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terça-feira, 20 de agosto de 2013

O corpo incorrupto de Santa Bernadette


A incorruptibilidade do corpo de Santa Bernadette Soubirous é um dos casos mais assombrosos e estudados pela medicina
Desde 3 de agosto de 1925, o corpo intacto da Santa se encontra exposto numa urna de cristal na capela do convento de Saint-Gildard, na cidade de Nevers, França. A cidade fica na Borgonha, a 260 km ao sul-sudeste de Paris. 

Assim informa uma inscrição ao lado do corpo da Santa na mesma capela:


“O corpo de Santa Bernadette repousa nesta capela desde 3 de agosto de 1925.





Ele está intacto e “como se estivesse petrificado” segundo foi reconhecido pelos médicos juramentados e pelas autoridades civis e religiosas por ocasião das exumações de 1909, 1919 e 1925.

O rosto e as mãos, que escureceram no contato com o ar, foram recobertos com ligeiras camadas de cera, moldadas segundo os modelos recolhidos diretamente.

A posição inclinada para o lado esquerdo foi assumida pelo corpo no túmulo.”
Em 22 de setembro de 1909, trinta anos após o velório, seu cadáver foi exumado pela primeira vez e o corpo encontrado intacto.

Os Drs. Ch. David e A. Jordan, que conduziram esta primeira exumação, escreveram no relatório da perícia:
“O caixão foi aberto na presença do Bispo e do Prefeito de Nevers, seus principais representantes e diversos religiosos. 

“Não notamos nenhum odor.

“O corpo estava vestido com o Hábito da Ordem a que pertencia Bernadette. O Hábito estava úmido.
“Apenas a face, mãos e antebraços estavam descobertos.


“A cabeça estava inclinada para a esquerda. A face estava lânguida e branca. A pele estava apegada aos músculos e estes apegados aos ossos.

“As cavidades oculares estavam cobertas pelas pálpebras [...]

“Nariz dilatado e enrugado. Boca levemente aberta e se podia ver os dentes no lugar.

“As mãos, cruzadas sobre o peito, estavam perfeitamente preservadas, bem como suas unhas. As mãos seguravam um terço. Podia se observar as veias no antebraço.

“Os pés estavam enrugados e as unhas intactas.

“Quando o Hábito foi removido e o véu levantado de sua cabeça, pode se observar um corpo rígido, pele esticada [...]

“Seu cabelo estava com um corte curto e bem preso à cabeça. As orelhas estavam em perfeito estado de conservação [...]

“O abdome estava esticado, assim como o resto do corpo. Ao ser tocado, tinha um som como de papelão.

“O joelho direito estava mais largo que o esquerdo.

“As costelas e músculos se observavam sob a pele [...]

“O corpo estava tão rígido que podia ser virado para um lado e para o outro [...]

“Em testemunho de que temos corretamente escrito esta presente declaração, a qual representa a verdade em sua totalidade.


Nevers, 22 de setembro de 1909, Drs. Ch. David, A. Jourdan.” Fonte em inglês -- Fonte em português
Por fim, a 18 de novembro de 1923, Sua Santidade o Papa Pio XI assinou decreto reconhecendo a heroicidade das virtudes de Bernadette.

Após a beatificação da Santa, foi efetivada uma terceira exumação em 12 de Junho de 1925. O objetivo era a retirada de “relíquias” de seu corpo. A canonização viria oito anos mais tarde, em 1933.
Naquela época foi confeccionada a urna de cristal que guarda o corpo de Santa Bernadette. 

As freiras cobriram seu rosto e as mãos com uma camada fina de cera.






Urna com o corpo de Santa Bernadette em Nevers

A urna se encontra hoje numa bela capela fora da clausura para que possa ser visitada. 

O corpo milagrosamente preservado de Santa Bernadette encoraja os visitantes a imitarem a vida de Santa Bernadette e levarem a sério as mensagens transmitidas pela vidente da Imaculada Conceição.
fonte:http://cienciaconfirmaigreja.blogspot.com.br








sexta-feira, 15 de março de 2013

Catecismo da Santa Missa


P. Que é a Santa Missa? 

R. A Santa Missa é a renovação incruenta do Sacrifício do Calvário. É o mesmo e único sacrifício infinito de Cristo na Cruz, que foi solenemente instituído na Última Ceia. Nesta cerimônia ímpar, Cristo é ao mesmo tempo vítima e sacerdote, se oferecendo a Deus para pagamento dos pecados, e aplicando a cada fiel seus méritos infinitos.

P. Por que dizemos que a Missa é a renovação incruenta do Sacrifício do Calvário? 

R. Porque na Missa Nosso Senhor Jesus Cristo se imola novamente para nossa salvação, como Ele fizera no Calvário, embora na Missa seja sem sofrimento físico.

P. Por que a Missa é chamada de "Santa"? 

R. Porque nela é o próprio autor da santidade que se oferece como vítima, num sacrifício perfeito a Deus, e como alimento espiritual aos fiéis na Eucaristia, ou seja, a transubstanciação real do pão e do vinho no corpo e sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo

P. Quais as disposições essenciais e suficientes para aproveitarmos do santo sacrifício da Missa? 

R. Devemos assistir a Santa Missa com a alma penetrada de dor pelas faltas cometidas, e nos aproximarmos confiadamente deste trono da graça, unindo-nos à vítima, Nosso Senhor Jesus Cristo, e à intenção da Igreja, na pessoa do sacerdote, e por seu ministério.




Gostou?

Clique na imagem e faça o download do Catecismo completo.



domingo, 13 de janeiro de 2013

Católico pode ser cremado?




A Igreja não proibe a “cremação dos cadáveres”, porque seja intrinsecamente mau, mas porque vai contra a tradição dos judeus, continuada desde o princípio pelos cristãos; e porque a sua origem e o seu fim são mais que suspeitos: deram-lhe começo os anticristãos, com o sacrílego intuito de destruir a crença na imortalidade da alma e na ressurreição do corpo.
Roma publicou 3 “decretos” contra a “cremação”.

No 1° a 16 de Maio de 1886, proíbe aos católicos, que se filiem em “sociedades de cremação” e que ordenem que seus corpos sejam queimados.
No 20, a 15 de Dezembro do mesmo ano de 1886, priva de enterro religioso o católico que o faça.

No 30, a 27 de Julho de 1892, proíbe aos sacerdotes administrar-lhes os últimos sacramentos.

O “Santo Ofício” proibiu por estes 3 “decretos” a “cremação”, não porque ela seja contrária à lei natural 011divina, mas “como prática pagã detestável introduzida por homens de fé duvidosa”, para desfazer na reverência que os católicos têm aos mortos.

Era prática constante dos judeus enterrar os seus mortos na terra, ou em túmulos de pedra (Gen. 15, 15; 23, 19).
Olharam sempre a “cremação” com horror (Amos, 2, 1), e só a prescreviam como pena, em certos casos flagrantes de imoralidade (Gen. 28, 24) ou de saques privados, em tempo de guerra (Jos. 7, 15).
A Igreja Católica adotou este costume judaico desde os seus primórdios, e denunciou “a cremação como costume cruel e atroz” (Tertul.: De Anima, 51; Min. Felix: Octavius, 11; Orig.: Contra Cels. 5,23).
Os Santos Padres baseavam o costume judaico e cristão de enterrar os mortos no dogma da
ressurreição do corpo e no respeito que se lhe deve, por ter sido templo do Espírito Santo (I Cor. 3,16; 6, 19).

A primeira tentativa, nos tempos modernos, para ressuscitar a “cremação”, f01 feita pelos
neopagãos do “Diretório Francês” no quinto ano da República.
O projeto não teve acolhimento favorável, apesar de fazer parte do programa revolucionário contra a doutrina, leis e costumes cristãos.
Alguns, depois de terem lavado já as mãos no sangue de sacerdotes, abolido a Missa e o Domingo, inventado o novo culto da Razão, advogaram a “cremação”, para mais facilmente destruir as “superstições” da imortalidade da alma e da ressurreição do corpo.

O mundo teve de esperar mais cerca de 75 anos por uma segunda tentativa para introduzir a
“cremação”.

Era mister que a incredulidade aprofundasse mais as suas raízes na Europa.
Esta segunda tentativa teve mais êxito, do que a primeira.
Começou em Pádua em 1872.
Em seguida às primeiras “cremações” os anticatólicos começaram a fundar “sociedades de
cremação” em toda a parte e a defender a sua prática em centenas de livros e folhetos.
A razão deu-a Ghisleri no seu “AImanacco dei Liberi Muratori”; Os católicos têm muita razão em se oporem à “cremação”. Esta purificação dos mortos pelo fogo abala o predomínio das suas fundações, baseado no terror de que cercam a morte.

Outro maçom anticatólico, Gorini, escreveu no seu livro “Purificazione dei Morti”: “A nossa tarefa não termina com a cremação do corpo; queremos destruir e queimar também a própria
superstição”.

E depois de advogar ou propor que se vendam as cinzas aos lavradores, acrescenta: “O resultado seria que este material reencarnaria parcialmente nos corpos dos milaneses. É a única ressurreição do corpo que a ciência reconhece”.
Frases semelhantes apareceram com frequência durante 15 anos na imprensa italiana, como que provocando a Igreja a condená-la.

Se a “cremação” fosse adotada, não teriam mais razão de ser nos funerais religiosos muitas orações e cerimónias muito belas e muito significativas.


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Fonte: Livro “Caixa de Perguntas” do Pe. Bertrand L. Conway, C.S.P.
Extraído do blog: Associação Cultura Santo Tomás



Deuteronômio, 18

10. Não se ache no meio de ti quem faça passar pelo fogo seu filho ou sua filha, nem quem se dê à adivinhação, à astrologia, aos agouros, ao feiticismo,
11. à magia, ao espiritismo, à adivinhação ou â invocação dos mortos,
12. porque o Senhor, teu Deus, abomina aqueles que se dão a essas práticas, e é por causa dessas abominações que o Senhor, teu Deus, expulsa diante de ti essas nações.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Provas do Purgatório

Purgatório existe e poucos sabem dessas provas!






FACHADA DA IGREJA DO “SACRO CUORE DEL SUFFRAGIO”
(ou “Igreja do Sagrado Coração do Sufrágio”)


Igreja do Sagrado Coração do Sufrágio. Sufrágio significa ato de piedade, oração pelos mortos. A Igreja pertence aos missionári​os do Sagrado Coração, ordem católica fundada pelo padre francês Jules Chevalier, em 1854.
 Numa pequena sala, ao lado da sacristia, estão guardadas as relíquias: os antigos missionários do Sagrado Coração acredita​m que elas são provas da comunicação entre vivos e mortos.
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 Nesta Igreja de Roma, um pequeníssimo museu contém relíquias que seriam um testemunho da veracidade das almas no purgatório​.

A maioria das peças que compõem esse pequeno “Museu das Almas” se referem à aparição de padres, freiras e fiéis, ocorridas em ambiente católico: Igrejas, Conventos e Quartos ou Celas de Oração.


NO DETALHE: Altar da Igreja do Sacro Cuore Del Suffrágio em Roma


Pode parecer estranho, porém não é novidade na história da humanidade. Encontramos uma série de relatos, inclusive feitos por santos canonizados, como o Santo Cura d’Ars, São João Bosco, Santa Catarina de Gênova (que escreveu muito a respeito, sendo dela o escrito “O TRATADO DO PURGATÓRIO”), e muitos outros. O mais interessante é que todos esses relatos são muito semelhantes um ao outro.

_…(POR UMA PERMISSÃO ESPECIAL DE DEUS, AS ALMAS DO PURGATÓRIO PODEM APARECER, MAS HÁ PROIBIÇÃO EXPRESSA NA BÍBLIA DE EVOCÁ-LAS).

NO INÍCIO, o Museu das Almas do Purgatório tinha cerca de 200 peças, mas só restaram hoje as que foram aprovadas pelos sucessores do padre Jouet, aquelas consideradas autênticas acima de qualquer dúvida.

Uma das peças mais impressionantes mostra o que seria a mão de uma freira – morta em 1637 – impressa como se fosse a fogo, no hábito, uma espécie de avental, de uma outra freira. Segundo os registros do museu, a irmã Clara Schoelers apareceu no mosteiro beneditino de Winnenberg, na Alemanha, em 1696 — quase 60 anos depois de sua morte — e deixou a marca no hábito da freira Margarida Maria Herendorps: “Ela chegou envolvida em luz, e para a irmã não ter dúvida de que não era um sonho, ela deixou impressa no avental que estava pendurado no cabide a marca de sua mão queimada com fogo”.












A marca que se vê na foto ao lado faz parte de uma série de aparições do padre Panzini, que foi Abade em Mântova, Itália. Dizem os registros do Museu das Almas do Purgatório que o padre Panzini apareceu em 1731, no Mosteiro de San Francisco, em Todi. Teria sido visto pela madre superiora, a venerável Isabela Fornari: “A marca foi deixada numa pequena mesa de madeira sobre a qual estava colocado um pano, que era na verdade a manga da camisa do hábito”. “Ele deixou impressa em queimadura, pela irradiação da luz de sua mão, onde também apareceram marcas de sangue”.









 Esta pobre senhora que estivera em três conventos onde passou um período de tempo, por muito tempo ignorada segundo os planos de Deus e encontrou, pouco a pouco, sob a guia do seu Diretor Espiritual, Pe. Alfonso Matt, a estrada da sua verdadeira vocação: o apostolado em favor das almas do purgatório e o seu testemunho não pode deixar de nos convencer.
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- Maria Simma, há mais de 50 anos, foi visitada pelas almas do purgatório, vindo a falecer em 16 de Março de 2004 aos 89 anos. E que fatos e coisas lhe disseram essas almas?
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- Deram advertências e notícias, pediram sufrágio e falaram do sofrimento que elas passam no purgatório (mesmo esperando alegremente encontrar-se cedo ou tarde no abraço de Deus); revelaram e revelam aos vivos a imensa possibilidade que esses têm de aliviarem o sofrimentos dos defuntos e de receberem em troca inumeráveis benefícios e ajuda para esta vida e a outra.

QUAIS OS PECADOS QUE LEVAM AO PURGATÓRIO?
(SIMMA) – São os pecados contra a caridade, contra o amor ao próximo, a dureza de coração, a hostilidade, a calúnia, sexo livre, sim, todas essas coisas. Porém a maledicência e a calúnia são as mais graves, que necessitam de uma longa purificação.
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E COMO EVITAR O PURGATÓRIO?
(SIMMA) – Ter um coração bom para com todos. A caridade cobre uma multidão de pecados. Devemos fazer muito pelas almas do purgatório, porque elas nos ajudam sempre. É preciso ter muita humildade. É esta a maior arma contra o maligno. A humildade elimina o mal.

A PRÁTICA DO ESPIRITISMO: (SIMMA) - É sempre o diabo que faz mover as coisas. Não é lícito chamar as almas. A mim elas vêm por permissão de Deus, eu não as chamo. No espiritismo, invocam-se os espíritos, mas é o próprio demônio que vem fingindo ser a alma deste ou daquele outro.


EXISTEM PADRES NO PURGATÓRIO?
(SIMMA) - Sim, são muitos. Estão lá por não terem ajudado aos seus fiéis a terem respeito pela Eucaristia. Negligenciaram a oração e a sua fé diminuiu. Porém, é também verdade que muitos mais foram diretamente para o céu.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Vida conjugal - viver pelo bem do outro


Respeito - a chave para um relacionamento de sucesso



 Os gritos começam quando termina a inteligência.
 A palavra respeito significa apreço, consideração, acatamento, deferência, obediência, submissão, referência, relação, medo e temor.

 Por que as pessoas costumam ferir aquelas que mais amam? Como seria a família se todos se respeitassem?
  
São Paulo, ao escrever sobre o amor à igreja de Corintios definiu amor como respeito, porque, em síntese, amar é respeitar. Veja como as virtudes do amor têm tudo a ver com o respeito.

I Corintios 13, 4-9

O amor é paciente, o amor é prestativo; não é invejoso, não se ostenta, não se incha de orgulho. Nada faz de inconveniente, não procura o seu próprio interesse, não se irrita, não 
guarda rancor.
Não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade. Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor jamais passará. As profecias desaparecerão, as línguas cessarão, a ciência também desaparecerá.
Pois o nosso conhecimento é limitado; limitada é também a nossa profecia.

Ou seja:

O amor sabe esperar sem se irritar; é paciente
O amor não é invejoso, porque respeita a alegria do outro.
O amor não é rude; é gentil e delicado.
O amor não se irrita e nem é hipersensível; reage com temperânça
O amor nunca se alegra com a injustiça; sempre espera que a verdade triunfe.
O amor é leal, mesmo que para amar, você tenha que se sacrificar.

Quando o marido e a mulher não se respeitam é porque o casamento está doente e corre perigo. Observe que antes de listar as virtudes do amor, o Apóstolo São Paulo escreveu:

" Ainda que tivesse o dom da profecia, o conhecimento de todos os mistérios e de 
toda a ciência; ainda que tivesse toda a fé, a ponto de transportar montanhas, se não 
tivesse amor, nada seria."

 Se o casal perder o respeito, a vida conjugal perde o brilho, e a relação torna-se um peso insuportável. Se o casamento é uma viagem, ninguém gosta de viajar ao lado de alguém que não sabe respeitar. É por isso que São Pedro diz:

I São Pedro 3,

"1 Do mesmo modo, vós, mulheres, submetei-vos aos vossos maridos. Assim, se alguns são rebeldes à Palavra, a conduta das suas mulheres poderá ganhá-los sem palavras,

" 7 Do mesmo modo, vós, maridos, sede compreensivos na vida conjugal, mostrando consideração para com as esposas, por serem de constituição mais delicada e também por serem herdeiras como vós do dom da vida. Assim, a vossa oração não ficará sem resposta.


A vida fica melhor quando tratamos uns aos outros com respeito. Lembrem-se: Quem sabe respeitar o próximo, constrói confiança e credibilidade. Uma mulher desrespeitada pelo marido perde dele a sua admiração e apreço. Um marido desrespeitado pela esposa vive pela metade, não tem prazer em protegê-la.

                              Dois quesitos básicos para manter o respeito entre o casal:


1. Respeitar os limites do outro. Qual é o propósito essencial dos limites? Porque os limites são necessários? Porque só é possível saber até onde vai minha propriedade se houver uma linha demarcatória (limite). Os limites definem o que é meu e até onde eu posso ir. A palavra mais simples para definir limites é "não". O respeito aos limites contribui para que a convivência seja agradável e enriquecedora. É preciso respeitar o "não" do cônjuge.

2. Respeitar as diferenças do cônjuge. Só haverá unidade sadia no casamento, se o casal respeitar as diferenças que existem entre eles. Cuidar e ser cuidado, respeitando as diferenças recíprocas, eis o desafio. Ninguém é uma extensão do outro; ao contrário, somos indivíduos distintos, cada qual com seus próprios direitos. 

Quando deixamos de ver as pessoas com realmente são, o amor acaba.
 Não se pode transformar o cônjuge em escravo de nossas vontades e não vê-lo como realmente é. É preciso  superar o egocentrismo básico com o qual nascemos, e perder a mania de achar que o "mundo gira em torno de nós". É possível resolver os conflitos de opiniões ou de interesses diferentes. O que é necessário para que isso aconteça? Respeito!


Reflexões: 

I Corintios 7, 

29 Uma coisa vos digo, irmãos: o tempo tornou-se breve. De agora em diante, aqueles que têm esposa comportem-se como se não a tivessem; 

Ao que se refere o Apóstolo São Paulo com essa passagem acima?

Podemos tecer duas considerações: a condição temporal e a condição futura.

A condição temporal está ligada ao momento do casal. O momento em que o casal se encontra e daí ser chamado a castidade no casamento.

Sobre isso podemos ler mais aprofundadamente no Catecismo da Igreja Católica. 


S.36.1 Castidade e sexualidade
§2337 A vocação à castidade A castidade significa a integração correta da sexualidade na pessoa e, com isso, a unidade interior do homem em seu ser corporal e espiritual. A sexualidade, na qual se exprime a pertença do homem ao mundo corporal e biológico, torna-se pessoal e verdadeiramente humana quando é integrada na relação de pessoa a pessoa, na doação mútua integral e temporalmente ilimitada do homem e da mulher.
A virtude da castidade comporta, portanto, a integridade da pessoa e a integralidade da doação.

§2395 A castidade significa a integração da sexualidade na pessoa. Inclui a aprendizagem do domínio pessoal.

S.36.4 Fecundidade e sexualidade
§2370 A continência periódica, os métodos de regulação da natalidade baseados na auto-observação e no recurso aos períodos infecundos estão de acordo com os critérios objetivos da moralidade. Estes métodos respeitam o corpo dos esposos, animam a ternura entre eles e favorecem a educação de uma liberdade autêntica. Em compensação, é intrinsecamente má "toda ação que, ou em previsão do ato conjugal, ou durante a sua realização, ou também durante o desenvolvimento de suas conseqüências naturais, se proponha, como fim ou como meio, tornar impossível a procriação" [ anticoncepcional, pílulas, camisinha, DIU, etc ]

"À linguagem nativa que exprime a recíproca doação total dos cônjuges a contracepção impõe uma linguagem objetivamente contraditória, a do não se doar ao outro. Deriva daqui não somente a recusa positiva de abertura à vida, mas também uma falsificação da verdade interior do amor conjugal, chamado a doar-se na totalidade pessoal." Esta diferença antropológica e moral entre a contracepção e o recurso aos ritmos periódicos "envolve duas concepções da pessoa e da sexualidade humana irredutíveis entre si".

S.36.12 Sexualidade desordenada
§2351 AS OFENSAS À CASTIDADE A luxúria é um desejo desordenado ou um gozo desregrado do prazer venéreo. O prazer sexual é moralmente desordenado quando é buscado por si mesmo, isolado das finalidades de procriação e de união.

§2352 Por masturbação se deve entender a excitação voluntária dos órgãos genitais, a fim de conseguir um prazer venéreo. "Na linha de uma tradição constante, tanto o magistério da Igreja como o senso moral dos fiéis afirmaram sem hesitação que a masturbação é um ato intrínseca e gravemente desordenado." Qualquer que seja o motivo, o uso deliberado da faculdade sexual fora das relações conjugais normais contradiz sua finalidade. Aí o prazer sexual é buscado fora da "relação sexual exigida pela ordem moral, que realiza, no contexto de um amor verdadeiro, o sentido integral da doação mútua e da procriação humana".

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E a condição futura é em relação a vinda de JESUS


fonte: ser mulher 2009 e Catecismo da Igreja Católica.
Adaptações dos textos: autor desse Blog.

domingo, 30 de setembro de 2012

Anticoncepcionais e suas consequências


Receptividade uterina debilitada é um mecanismo pelo qual as pílulas anticoncepcionais orais exercem suas ações contraceptivas

Contraceptivos

Em meio a um debate atual entre os ativistas pró-vida sobre se classificar a pílula anticoncepcional como abortiva ou contraceptiva, ativistas pró-aborto publicaram uma declaração oficial confirmando que a pílula anticoncepcional impede a implantação de embriões, provocando assim abortos.

Num suplemento à sua edição de novembro de 2008, a mais importante revista de saúde reprodutiva, a Fertility and Sterility, publicou declaração oficial da Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva (SAMR) intitulada Contracepção hormonal: recentes avanços e controvérsias.

Num resumo do desenvolvimento da contracepção nos Estados Unidos, a declaração considerou os anticoncepcionais orais o método reversível “mais amplamente utilizado”. Na “ampla variedade” de anticoncepcionais orais que são disponíveis, os “mecanismos de ação” são os mesmos, disse a declaração: “Inibição da ovulação, alteração no muco cervical e/ou modificação do endométrio, impedindo assim a implantação”.

Ativistas pró-vida que se opõem ao aborto, mas não à contracepção, há muito tempo consideram a pílula anticoncepcional como uma opção contraceptiva ética, ao contrário do DIU, que provoca abortos impedindo a implantação. Contudo, a declaração da SAMR indica claramente que a pílula é medicamente classificada como uma droga que age “impedindo a implantação”, causando assim a morte de um embrião fertilizado — um ser humano vivo e único.

Um grande volume de literatura apóia essa declaração, inclusive artigos de Fertility and Sterility. O mais importante deles é um estudo de 1996 feito por um grupo de ginecologistas da Universidade da Carolina do Norte, em Chapel Hill, que concluiu que “a receptividade uterina debilitada” é “um mecanismo pelo qual as pílulas anticoncepcionais orais exercem suas ações contraceptivas”.