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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Lei HR 3590 e 4872: deverão ser marcados todos os cidadão americanos. Apocalipse - 666.

O estreitamento chips implantados em humanos

Por Lourdes S. Payan



Más cerca los chips implantados en humanos
"Um chip é um circuito integrado que pode ser utilizado no tecido subcutâneo para vários fins que vão desde o controlo da polícia ou de saúde, para o ambiente de terapias para certos pacientes. A tecnologia está fazendo o seu caminho no campo da biointegração tecnológico de estranhos, elementos eletrônicos ou ópticos, armazenados ou fornecer informações sobre nós. Mas as barreiras legais ou éticas, onde estão? Os microchips são aproximadamente do tamanho de um grão de arroz e são baseados em uma tecnologia passiva, NWO, uma revolução tecnológica que também pode representar muitos avanços no campo da medicina, a evolução do consumo, mas principalmente o controle sobre a cidadãos. Nesta história de Lourdes S. Payan encontrar todas as respostas para tão excitante tema quente.
Los chips subcutáneos son del tamaño de un grano de arroz. Por otra parte, la empresa MC10 está trabajando en una amplia gama de
Fritas subcutâneas são do tamanho de um grão de arroz. Além disso, a empresa MC10 está trabalhando em uma ampla gama de "tattoo inteligente" para ser capaz de fazer coisas incríveis e querem integrar smartphones.



Lei dos Estados Unidos Saúde

Obama aprova uma nova lei HR 3590 e também 4872 que, entre outras coisas exige que todos os cidadãos norte-americanos têm o RIFD implantado. 

RFID (Radio Frequency IDentification sigla em espanhol Radio Frequency Identification) é um sistema para armazenar e recuperar dados remotamente usando tags, cartões, transponders ou dispositivos chamados de tags RFID. O objetivo fundamental da tecnologia RFID está a transmitir a identidade de um objeto (semelhante a um número de série único) através de ondas de rádio. Tecnologias RFID são agrupados sob o chamado ID Auto (identificação automática, ou identificação automática). 

Esta medida demora mais tempo a ser lançados nos últimos anos nos Estados Unidos e em outros países em segredo;como um experimento também foi implementado voluntariamente em todo o mundo para localizar o animal de estimação em falta e ainda é usado mesmo após o descontentamento de muitos proprietários que relataram câncer em animais de estimação após o implante do chip. Alguns cidadãos fazê-lo voluntariamente e em algumas escolas na América do Sul e um implantado no uniforme para os alunos a ter mais controle sobre o mesmo chip leva. 

A nova lei apoiado por Obama e pelo Congresso daquele país, indicando, entre outras obrigações, o cidadão norte-americano usa um chip como medida de precaução, de acordo com as marcas do governo, que conterá todas as informações da pessoa, é um banco de dados em que você pode aprender tudo sobre a pessoa e data de nascimento, tipo de sangue, estado civil, endereço, doenças que atingem e, claro, contas bancárias, entre muitos mais, ainda mencionou que o chip foi preparado muito completo e testado bem antes de animais, mesmo nenhuma informação sobre um experimento que foi realizado com sucesso em um touro selvagem que recebeu uma injeção de um protótipo do chip, o touro que mostrou grande selvageria, ele permaneceu passivo ao receber impulsos elétricos através de um controle remoto. 

Precisamente este é o truque que está jogando na implementação de todo esse controle da tecnologia: fácil aceitação por parte das gerações mais jovens. 

Um bom exemplo disto que estamos vendo nos parques americanos próprias atrações, que estão sendo implementados todos os tipos de mecanismos de controle, tais como scanners de impressão digital biométrico. 

"A previsão é de que o FBI compilou 52 milhões de imagens faciais para 2015". Em outras palavras, em poucos anos, o FBI vai ser capaz de identificar e monitorar qualquer pessoa andando na rua apenas gravá-lo com algumas das milhares de câmeras já monopolizar cidades norte-americanas, de acordo com o Programa "Next Generation Identification" 

Sistema de saúde dos EUA 

Para ser tratada em um hospital que você deve tomar o chip implantado com o qual ele irá identificá-lo e ver o seu número de segurança social e de seu histórico médico. (A coisa mais importante é o seu posicionamento) e assim todo o povo norte-americano (em primeiro lugar, e, em seguida, promovê-la globalmente), desta forma, a América vai ser a primeira nação do mundo a exigir que todos os seus cidadãos têm o implante subcutâneo identificação microchip (RFID). 

Requisitos de implementação Sec 2521, Página 1000 -.. O governo vai estabelecer um registro do dispositivo National Medical 


Cobertura de saúde HR 3200 (Healthcare Bill HR) 3200: 

Seção 1001-1008 "Registro Nacional de Dispositivos Médicos". 

Página 1006 ", a ser implementado no prazo de 36 meses de validade". 

Página 503 "... vigilância de dispositivos médicos" Por que o governo usaria a palavra "monitoramento" quando se refere aos cidadãos? 

A definição de "vigilância" é o monitoramento do comportamento, atividades ou outras informações mudando, geralmente de pessoas e sempre secretamente. Em teoria, a intenção de agilizar os cuidados de saúde e eliminar a fraude através de "cobertura de saúde fichas" parece correto. Mas a única superpotência do mundo (América, por agora) mandato do uso (Página 1006) de um dispositivo implantável é aterrorizante. 

¿Microchips incluído na lei de cobertura médica? 

O ex-ministro da Saúde e Serviços Humanos (HHS), Tommy Thompson, que atuou no primeiro mandato do governo Bush, se juntou ao conselho de administração da Applied Digital. Digital Aplicada como todos sabem é o proprietário do VeriChip. 

O novo sistema de saúde. (VeriChip, implantes de RFID Humanos) 


Implant Vírus Humano Detecção Verichi 




MEXICO 

A Procuradoria Geral do México e de altos funcionários receberam implantes VeriChip que lhes dá acesso a áreas de segurança em sua sede e no próximo na fila para ser quebrado, alegadamente, as forças armadas e da polícia do país será. 

O distribuidor de VeriChip, Solusat, também anunciou um acordo com a Fundação Nacional das crianças raptadas e desaparecidos no México Research, para promover microchipping em crianças do país. 

Agora, a empresa VeriChip mudou seu nome depois de uma enxurrada de publicidade negativa e se tornou um defensor para o que eles chamam de "sistemas de detecção biológica" chamados PositiveID. 

Outras empresas também estão a comercializar implantes de microchips e os pesquisadores estão trabalhando para integrar com a tecnologia GPS. A previsão é que, quando eles chegam, os produtos ganharam um grande mercado internacional. 

ESPANHA 

Em Espanha, todos têm as impressões digitais armazenados em nossos anos DNI, algo que os cidadãos de outros países representam uma intromissão inaceitável na sua privacidade e ainda assim parece que a coisa mais normal do mundo. 

Se neste momento alguém acredita que esses sistemas de controlo não deve estender-se para a Europa e dentro de uma década os outros países do mundo está a ter um problema sério com a sua criatividade, você só tem que visitar outras cidades. Em todos eles vão encontrar computadores, Internet, smartphones, tablets, McDonalds, Coca-Cola, VISA e Mastercard, Starbucks, Zara, Ikea, Nike ,. 



ADVERSÁRIOS dessas tecnologias 

Há muitos, aqueles que se opõem a que está oculto ou mascarado desses avanços, ir contra a Mãe Natureza nunca deixou rentável para os seres humanos, de acordo com Katina Michael "associado com o professor da Universidade de Wollongong, microchips RFID são, essencialmente, um identificador apenas incorporado em seu corpo, e como sabemos, os números podem ser roubados e os dados podem ser hackeado. Incorporando um problema do computador externo no corpo humano é cheio de perigos. 

¿TERMINREMOS Sendo máquinas apenas com base biológica? 


Há muitos cidadãos que se opõem ao uso do chip, até mesmo alguns grupos religiosos profecias bíblicas falam de onde esses sistemas são mencionados, mas não são apenas os opositores religiosos, mas também alguns estudiosos, psicólogos, sociólogos e intelectuais em geral, que são objectivamente investigando alguns dos seus usos e suas conseqüências, foi publicado em vários meios de comunicação, que são entre outros objectivos do chip na próxima década, já que muitos não tenham sido divulgados abertamente. 

 Então, se algo suspeito em um cidadão, poderá ser desativado o chip a qualquer momento então o cidadão praticamente deixará de existir, pelo menos na sociedade, será como uma espécie de marginalizado ou mesmo não poderá comprar. Acho assustador e louco. A informação é veiculada a muitos anos, e está na dose necessária para tirar nossas próprias conclusões, e que nada passa despercebido, e na história do cinema tem havido muitos filmes que nos deram sinais, "O Quinto Elemento", por exemplo ele nos deixou sem um traço e nenhum dedo precisamente. 
El nuevo DNI español con chip permite incorporar infinidad de datos personales, incluyendo radiografías, informes médicos y las veces que se sale o entra del territorio nacional.
O novo chip de identificação espanhol pode incorporar miríade de dados pessoais, incluindo raios-x, relatórios médicos e do momento em que sai ou entra no país.
fonte: http://www.elmundofinanciero.com/






terça-feira, 2 de setembro de 2014

A Profecia que se cumpre no Brasil: “A Rússia espalhará os seus erros pelo mundo”

Se confirmaram as profecias de Fátima, que advertem: se os homens não se emendarem, a Rússia espalhará os seus erros pelo mundo!

Importa, pois, em alto grau, interpretar ainda mais atual as Mensagens da A Palavra Viva de DEUS de forma autêntica, para que os espíritos se mantenham lúcidos, vigilantes e corajosos diante de acontecimentos extraordinários que possam advir.


Para os que têm fé, ressoarão sempre aos seus ouvidos as palavras de Nossa Senhora em Fátima: “Por fim, o meu Imaculado Coração triunfará!”.(2)


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A cruzada religiosa do Kremlin

ESCRITO POR ION MIHAI PACEPA | 30 ABRIL 2013
ARTIGOS – MOVIMENTO REVOLUCIONÁRIO



Ex-agente soviético afirma: “Khrushchev nomeou “Teologia da Libertação” a nova religião criada pela KGB.”


Novas revelações dos arquivos da KGB sugerem que a “Teologia da Libertação” foi mais bem sucedida que nos sonhos mais ousados de Khrushchev.

Há tempos o Kremlin usa a religião para manipular as pessoas. Os governantes soviéticos apaziguaram a população com a KGB, mas eles sonhavam com a revolução mundial. Depois que a casa já tinha sido acalmada, então eles encarregaram a KGB de trabalhar – através da igreja – para ajudar o Kremlin a expandir sua influência na América Latina. Desde Pedro, o Grande, os czares russos conservam a obsessão de encontrar um meio para entrar no Novo Mundo.

Criar um exército secreto de inteligência formado por servos religiosos, e utilizá-lo para promover os interesses do Kremlin no exterior, foi um trabalho importante para a KGB ao longo dos 27 anos em que fiz parte dela. Centenas de religiosos que não cooperavam foram assassinados ou enviados para os Gulags. Os complacentes foram utilizados. Como não era permitido aos padres serem agentes da KGB, eles assumiram a condição de cooptador ou de agente disfarçado. Um cooptador recebia privilégios da KGB (promoções, viagens internacionais, cigarros e bebidas importados, etc.). Um agente disfarçado gozava dos mesmos privilégios, além de receber um salário suplementar secreto de acordo com a sua posição real ou imaginária na KGB. Para preservar o sigilo, todos os padres que se tornaram cooptadores ou agentes disfarçados eram conhecidos, dentro da KGB, apenas pelos seus codinomes.

 Em 1971, a KGB o enviou a Genebra (Suíça) como representante da Igreja Ortodoxa Russa no Conselho Mundial de Igrejas (CMI), a maior organização ecumênica internacional depois do Vaticano, que representa aproximadamente 550 milhões de cristãos de várias denominações em 120 países. ( N. do E.: O Conselho Mundial de Igrejas (CMI), desde que surgiu, representa apenas os inúmeros agentes da esquerda infiltrados em denominações cristãs diversas, que, com o apoio de milhares de idiotas úteis, endossam e fomentam, além do mais relativista e caótico liberalismo teológico, movimentos subversivos de toda espécie, incluindo aí terroristas, bem como toda a agenda do marxismo cultural: aborto, gayzismo, feminismo, etc.) 

O objetivo era usar sua posição no CMI para espalhar a doutrina da Teologia da Libertação – um movimento religioso marxista que nasceu na KGB – pela América Latina

Em 1975, a KGB infiltrou “MIKHAYLOV” no Comitê Central do CMI, e em 1989 a KGB o apontou como presidente de relações internacionais do patriarcado russo – posições que ele mantinha quando foi “eleito” patriarca. De fato, no seu discurso de posse ”MIKHAYLOV” anunciou que fundaria canais de televisão religiosos na Rússia que fariam transmissões internacionais.

O Brasil, a décima maior economia do mundo, parece estar seguindo os passos do seu governante marxista, Lula da Silva, que em 1980 criou o “Partido dos Trabalhadores” (PT), um clone do Partido Trabalhador da Romênia Comunista. Com a recente inclusão da Argentina, onde a presidente, Christina Fernandez de Kirchner, está conduzindo o país a uma dobra marxista, o mapa da América Latina aparece, sobretudo, em vermelho.

fonte: http://homemculto.com/com-lula-e-pt-no-governo-a-comunista-teologia-da-libertacao-chega-ao-poder-no-brasil-igreja-da-libertacao-chegou-ao-poder-entrevista-historica-de-leonardo-boff/

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CEBs: sovietes para o programa Fome Zero?

Como braço organizado da Teologia da Libertação, surgiram as CEBs (Comunidades Eclesiais de Base), que são pequenos grupos formados por iniciativa do clero e de agentes pastorais, em torno das paróquias e capelas.

Sobre elas, a TFP publicou um esclarecedor estudo intitulado As CEBs... das quais muito se fala, pouco se conhece – A TFP as descreve como são.

O termo Comunidade de Base, segundo D. Miguel Balaguer, Bispo de Tacuarembó (Uruguai) na década de 80, tem uma curiosa explicação: “[...] Agora elas foram batizadas com o nome de ‘comunidades de base’; expressão inspirada na terminologia marxista, equivalente a soviete”.11

Recentemente foi noticiado que Frei Betto está articulando a ajuda dessas CEBs ao Programa Fome Zero. Não se sabe ainda como será esse auxílio, mas há algumas informações preocupantes a respeito.

Em entrevista à imprensa, o ministro Extraordinário de Segurança Alimentar e de Combate à Fome, José Graziano, afirmou: “Na nossa concepção, não importa a fiscalização de como foi feito o gasto. O que importa é a organização popular que uma ação como a do Cartão-Alimentação promove. [...] Cria um embrião de organização local: os comitês gestores”.12

Esses objetivos do Governo valeram um editorial da “Folha de S. Paulo”, que apontou o caráter autoritário do projeto Fome Zero: “Seria mais simples e digno reconhecer como desastrosa a idéia de que os pobres que fazem jus ao benefício têm de ser tutelados por conselhos gestores (de inspiração cubana?) ou por quem quer que seja”.13

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O Brasil encontra-se diante de um novo e apreensivo panorama: a presença ostensiva de alguns dos mais exacerbados próceres da Teologia da Libertação em posições importantes do novo governo.

O eleitorado brasileiro, cujo conservadorismo foi reconhecido até por políticos e jornalistas dos mais variados matizes, vê agora a mais esquerdista tendência do progressismo católico assumir uma posição de grande destaque na direção do País. Não era isso que ele esperava.


fonte: http://www.catolicismo.com.br/materia/materia.cfm?IDmat=457&mes=abril2003&pag=2

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A Crise na Igreja: O que disseram os Papas

O Papa São Pio X, na encíclica em que condenou o modernismo (precursor do progressismo), advertiu que “os fautores do erro [...] se ocultam no próprio seio da Igreja, [...] por assim dizer nas próprias veias e entranhas dela”(*).

Nesse mesmo sentido, advertiu Paulo VI: “A Igreja atravessa hoje um momento de inquietude. Alguns praticam a autocrítica, dir-se-ia até a auto-demolição. [...] A Igreja é golpeada também pelos que dela fazem parte”(**). O mesmo pontífice afirmou ter a sensação de que “por alguma fissura tenha entrado a fumaça de satanás no templo de Deus”(***).

Também João Paulo II, em diversas ocasiões, tem-se referido aos problemas do mundo moderno e à sua relação com a tempestade que se abate sobre a Santa Igreja. Em alocução aos Religiosos e Sacerdotes participantes do I Congresso Nacional Italiano sobre o tema “Missões ao Povo para os Anos 80”, em 6-2-81, ele traçou um panorama sombrio da situação da Igreja, afirmando que muitos destes problemas incluem a difusão de “verdadeiras e próprias heresias, no campo dogmático e moral, criando dúvidas, confusões e rebeliões; alterou-se até a Liturgia”.

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(*) Encíclica Pascendi Dominici Gregis, de 8/9/1907, Ed. Vozes, Petrópolis, 1959, p. 4.

(**) Alocução aos alunos do Seminário Lombardo — Insegnamenti di Paolo VI, Tip. Pol. Vaticana, vol. VI, p. 1188, apud Plinio Corrêa de Oliveira, G. A. Solimeo, L. S. Solimeo, “As Cebs...”, p. 71.

(***) Alocução de 29-6-72 — Insegnamenti...”, vol. X, p. 707, apud. op. cit., p. 71.


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Em 1980, a situação relacionada a Teologia da Libertação já estava quase fora do controle. Vocês já viram o João Paulo II ser vaiado? Pois na Nicarágua ele foi, a ponto de não poder continuar o seu discurso. Em sua visita ao país, em 1983, o beato foi hostilizado pelo povo por condenar a participação de clérigos na revolução sandinista (governo comunista).

Antes disso, ao botar os pés no aeroporto de Manágua, o Papa deu uma bronca no padre Ernesto Cardenal, metido até o pescoço com o governo sandinista.




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Nota: conferir a Mensagem recebida pelo profeta Pedro II no grande livro A Palavra Viva de DEUS no dia 10/01/2006.

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domingo, 31 de agosto de 2014

Após as eleições o Brasil terá novas surpresas: terríveis para os católicos.



O que nos espera após a eleição - *[Dilma, Aécio ou Marina]

Em 26 de agosto de 2010, a Comissão Episcopal Representativa do Regional Sul 1 da CNBB acolheu e recomendou a “ampla difusão” do documento intitulado “Apelo a todos os brasileiros e brasileiras”, elaborado pela Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1, alertando a população sobre a agenda abortista do Partido dos Trabalhadores. Na ocasião, o documento recebeu o pleno apoio de diversos bispos, entre eles Dom João Wilk, Bispo Diocesano de Anápolis.

Infelizmente a candidata do PT foi eleita presidente da República e pudemos presenciar quatro anos de investidas da cultura da morte. Foi durante o seu governo que o Supremo Tribunal Federal (cujos ministros em sua maioria foram nomeados por Lula ou Dilma), usurpando função do Congresso Nacional, legalizou a “união estável” de pessoas do mesmo sexo e o aborto de crianças anencéfalas. Foi durante o governo Dilma (junho de 2012) que o Ministério da Saúde anunciou que iria “restringir os danos” do aborto através da oferta às mulheres do abortivo misoprostol (Cytotec) e do atendimento hospitalar às gestantes após terem provocado aborto em si mesmas. O plano, porém, foi barrado pela bancada pró-vida do Congresso Nacional, que solicitou ao Ministério da Saúde informações sobre o contrato celebrado – e várias vezes prorrogado – com a Fundação Osvaldo Cruz para “despenalizar o aborto no Brasil”.

Em 1º de agosto de 2013, logo após a saída de Papa Francisco do nosso país,





 Dilma sancionou a Lei 12.845/2013, que “dispõe sobre o atendimento obrigatório e integral de pessoas em situação de violência sexual”. Essa lei, que ficou conhecida com Lei Cavalo de Tróia, tinha sido proposta em 1999 pela deputada petista Iara Bernardi (PT/SP), mas foi o Ministro da Saúde Alexandre Padilha que em 20/02/2013 pediu ao presidente da Câmara deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB/RN) que votasse e aprovasse a proposta em regime de urgência, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher. 
O texto foi aprovado às pressas, tanto na Câmara como no Senado, sem que os parlamentares pudessem perceber que, na verdade, o único objetivo da proposição era expandir o aborto ilegal por todo o país[1]. Com a lei agora em vigor, “todos os hospitais da rede integrante do SUS” deverão fornecer às (supostas) vítimas de violência a informação falsa de que elas têm direito ao aborto e deverão indicar “todos os serviços sanitários” disponíveis para praticá-lo. Para “regulamentar” a lei de expansão do aborto ilegal, o Ministério da Saúde, editou a Portaria n. 415, de 21 de maio de 2014, que “inclui o procedimento interrupção da gestação / antecipação terapêutica do parto previstas em lei (!?) e todos os seus atributos na Tabela de Procedimentos, Medicamentos, Órteses/Próteses e Materiais Especiais do SUS”[2]. Para cada aborto ilegal a portaria prevê o financiamento de R$ 443,40, a serem extraídos dos nossos impostos. Talvez percebendo o impacto negativo dessa portaria sobre a população neste ano eleitoral, o governo resolveu revogá-la por meio da Portaria 437, de 28 de maio de 2014[3]. Comentando sobre a Lei 12.845/2013, que continua em vigor, Dilma disse que ela passou a garantir que o “atendimento” (que inclui o abortamento) seja “imediato e obrigatório” em todos os hospitais do SUS[4]. Em caso de reeleição, porém, o Ministério da Saúde deve editar uma nova portaria para “regulamentar” a lei de expansão do aborto ilegal. É o que pensa a União de Juristas Católicos de São Paulo: 



A União dos Juristas Católicos de São Paulo (UJUCASP) 

      prevê que após as eleições, na eventualidade da reeleição da presidente Dilma Rousseff, os brasileiros serão surpreendidos com uma nova portaria do Ministério da Saúde regulamentando o aborto nos hospitais conveniados com o SUS. A advertência foi realizada durante a reunião ordinária da entidade, que ocorreu na manhã de segunda-feira, 9 [de junho]. Segundo o Dr. Ives Gandra Martins, presidente da entidade católica que atualmente reúne 80 sócios entre desembargadores, juízes e advogados, “não devemos nos iludir com a revogação da portaria 415 por parte do Governo Federal, que pressionado pela má repercussão política da medida, atuou em modo de evitar desgaste político eleitoral”. 

 Existem atualmente em trâmite no Congresso Legislativo cerca de seis diferentes projetos de lei que visam regulamentar a matéria do aborto no Brasil. Em parte, o efeito político negativo se deu porque a Portaria 415 do Ministério da Saúde foi baixada a revelia do debate que ocorre no Legislativo. ‘Na eventualidade de ser veiculada nova portaria após as eleições, os projetos em tramitação no Congresso Nacional simplesmente perderão relevância em face do fato consumado, sem passar pelo necessário debate público’, explicou o jurista[5]

 O deputado Eduardo Cunha (PMDB/RJ), depois de ter pedido publicamente perdão por ter votado pela aprovação da Lei 12845/2013, apresentou um projeto para revogá-la. É o Projeto de Lei 6033/2013. O deputado Givaldo Carimbão (PROS/AL) apresentou um requerimento de urgência para a votação do PL 6033/2013. Espera-se que o requerimento e o projeto sejam logo postos na pauta do plenário. 

Um decreto pró-totalitarismo 

 A agenda abortista do PT seria muito mais facilmente posta em prática se não houvesse a oposição do Congresso Nacional. O Decreto 8243, assinado pela Presidente Dilma em 23 de maio de 2014, pretende, na opinião do jurista Ives Gandra, tornar inexpressivo o Congresso Nacional e aparelhar o Executivo com movimentos sociais aliados do governo (por exemplo, o MST e a UNE)[6]

Esse decreto institui a Política Nacional de Participação Social (PNPS) e o Sistema Nacional de Participação Social (SNPS)[7]. Tudo isso para “consolidar a participação social como método de governo” (art. 4º, I), fortalecendo a “atuação conjunta entre a administração pública federal e a sociedade civil” (art. 1º, caput). No conceito de “sociedade civil” estão incluídos os “movimentos sociais institucionalizados ou não institucionalizados” (art. 2º, I). 

Serão criados “conselhos” e “comissões” de políticas públicas, compostos por “representantes eleitos ou indicados pela sociedade civil” (art. 10, I; art. 11, I). Não se diz o modo como se dará essa eleição ou indicação, mas certamente não será pelo “sufrágio universal” nem pelo “voto direto e secreto, com valor igual para todos” (art. 14, caput, CF), como prevê nossa Constituição. 

Segundo editorial do jornal O Estado de S. Paulo, “a mensagem subliminar em toda essa história é a de que o Poder Legislativo é dispensável”[8]. Com a intenção de sustar os efeitos desse decreto pró-totalitarismo, o senador Álvaro Dias (PSDB/PR) apresentou em 2 de junho de 2014 o Projeto de Decreto Legislativo n. 117 (PDS 117/2014). O relator da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, Senador Pedro Taques (PDT/MT), deu parecer favorável ao projeto. Aguarda-se a entrada na pauta para votação.

Deus se compadeça de nós. [1]

Falo em aborto ilegal por redundância, uma vez que no Brasil, todo aborto é proibido por lei. O artigo 128, II do Código Penal contém apenas uma escusa absolutória, ou seja, uma não aplicação da pena após o delito consumado quando a gravidez resulta de estupro, mas nunca uma permissão prévia para abortar. [2] http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=22/05/2014& jornal=1&pagina=60&totalArquivos=104 [3] http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=1&pagina=40& data=29/05/2014 [4] http://oglobo.globo.com/brasil/dilma-defende-aborto-na-saude-publica-por-motivos-medicos-legais-12712379 [5] 

Padre Michelino ROBERTO. União dos Juristas Católicos de São Paulo adverte: ‘Teremos surpresas após as eleições’, O São Paulo, Edição 3006 - 10 a 16 de junho de 2014, p. 11. [6] http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2014/06/1467665-ives-gandra-da-silva-martins-por-um-congresso-inexpressivo.shtml [7] http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Decreto/D8243.htm [8] http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,mudanca-de-regime-por-decreto-imp-,1173217
fonte: http://www.providaanapolis.org.br/


Note: o título foi alterado do original, pois acredito que independente de quem ganhar a eleição, seguirá com a cartilha da nova ordem mundial, da cultura da morte e dos acordos pré-estabelecidos para ganhar a corrida pelo poder.
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LEMBRANDO

Golpe do PT - enquanto tu grita gol - eles implantam o comunismo

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Golpe do PT - enquanto tu grita gol - eles implantam o comunismo

Decreto do PT vai implantar a ditadura no Brasil.






Seus direitos, neste exato momento, estão sendo roubados, solapados, diminuídos. A menos que você seja um membro do MTST, do MST, de uma dessas siglas que optaram pela truculência como forma de expressão política.

De mansinho, o PT e a presidente Dilma Rousseff resolveram instalar no país a ditadura petista por decreto. Leiam o conteúdo do decreto 8.243, de 23 de maio deste ano, que cria uma tal “Política Nacional de Participação Social” e um certo “Sistema Nacional de Participação Social”. O Estadão escreve nesta quinta um excelente editorial a respeito. Trata-se de um texto escandalosamente inconstitucional, que afronta o fundamento da igualdade perante a lei, que fere o princípio da representação democrática e cria uma categoria de aristocratas com poderes acima dos outros cidadãos: a dos membros de “movimentos sociais”.

O que faz o decreto da digníssima presidente? Em primeiro lugar, define o que é “sociedade civil” em vários incisos do Artigo 2º. Logo o inciso I é uma graça, a saber: “I – sociedade civil – o cidadão, os coletivos, os movimentos sociais institucionalizados ou não institucionalizados, suas redes e suas organizações”.

Pronto! Cabe qualquer coisa aí. Afinal, convenham: tudo aquilo que não é institucional é, por natureza, não institucional. Em seguida, o texto da Soberana estabelece que “todos os órgãos da administração pública direta ou indireta” contarão, em seus conselhos, com representantes dessa tal sociedade civil — que, como já vimos, será tudo aquilo que o governo de turno decidir que é… sociedade civil

Todos os órgãos da gestão pública, incluindo agências reguladoras, por exemplo, estariam submetidos aos tais movimentos sociais — que, de resto, sabemos, são controlados pelo PT. Ao estabelecer em lei a sua participação na administração pública, os petistas querem se eternizar no poder, ganhem ou percam as eleições


fonte:  http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo

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Mas Nossa Senhora já nos tinha alertado, para rezarmos mais, fazermos penitência,... e quem atendeu? Poucos, muito poucos como sempre. Por isso que o castigo é inevitável.



sábado, 31 de maio de 2014

O eixo do mal latino americano: para implantar o comunismo.

Revista Catolicismo de novembro de 2002:

Criminalidade e caos: o Brasil na rampa do comunismo

Movimentos criminosos e revolucionários utilizam a violência, o medo e o caos para desestabilizar a sociedade e implantar um estado de coisas diametralmente oposto à Civilização Cristã. Mais uma previsão de Plinio Corrêa de Oliveira que se cumpre com acerto extraordinário.
Hoje tal realidade é ululante, e a esquerda católica se engajou declaradamente a favor de movimentos de conotação socialista, como o MST, por exemplo. Mas é igualmente realidade que, apesar de todo seu esforço para interpretar a Bíblia segundo o marxismo, promover ritos com caráter nitidamente igualitários, indispor os pobres contra os ricos, fechar inteiramente os olhos para a imoralidade, favorecendo o amor livre, a corrupção dos costumes etc., as bases católicas se recusam a se comunistizar. Isto, velho comuna, você continua não podendo negar.
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Como a Esquerda instala a Ditadura Comunista

A intenção da Esquerda sempre foi instalar a Ditadura Comunista idealizada por Karl Marx. Entretanto, ao longo da história a esquerda adotou a luta armada para atingir a revolução, mas sempre fracassou, pois os militares brasileiros impediram. Então a esquerda resolveu aderir à guerra por via cultural. À nível mundial, os esquerdistas agem de forma igual: é um padrão internacional que sempre acaba em guerra civil (o povo contra o governo de esquerda). Sem mais delongas, vamos às constatações:

ECONOMIA: Eles usam intervencionismo econômico para causar crises no mercado: - altos impostos causando pobreza e fechamento de empresas; - regulação excessiva fora da realidade do mercado; - super emissão de dinheiro e crédito por parte de bancos estatais para causar inflação;
ASSISTENCIALISMO:
Como o intervencionismo, a economia começa a entrar em colapso, eles então aumentam os impostos para os cidadãos e empresas e passam a distribuir este dinheiro com pessoas que ficaram desempregadas devido às suas políticas intervencionistas. Daí surgem bolsa família, bolsa imigrantes, bolsa homossexual etc...

LEGALIZAÇÃO DE DROGAS:
Eles legalizam as drogas para originar uma população alienada que torna-se apática e pára de exigir seus direitos políticos e melhorias de vida. Legalizar drogas também ajuda a aumentar a criminalidade e destruir famílias.
CONTROLE DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO:
Não é segredo para ninguém que em todos os países comunistas (China, Coréia do Norte, Cuba, Venezuela etc), o governo é o dono dos meios de comunicação. Basta observar os jornais e como eles se referem a canais de TV e jornais estatais. O Comunismo é ditadura sempre e por esse motivo controlar os meios de comunicação é matéria de urgência. Aqui no Brasil, a esquerda já demonstrou sua vontade de controlar a internet através do Marco Civil da Internet (Projeto de Lei 2126/2011)
APOLOGIA AO CRIME:
Eles tentam convencer a sociedade de que os bandidos são “vítimas do sistema” e, assim, criam leis suaves que não punem os bandidos de forma severa. Na visão deles, os bandidos não devem pagar pelos seus crimes, eles devem apenas ser “ressocializados”. Desta forma, eles abrem as portas para uma onda de criminalidade.


A MANIPULAÇÃO DE “GRUPOS OPRIMIDOS”:
Eles também incitam o ódio entre certos grupos para segregar a sociedade e destruir a coesão social. E assim tentam convencer a todos que: Brancos odeiam os negros, que religiosos odeiam homossexuais, que homens oprimem as mulheres, que o homem branco civilizado odeia os índios.Eles se autoproclamam os defensores dos ”grupos oprimidos”, tais como mulheres feministas, negros, homossexuais, índios etc. Então para conseguir apoio e voto desses grupos, eles passam a criar leis que os agradam e, no entanto, desagradam a maioria da população.assim os grupos “oprimidos” recebem total apoio estatal. Vejamos:

A) feministas: - legalizam aborto; - leis para favorecer as mulheres e prejudicar os homens no divórcio; - incentivam feministas a entrarem em igrejas para destruí-las;

B) ativistas negros: - cotas para negros em universidades e concursos públicos; - cargos e dinheiro público para negros;
PERSEGUIÇÃO AOS CRISTÃOS:
Embora a mídia não divulgue, estas perseguições e, até agressões, existem e são fáceis de provar. Basta algumas pesquisadas em sites de vídeos da internet para constatá-las. (Veja o artigoO Outro lado do Feminismo). Existem grupos específicos que perseguem os cristãos: feministas e ativistas homossexuais. Estes acusam os cristãos de serem “machistas e homofóbicos”. Assim, eles:

- agridem os cristãos; - destroem igrejas; - criam leis para as igrejas indicarem clínicas de aborto às mulheres; - forçam as igrejas a realizar casamentos homossexuais; fonte: diganaoaoesquerdismo.blogspot

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Unesco - cartilha sexual: saiba como os pais podem defender seus filhos!

UNESCO lança cartilha sobre educação sexual para educadores brasileiros


E cria polêmica ao indicar o tema para alunos a partir dos cinco anos de idade Veja mais notícias em: http://cmais.com.br/jornalismo
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Governo, as escolas e os professores estão obrigados a respeitar o direito dos pais e a liberdade de consciência e de crença dos alunos. E os pais podem recorrer ao Judiciário para fazer valer esse direito.
ESCRITO POR MIGUEL NAGIB 



O presente estudo foi elaborado com os seguintes objetivos:


1 - desmentir a crença generalizada de que a educação sexual é um componente obrigatório do curriculum escolar (ao contrário do que se pensa, obrigatório, como veremos, é não veicular esse conteúdo no âmbito das disciplinas obrigatórias); e


2 - servir de subsídio aos pais para que eles pais exerçam, efetivamente -- recorrendo à Justiça, se necessário --, o direito, que lhes é assegurado pela Convenção Americana de Direitos Humanos, a que seus filhos recebam a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções.

Dado que a temática da educação sexual está compreendida no plano mais abrangente da educação moral, examinaremos aqui, de forma também abrangente, se o professor está legalmente obrigado ou autorizado a tratar de questões morais em sala de aula.


Cuidando-se de uma análise estritamente jurídica, não nos interessa saber se o que os professores estão ensinando em matéria de valores morais é positivo ou negativo (para isso, recomendamos que o leitor assista a este vídeo); nem se é conveniente ou inconveniente que questões morais sejam levadas para dentro da sala de aula (para isso, recomendamos a leitura desta entrevista); mas apenas se a Constituição e as leis do país permitem que isso seja feito e, caso permitam, em que condições.

Como ninguém ignora, as salas de aula estão sendo usadas de modo intensivo para promover determinados valores, com a finalidade de moldar o juízo moral, os sentimentos e as atitudes dos estudantes em relação a certos temas.

Que temas são esses? Depende da moda, das novelas, da ONU, da UNESCO e das minorias que controlam o MEC e as secretarias de educação. Pode ser orientação sexual, questões de gênero, “direitos reprodutivos” (p. ex., aborto), modelos familiares, ética, etc.

Os educadores chamam isso de “educação de valores”.


Não existe uma disciplina escolar intitulada “educação de valores”. Esse conteúdo é “espalhado” nas disciplinas obrigatórias do curriculum -- Português, Matemática, Geografia, Biologia, História --, por meio de uma técnica chamada transversalidade. Assim, por exemplo, numa aula de Ciências, ao tratar do aparelho reprodutor, o professor aproveita para explicar aos alunos “como se transa”; ou, numa aula de Comunicação e Expressão, o professor manda que os alunos leiam um texto que, a pretexto de combater o “preconceito”, promove o comportamento homossexual.

Nesse tipo de educação, o objetivo não é transmitir conhecimento, mas, sim, inculcar valores e sentimentos na consciência do estudante de modo que ele tenha determinado comportamento. É um tipo de lavagem cerebral, porque utiliza, muitas vezes, técnicas de manipulação mental bastantes conhecidas, conforme demonstrado por Pascal Bernardin, no livro “Maquiavel Pedagogo ou o ministério da reforma psicológica”.

Acontece que os valores promovidos pela escola não coincidem necessariamente com aqueles que o estudante aprende em casa com seus pais. E isso fica muito claro quando o assunto é alguma questão relacionada à moral sexual.

Como se sabe, um dos temas mais explorados na educação de valores é a sexualidade. E, ao tratar desse tema nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) -- um documento que contém recomendações a serem observadas pelas escolas de todo o país --, o MEC adota dois princípios fundamentais: “direito ao prazer” e “sexo seguro”. Tudo mais é rotulado de “tabu” ou “preconceito” (a palavra preconceito aparece 17 vezes no caderno de orientação sexual dos PCNs).

Transcrevo, a seguir, uma passagem do caderno de Orientação Sexual dos PCNs que contém sugestões de temas a serem tratados em sala de aula:

“Com a inclusão da Orientação Sexual nas escolas, a discussão de questões polêmicas e delicadas, como masturbação, iniciação sexual, o “ficar” e o namoro, homossexualidade, aborto, disfunções sexuais, prostituição e pornografia, dentro de uma perspectiva democrática e pluralista [leia-se: relativista], em muito contribui para o bem-estar das crianças, dos adolescentes e dos jovens na vivência de sua sexualidade atual e futura.”

Em suma, não há dúvida de que as disciplinas obrigatórias do curriculum -- tanto das escolas públicas, quanto das particulares -- estão sendo usadas para promover determinados valores morais, especialmente, em questões ligadas à sexualidade.

O problema -- e aqui chegamos ao aspecto propriamente jurídico da matéria -- é que isto se choca com o direito dos pais a que seus filhos recebam a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções.


Que direito é esse?


Além de ser um direito natural -- ou seja, um direito que existe independentemente de estar previsto em lei, porque decorre da própria natureza das coisas --, esse direito é garantido expressamente pelo art. 12 da Convenção Americana de Direitos Humanos (CADH), também conhecida como Pacto de São José da Costa Rica.


O art. 12 da CADH diz o seguinte:


“Os pais têm direito a que seus filhos recebam a educação religiosa e moral que esteja de acordo com suas próprias convicções.”


A CADH é um tratado internacional assinado pelo governo brasileiro que tem força de lei no Brasil desde 1992. Ou melhor: de acordo com o Supremo Tribunal Federal, a CADH, por ser um tratado sobre direitos humanos, está no mesmo nível hierárquico da Constituição Federal.

Ao dizer que os pais têm direito a que seus filhos recebam a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções, a CADH está reconhecendo aos pais o direito de decidir a educação moral que será transmitida a seus filhos.


Ora, se cabe aos pais decidir o que seus filhos devem aprender em matéria de moral, nem o governo, nem a escola, nem os professores têm o direito de usar as disciplinas obrigatórias -- aquelas disciplinas que o estudante é obrigado a frequentar sob pena de ser reprovado --, para tratar de conteúdos morais que não tenham sido previamente aprovados pelos pais dos alunos.


Com outras palavras: o governo, as escolas e os professores não podem se aproveitar do fato de os pais serem obrigados a mandar seus filhos para a escola, e do fato de os estudantes não poderem deixar de frequentar as disciplinas obrigatórias, para desenvolver nessas disciplinas conteúdos morais que possam estar em conflito com as convicções dos pais.

o governo, as escolas e os professores estão obrigados a respeitar o direito dos pais e a liberdade de consciência e de crença dos alunos. E os pais podem recorrer ao Judiciário para fazer valer esse direito.


Em resumo: o art. 12 da CADH e o art. 5º, VI, da Constituição Federal, exigem que os conteúdos morais hoje presentes nos programas das disciplinas obrigatórias sejam reduzidos ao mínimo indispensável para a assegurar que a escola possa cumprir aquela que é a sua função primordial: transmitir conhecimento aos estudantes.


Tudo o que passar disso deve ser colocado, quando muito, no programa de uma disciplina facultativa. Conhecendo o programa dessa disciplina, os pais decidirão se querem que seus filhos a frequentem.


Miguel Nagib é procurador do Estado de São Paulo, fundador e coordenador do Escola Sem Partido -www.escolasempartido.org.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

DOUTRINAÇÃO COMUNISTA COMEÇA NAS ESCOLAS PÚBLICAS...



No vídeo acima, a jovem e combativa Prof.ª Ana Caroline Campagnolo desmonta a fala indecorosa da deputada petista Luciane Carminatti, que reconheceu e defendeu a sujeição da proposta curricular de Santa Catarina ao marxismo.

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"O interesse do estado estava nos meus filhos(...)."



A declaração a cima foi proferida por Cleber Nunes (divulgador da ANED - Associação Nacional de Educação Domiciliar) em entrevista ao programa de televisão "BRASIL DAS GERAIS", durante entrevista e debate que pautava o tema "HOMESCHOOLING". [1]. Cleber foi duramente criticado por Rudá Ricci que claramente defendia os interesses do estado e a tal cultura latino-americana (de interesses comuno/socialistas).
Mas o que poderia tornar o Homeschooling algo tão perigoso a ponto de merecer tamanha rejeição por parte de R. Ricci? Simples. o métodos de ensino em casa evita que o governo comuno/socialista possa doutrinar nossas crianças. Algo que até soa como teoria da conspiração, mas este fato não é novo.
Alí Kamel, jornalista do jornal "o globo", em matéria publicada em 18 de setembro de 2007 sob o tema "O que ensinam as nossa crianças?" introduz;


“Não vou importunar o leitor com teorias sobre Gramsci, hegemonia, nada disso. Ao fim da leitura, tenho certeza de que todos vão entender o que se está fazendo com as nossas crianças e com que objetivo. O psicanalista Francisco Daudt me fez chegar às mãos o livro didático "Nova História Crítica, 8ª série" distribuído gratuitamente pelo MEC a 750 mil alunos da rede pública. O que ele leu ali é de dar medo. 

Apenas uma tentativa de fazer nossas crianças acreditarem que o capitalismo é mau e que a solução de todos os problemas é o socialismo, que só fracassou até aqui por culpa de burocratas autoritários. Impossível contar tudo o que há no livro. Por isso, cito apenas alguns trechos.”(TEODORO 2008)






Ali Kamel faz críticas consideráveis aos livros da coleção "NOVA HISTÓRIA CRÍTICA" de Mário Schmidt. A coleção foi apontada por ele como contendo erros grosseiros de português, demonizar o capitalismo e exaltar o marxismo-lenismo como afirma no trecho;


Nossas crianças estão sendo enganadas, a cabeça delas vem sendo trabalhada, e o efeito disso será sentido em poucos anos. É isso o que deseja o MEC? Senão for, algo precisa ser feito, pelo ministério, pelo congresso, por alguém.”(TEODORO 2008)


fonte: http://meularemdeus.blogspot.com.br/2013/09/a-didatica-da-doutrinacao-comunista.html




Para saber mais:



Se você acredita no papa Francisco: saiba que você foi condicionado a ISSO!




ONU, políticas contra a vida, Nova Era,... e para que tudo isso se concretize é necessário a aceitação de uma única religião: a religião universal.



Mons. Sanahuja falou que a religião universal, “também pode ser conhecida como novo código ético universal” e que esta vem infiltrando-se nas demais religiões. 

“Este código vem marcado pelo desejo dos organismos internacionais da ONU, por exemplo, também de alguns países centrais de mudar as convicções religiosas dos povos, para que seu plano de anticoncepção, de aborto, que eles mesmos chamam de re-engenharia social, seja aceito pelos países menos desenvolvidos”, sublinhou.

Este código ético segundo o Monsenhor “impõe valores relativos”. “Como dizia João Paulo II: o relativismo se converte em um totalitarismo, o relativismo unido à democracia se converte em um totalitarismo visível ou encoberto”.

“Pretende-se substituir as verdades imutáveis da lei natural, da religião cristã, ou das que eles chamam de religiões abraâmicas, por valores relativos de modo que tudo o que for afirmado como um valor imutável, como por exemplo o valor de toda vida humana, na condição que for, ou que o matrimônio só ocorre na união entre homem e mulher, tudo o que for afirmado assim, para eles é totalitarismo e altera a paz social”.

fonte: http://www.acidigital.com/noticias/sacerdote-denuncia-o-perigos-da-religiao-universal-proposta-pela-onu-20171/

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E quem está promovendo sistematicamente o "amor" livre do amor a DEUS, à Sua Igreja e a seus dogmas, para que haja o ecumenismo, a salada de frutas religiosa: a religião universal - a qualquer custo??