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domingo, 31 de agosto de 2014

Após as eleições o Brasil terá novas surpresas: terríveis para os católicos.



O que nos espera após a eleição - *[Dilma, Aécio ou Marina]

Em 26 de agosto de 2010, a Comissão Episcopal Representativa do Regional Sul 1 da CNBB acolheu e recomendou a “ampla difusão” do documento intitulado “Apelo a todos os brasileiros e brasileiras”, elaborado pela Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1, alertando a população sobre a agenda abortista do Partido dos Trabalhadores. Na ocasião, o documento recebeu o pleno apoio de diversos bispos, entre eles Dom João Wilk, Bispo Diocesano de Anápolis.

Infelizmente a candidata do PT foi eleita presidente da República e pudemos presenciar quatro anos de investidas da cultura da morte. Foi durante o seu governo que o Supremo Tribunal Federal (cujos ministros em sua maioria foram nomeados por Lula ou Dilma), usurpando função do Congresso Nacional, legalizou a “união estável” de pessoas do mesmo sexo e o aborto de crianças anencéfalas. Foi durante o governo Dilma (junho de 2012) que o Ministério da Saúde anunciou que iria “restringir os danos” do aborto através da oferta às mulheres do abortivo misoprostol (Cytotec) e do atendimento hospitalar às gestantes após terem provocado aborto em si mesmas. O plano, porém, foi barrado pela bancada pró-vida do Congresso Nacional, que solicitou ao Ministério da Saúde informações sobre o contrato celebrado – e várias vezes prorrogado – com a Fundação Osvaldo Cruz para “despenalizar o aborto no Brasil”.

Em 1º de agosto de 2013, logo após a saída de Papa Francisco do nosso país,





 Dilma sancionou a Lei 12.845/2013, que “dispõe sobre o atendimento obrigatório e integral de pessoas em situação de violência sexual”. Essa lei, que ficou conhecida com Lei Cavalo de Tróia, tinha sido proposta em 1999 pela deputada petista Iara Bernardi (PT/SP), mas foi o Ministro da Saúde Alexandre Padilha que em 20/02/2013 pediu ao presidente da Câmara deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB/RN) que votasse e aprovasse a proposta em regime de urgência, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher. 
O texto foi aprovado às pressas, tanto na Câmara como no Senado, sem que os parlamentares pudessem perceber que, na verdade, o único objetivo da proposição era expandir o aborto ilegal por todo o país[1]. Com a lei agora em vigor, “todos os hospitais da rede integrante do SUS” deverão fornecer às (supostas) vítimas de violência a informação falsa de que elas têm direito ao aborto e deverão indicar “todos os serviços sanitários” disponíveis para praticá-lo. Para “regulamentar” a lei de expansão do aborto ilegal, o Ministério da Saúde, editou a Portaria n. 415, de 21 de maio de 2014, que “inclui o procedimento interrupção da gestação / antecipação terapêutica do parto previstas em lei (!?) e todos os seus atributos na Tabela de Procedimentos, Medicamentos, Órteses/Próteses e Materiais Especiais do SUS”[2]. Para cada aborto ilegal a portaria prevê o financiamento de R$ 443,40, a serem extraídos dos nossos impostos. Talvez percebendo o impacto negativo dessa portaria sobre a população neste ano eleitoral, o governo resolveu revogá-la por meio da Portaria 437, de 28 de maio de 2014[3]. Comentando sobre a Lei 12.845/2013, que continua em vigor, Dilma disse que ela passou a garantir que o “atendimento” (que inclui o abortamento) seja “imediato e obrigatório” em todos os hospitais do SUS[4]. Em caso de reeleição, porém, o Ministério da Saúde deve editar uma nova portaria para “regulamentar” a lei de expansão do aborto ilegal. É o que pensa a União de Juristas Católicos de São Paulo: 



A União dos Juristas Católicos de São Paulo (UJUCASP) 

      prevê que após as eleições, na eventualidade da reeleição da presidente Dilma Rousseff, os brasileiros serão surpreendidos com uma nova portaria do Ministério da Saúde regulamentando o aborto nos hospitais conveniados com o SUS. A advertência foi realizada durante a reunião ordinária da entidade, que ocorreu na manhã de segunda-feira, 9 [de junho]. Segundo o Dr. Ives Gandra Martins, presidente da entidade católica que atualmente reúne 80 sócios entre desembargadores, juízes e advogados, “não devemos nos iludir com a revogação da portaria 415 por parte do Governo Federal, que pressionado pela má repercussão política da medida, atuou em modo de evitar desgaste político eleitoral”. 

 Existem atualmente em trâmite no Congresso Legislativo cerca de seis diferentes projetos de lei que visam regulamentar a matéria do aborto no Brasil. Em parte, o efeito político negativo se deu porque a Portaria 415 do Ministério da Saúde foi baixada a revelia do debate que ocorre no Legislativo. ‘Na eventualidade de ser veiculada nova portaria após as eleições, os projetos em tramitação no Congresso Nacional simplesmente perderão relevância em face do fato consumado, sem passar pelo necessário debate público’, explicou o jurista[5]

 O deputado Eduardo Cunha (PMDB/RJ), depois de ter pedido publicamente perdão por ter votado pela aprovação da Lei 12845/2013, apresentou um projeto para revogá-la. É o Projeto de Lei 6033/2013. O deputado Givaldo Carimbão (PROS/AL) apresentou um requerimento de urgência para a votação do PL 6033/2013. Espera-se que o requerimento e o projeto sejam logo postos na pauta do plenário. 

Um decreto pró-totalitarismo 

 A agenda abortista do PT seria muito mais facilmente posta em prática se não houvesse a oposição do Congresso Nacional. O Decreto 8243, assinado pela Presidente Dilma em 23 de maio de 2014, pretende, na opinião do jurista Ives Gandra, tornar inexpressivo o Congresso Nacional e aparelhar o Executivo com movimentos sociais aliados do governo (por exemplo, o MST e a UNE)[6]

Esse decreto institui a Política Nacional de Participação Social (PNPS) e o Sistema Nacional de Participação Social (SNPS)[7]. Tudo isso para “consolidar a participação social como método de governo” (art. 4º, I), fortalecendo a “atuação conjunta entre a administração pública federal e a sociedade civil” (art. 1º, caput). No conceito de “sociedade civil” estão incluídos os “movimentos sociais institucionalizados ou não institucionalizados” (art. 2º, I). 

Serão criados “conselhos” e “comissões” de políticas públicas, compostos por “representantes eleitos ou indicados pela sociedade civil” (art. 10, I; art. 11, I). Não se diz o modo como se dará essa eleição ou indicação, mas certamente não será pelo “sufrágio universal” nem pelo “voto direto e secreto, com valor igual para todos” (art. 14, caput, CF), como prevê nossa Constituição. 

Segundo editorial do jornal O Estado de S. Paulo, “a mensagem subliminar em toda essa história é a de que o Poder Legislativo é dispensável”[8]. Com a intenção de sustar os efeitos desse decreto pró-totalitarismo, o senador Álvaro Dias (PSDB/PR) apresentou em 2 de junho de 2014 o Projeto de Decreto Legislativo n. 117 (PDS 117/2014). O relator da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, Senador Pedro Taques (PDT/MT), deu parecer favorável ao projeto. Aguarda-se a entrada na pauta para votação.

Deus se compadeça de nós. [1]

Falo em aborto ilegal por redundância, uma vez que no Brasil, todo aborto é proibido por lei. O artigo 128, II do Código Penal contém apenas uma escusa absolutória, ou seja, uma não aplicação da pena após o delito consumado quando a gravidez resulta de estupro, mas nunca uma permissão prévia para abortar. [2] http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=22/05/2014& jornal=1&pagina=60&totalArquivos=104 [3] http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=1&pagina=40& data=29/05/2014 [4] http://oglobo.globo.com/brasil/dilma-defende-aborto-na-saude-publica-por-motivos-medicos-legais-12712379 [5] 

Padre Michelino ROBERTO. União dos Juristas Católicos de São Paulo adverte: ‘Teremos surpresas após as eleições’, O São Paulo, Edição 3006 - 10 a 16 de junho de 2014, p. 11. [6] http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2014/06/1467665-ives-gandra-da-silva-martins-por-um-congresso-inexpressivo.shtml [7] http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Decreto/D8243.htm [8] http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,mudanca-de-regime-por-decreto-imp-,1173217
fonte: http://www.providaanapolis.org.br/


Note: o título foi alterado do original, pois acredito que independente de quem ganhar a eleição, seguirá com a cartilha da nova ordem mundial, da cultura da morte e dos acordos pré-estabelecidos para ganhar a corrida pelo poder.
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LEMBRANDO

Golpe do PT - enquanto tu grita gol - eles implantam o comunismo

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Golpe do PT - enquanto tu grita gol - eles implantam o comunismo

Decreto do PT vai implantar a ditadura no Brasil.






Seus direitos, neste exato momento, estão sendo roubados, solapados, diminuídos. A menos que você seja um membro do MTST, do MST, de uma dessas siglas que optaram pela truculência como forma de expressão política.

De mansinho, o PT e a presidente Dilma Rousseff resolveram instalar no país a ditadura petista por decreto. Leiam o conteúdo do decreto 8.243, de 23 de maio deste ano, que cria uma tal “Política Nacional de Participação Social” e um certo “Sistema Nacional de Participação Social”. O Estadão escreve nesta quinta um excelente editorial a respeito. Trata-se de um texto escandalosamente inconstitucional, que afronta o fundamento da igualdade perante a lei, que fere o princípio da representação democrática e cria uma categoria de aristocratas com poderes acima dos outros cidadãos: a dos membros de “movimentos sociais”.

O que faz o decreto da digníssima presidente? Em primeiro lugar, define o que é “sociedade civil” em vários incisos do Artigo 2º. Logo o inciso I é uma graça, a saber: “I – sociedade civil – o cidadão, os coletivos, os movimentos sociais institucionalizados ou não institucionalizados, suas redes e suas organizações”.

Pronto! Cabe qualquer coisa aí. Afinal, convenham: tudo aquilo que não é institucional é, por natureza, não institucional. Em seguida, o texto da Soberana estabelece que “todos os órgãos da administração pública direta ou indireta” contarão, em seus conselhos, com representantes dessa tal sociedade civil — que, como já vimos, será tudo aquilo que o governo de turno decidir que é… sociedade civil

Todos os órgãos da gestão pública, incluindo agências reguladoras, por exemplo, estariam submetidos aos tais movimentos sociais — que, de resto, sabemos, são controlados pelo PT. Ao estabelecer em lei a sua participação na administração pública, os petistas querem se eternizar no poder, ganhem ou percam as eleições


fonte:  http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo

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Mas Nossa Senhora já nos tinha alertado, para rezarmos mais, fazermos penitência,... e quem atendeu? Poucos, muito poucos como sempre. Por isso que o castigo é inevitável.



sábado, 31 de maio de 2014

O eixo do mal latino americano: para implantar o comunismo.

Revista Catolicismo de novembro de 2002:

Criminalidade e caos: o Brasil na rampa do comunismo

Movimentos criminosos e revolucionários utilizam a violência, o medo e o caos para desestabilizar a sociedade e implantar um estado de coisas diametralmente oposto à Civilização Cristã. Mais uma previsão de Plinio Corrêa de Oliveira que se cumpre com acerto extraordinário.
Hoje tal realidade é ululante, e a esquerda católica se engajou declaradamente a favor de movimentos de conotação socialista, como o MST, por exemplo. Mas é igualmente realidade que, apesar de todo seu esforço para interpretar a Bíblia segundo o marxismo, promover ritos com caráter nitidamente igualitários, indispor os pobres contra os ricos, fechar inteiramente os olhos para a imoralidade, favorecendo o amor livre, a corrupção dos costumes etc., as bases católicas se recusam a se comunistizar. Isto, velho comuna, você continua não podendo negar.
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Como a Esquerda instala a Ditadura Comunista

A intenção da Esquerda sempre foi instalar a Ditadura Comunista idealizada por Karl Marx. Entretanto, ao longo da história a esquerda adotou a luta armada para atingir a revolução, mas sempre fracassou, pois os militares brasileiros impediram. Então a esquerda resolveu aderir à guerra por via cultural. À nível mundial, os esquerdistas agem de forma igual: é um padrão internacional que sempre acaba em guerra civil (o povo contra o governo de esquerda). Sem mais delongas, vamos às constatações:

ECONOMIA: Eles usam intervencionismo econômico para causar crises no mercado: - altos impostos causando pobreza e fechamento de empresas; - regulação excessiva fora da realidade do mercado; - super emissão de dinheiro e crédito por parte de bancos estatais para causar inflação;
ASSISTENCIALISMO:
Como o intervencionismo, a economia começa a entrar em colapso, eles então aumentam os impostos para os cidadãos e empresas e passam a distribuir este dinheiro com pessoas que ficaram desempregadas devido às suas políticas intervencionistas. Daí surgem bolsa família, bolsa imigrantes, bolsa homossexual etc...

LEGALIZAÇÃO DE DROGAS:
Eles legalizam as drogas para originar uma população alienada que torna-se apática e pára de exigir seus direitos políticos e melhorias de vida. Legalizar drogas também ajuda a aumentar a criminalidade e destruir famílias.
CONTROLE DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO:
Não é segredo para ninguém que em todos os países comunistas (China, Coréia do Norte, Cuba, Venezuela etc), o governo é o dono dos meios de comunicação. Basta observar os jornais e como eles se referem a canais de TV e jornais estatais. O Comunismo é ditadura sempre e por esse motivo controlar os meios de comunicação é matéria de urgência. Aqui no Brasil, a esquerda já demonstrou sua vontade de controlar a internet através do Marco Civil da Internet (Projeto de Lei 2126/2011)
APOLOGIA AO CRIME:
Eles tentam convencer a sociedade de que os bandidos são “vítimas do sistema” e, assim, criam leis suaves que não punem os bandidos de forma severa. Na visão deles, os bandidos não devem pagar pelos seus crimes, eles devem apenas ser “ressocializados”. Desta forma, eles abrem as portas para uma onda de criminalidade.


A MANIPULAÇÃO DE “GRUPOS OPRIMIDOS”:
Eles também incitam o ódio entre certos grupos para segregar a sociedade e destruir a coesão social. E assim tentam convencer a todos que: Brancos odeiam os negros, que religiosos odeiam homossexuais, que homens oprimem as mulheres, que o homem branco civilizado odeia os índios.Eles se autoproclamam os defensores dos ”grupos oprimidos”, tais como mulheres feministas, negros, homossexuais, índios etc. Então para conseguir apoio e voto desses grupos, eles passam a criar leis que os agradam e, no entanto, desagradam a maioria da população.assim os grupos “oprimidos” recebem total apoio estatal. Vejamos:

A) feministas: - legalizam aborto; - leis para favorecer as mulheres e prejudicar os homens no divórcio; - incentivam feministas a entrarem em igrejas para destruí-las;

B) ativistas negros: - cotas para negros em universidades e concursos públicos; - cargos e dinheiro público para negros;
PERSEGUIÇÃO AOS CRISTÃOS:
Embora a mídia não divulgue, estas perseguições e, até agressões, existem e são fáceis de provar. Basta algumas pesquisadas em sites de vídeos da internet para constatá-las. (Veja o artigoO Outro lado do Feminismo). Existem grupos específicos que perseguem os cristãos: feministas e ativistas homossexuais. Estes acusam os cristãos de serem “machistas e homofóbicos”. Assim, eles:

- agridem os cristãos; - destroem igrejas; - criam leis para as igrejas indicarem clínicas de aborto às mulheres; - forçam as igrejas a realizar casamentos homossexuais; fonte: diganaoaoesquerdismo.blogspot

sábado, 26 de abril de 2014

Nova Era é o estado policial em que estamos vivendo.



No livro Assassinato de Reputações — Um Crime de Estado (2013, Editora Topbooks, 550 páginas), o delegado aposentado da Polícia Civil paulista Romeu Tuma Jr., durante três anos e meio Secretário Nacional de Justiça durante o segundo lulalato, descreve o funcionamento do que denomina “fábrica de dossiês” dentro do governo Lula para prejudicar adversários políticos e, entre muitos outros fatos, a instrumentalização política e a atuação ilegal da Polícia Federal.
O livro já ultrapassou a marca de 60 mil exemplares vendidos.
Tuma, que concedeu uma explosiva entrevista no programa Roda-Viva, da TV Cultura, afirma que, a despeito de ele e sua família estarem sendo ameaçados de morte, já prepara um segundo livro com mais denúncias.
Sua previsão – feita após a entrevista – é de que venha a público em quatro meses.
O delegado, que atualmente é sócio de um escritório de advocacia, promete, entre outras revelações que demonstrariam práticas ilegais durante o segundo mandato de Lula, contar mais do que sabe do assassinato do prefeito petista de Santo André, Celso Daniel, em 2002 — ele foi o primeiro encarregado de investigar o crime, cometido dentro da jurisdição de seu distrito policial à época — e do que afirma ter sido a colaboração de Lula, durante a ditadura, com o DOPS, a extinta polícia política de São Paulo.
Durante a entrevista, entre muitos outros pontos, Tuma revelou que, a despeito das gravíssimas e comprometedoras revelações feitas a respeito de vários membros do governo — incluindo o ex-ministro da Justiça Tarso Genro –, e diferentemente do prometido em dezembro, quando do lançamento do livro, ninguém até agora o processou.
O ex-secretário Nacional de Justiça afirmou que a Polícia Federal está sendo “instrumentalizada” para objetivos políticos, que setores da PF se preocupam mais em investigar adversários do governo do com a segurança pública e vêm seguidamente agindo à margem da lei. “Estamos vivendo um Estado policial em plena democracia”, acusou.
Se processado, ele pretende requerer à Justiça a “exceção da verdade” — ou seja, a possibilidade de provar que o que escreveu é verdade, com provas além das já publicadas no livro.
Se quiserem assistir ao programa Roda-Viva:
fonte: /revista Veja - 04/02/2014

nota: melhores partes a partir dos 40 minutos do vídeo.