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domingo, 13 de dezembro de 2015

Vaticano e a profecia do cardeal Biffi





Em 08 de dezembro, em um show ruim, a Basílica de São Pedro e o Domo, o coração do cristianismo, foram profanados com uma tela gigante (ou “maxischerno”) para projetar imagens sobre o clima e o meio ambiente, os novos dogmas da ideologia dominante.
“Um espetáculo inconcebível na Praça de São Pedro, uma afronta à basílica, símbolo do catolicismo”, escreveu Riccardo Cascioli, diretor do jornal católico online “Nuova Bussola quotidiana”.










O show foi apresentado pelo Vaticano como uma espécie de louvor à criação que lembrava a encíclica “Laudato Si” e a Conferência de Paris sobre o clima e que já alimentou muitas dúvidas, uma vez que nada tinha a ver com a Festa da Imaculada que foi comemorada na terça-feira, bem como com a abertura do Jubileu e com a iminência do Natal.

NEOPAGÃOS
Na realidade, o espetáculo foi muito pior do que se temia. Nenhum símbolo cristão, no caso a alusão a alguma mesquita islâmica que, projetada na Basílica de São Pedro, causa certa perturbação.
Foi uma sequência chata e às vezes lúgubre (pelo seu efeito sonoro) de imagens de animais, típicas de uma deificação gnóstica e neopagã da Terra.
Assim, em São Pedro, na festa da Imaculada Conceição, a celebração da Mãe de Deus foi, de preferência, a celebração da Mãe Terra, a fim de propagar a ideologia dominante, essa “religião climatista e ecologista”, neopagã e neomalthusiana que é apoiada pelas grandes potências do mundo.
Uma profanação espiritual (pois também aquele lugar - lembremo-nos - é um lugar de martírio cristão). E uma profanação cultural.

Na verdade, a concentração de solenidade cristã (a Imaculada, o Jubileu, o Natal), em um cenário católico como a Basílica, a colunata de Bernini e o domo de Michelângelo, em solo sagrado banhado pelo sangue de São Pedro e de muitos outros cristãos, teria justificado - no caso - uma grande projeção em tela gigante colocada na praça (não na Basílica) de belas imagens de nossa arte religiosa, talvez acompanhada pela grande música da tradição cristã.
Não um teatro gnóstico e neopagão que tinha uma mensagem ideológica anticristã específica.

ANTICRISTIANISMO
A mensagem foi resumida no título do show, “Fiat Lux”, que soa como um desafio de zombaria e como paródia da Sagrada Escritura onde a expressão “Fiat Lux” é o ato criador de Deus e, depois, a Luz que é Cristo, veio para iluminar a escuridão do mundo (como é dito no Prólogo do Evangelho de São João).
Na realidade, esse show foi o contrário: o “mundo” que projeta luz sobre a Igreja imersa na escuridão. É a Igreja que naquele show recebe luz do mundo. Portanto, uma derrota simbólica e humilhante da fé católica.
Que é precisamente esta a interpretação que deve ser dada ao evento é confirmada em uma passagem da entrevista do Papa Bergoglio a Antonio Spadaro sobre o Concílio, cujo aniversário - que cai somente em 08 dezembro - foi chamado de Jubileu.
O Papa, de fato, disse: “O Vaticano tem feito uma re-leitura do Evangelho à luz da cultura contemporânea”.
Portanto, para Bergoglio seria o mundo (a cultura contemporânea) que ilumina e julga o Evangelho. Em vez disso, a Igreja sempre afirmou o contrário: Cristo é a verdadeira luz que resplandece na face da Igreja e, assim, ilumina o mundo.
Além disso, há também uma linguagem de sinais que é muito eloquente.
De fato, na noite de 08 de dezembro, além da Basílica, também o grande Presépio da Praça de São Pedro, na ocasião, desapareceu: para que nunca mais a luz do Menino Jesus perturbe a encenação ritual da nova religião neopagã.


PODERES FORTES
Cascioli escreve: “É verdade que foi um ‘presente’ do Banco Mundial (e do seu programa Connect4Climate) e de algumas associações e fundações particularmente interessadas em ecologia, a Vulcan Inc. do cofundador daMicrosoft Paul Allen e a Okeanos - Foundation for the Sea, instituições que, não por coincidência, portam o nome de dois deuses pagãos. Para executar a instalação foi o Obscure studio, um nome que é um programa. O objetivo do ‘Fiat Lux’, como declarou em um comunicado da imprensa dos patrocinadores, é ‘para educar e inspirar mudanças em torno da crise climática através das gerações, culturas, línguas, religiões e classes’”.
Portanto, “educar as religiões”. É por isso que eles “eliminaram” a escuridão de São Pedro: uma confirmação do caráter ideológico do espetáculo.
Cascioli também escreve que “o Banco Mundial é ainda a instituição que desde os anos 70 é uma das principais culpadas” dessas políticas para os países pobres, “(empréstimos em programas de intercâmbio para o controle da natalidade), que o papa Francisco também tem denunciado repetidamente. E em consonância com isso estão as outras associações cuja ecologia e controle da natalidade são dois lados da mesma moeda”.


UM PAPA CLIMATOLOGISTA

Infelizmente, o apoio bergogliano insistente e sem críticas à Conferência de Paris (que não compete a um papa), acaba por identificar a mensagem do Jubileu da misericórdia com a batalha sobre a “mudança climática” por causas humanas, cujo fundamento científico, no entanto, é inteiramente questionável.
O maior físico de atmosfera, o “cientista em clima”, em 2007, Richard Lindzen, disse:
“As gerações futuras vão se perguntar, com espantosa perplexidade, por que o mundo desenvolvido do início do século XXI caiu em pânico histérico devido a um aumento na temperatura média global de alguns décimos de grau. 

Eles vão querer saber como, com base em exageros grosseiros de projeções altamente incertas de modelos matemáticos, combinadas a cadeias improváveis de interferência, foi levada em consideração a possibilidade de retornar à era pré-industrial”.
É incrível que Bergoglio - sempre independente e crítico da doutrina católica e dos dogmas da Igreja - então vá abraçar de forma acrítica esses dogmas ecológicos que sequer têm base científica verdadeira.

E é intrigante que um papa indique o clima como emergência. A apostasia de povos inteiros de fé no verdadeiro Deus não é um drama que merece apelos mais sinceros? A guerra à família e à vida? O esquecimento de Cristo e a perseguição e o massacre das comunidades cristãs? Não era o caso de lhes dedicar a primeira encíclica, escrita de próprio punho? Por que ele preferiu lidar com répteis e reciclagem de lixo?
Bergoglio é um enigma. Ele diz que não acredita na existência de um “Deus católico”, mas ele acredita no dogma do politicamente correto. Alain Finkielkraut o chamou de “Sumo Pontífice da ideologia jornalística mundial”.


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Texto de Antonio Socci, escrito em 10 de dezembro de 2015.
http://www.sguardocattolico.it/
http://www.antoniosocci.com/i-retroscena-della-profanazione-di-san-pietro-2/

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Profecia -

CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007 (ZENIT.org).- O cardeal Giacomo Biffi apresentou a Bento XVI e à Cúria Romana «a advertência profética de Vladimir S. Soloviev» sobre o anticristo.

O pregador dos exercícios espirituais fez referência ao filósofo e poeta russo, que viveu entre 1853 e 1900, para explicar que o anticristo, na verdade, consiste em reduzir o cristianismo a uma ideologia, em vez de ser um encontro pessoal com Cristo salvador.

Citando a obra de Soloviev, «Três diálogos» (1899), o arcebispo emérito de Bolonha recordou que «o anticristo se apresenta como pacifista, ecologista e ecumenista».

«Convocará um Concílio ecumênico e buscará o consenso de todas as confissões cristãs, concedendo algo a cada um. As massas o seguirão, menos alguns pequenos grupos de católicos, ortodoxos e protestantes», disse.

Segundo a síntese de sua pregação desta terça-feira pela tarde, oferecida pela «Rádio Vaticano», o cardeal explicou que «o ensinamento que o grande filósofo russo nos deixou é que o cristianismo não pode ser reduzido a um conjunto de valores. No centro do ser cristão está, de fato, o encontro pessoal com Jesus Cristo».

«Chegarão dias nos quais na cristandade se tratará de resolver o fato salvífico em uma mera série de valores», escreveu Soloviev nessa obra.

Em seu «Relato sobre o anticristo» Soloviev prevê que um pequeno grupo de católicos, ortodoxos e filhos da Reforma, resistirá e responderá ao anticristo: «Tu nos dás tudo, menos o que nos interessa, Jesus Cristo».

Para o cardeal Biffi,esta narração é uma advertência. «Hoje, de fato, corremos o risco de ter um cristianismo que põe entre parênteses Jesus com sua Cruz e Ressurreição», lamentou.

O arcebispo explicou que, se os cristãos se «limitassem a falar de valores compartilháveis, seriam mais aceitos nos programas de televisão e nos grupos sociais. Mas desta maneira teriam renunciado a Jesus, à realidade surpreendente da Ressurreição».

Para o purpurado italiano, este é «o perigo que os cristãos correm em nossos dias»: «o Filho de Deus não pode ser reduzido a uma série de bons projetos homologáveis com a mentalidade mundana dominante».

Contudo, precisou o purpurado, «isso não significa uma condenação dos valores, mas que estes devem ser submetidos a um atento discernimento. Há valores absolutos, como o bem, a verdade, a beleza. Quem os percebe e os ama, ama também Cristo, ainda que não saiba, porque Ele é a verdade, a beleza, a justiça».

O pregador dos exercícios precisou na capela «Redemptoris Mater», do Palácio Apostólico do Vaticano, que, por outro lado, «há valores relativos, como a solidariedade, o amor pela paz e o respeito pela natureza. Se estes se convertem em absolutos, desarraigando ou inclusive opondo-se ao anúncio do fato da salvação, então estes valores se convertem em instigação à idolatria e em obstáculos no caminho da salvação».

Ao concluir, o cardeal Biffi afirmou que «se o cristão, para abrir-se ao mundo e dialogar com todos, dilui o fato salvífico, fecha-se à relação pessoal com Jesus e se coloca do lado do anticristo».


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Quem disse que já viu de tudo,...


Conferência ginecologista em melhorar a vida sexual de uma mulher através de Cirurgia Genital a ser realizada no Instituto do Vaticano fora Praça de São Pedro

fonte: http://esag.org/course_detail.php?id=16

Gente, nós nem sequer sabemos como cobrir este escrito de forma modesta, isto é, sem escorregar no material pornográfico. No entanto, ele deve ser exposto porque é tão escandaloso, tão repugnante, tão incrível que ele não pode ser passado em silêncio. Estamos Novus Ordo Watch, afinal, não Novus Ordo Ignorar - caso contrário estaríamos Michael Voris. (Gorjeta de chapéu para Vox Cantoris, de cujo blog, fomos informados pela primeira vez sobre isso.)

Então, como começar ... OK, aqui estão os fatos:

A Sociedade Europeia de Estética Ginecologia (ESAG) - Sim, existe tal coisa - está hospedando uma conferência de apenas fora da Cidade do Vaticano, 20-21 abril de 2016. O site oficial ESAG.org descreve o evento como se segue:

fonte: https://ssl.bluevents.it/evento.asp?evID=13


Sim, mesmo que nós - que pensei que tinha visto tudo -. Estão em descrença absoluta sobre o que estamos vendo aqui. Sim, podemos fornecer mais links para informações ainda mais detalhadas sobre isso, mas teremos o prazer de se abster. Você tem sido suficientemente informado sobre o que está acontecendo.

O local para esta conferência é a Institutum Patristicum Augustinianum (Instituto Patrístico agostiniano), que está localizada bem ao lado da Praça de São Pedro, a apenas ouside as paredes da Cidade do Vaticano, em Roma. O Augustinianum foi canonicamente estabelecida por "Congregação para a Educação Católica" do Vaticano em 1969 e solenemente inaugurado pelo "Papa" Paulo VI em 1970 (fonte).

Justamente quando você estava pensando que ele realmente não pode ficar pior, porque certamente Francisco já fez tudo o que ele poderia fazer, você está mais uma vez provado que está errado. Monitora e expor o que está ocorrendo no Vaticano é um trabalho sujo -. Mas alguém tem de fazê- isto.


fonte: http://www.novusordowatch.org/wire/genital-conference-vatican.htm

terça-feira, 10 de março de 2015

Dom Athanasius Schneider sobre o Sínodo dos Bispos: "divorciados recasados” receberem a Sagrada Eucaristia

CatolicismoQual é a opinião de Vossa Excelência sobre o Sínodo? Qual é a mensagem dele para as famílias?


Dom SchneiderDurante o Sínodo houve momentos de manipulação óbvia por parte de alguns clérigos que detinham posições-chave na sua estrutura editorial e de governo. O relatório intermediário (Relatio post disceptationem) foi um texto claramente pré-fabricado, sem nenhuma referência real às verdadeiras declarações dos padres sinodais. 

Nos tópicos sobre a homossexualidade, a sexualidade e os “divorciados recasados” com sua admissão aos sacramentos, o texto representa uma ideologia neopagã radical. 

Não se tem registro em toda a História da Igreja de um texto tão heterodoxo publicado efetivamente como documento de uma reunião oficial de bispos católicos sob a presidência de um Papa, apesar de o texto revestir-se de caráter preliminar. Graças a Deus e às orações dos fiéis de todo o mundo, um considerável número de Padres Sinodais rejeitou resolutamente tal agenda, que nos três tópicos acima mencionados reflete a principal corrente de moralidade corrompida e pagã do nosso tempo, a qual se funda na ideologia do gênero e está sendo imposta globalmente através de pressão política e da quase todo-poderosa mídia oficial. 

Embora apenas preliminar, esse documento sinodal é uma verdadeira vergonha e indica até que ponto o espírito anticristão do mundo já penetrou em níveis importantes da vida da Igreja. Esse documento permanecerá, tanto para as gerações futuras quanto para os historiadores, como uma nódoa com a qual a honra da Sé Apostólica foi manchada. Felizmente, a mensagem dos Padres Sinodais é um documento verdadeiramente católico, que descreve a verdade divina sobre a família sem silenciar as raízes mais profundas dos problemas, ou seja, o pecado. Ela dá muita coragem e consolação às famílias católicas.


CatolicismoEsses grupos de pessoas que estavam esperando uma mudança no ensino da Igreja com relação às questões morais (por exemplo, permitindo que divorciados e pessoas recasadas recebam a Sagrada Comunhão ou a concessão de qualquer forma de aprovação às uniões homossexuais) provavelmente ficaram decepcionados com o conteúdo da Relatio [Relatório] final. 
Não existe, no entanto, o perigo de que o questionamento e a discussão de questões fundamentais no ensinamento da Igreja possam abrir as portas a graves abusos e a tentativas similares de revisão desse ensinamento no futuro?

Dom SchneiderDe fato, um mandamento divino — em nosso caso, o sexto mandamento —, a indissolubilidade absoluta do casamento sacramental, uma regra divinamente confirmada como o é a inadmissibilidade de se aceder à Sagrada Comunhão em estado de pecado grave, como ensina São Paulo em sua admoestação inspirada pelo Espírito Santo (1 Coríntios 11, 27-30) não se podem submeter à votação; como nós também, por exemplo, não podemos colocar em votação a Divindade de Cristo. 

Uma pessoa que ainda conserve o vínculo matrimonial sacramental indissolúvel e que, apesar disso, vive em convivência marital estável com outra pessoa, por Lei divina não pode ser admitida à Sagrada Comunhão. Seria uma negação pública e prática — embora não teórica — por parte da Igreja da indissolubilidade do matrimônio cristão, e ao mesmo tempo a revogação do sexto mandamento da Lei Deus:“Não adulterarás”

Nenhuma instituição humana, nem mesmo o Papa ou um Concílio Ecumênico, tem autoridade e competência para invalidar, ainda que de modo mínimo e indireto, um dos Dez Mandamentos divinos ou as palavras divinas de Cristo: “O que Deus uniu, o homem não separe” (Mc. 10, 9).


Este fato é grave em si e representa uma arrogância clerical em relação à verdade divina da Palavra de Deus. A tentativa de colocar em votação a verdade e a palavra divinas é indigna daqueles que, como representantes do Magistério, devem transmitir zelosamente as regras contidas no depósito divino (cf. Mat. 24, 45). 




Ao admitir os “divorciados recasados” à Sagrada Comunhão, aqueles bispos estabelecem uma tradição nova e pessoal, transgredindo assim o mandamento de Deus, como os fariseus e os escribas repreendidos por Cristo (cf. Mat. 15, 3). Uma circunstância agravante é o fato de tais bispos tentarem legitimar sua infidelidade à Palavra de Cristo com argumentos tais como “necessidade pastoral”, “misericórdia”, “abertura ao Espírito Santo”.

Pior ainda, eles não têm sequer medo nem escrúpulos de perverter de forma gnóstica o significado real dessas palavras, rotulando ao mesmo tempo de rígidos, escrupulosos ou tradicionalistas aqueles que se opõem a eles e que defendem o mandamento divino imutável e a verdadeira tradição católica. 

Durante a grande crise ariana do século IV, os defensores da Divindade do Filho de Deus também foram tachados de “intransigentes” e “tradicionalistas”. Santo Atanásio foi até excomungado pelo Papa Libério, que se justificou com o argumento de que aquele santo não estava em comunhão com os bispos orientais, que na verdade eram em sua maioria hereges ou semi-hereges. 

São Basílio Magno, diante daquela situação, afirmou o seguinte: “Apenas um pecado é hoje severamente punido: a observância atenta das tradições de nossos Pais. Por essa razão, os bons são expulsos e exilados ao deserto” (Ep. 243).

Na verdade, os bispos que apoiam a Sagrada Comunhão para “divorciados recasados” são os novos fariseus e escribas, porque negligenciam o mandamento de Deus, contribuindo para o fato de que do corpo e do coração dos “divorciados recasados” continuem a “proceder adultérios” (Mat. 15, 19), porque desejam uma solução exteriormente “limpa”, e que pareça “limpa” também aos olhos daqueles quem detêm o poder (a mídia social, a opinião pública). No entanto, quando eles aparecerem um dia no tribunal de Cristo, ouvirão certamente para sua consternação estas palavras:

Por que recitas os meus mandamentos, e tens na boca as palavras da minha aliança? Tu que aborreces meus ensinamentos e rejeitas minhas palavras ... e com adúlteros te associas? (Sl 50 (49): 16-18).


Um cardeal que apoiou aberta e rijamente a questão da Comunhão para os “divorciados recasados”, e que fez até mesmo declarações vergonhosas sobre “casais” homossexuais na Relatio preliminar, estava insatisfeito com a Relatio final, e declarou despudoradamente: “O copo está pela metade”,dizendo — ainda que não ao pé da letra — que se deveria trabalhar para que no próximo ano no Sínodo o copo esteja cheio. 


Catolicismo—Vivemos hoje um auge de agressão contra a família, agressão esta acompanhada por uma tremenda confusão na área da ciência sobre a identidade humana. Infelizmente, há alguns membros da Hierarquia da Igreja que ao discutirem essas questões, expressam opiniões que contradizem os ensinamentos de Nosso Senhor. Como devemos conversar com as pessoas que se tornam vítimas desta confusão, a fim de fortalecê-las em sua fé e ajudá-las a se salvar?
Dom SchneiderNeste momento extraordinariamente difícil, Cristo está purificando a nossa fé católica para que por meio desta provação a Igreja brilhe mais e seja realmente sal e luz para o insípido mundo neopagão, graças à fidelidade e à fé pura e simples, em primeiro lugar dos fiéis, dos pequeninos na Igreja, da “Ecclesia docta” (a Igreja dos aprendizes), que em nossos dias reforçará a “docens Ecclesia” (a Igreja docente, ou seja, o Magistério), de forma semelhante à grande crise de fé do século IV, como o Beato John Henry Newman relatou:  Foi sobretudo por meio dos fiéis que o paganismo foi derrubado; como foi através do povo fiel sob a liderança de Atanásio e dos bispos egípcios, e em alguns lugares apoiados por seus bispos ou sacerdotes, que se resistiu à pior das heresias e que ela foi expulsa do território sagrado. ...

Naquele tempo de imensa confusão, o dogma divino da divindade de Nosso Senhor foi proclamado, aplicado, mantido e (humanamente falando) preservado, muito mais pela ‘Ecclesia docta’ do que pela ‘Ecclesia docens’; o corpo do Episcopado foi infiel a sua missão, enquanto o corpo do laicato foi fiel ao seu batismo; ...

Devemos encorajar os católicos simples a serem fiéis ao Catecismo que aprenderam, a serem fiéis às palavras claras de Cristo no Evangelho, a serem fiéis à fé que seus pais e antepassados lhes legaram. 
Devemos organizar círculos de estudos e conferências a respeito do ensino perene da Igreja sobre a questão do casamento e da castidade, convidando especialmente os jovens e os casais. 

Devemos mostrar a beleza inerente a uma vida de castidade, a beleza inerente ao matrimônio cristão e à família, o grande valor da Cruz e do sacrifício em nossas vidas. Devemos apresentar cada vez mais os exemplos dos santos e das pessoas exemplares que demonstraram que, apesar de terem sofrido as mesmas tentações da carne, a mesma hostilidade e o desprezo do mundo pagão, no entanto, com a graça de Cristo, levaram uma vida feliz na castidade, no matrimônio cristão e na família. A fé, a fé católica e apostólica, pura e integral, vencerá o mundo (cf. 1 João 5, 4).

fonte: http://catolicismo.com.br/materia/materia.cfm/idmat/52D4CCAD-0B7E-1C4B-6FD978453C680F73/mes/Janeiro2015


sexta-feira, 22 de março de 2013

O mundo está pronto para o anti-Cristo



Se viver mergulhado no mundo não leva ninguém para o inferno, pergunto: porque a porta do céu é tão estreita? Porque N. Senhor insiste com essa idéia, ao dizer que é mais fácil um camelo entrar no fundo de uma agulha do que um rico entrar no céu? É claro que não se trata aqui, apenas de um homem que possui muitos bens. Rico é aquele apegado às coisas, aos bens materiais, ao conforto, ao mundo. Um homem que centraliza sua vida nas coisas desse mundo. Fica, de fato, quase impossível entrar no céu carregado de tantos apegos, vaidades, orgulhos e vícios.

Do seu lado, os santos insistem sempre: levem uma vida piedosa; o católico deve guardar sua vista, seus sentidos para evitar todo pecado; vivam com modéstia, na castidade.

Não é bem esta a prática atual, onde os católicos não diferem em nada dos mundanos. Assistem aos mesmos programas de televisão, freqüentam os mesmos shows, as mesmas festas; gastam seu dinheiro no mesmo comércio anunciado pela mídia: Natal com Papai Noel, Páscoa com ovos e coelhinhos, e essa gama impressionante de festas inventadas para ocupar o lugar das tradicionais festas religiosas e dos santos: dia das mães, dia dos pais, dia dos namorados, dia da criança, dia do zumbi, dia do black power, dia das bruxas... Quando acabaram com os feriados nos dias santos de guarda, diziam que atrapalhava o trabalho. Como mentem! Mentem e manipulam as cabeças de todos, mesmo daqueles que lêem jornais cults todos os dias e compram o "Código da Vinci". Grandes culturas! São porquinhos mansos indo pelo curral em direção à morte. E não percebem nada.




O resultado é catastrófico. Nada ficou de pé na nova civilização. Não somente a Igreja Católica foi alijada de qualquer influência no pensamento moderno[2], como a simples prática das virtudes naturais perdeu qualquer respaldo. Se perguntarmos como vivem os homens deste nosso século, logo teremos uma lista das novas atitudes:

- o reino do erro livre, onde todos têm razão e ninguém é dono da verdade porque expulsaram a verdade. Expulsaram das suas vidas a autoridade divina, pois todas as religiões passam a se valer; expulsaram a autoridade paterna, pois um pai não pode mais corrigir seu filho, educá-lo na prática das virtudes condenando seus erros. O mundo onde cada qual constrói sua própria verdade é um mundo esquizofrênico. Como a inteligência humana se alimenta da verdade dos objetos que conhece, entra em colapso quando é forçada a criar verdades de dentro para fora, sua própria consciência passando a dar vida às coisas, o que é propriamente “tornar-se como deuses”.[3]



- o reino da desonestidade livre, pois é evidente que não cabe no mundo tantas verdades individuais opondo-se umas às outras. Por isso o colapso da verdade gera o ódio, a guerra, inimizades. Não pensem que algum tipo de governo ou de partido poderá escapar da corrupção. Ela é endêmica, faz parte essencial da vida onde a liberdade é deusa. Lá onde a verdade movia os homens ao amor, temos hoje o erro movendo os homens ao ódio. Na política como dentro das empresas, nas famílias como no mundo jurídico.

- o reino da infidelidade livre, pois a falsa noção de verdade e o falso amor geram uma relação social evolutiva, chacoalhante, em constante movimento. Nada fica de pé, nada tem aparência de duração, de solidez, de eternidade. Neste mundo não há lugar para a família. Por isso podemos dizer que o Divórcio foi a bomba de retardo lançada no mundo todo, que detonou a seu tempo sobre os alicerces da família, base da antiga sociedade.


Tudo isso está invadindo as casas há mais de cinqüenta anos, sem que os católicos reajam. O liberalismo já tinha minado as bases da família. Poderíamos dizer que o liberalismo fez o trabalho de sapa e a liberdade enlouquecida fez o trabalho de restauração da casa destruída, com novas bases. O pior de tudo não é o mundo ser assim; o pior é ver os católicos vivendo no meio disto sem enxergar; cegos, surdos, sem forças, marionetes burrificadas por cinqüenta anos de estupidez televisiva.


O que me interessa nestas linhas é que os verdadeiros católicos tenham consciência do perigo que correm se mergulharem no mundo. Se acharem que podem viver com estes critérios que lhes são impostos, correm o grave risco de serem enganados pelo grande líder, quando este chegar. Algumas pessoas poderiam objetar que podemos conviver com todos e permanecermos católicos. Mas eu os alerto para essa diferença radical entre o mundo de hoje e o mundo de cinqüenta anos atrás: lá, no final da civilização cristã, ainda era possível viver assim porque os homens tinham aquele critério da prática das virtudes, para suas próprias vidas e para os seus filhos.


 Mas hoje já não é assim. Portanto, estejam armados, de espada em punho, pois aquele que não combater, que não desviar seu pensamento das falsas idéias, que não fugir das práticas absurdas, blasfematórias, ultrajantes para Deus e sua Igreja, pode enredar-se na fina malha que já foi lançada sobre os homens e que os arrasta para o reino do Anti-Cristo, que não é outro que o reino das trevas. Está na hora de reler algumas páginas dos santos e doutores da Igreja:
Estas são as marcas da vinda do Anti-Cristo:
Quando os velhos não tiverem nem bom senso nem prudência,
Quando os cristãos estiverem sem fé,
Quando o povo estiver sem amor,
Quando os ricos forem sem misericórdia.
Quando os jovens não tiverem respeito,
Quando os pobres forem sem humildade,
Quando as mulheres tiverem perdido o pudor,
Quando, no casamento, não houver mais continência,
Quando os clérigos forem sem honra e sem santidade,
Quando os religiosos não tiverem verdade nem austeridade,
Quando os bispos não se inquietarem de sua administração e não tiverem piedade,
Quando os mestres da terra não tiverem misericórdia nem liberdade
”.[6]
fonte: http://www.capela.org.br/Artigos/anticristo.htm


quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Mulher moderna





observação: vídeo impróprio para menores de 16 anos.






ou melhor dizendo...

Mulher pagã.



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Significado de Concupiscência

s.f. Inclinação a gozar os bens terrestres, particularmente os prazeres sensuais.
Ganância por propriedades materiais.
Aspiração por satisfações sexuais.

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Efésios, 2
1. E vós outros estáveis mortos por vossas faltas, pelos pecados

2. que cometestes outrora seguindo o modo de viver deste mundo, do príncipe das potestades do ar, do espírito que agora atua nos rebeldes.

3. Também todos nós éramos deste número quando outrora vivíamos nos desejos carnais, fazendo a vontade da carne e da concupiscência. Éramos como os outros, por natureza, verdadeiros objetos da ira (divina).

4. Mas Deus, que é rico em misericórdia, impulsionado pelo grande amor com que nos amou,

5. quando estávamos mortos em conseqüência de nossos pecados, deu-nos a vida juntamente com Cristo - é por graça que fostes salvos! -,

6. juntamente com ele nos ressuscitou e nos fez assentar nos céus, com Cristo Jesus.

7. Ele demonstrou assim pelos séculos futuros a imensidão das riquezas de sua graça, pela bondade que tem para conosco, em Jesus Cristo.

8. Porque é gratuitamente que fostes salvos mediante a fé. Isto não provém de vossos méritos, mas é puro dom de Deus.

9. Não provém das obras, para que ninguém se glorie.

10. Somos obra sua, criados em Jesus Cristo para as boas ações, que Deus de antemão preparou para que nós as praticássemos.

11. Lembrai-vos, pois, de que outrora vós, gentios por nascimento - que sois chamados incircuncisos por aqueles que se dizem circuncida dos, os que levam na carne a circuncisão feita por mãos humanas -,

12. lembrai-vos de que naquele tempo estáveis sem Cristo, sem direito da cidadania em Israel, alheios às alianças, sem esperança da promessa e sem Deus, neste mundo.

13. Agora, porém, graças a Jesus Cristo, vós que antes estáveis longe, vos tornastes presentes, pelo sangue de Cristo

domingo, 13 de janeiro de 2013

Católico pode ser cremado?




A Igreja não proibe a “cremação dos cadáveres”, porque seja intrinsecamente mau, mas porque vai contra a tradição dos judeus, continuada desde o princípio pelos cristãos; e porque a sua origem e o seu fim são mais que suspeitos: deram-lhe começo os anticristãos, com o sacrílego intuito de destruir a crença na imortalidade da alma e na ressurreição do corpo.
Roma publicou 3 “decretos” contra a “cremação”.

No 1° a 16 de Maio de 1886, proíbe aos católicos, que se filiem em “sociedades de cremação” e que ordenem que seus corpos sejam queimados.
No 20, a 15 de Dezembro do mesmo ano de 1886, priva de enterro religioso o católico que o faça.

No 30, a 27 de Julho de 1892, proíbe aos sacerdotes administrar-lhes os últimos sacramentos.

O “Santo Ofício” proibiu por estes 3 “decretos” a “cremação”, não porque ela seja contrária à lei natural 011divina, mas “como prática pagã detestável introduzida por homens de fé duvidosa”, para desfazer na reverência que os católicos têm aos mortos.

Era prática constante dos judeus enterrar os seus mortos na terra, ou em túmulos de pedra (Gen. 15, 15; 23, 19).
Olharam sempre a “cremação” com horror (Amos, 2, 1), e só a prescreviam como pena, em certos casos flagrantes de imoralidade (Gen. 28, 24) ou de saques privados, em tempo de guerra (Jos. 7, 15).
A Igreja Católica adotou este costume judaico desde os seus primórdios, e denunciou “a cremação como costume cruel e atroz” (Tertul.: De Anima, 51; Min. Felix: Octavius, 11; Orig.: Contra Cels. 5,23).
Os Santos Padres baseavam o costume judaico e cristão de enterrar os mortos no dogma da
ressurreição do corpo e no respeito que se lhe deve, por ter sido templo do Espírito Santo (I Cor. 3,16; 6, 19).

A primeira tentativa, nos tempos modernos, para ressuscitar a “cremação”, f01 feita pelos
neopagãos do “Diretório Francês” no quinto ano da República.
O projeto não teve acolhimento favorável, apesar de fazer parte do programa revolucionário contra a doutrina, leis e costumes cristãos.
Alguns, depois de terem lavado já as mãos no sangue de sacerdotes, abolido a Missa e o Domingo, inventado o novo culto da Razão, advogaram a “cremação”, para mais facilmente destruir as “superstições” da imortalidade da alma e da ressurreição do corpo.

O mundo teve de esperar mais cerca de 75 anos por uma segunda tentativa para introduzir a
“cremação”.

Era mister que a incredulidade aprofundasse mais as suas raízes na Europa.
Esta segunda tentativa teve mais êxito, do que a primeira.
Começou em Pádua em 1872.
Em seguida às primeiras “cremações” os anticatólicos começaram a fundar “sociedades de
cremação” em toda a parte e a defender a sua prática em centenas de livros e folhetos.
A razão deu-a Ghisleri no seu “AImanacco dei Liberi Muratori”; Os católicos têm muita razão em se oporem à “cremação”. Esta purificação dos mortos pelo fogo abala o predomínio das suas fundações, baseado no terror de que cercam a morte.

Outro maçom anticatólico, Gorini, escreveu no seu livro “Purificazione dei Morti”: “A nossa tarefa não termina com a cremação do corpo; queremos destruir e queimar também a própria
superstição”.

E depois de advogar ou propor que se vendam as cinzas aos lavradores, acrescenta: “O resultado seria que este material reencarnaria parcialmente nos corpos dos milaneses. É a única ressurreição do corpo que a ciência reconhece”.
Frases semelhantes apareceram com frequência durante 15 anos na imprensa italiana, como que provocando a Igreja a condená-la.

Se a “cremação” fosse adotada, não teriam mais razão de ser nos funerais religiosos muitas orações e cerimónias muito belas e muito significativas.


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Fonte: Livro “Caixa de Perguntas” do Pe. Bertrand L. Conway, C.S.P.
Extraído do blog: Associação Cultura Santo Tomás



Deuteronômio, 18

10. Não se ache no meio de ti quem faça passar pelo fogo seu filho ou sua filha, nem quem se dê à adivinhação, à astrologia, aos agouros, ao feiticismo,
11. à magia, ao espiritismo, à adivinhação ou â invocação dos mortos,
12. porque o Senhor, teu Deus, abomina aqueles que se dão a essas práticas, e é por causa dessas abominações que o Senhor, teu Deus, expulsa diante de ti essas nações.