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terça-feira, 2 de setembro de 2014

A Profecia que se cumpre no Brasil: “A Rússia espalhará os seus erros pelo mundo”

Se confirmaram as profecias de Fátima, que advertem: se os homens não se emendarem, a Rússia espalhará os seus erros pelo mundo!

Importa, pois, em alto grau, interpretar ainda mais atual as Mensagens da A Palavra Viva de DEUS de forma autêntica, para que os espíritos se mantenham lúcidos, vigilantes e corajosos diante de acontecimentos extraordinários que possam advir.


Para os que têm fé, ressoarão sempre aos seus ouvidos as palavras de Nossa Senhora em Fátima: “Por fim, o meu Imaculado Coração triunfará!”.(2)


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A cruzada religiosa do Kremlin

ESCRITO POR ION MIHAI PACEPA | 30 ABRIL 2013
ARTIGOS – MOVIMENTO REVOLUCIONÁRIO



Ex-agente soviético afirma: “Khrushchev nomeou “Teologia da Libertação” a nova religião criada pela KGB.”


Novas revelações dos arquivos da KGB sugerem que a “Teologia da Libertação” foi mais bem sucedida que nos sonhos mais ousados de Khrushchev.

Há tempos o Kremlin usa a religião para manipular as pessoas. Os governantes soviéticos apaziguaram a população com a KGB, mas eles sonhavam com a revolução mundial. Depois que a casa já tinha sido acalmada, então eles encarregaram a KGB de trabalhar – através da igreja – para ajudar o Kremlin a expandir sua influência na América Latina. Desde Pedro, o Grande, os czares russos conservam a obsessão de encontrar um meio para entrar no Novo Mundo.

Criar um exército secreto de inteligência formado por servos religiosos, e utilizá-lo para promover os interesses do Kremlin no exterior, foi um trabalho importante para a KGB ao longo dos 27 anos em que fiz parte dela. Centenas de religiosos que não cooperavam foram assassinados ou enviados para os Gulags. Os complacentes foram utilizados. Como não era permitido aos padres serem agentes da KGB, eles assumiram a condição de cooptador ou de agente disfarçado. Um cooptador recebia privilégios da KGB (promoções, viagens internacionais, cigarros e bebidas importados, etc.). Um agente disfarçado gozava dos mesmos privilégios, além de receber um salário suplementar secreto de acordo com a sua posição real ou imaginária na KGB. Para preservar o sigilo, todos os padres que se tornaram cooptadores ou agentes disfarçados eram conhecidos, dentro da KGB, apenas pelos seus codinomes.

 Em 1971, a KGB o enviou a Genebra (Suíça) como representante da Igreja Ortodoxa Russa no Conselho Mundial de Igrejas (CMI), a maior organização ecumênica internacional depois do Vaticano, que representa aproximadamente 550 milhões de cristãos de várias denominações em 120 países. ( N. do E.: O Conselho Mundial de Igrejas (CMI), desde que surgiu, representa apenas os inúmeros agentes da esquerda infiltrados em denominações cristãs diversas, que, com o apoio de milhares de idiotas úteis, endossam e fomentam, além do mais relativista e caótico liberalismo teológico, movimentos subversivos de toda espécie, incluindo aí terroristas, bem como toda a agenda do marxismo cultural: aborto, gayzismo, feminismo, etc.) 

O objetivo era usar sua posição no CMI para espalhar a doutrina da Teologia da Libertação – um movimento religioso marxista que nasceu na KGB – pela América Latina

Em 1975, a KGB infiltrou “MIKHAYLOV” no Comitê Central do CMI, e em 1989 a KGB o apontou como presidente de relações internacionais do patriarcado russo – posições que ele mantinha quando foi “eleito” patriarca. De fato, no seu discurso de posse ”MIKHAYLOV” anunciou que fundaria canais de televisão religiosos na Rússia que fariam transmissões internacionais.

O Brasil, a décima maior economia do mundo, parece estar seguindo os passos do seu governante marxista, Lula da Silva, que em 1980 criou o “Partido dos Trabalhadores” (PT), um clone do Partido Trabalhador da Romênia Comunista. Com a recente inclusão da Argentina, onde a presidente, Christina Fernandez de Kirchner, está conduzindo o país a uma dobra marxista, o mapa da América Latina aparece, sobretudo, em vermelho.

fonte: http://homemculto.com/com-lula-e-pt-no-governo-a-comunista-teologia-da-libertacao-chega-ao-poder-no-brasil-igreja-da-libertacao-chegou-ao-poder-entrevista-historica-de-leonardo-boff/

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CEBs: sovietes para o programa Fome Zero?

Como braço organizado da Teologia da Libertação, surgiram as CEBs (Comunidades Eclesiais de Base), que são pequenos grupos formados por iniciativa do clero e de agentes pastorais, em torno das paróquias e capelas.

Sobre elas, a TFP publicou um esclarecedor estudo intitulado As CEBs... das quais muito se fala, pouco se conhece – A TFP as descreve como são.

O termo Comunidade de Base, segundo D. Miguel Balaguer, Bispo de Tacuarembó (Uruguai) na década de 80, tem uma curiosa explicação: “[...] Agora elas foram batizadas com o nome de ‘comunidades de base’; expressão inspirada na terminologia marxista, equivalente a soviete”.11

Recentemente foi noticiado que Frei Betto está articulando a ajuda dessas CEBs ao Programa Fome Zero. Não se sabe ainda como será esse auxílio, mas há algumas informações preocupantes a respeito.

Em entrevista à imprensa, o ministro Extraordinário de Segurança Alimentar e de Combate à Fome, José Graziano, afirmou: “Na nossa concepção, não importa a fiscalização de como foi feito o gasto. O que importa é a organização popular que uma ação como a do Cartão-Alimentação promove. [...] Cria um embrião de organização local: os comitês gestores”.12

Esses objetivos do Governo valeram um editorial da “Folha de S. Paulo”, que apontou o caráter autoritário do projeto Fome Zero: “Seria mais simples e digno reconhecer como desastrosa a idéia de que os pobres que fazem jus ao benefício têm de ser tutelados por conselhos gestores (de inspiração cubana?) ou por quem quer que seja”.13

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O Brasil encontra-se diante de um novo e apreensivo panorama: a presença ostensiva de alguns dos mais exacerbados próceres da Teologia da Libertação em posições importantes do novo governo.

O eleitorado brasileiro, cujo conservadorismo foi reconhecido até por políticos e jornalistas dos mais variados matizes, vê agora a mais esquerdista tendência do progressismo católico assumir uma posição de grande destaque na direção do País. Não era isso que ele esperava.


fonte: http://www.catolicismo.com.br/materia/materia.cfm?IDmat=457&mes=abril2003&pag=2

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A Crise na Igreja: O que disseram os Papas

O Papa São Pio X, na encíclica em que condenou o modernismo (precursor do progressismo), advertiu que “os fautores do erro [...] se ocultam no próprio seio da Igreja, [...] por assim dizer nas próprias veias e entranhas dela”(*).

Nesse mesmo sentido, advertiu Paulo VI: “A Igreja atravessa hoje um momento de inquietude. Alguns praticam a autocrítica, dir-se-ia até a auto-demolição. [...] A Igreja é golpeada também pelos que dela fazem parte”(**). O mesmo pontífice afirmou ter a sensação de que “por alguma fissura tenha entrado a fumaça de satanás no templo de Deus”(***).

Também João Paulo II, em diversas ocasiões, tem-se referido aos problemas do mundo moderno e à sua relação com a tempestade que se abate sobre a Santa Igreja. Em alocução aos Religiosos e Sacerdotes participantes do I Congresso Nacional Italiano sobre o tema “Missões ao Povo para os Anos 80”, em 6-2-81, ele traçou um panorama sombrio da situação da Igreja, afirmando que muitos destes problemas incluem a difusão de “verdadeiras e próprias heresias, no campo dogmático e moral, criando dúvidas, confusões e rebeliões; alterou-se até a Liturgia”.

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(*) Encíclica Pascendi Dominici Gregis, de 8/9/1907, Ed. Vozes, Petrópolis, 1959, p. 4.

(**) Alocução aos alunos do Seminário Lombardo — Insegnamenti di Paolo VI, Tip. Pol. Vaticana, vol. VI, p. 1188, apud Plinio Corrêa de Oliveira, G. A. Solimeo, L. S. Solimeo, “As Cebs...”, p. 71.

(***) Alocução de 29-6-72 — Insegnamenti...”, vol. X, p. 707, apud. op. cit., p. 71.


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Em 1980, a situação relacionada a Teologia da Libertação já estava quase fora do controle. Vocês já viram o João Paulo II ser vaiado? Pois na Nicarágua ele foi, a ponto de não poder continuar o seu discurso. Em sua visita ao país, em 1983, o beato foi hostilizado pelo povo por condenar a participação de clérigos na revolução sandinista (governo comunista).

Antes disso, ao botar os pés no aeroporto de Manágua, o Papa deu uma bronca no padre Ernesto Cardenal, metido até o pescoço com o governo sandinista.




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Nota: conferir a Mensagem recebida pelo profeta Pedro II no grande livro A Palavra Viva de DEUS no dia 10/01/2006.

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sábado, 2 de fevereiro de 2013

Quem ama a DEUS que não vê...

deve também amar e compreender o seu irmão - que precisa de você!



A FRATERNIDADE COMO SINAL

54. As relações entre vida fraterna e atividade apostólica, em particular nos institutos dedicados às obras de apostolado, não têm sido sempre claros e não raramente têm provocado tensões tanto para pessoas em particular, como para a comunidade. Para alguns «o fazer comunidade» é sentido como um obstáculo para a missão, quase um perder tempo em questões que, afinal, são secundárias. É necessário lembrar a todos que a comunhão fraterna, enquanto tal, já é apostolado, isto é, contribui diretamente para a obra de evangelização. De fato, o sinal por excelência deixado pelo Senhor é o da fraternidade vivida: «Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros» (Jo 13, 35).
Junto com a missão de pregar o Evangelho a todas as criaturas (Cf. Mt 28, 19-20), o Senhor enviou seus discípulos a viver unidos, «para que o mundo creia» que Jesus é o enviado do Pai ao quaI se deve dar o pleno assentimento de fé (Cf. Jo 17, 21). O sinal da fraternidade é, portanto, de grandíssima importância, porque é o sinal que mostra a origem divina da mensagem cristã e que tem a força de abrir os corações à fé. Por isso «toda a fecundidade da vida religiosa depende da qualidade da vida fraterna em comum».69
55. A comunidade religiosa, se e enquanto cultiva em seu seio a vida fraterna, tem presente, de forma contínua e legível, esse «sinal» do qual a Igreja tem necessidade sobretudo na tarefa da nova evangelização.
Também por isso a Igreja dá tanta importância à vida fraterna das comunidades religiosas: quanto mais intenso é o amor fraterno, maior é a credibilidade da mensagem anunciada, mais perceptível é o coração do mistério da Igreja sacrarnento, da união dos homens com Deus e dos homens entre si.70 Sem ser o «tudo» da missão da comunidade religiosa, a vida fraterna é um de seus elementos essenciais. A vida fraterna é tão importante quanto a ação apostólica.
Não se pode, pois, invocar as necessidades do serviço apostólico para admitir ou justificar uma vida comunitária medíocre. A atividade dos religiosos deve ser atividade de pessoas que vivem em comum e que informam de espírito comunitário seu agir, que tendem a difundir o espírito fraterno com a palavra, a ação e o exemplo.
Situações particulares, tratadas a seguir, podem exigir adaptações que, no entanto, não devem ser tais que impeçam o religioso de viver a comunhão e o espírito da própria comunidade.
56. A comunidade religiosa, consciente de suas responsabilidades em relação à grande fraternidade que é a Igreja, torna-se também um sinal da possibilidade de viver a fraternidade cristã, como também do preço que é necessário pagar para a construção de qualquer forma de vida fraterna.
Além disso, em meio às diversas sociedades de nosso planeta, marcadas por paixões e por interesses contrastantes que as dividem, desejosas de unidade mas incertas sobre os caminhos a seguir, a presença de comunidades onde se encontram, como irmãos ou irmãs, pessoas de diferentes idades, línguas e culturas, permanecendo unidas não obstante os inevitáveis conflitos e dificuldades que uma vida em comum comporta, é já um sinal que atesta qualquer coisa de mais elevado que faz olhar mais para o alto.
«As comunidades religiosas, que anunciam com sua vida a alegria e o valor humano e sobrenatural da fraternidade cristã, proclamam para nossa sociedade com a eloqüência dos fatos a força transformadora da Boa Nova».71
«Mas, sobretudo, pois, distingui-vos pela caridade, que é o laço da perfeição» (Cl 3, 14), o amor como foi ensinado e vivido por Jesus Cristo e nos é comunicado por meio de seu Espírito. Esse amor que une é o mesmo que impele a comunicar, também aos outros, a experiência de comunhão com Deus e com os irmãos. Isto é: gera os apóstolos impulsionando as comunidades pelo caminho da missão, seja ela contemplativa, seja de anúncio da Palavra, seja de ministérios de caridade. O amor de Deus quer invadir o mundo: a comunidade fraterna se torna missionária desse amor e sinal profético de sua força unificante.
57. A qualidade da vida fraterna tem também forte influência sobre a perseverança de cada religioso.
Como a medíocre qualidade da vida fraterna foi frequentemente apontada como motivação de não poucas defecções, assim a fraternidade vivida constituíu e ainda constitui um válido sustentáculo para a perseverança de muitos.
Numa comunidade verdadeiramente fraterna, cada um se sente coresponsável pela fidelidade do outro; cada um dá seu contributo para um clima sereno de partilha de vida, de compreensão, de ajuda mútua; cada um está atento aos momentos de cansaço, de sofrimento, de isolamento, de desmotivação do irmão; cada um oferece seu apoio a quem está aflito peIas dificuldades e pelas provações.
Assim a comunidade religiosa, que sustenta a perseverança de seus componentes, adquire também a força de sinal da perene fidelidade de Deus e, portanto, de sustentáculo para a fé e para a fidelidade dos cristãos, imersos nas vicissitudes deste mundo que, sempre menos, parece conhecer os caminhos da fidelidade.
fonte: CONGREGAÇÃO PARA OS INSTITUTOS DE VIDA CONSAGRADA E AS SOCIEDADES DE VIDA APOSTÓLICA
A VIDA FRATERNA EM COMUNIDADE
«Congregavit nos in unum Christi amor »