsabilidade. Pensando no propósito de unir a família e a escola, a Secretaria de Estado de Educação propôs uma campanha para alertar os estudantes da Rede Estadual de Ensino de Mato Grosso do Sul, que na semana que antecede a folia prepararam diversas atividades sobre o tema.
Com a frase “Neste carnaval brinque muito, mas não deixe o álcool e as drogas acabarem com a sua alegria real”, a EE Profª Nair Palácio de Souza, de Nova Andradina, realizou com estudantes, durante uma semana, trabalho de conscientização e prevenção do uso de drogas e bebidas alcoólicas no carnaval. Em todas as turmas e turnos, os professores de Artes e Língua Portuguesa organizaram atividades como análise de textos sobre o tema, debates, paródias, cartazes e desenhos. Palestras e produção de cartazes foi a maneira que a EE Castro Alves, de Dourados, encontrou para falar sobre o tema.
(EE Profª Nair Palácio de Souza)
Acreditando que a escola contribui na orientação dos adolescentes, a EE Advogado Demosthenes Martins, do Conjunto Otavio Pécora, Campo Grande, abriu espaço para debates e estudos de esclarecimento sobre os riscos e conseqüências que o consumo abusivo de álcool traz para as pessoas, conscientizando assim não só os estudantes, mas também os pais, pois muitas vezes o consumo de bebidas alcoólicas começa em casa, com os adolescentes seguindo o exemplo de pais e familiares. Os estudantes da escola montaram um painel, criaram paródias, assistiram a palestras educativas, organizaram gráficos com números de acidentes de trânsito causados por motoristas embriagados e pesquisaram na internet a relação do álcool com as vítimas do trânsito e da violência.

fonte:



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Santa Faustina e a visão que teve sobre o carnaval


   
“Nos últimos dias do carnaval, quando rezei a hora santa, vi Nosso Senhor no momento da flagelação. – Oh que suplício inconcebível – Como Jesus sofreu terrivelmente quando foi flagelado. 

– Oh pobres pecadores, como será o vosso encontro no dia do julgamento com esse Jesus a quem agora martirizais? – O Seu Sangue corria para o chão, e em alguns lugares o corpo começou a desprender-se. E vi nas costas alguns dos Seus ossos despidos de carne... Jesus, silencioso, gemia e suspirava.” (188)
9 de Fevereiro de 1937.
“Nestes dois últimos dias conheci um grande acúmulo de castigos e pecados. O Senhor deu-me a conhecer num instante os pecados do mundo inteiro cometidos neste dia. Desfaleci de terror e, apesar de conhecer toda a profundeza da misericórdia divina, admirei-me que Deus permita que a humanidade exista. 

E o  Senhor deu-me a conhecer quem sustenta a existência dessa humanidade: são as almas escolhidas. Quando se completar o número dos escolhidos, o mundo não existirá mais.