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segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Estão brincanco com a imagem da Mãe de DEUS - carnaval 2017

Proteste! Ultraje à Nossa Senhora Aparecida e blasfêmia no Carnaval 2017

Ação Jovem do IPCO

Com o “aval da Igreja” a “Unidos da Vila Maria” pretende homenagear Nossa Senhora Aparecida no Carnaval de 2017! Ao contrário de uma homenagem, colocar em um desfile de Carnaval os símbolos católicos, juntamente com os símbolos mais flagrantes de imoralidade e neopaganismo, constitui uma grave ofensa a Nossa Rainha e Padroeira!



É com pesar que soubemos, através de amigos que nos enviaram algumas notícias, da utilização da imagem e da história de Nossa Senhora Aparecida na apresentação da escola de samba “Unidos da Vila Maria”, durante o carnaval de 2017! De acordo com a notícia, “a escolha do tema tem a aprovação da Igreja”, referindo-se ao aval do reitor do Santuário de Aparecida.

Talvez prevendo a reação católica, que repetidamente se fez sentir por ocasião de atos semelhantes, a referida escola de samba publicou que “em respeito à Igreja será evitado o sincretismo religioso e rompimento da pureza associada à imagem da Santa”.

A ressalva, entretanto, pouco vale. Pois ainda que se admita que o enredo e as músicas não contenham textos ou gestos diretamente provocativos a Nossa Senhora, permanece o fato de que a imagem sagrada de Nossa Mãe Santíssima será colocada lado a lado com todas as abominações morais próprias dos carnavais modernos. Será apresentado um carro alegórico da história da Virgem Mãe Aparecida, seguido ou precedido de outros que exaltam, seja o nudismo, seja o paganismo, enfim, as práticas mais condenáveis.

Colocar no mesmo desfile os símbolos católicos, sobretudo em se tratando de uma imagem insigne da Mãe de Deus, juntamente com os símbolos mais flagrantes de imoralidade e neopaganismo, constitui uma grave ofensa a Nossa Rainha e Padroeira. Significa afirmar, ainda que implicitamente, que o bem e o mal podem e devem conviver juntos, em pé de igualdade. Essa ofensa faz lembrar os castigos previstos pelo Profeta Sofonias, nas Sagradas Escrituras:

“Exterminarei desse lugar tudo o que resta de Baal(…): os que se prostram e fazem juramentos ora em nome do Senhor, ora em nome de seu deus. (…) Castigarei os homens que dizem consigo mesmos: O Senhor não faz bem nem mal. (…)Ai da (cidade) rebelde e abjeta, da cidade tirânica! Seus profetas são jactanciosos e impostores; seus sacerdotes, profanadores de coisas santas e violadores da lei”. (Trechos dos capítulos 1 e 3 do livro do Profeta Sofonias)


De fato, o público fiel sempre entendeu ser incompatível a presença de símbolos católicos, sobretudo as imagens da Santíssima Virgem, nos ambientes carnavalescos modernos, mormente em se tratando da Padroeira do Brasil. Por diversas vezes a reação católica conseguiu impedir esse uso a bem dizer sacrílego dos símbolos de nossa Santa Religião.

Não é nos desfiles carnavalescos modernos que nossa Senhora e Mãe, Rainha do Brasil, será louvada e lembrada. Fazê-lo seria — sobretudo por ocasião do terceiro centenário do milagroso aparecimento da imagem! — uma redobrada ofensa.
Por isto, envie já seu protesto ao Cardeal Arcebispo de Aparecida, Dom Raymundo Damasceno de Assis, pedindo para que ele use de sua autoridade arquiepiscopal a fim de impedir essa grave ofensa à Rainha e Padroeira do Brasil, máxime quando perpetrada com a chancela do Santuário de Aparecida.

Para Enviar seu protesto, clique aqui

fonte: http://www.lepanto.com.br/catolicismo/noticias-catolicas/proteste-ultraje-nossa-senhora-aparecida-e-blasfemia-no-carnaval-2017/

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O Portal A12.com recebeu imagens de algumas fantasias que serão usadas na avenida no dia 24 de fevereiro de 2017, sexta-feira de carnaval em São Paulo (SP). A Unidos de Vila Maria será a terceira escolar a desfilar.

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"Ele lhes disse: Vós pretendeis passar por justos perante os homens, mas Deus conhece-vos os corações: porque o que para os homens é estimável, é abominável perante Deus". (Lc 16,15)

Disse São Gregório Magno: (obra -- A Regra Pastoral, ou simplesmente Pastoral -- tratando dos deveres de um Bispo) "Os bispos são os olhos do povo. Se os que governam o povo não têm luz, os que lhes estão submetidos só podem cair em confusão e erro".

Diz na Sagrada Escritura:

"Seus sacerdotes violam a minha lei, profanam o meu santuário, tratam indiferentemente o sagrado e o profano e não ensinam a distinguir o que é puro do que é impuro". (Ez 22, 26)

Nota final de www.rainhamaria.com.br - por Dilson Kutscher

O maior sinal que estamos vivendo o fim dos tempos se encontra na falta de respeito ao Sagrado, a substituição das coisas Sagradas de DEUS, pelas profanas do mundo. (dos homens)

"Eles são do mundo. É por isto que falam segundo o mundo, e o mundo os ouve. Nós, porém, somos de Deus. Quem conhece a Deus, ouve-nos; quem não é de Deus, não nos ouve. É nisto que conhecemos o Espírito da Verdade e o espírito do erro". (I João 4, 5 -6)

"Trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram à criatura em vez do Criador, que é bendito pelos séculos. Amém!" (Romanos 1, 25)

fonte: http://www.rainhamaria.com.br/Pagina/19978/O-Circo-e-Carnaval-continuam-em-pleno-Santuario-de-Aparecida-Ha-muitos-anos-que-assistimos-padres-bispos-e-cardeais-capitularem-em-sua-grande-maioria-ao-espirito-do-mundo-espirito-de-Satanas

sábado, 4 de abril de 2015

Porque Nossa Senhora das Dores,... chora.


"Seus sacerdotes violam a minha lei, profanam o meu santuário, tratam indiferentemente o sagrado e o profano e não ensinam a distinguir o que é puro do que é impuro". (Ezequiel 22, 26)














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“Este Evangelho do Reino será pregado pelo mundo inteiro para servir de testemunho a todas as nações, e então chegará o fim.

Quando virdes estabelecida no lugar santo a abominação da desolação que foi predita pelo profeta Daniel (9,27) - o leitor entenda bem - então os habitantes da Judéia fujam para as montanhas” (Evangelho segundo São Mateus, XXIV, 14-16).




domingo, 31 de agosto de 2014

Após as eleições o Brasil terá novas surpresas: terríveis para os católicos.



O que nos espera após a eleição - *[Dilma, Aécio ou Marina]

Em 26 de agosto de 2010, a Comissão Episcopal Representativa do Regional Sul 1 da CNBB acolheu e recomendou a “ampla difusão” do documento intitulado “Apelo a todos os brasileiros e brasileiras”, elaborado pela Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1, alertando a população sobre a agenda abortista do Partido dos Trabalhadores. Na ocasião, o documento recebeu o pleno apoio de diversos bispos, entre eles Dom João Wilk, Bispo Diocesano de Anápolis.

Infelizmente a candidata do PT foi eleita presidente da República e pudemos presenciar quatro anos de investidas da cultura da morte. Foi durante o seu governo que o Supremo Tribunal Federal (cujos ministros em sua maioria foram nomeados por Lula ou Dilma), usurpando função do Congresso Nacional, legalizou a “união estável” de pessoas do mesmo sexo e o aborto de crianças anencéfalas. Foi durante o governo Dilma (junho de 2012) que o Ministério da Saúde anunciou que iria “restringir os danos” do aborto através da oferta às mulheres do abortivo misoprostol (Cytotec) e do atendimento hospitalar às gestantes após terem provocado aborto em si mesmas. O plano, porém, foi barrado pela bancada pró-vida do Congresso Nacional, que solicitou ao Ministério da Saúde informações sobre o contrato celebrado – e várias vezes prorrogado – com a Fundação Osvaldo Cruz para “despenalizar o aborto no Brasil”.

Em 1º de agosto de 2013, logo após a saída de Papa Francisco do nosso país,





 Dilma sancionou a Lei 12.845/2013, que “dispõe sobre o atendimento obrigatório e integral de pessoas em situação de violência sexual”. Essa lei, que ficou conhecida com Lei Cavalo de Tróia, tinha sido proposta em 1999 pela deputada petista Iara Bernardi (PT/SP), mas foi o Ministro da Saúde Alexandre Padilha que em 20/02/2013 pediu ao presidente da Câmara deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB/RN) que votasse e aprovasse a proposta em regime de urgência, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher. 
O texto foi aprovado às pressas, tanto na Câmara como no Senado, sem que os parlamentares pudessem perceber que, na verdade, o único objetivo da proposição era expandir o aborto ilegal por todo o país[1]. Com a lei agora em vigor, “todos os hospitais da rede integrante do SUS” deverão fornecer às (supostas) vítimas de violência a informação falsa de que elas têm direito ao aborto e deverão indicar “todos os serviços sanitários” disponíveis para praticá-lo. Para “regulamentar” a lei de expansão do aborto ilegal, o Ministério da Saúde, editou a Portaria n. 415, de 21 de maio de 2014, que “inclui o procedimento interrupção da gestação / antecipação terapêutica do parto previstas em lei (!?) e todos os seus atributos na Tabela de Procedimentos, Medicamentos, Órteses/Próteses e Materiais Especiais do SUS”[2]. Para cada aborto ilegal a portaria prevê o financiamento de R$ 443,40, a serem extraídos dos nossos impostos. Talvez percebendo o impacto negativo dessa portaria sobre a população neste ano eleitoral, o governo resolveu revogá-la por meio da Portaria 437, de 28 de maio de 2014[3]. Comentando sobre a Lei 12.845/2013, que continua em vigor, Dilma disse que ela passou a garantir que o “atendimento” (que inclui o abortamento) seja “imediato e obrigatório” em todos os hospitais do SUS[4]. Em caso de reeleição, porém, o Ministério da Saúde deve editar uma nova portaria para “regulamentar” a lei de expansão do aborto ilegal. É o que pensa a União de Juristas Católicos de São Paulo: 



A União dos Juristas Católicos de São Paulo (UJUCASP) 

      prevê que após as eleições, na eventualidade da reeleição da presidente Dilma Rousseff, os brasileiros serão surpreendidos com uma nova portaria do Ministério da Saúde regulamentando o aborto nos hospitais conveniados com o SUS. A advertência foi realizada durante a reunião ordinária da entidade, que ocorreu na manhã de segunda-feira, 9 [de junho]. Segundo o Dr. Ives Gandra Martins, presidente da entidade católica que atualmente reúne 80 sócios entre desembargadores, juízes e advogados, “não devemos nos iludir com a revogação da portaria 415 por parte do Governo Federal, que pressionado pela má repercussão política da medida, atuou em modo de evitar desgaste político eleitoral”. 

 Existem atualmente em trâmite no Congresso Legislativo cerca de seis diferentes projetos de lei que visam regulamentar a matéria do aborto no Brasil. Em parte, o efeito político negativo se deu porque a Portaria 415 do Ministério da Saúde foi baixada a revelia do debate que ocorre no Legislativo. ‘Na eventualidade de ser veiculada nova portaria após as eleições, os projetos em tramitação no Congresso Nacional simplesmente perderão relevância em face do fato consumado, sem passar pelo necessário debate público’, explicou o jurista[5]

 O deputado Eduardo Cunha (PMDB/RJ), depois de ter pedido publicamente perdão por ter votado pela aprovação da Lei 12845/2013, apresentou um projeto para revogá-la. É o Projeto de Lei 6033/2013. O deputado Givaldo Carimbão (PROS/AL) apresentou um requerimento de urgência para a votação do PL 6033/2013. Espera-se que o requerimento e o projeto sejam logo postos na pauta do plenário. 

Um decreto pró-totalitarismo 

 A agenda abortista do PT seria muito mais facilmente posta em prática se não houvesse a oposição do Congresso Nacional. O Decreto 8243, assinado pela Presidente Dilma em 23 de maio de 2014, pretende, na opinião do jurista Ives Gandra, tornar inexpressivo o Congresso Nacional e aparelhar o Executivo com movimentos sociais aliados do governo (por exemplo, o MST e a UNE)[6]

Esse decreto institui a Política Nacional de Participação Social (PNPS) e o Sistema Nacional de Participação Social (SNPS)[7]. Tudo isso para “consolidar a participação social como método de governo” (art. 4º, I), fortalecendo a “atuação conjunta entre a administração pública federal e a sociedade civil” (art. 1º, caput). No conceito de “sociedade civil” estão incluídos os “movimentos sociais institucionalizados ou não institucionalizados” (art. 2º, I). 

Serão criados “conselhos” e “comissões” de políticas públicas, compostos por “representantes eleitos ou indicados pela sociedade civil” (art. 10, I; art. 11, I). Não se diz o modo como se dará essa eleição ou indicação, mas certamente não será pelo “sufrágio universal” nem pelo “voto direto e secreto, com valor igual para todos” (art. 14, caput, CF), como prevê nossa Constituição. 

Segundo editorial do jornal O Estado de S. Paulo, “a mensagem subliminar em toda essa história é a de que o Poder Legislativo é dispensável”[8]. Com a intenção de sustar os efeitos desse decreto pró-totalitarismo, o senador Álvaro Dias (PSDB/PR) apresentou em 2 de junho de 2014 o Projeto de Decreto Legislativo n. 117 (PDS 117/2014). O relator da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, Senador Pedro Taques (PDT/MT), deu parecer favorável ao projeto. Aguarda-se a entrada na pauta para votação.

Deus se compadeça de nós. [1]

Falo em aborto ilegal por redundância, uma vez que no Brasil, todo aborto é proibido por lei. O artigo 128, II do Código Penal contém apenas uma escusa absolutória, ou seja, uma não aplicação da pena após o delito consumado quando a gravidez resulta de estupro, mas nunca uma permissão prévia para abortar. [2] http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=22/05/2014& jornal=1&pagina=60&totalArquivos=104 [3] http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=1&pagina=40& data=29/05/2014 [4] http://oglobo.globo.com/brasil/dilma-defende-aborto-na-saude-publica-por-motivos-medicos-legais-12712379 [5] 

Padre Michelino ROBERTO. União dos Juristas Católicos de São Paulo adverte: ‘Teremos surpresas após as eleições’, O São Paulo, Edição 3006 - 10 a 16 de junho de 2014, p. 11. [6] http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2014/06/1467665-ives-gandra-da-silva-martins-por-um-congresso-inexpressivo.shtml [7] http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Decreto/D8243.htm [8] http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,mudanca-de-regime-por-decreto-imp-,1173217
fonte: http://www.providaanapolis.org.br/


Note: o título foi alterado do original, pois acredito que independente de quem ganhar a eleição, seguirá com a cartilha da nova ordem mundial, da cultura da morte e dos acordos pré-estabelecidos para ganhar a corrida pelo poder.
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LEMBRANDO

Golpe do PT - enquanto tu grita gol - eles implantam o comunismo

quinta-feira, 24 de julho de 2014

"Frozen" - e a cultura gay no desenho da Disney

hit monstruoso da Disney inclui o primeiro casal de mesmo sexo na história do estúdio?


Congelado ... plantando as sementes da aceitação das relações homossexuais no filme? Fotografia: Disney



Então, basicamente, todo mundo adora Frozen, menos eu. Tudo bem, pra mim. Eu não sou fã, mas também não odeio; há partes dele que gosto muito, embora outros elementos sejam decepcionantes e desanimadores. Assisti duas vezes, e em ambas eu gostei de coisas o suficiente pra me sentir frustrado por elementos que, fatalmente, me impedem de acolhê-lo bem.

Por ora, quero falar de algo que observei enquanto fazia minha análise: os temas de cultura gay em Frozen .
Primeiro, vamos colocar os temas amplos na mesa.
  • Com poderes de gelo, Elsa é notavelmente diferente das outras pessoas. “Nascida assim ou amaldiçoada?”, pergunta o rei dos trolls – e seus pais confirmam que ela nasceu assim.
  • No entanto, essa diferença é causa de medo e segredo. Equivocadamente, seus pais ensinam Elsa a “escondê-la, não senti-la”. Essa repressão de sua verdadeira natureza a leva ao isolamento, ansiedade e, finalmente, um colapso na celebração da posse de Elsa, em que ela, fora de si mesma, revela seus poderes a todos.
  • Vista com medo e repulsa pelos outros, Elsa desafia a sociedade que a rejeitou, bem como as restrições injustas colocadas a ela por seus pais, e comemora a aceitação de sua verdadeira identidade na música Let it Go. Nada mais de “Seja a boa menina que você sempre tem que ser”; para Elsa, agora seu mantra é: “Deixe a tempestade se alastrar / O frio nunca me incomodou mesmo”.
  • É importante notar que em nenhum momento Elsa compartilha os anseios românticos de sua irmã Anna, nem mostra qualquer interesse em um pretendente masculino ou em ser cortejada. (Em certo ponto, um personagem masculino observa que, como herdeiro, Elsa seria preferível a Anna, mas “ninguém estava conseguindo chegar a lugar nenhum com ela“)
  • Ah, e os espectadores que ficaram até créditos finais foram recompensados com uma piadinha de despedida onde gigante de gelo criado por Elsa, um monstro de voz inegavelmente masculina, aparece vagando por seu palácio de gelo abandonado até pegar a tiara da rainha jogada ao chão, e a coloca delicadamente sobre a sua própria cabeça, sorrindo como houvesse descoberto sua verdadeira princesa interior.Por outro lado, há uma menção de duplo sentido sobre outro tipo de relação que se diz estar “fora das leis da natureza”: os trolls, cantando sobre Kristoff na canção Fixer-Upper, sugerem que ele tem um relacionamento anormal com sua rena Sven:

  • E daí que ele precisa de alguns reparos
    E daí ele tem algumas falhas. 
    Tal como o seu cérebro peculiar, querido 
    Seu caso com a rena
    Está um pouco fora das leis da natureza!
    Sim: uma piada sobre bestialidade em um desenho animado da Disney.
    Tudo isso me parece i) claramente uma sutil expressão de cultura pró-gay na Disney, e ii) não grande coisa, na medida em que os temas são sutis e ambíguos o suficiente para não representar uma preocupação importante, até mesmo para os pais mais experientes, ou exercer uma influência corruptora sobre crianças. (Eu não diria isso das expressões pró-gay ao estilo de Madagascar 2 ou os Happy Feet; estes estão numa categoria diferente, e eu realmete as repreendo. Em Frozen, estou mais preocupado com questões como Síndrome de Garota Oprimida e a subversão, de muitos modos, dos dois principais homens)
    No entanto, há um outro elemento pró-gay em Frozen que vale a pena observar e que, de início, escapou-me: a sugestão fugaz, mas potente, de que um personagem secundário tem uma família composta por um parceiro do mesmo sexo e um monte de crianças.

    A família gay de Oaken










    Ei, você notou um personagem gay? Eu também não, até que fui ver o filme pela segunda vez. Acontece que o grandalhão em “Comércio Ambulante e Sauna do Oaken” é provavelmente gay. Após jogar o pacote de sauna para Kristoff, Oaken se vira para dizer “Olá, família!” e BAM! lá estão eles.
Quais são as evidências:
  • Por que o momento está no filme, afinal de contas? Por que fazer uma cena onde Oaken diz “Uhuu! Oi família!” e, fugazmente, mostrar a família na sauna? No menor das possibilidades, a cena e a linha parecem ter a intenção de sugerir que eles são, ou pelo menos poderiam ser, a família do próprio Oaken.
  • Por que o jovem está numa posição central, com todos os outros personagens ao seu redor? O enquadramento da imagem, e seu enorme tamanho, sugerem que ele é uma figura paterna, e não apenas um irmão mais velho.
  • Quantas vezes já vimos uma família grande em um filme da Disney? Por que tantos personagens, senão com a intenção de distrair visualmente a atenção dos espectadores?
Parece razoável crer que os produtores tenham jogado a cena para permitir que os espectadores homossexuais de olhos mais aguçados pudessem tirar suas próprias conclusões sobre que tipo de “família” é essa.
E iremos ver cada vez mais esse tipo de coisa no futuro. Aqui está o porquê.
Do ponto de vista dos cineastas de Hollywood, enquanto ainda não é possível para um filme de família tradicional ter personagens ou temas abertamente gays, a heteronormatividade de entretenimento infantil tradicionais foi problematizada.
Na América pós-evolutiva de Obama, o pressuposto de que cada protagonista em todos os desenhos animados são por padrão heterossexual – que cada heroína recebe seu príncipe, cada herói tem sua garota – não é mais aceitável do que cada protagonista ser branco, ou homem. Como crianças com duas mamães ou dois papais devem se sentir quando todas as famílias, em todos os desenhos animados, se parecem com a família dos seus amigos, e não com as suas?
É óbvio que uma versão da Disney de O Príncipe e o Príncipe está muito longe ainda. A revolução ainda está em estágios iniciais. Famílias gay e seus aliados devem assumir as consolações onde puderem encontrá-las, e contentar-se em sua maior parte com piscadelas e acenos, sugestões e subtextos.
fonte: http://novaguia.org/frozen-uma-aventura-congelante/
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No ano passado, eu entrevistei Kori Rae, produtor da Pixar  lésbica, e perguntei quando vamos ver um personagem gay Pixar. 

Ela respondeu: "A resposta é, eu não sei se vai haver um personagem gay que eu espero que sim, eu realmente espero que nós chegar a um lugar onde podemos fazer isso.".

fonte: http://www.theguardian.com/film/2014/mar/25/gay-parents-kids-films-pixar-disney-frozen

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Isso não é Católico. A Missa não é do padre, a Missa é da Igreja!


O vídeo abaixo retrata bem numa visão comercial o que se diz 'católico' sincretista, que aceita tudo, amarra tudo num balaio só e que na verdade está ascendendo uma vela para DEUS e outra para o diabo.

E com certeza irá bater palmas para a nova cartilha que o Vaticano está para lançar, onde as leis de DEUS serão abolidas e avacalhadas pelo falso papa Francisco.







Agora para aqueles que tem dúvida, segue o vídeo do Padre Paulo Ricardo que denuncia o sincretismo religioso e o pequeno tirano, junto com seus comparsas, ou melhor, 'equipes de liturgia' que fazem esculhambação com a Santa Missa, transformando-a à gosto do sertanejo, do caboclo, do gaucho, ou do baiano. E por ai vai.







Cân. 214 — Os fiéis têm o direito de prestar culto a Deus segundo as prescrições do rito próprio aprovado pelos legítimos Pastores da Igreja, e de seguir uma forma própria de vida espiritual, consentânea com a doutrina da Igreja. 

Cân. 619 — Os Superiores dediquem-se diligentemente ao seu ofício e, em união com os religiosos que lhes foram confiados, esforcem-se por edificar a comunidade. 


ou seja: que o padre se dedique ao seu papel, de ser pastor, de cuidar do seu rebanho e não de ser cantor.



Catecismo para os que se encontram em Apostasia:

§2120 O sacrilégio consiste em profanar ou tratar indignamente os sacramentos e as outras ações litúrgicas, bem como as pessoas, as coisas e os lugares consagrados a Deus. O sacrilégio é um pecado grave, sobretudo quando cometido contra a Eucaristia, pois neste sacramento o próprio Corpo de Cristo se nos torna substancialmente presente.

L.13.14.11 Mudança do rito dos Sacramentos 

§1125 E por isso que nenhum rito sacramental pode ser modificado ou manipulado ao arbítrio do ministro ou da comunidade. Nem mesmo a suprema autoridade da Igreja pode alterar a Liturgia ao seu arbítrio, mas somente na obediência da fé e no religioso respeito do Mistério da Liturgia.