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sexta-feira, 3 de março de 2017

Todas as religiões - menos o Catolicismo.

Salve Maria.

O maior propagador do diálogo inter-religioso de todos os tempos é o bispo Bergolio.(não o chamo de papa, pois sei que ele não foi escolhido por DEUS)

  Foto do jornal O Globo.   


Vou colocar aqui o que é o "certo - Ecumenismo" - como tudo aquilo que ele defende e propaga como certo.

Vídeo ecumênico do papa Francisco*

Francisco a um grupo de judeus, cristãos e muçulmanos: "temos um mesmo pai.

E o " errado - ecumeniso" - que seria mostrar-se como defensor da Igreja Católica e do Filho de DEUS:

Francisco esconde su cruz pectoral delante de los Rabinos




E o vídeo abaixo é auto-explicativo. Tirem suas próprias conclusões.








Lembrando que:

O sacerdote, jornalista e doutor em Teologia pela Universidade de Navarra (Espanha), monsenhor Juan Claudio Sanahuja, denunciou como a ONU e outras entidades buscam estrategicamente influenciar os países com políticas anti-vida e a proposta de uma religião universal no congresso pró-vida da Human Life International em São Paulo. 

Artigo completo no link:
 http://mdemisericordia.blogspot.com.br/2013/08/padres-modernistas-estao-servindo-nova.html


domingo, 29 de novembro de 2015

Multiculturismo: uma agenda perigosa que tardiamente está sendo percebida.


A tentativa alemã de criar uma sociedade multicultural “fracassou completamente”



Quem o diz é a chanceler alemã, Angela Merkel, alimentando o debate sobre imigração e o Islão, que tem dividido o seu partido.

Ontem, numa reunião da juventude Democrata Cristã, Merkel afirmou que permitir que pessoas de origens culturais diferentes vivam lado a lado, sem integrá-las, não resultou.

“Esta abordagem multicultural, de apenas viver lado a lado e ser feliz uns com os outros – esta abordagem fracassou completamente. Não devemos ser um país que dá a impressão ao mundo de que quem não fala alemão ou não foi criado a falar alemão, não é bem-vindo aqui. Isso provocaria um grande dano ao nosso país,” afirmou.

fonte: http://pt.euronews.com/2010/10/17/merkelmulticulturalismo-alemao-fracassou/


Ao contrário, dona Merkel, o multiculturalismo teve enorme sucesso na Alemanha! Você é que estava esperando dele algo para o qual ele não foi criado. O multiculturalismo é uma teoria sociológica, e é preciso entender como ela funciona.

fonte: http://portalconservador.com/o-multiculturalismo-teve-enorme-sucesso-na-alemanha-dona-merkel/



fonte:http://www.economist.com/node/21520192

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Uma vez que o multiculturalismo já está perfeitamente enraizado na Europa, é altura de se fazer uma avaliação do seu “sucesso”. Para quem não sabe, o multiculturalismo apela a imigração em massa de pessoas com culturas distintas e impede ao mesmo tempo que sejam feitos movimentos que visem a assimilação das mesmas.
Por assimilação entende-se que os imigrantes devem aderir às normas do país que os recebe, não de seus países originais. Ao invés disso, os multiculturalistas adotam a noção falida de que se você tentar fazê-las se assimilar à nossa cultura deve ser chamado de “islamofóbico”. O padrão, obviamente, se manifestará apenas se estivermos diante de um islâmico, que não é obrigado a cumprir as regras. Se isso tudo soa insano é porque de fato é. Então comecemos com uma avaliação do “caso de sucesso” 
Na Alemanha, em entrevista dada ao Der Westen, o comissário de polícia Bernhard Witthaut comentou que os imigrantes islâmicos estão impondo zonas “no-go” por todo o país em ritmo impressionante[vi]. O entrevistador perguntou: “Existem áreas urbanas – por exemplo, em Ruhr – distritos e blocos de casas que são áreas ‘no-go’, significando que elas não podem mais ser protegidas pela polícia?”. A resposta de Witthaut:
Todo comissário de polícia e ministro interiorano irá negar isso. Mas é claro que nós sabemos onde podemos ir com o carro de polícia e onde, mesmo inicialmente, apenas com o transporte de pessoal. A razão é que nossos colegas não podem mais se sentir seguros entrando lá em duplas, e temem se tornar eles próprios vítimas de crimes. Nós sabemos que estas existem. É ainda pior: nestas áras, os crimes não resultam em punição legal. Eles são abandonados à sua própria sorte. Apenas nos piores casos nós, da polícia, conseguimos descobri algo a respeito. O poder do estado está completamente fora da equação nestes lugares.

Precisa mais? 

Pois saiba que na Itália, os muçulmanos normalmente ocupam a Piazza Venezia para suas rezas de sexta-feira. Na Bolonha é normal que muçulmanos ameacem bombardear a catedral de San Petronio[vii]. Motivo: ela exibe uma pintura de 600 anos ilustrando o Inferno de Dante, mostrando Maomé atormentado no inferno. 

Parece que o método multiculturalista mostrou-se tão útil quanto um lápis branco. Mas não pense nos políticos italianos que deixaram isso acontecer como pessoas estúpidas. Melhor pensar neles como pedras inteligentes.

Parece realmente inacreditável o que está se passando com a Europa, mas os fatos estão aí. Não podemos fechar os olhos para eles. É por isso que o blogueiro europeu (que vive em Portugal) lança novamente seus comentários ao mesmo tempo indignados e lúcidos:

Enquanto esta destruição vai ocorrendo, a elite esquerdista dominante continua a subsidiar os invasores e apropagandear em seu nome. Críticas à conquista islâmica têm que ser criminalizadas.
A menos que a Europa morra de forma tranquila e se torne em algo análogo ao Médio Oriente, pobre, violento e retrógrado, o continente está em vias de entrar num momento bastante colorido da sua história onde a população nativa irá reclamar o seu território de forma violenta depois de se ver livre da elite politica – tanto da esquerda como da direita – que os traiu.
É bom lembrar que não falamos aqui de uma “falha de projeto”. Estamos diante de um projeto executado conforme o previsto.

fonte: http://lucianoayan.com/2015/04/05/o-multiculturalismo-como-um-projeto-de-morte-excertos-de-a-urgencia-de-sermos-charlie/





Com portões abertos: o suicídio colectivo forçado das nações Europeias.


With Open Gates: The forced collective suicide of European nations

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Unesco - cartilha sexual: saiba como os pais podem defender seus filhos!

UNESCO lança cartilha sobre educação sexual para educadores brasileiros


E cria polêmica ao indicar o tema para alunos a partir dos cinco anos de idade Veja mais notícias em: http://cmais.com.br/jornalismo
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Governo, as escolas e os professores estão obrigados a respeitar o direito dos pais e a liberdade de consciência e de crença dos alunos. E os pais podem recorrer ao Judiciário para fazer valer esse direito.
ESCRITO POR MIGUEL NAGIB 



O presente estudo foi elaborado com os seguintes objetivos:


1 - desmentir a crença generalizada de que a educação sexual é um componente obrigatório do curriculum escolar (ao contrário do que se pensa, obrigatório, como veremos, é não veicular esse conteúdo no âmbito das disciplinas obrigatórias); e


2 - servir de subsídio aos pais para que eles pais exerçam, efetivamente -- recorrendo à Justiça, se necessário --, o direito, que lhes é assegurado pela Convenção Americana de Direitos Humanos, a que seus filhos recebam a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções.

Dado que a temática da educação sexual está compreendida no plano mais abrangente da educação moral, examinaremos aqui, de forma também abrangente, se o professor está legalmente obrigado ou autorizado a tratar de questões morais em sala de aula.


Cuidando-se de uma análise estritamente jurídica, não nos interessa saber se o que os professores estão ensinando em matéria de valores morais é positivo ou negativo (para isso, recomendamos que o leitor assista a este vídeo); nem se é conveniente ou inconveniente que questões morais sejam levadas para dentro da sala de aula (para isso, recomendamos a leitura desta entrevista); mas apenas se a Constituição e as leis do país permitem que isso seja feito e, caso permitam, em que condições.

Como ninguém ignora, as salas de aula estão sendo usadas de modo intensivo para promover determinados valores, com a finalidade de moldar o juízo moral, os sentimentos e as atitudes dos estudantes em relação a certos temas.

Que temas são esses? Depende da moda, das novelas, da ONU, da UNESCO e das minorias que controlam o MEC e as secretarias de educação. Pode ser orientação sexual, questões de gênero, “direitos reprodutivos” (p. ex., aborto), modelos familiares, ética, etc.

Os educadores chamam isso de “educação de valores”.


Não existe uma disciplina escolar intitulada “educação de valores”. Esse conteúdo é “espalhado” nas disciplinas obrigatórias do curriculum -- Português, Matemática, Geografia, Biologia, História --, por meio de uma técnica chamada transversalidade. Assim, por exemplo, numa aula de Ciências, ao tratar do aparelho reprodutor, o professor aproveita para explicar aos alunos “como se transa”; ou, numa aula de Comunicação e Expressão, o professor manda que os alunos leiam um texto que, a pretexto de combater o “preconceito”, promove o comportamento homossexual.

Nesse tipo de educação, o objetivo não é transmitir conhecimento, mas, sim, inculcar valores e sentimentos na consciência do estudante de modo que ele tenha determinado comportamento. É um tipo de lavagem cerebral, porque utiliza, muitas vezes, técnicas de manipulação mental bastantes conhecidas, conforme demonstrado por Pascal Bernardin, no livro “Maquiavel Pedagogo ou o ministério da reforma psicológica”.

Acontece que os valores promovidos pela escola não coincidem necessariamente com aqueles que o estudante aprende em casa com seus pais. E isso fica muito claro quando o assunto é alguma questão relacionada à moral sexual.

Como se sabe, um dos temas mais explorados na educação de valores é a sexualidade. E, ao tratar desse tema nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) -- um documento que contém recomendações a serem observadas pelas escolas de todo o país --, o MEC adota dois princípios fundamentais: “direito ao prazer” e “sexo seguro”. Tudo mais é rotulado de “tabu” ou “preconceito” (a palavra preconceito aparece 17 vezes no caderno de orientação sexual dos PCNs).

Transcrevo, a seguir, uma passagem do caderno de Orientação Sexual dos PCNs que contém sugestões de temas a serem tratados em sala de aula:

“Com a inclusão da Orientação Sexual nas escolas, a discussão de questões polêmicas e delicadas, como masturbação, iniciação sexual, o “ficar” e o namoro, homossexualidade, aborto, disfunções sexuais, prostituição e pornografia, dentro de uma perspectiva democrática e pluralista [leia-se: relativista], em muito contribui para o bem-estar das crianças, dos adolescentes e dos jovens na vivência de sua sexualidade atual e futura.”

Em suma, não há dúvida de que as disciplinas obrigatórias do curriculum -- tanto das escolas públicas, quanto das particulares -- estão sendo usadas para promover determinados valores morais, especialmente, em questões ligadas à sexualidade.

O problema -- e aqui chegamos ao aspecto propriamente jurídico da matéria -- é que isto se choca com o direito dos pais a que seus filhos recebam a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções.


Que direito é esse?


Além de ser um direito natural -- ou seja, um direito que existe independentemente de estar previsto em lei, porque decorre da própria natureza das coisas --, esse direito é garantido expressamente pelo art. 12 da Convenção Americana de Direitos Humanos (CADH), também conhecida como Pacto de São José da Costa Rica.


O art. 12 da CADH diz o seguinte:


“Os pais têm direito a que seus filhos recebam a educação religiosa e moral que esteja de acordo com suas próprias convicções.”


A CADH é um tratado internacional assinado pelo governo brasileiro que tem força de lei no Brasil desde 1992. Ou melhor: de acordo com o Supremo Tribunal Federal, a CADH, por ser um tratado sobre direitos humanos, está no mesmo nível hierárquico da Constituição Federal.

Ao dizer que os pais têm direito a que seus filhos recebam a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções, a CADH está reconhecendo aos pais o direito de decidir a educação moral que será transmitida a seus filhos.


Ora, se cabe aos pais decidir o que seus filhos devem aprender em matéria de moral, nem o governo, nem a escola, nem os professores têm o direito de usar as disciplinas obrigatórias -- aquelas disciplinas que o estudante é obrigado a frequentar sob pena de ser reprovado --, para tratar de conteúdos morais que não tenham sido previamente aprovados pelos pais dos alunos.


Com outras palavras: o governo, as escolas e os professores não podem se aproveitar do fato de os pais serem obrigados a mandar seus filhos para a escola, e do fato de os estudantes não poderem deixar de frequentar as disciplinas obrigatórias, para desenvolver nessas disciplinas conteúdos morais que possam estar em conflito com as convicções dos pais.

o governo, as escolas e os professores estão obrigados a respeitar o direito dos pais e a liberdade de consciência e de crença dos alunos. E os pais podem recorrer ao Judiciário para fazer valer esse direito.


Em resumo: o art. 12 da CADH e o art. 5º, VI, da Constituição Federal, exigem que os conteúdos morais hoje presentes nos programas das disciplinas obrigatórias sejam reduzidos ao mínimo indispensável para a assegurar que a escola possa cumprir aquela que é a sua função primordial: transmitir conhecimento aos estudantes.


Tudo o que passar disso deve ser colocado, quando muito, no programa de uma disciplina facultativa. Conhecendo o programa dessa disciplina, os pais decidirão se querem que seus filhos a frequentem.


Miguel Nagib é procurador do Estado de São Paulo, fundador e coordenador do Escola Sem Partido -www.escolasempartido.org.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Se você acredita no papa Francisco: saiba que você foi condicionado a ISSO!




ONU, políticas contra a vida, Nova Era,... e para que tudo isso se concretize é necessário a aceitação de uma única religião: a religião universal.



Mons. Sanahuja falou que a religião universal, “também pode ser conhecida como novo código ético universal” e que esta vem infiltrando-se nas demais religiões. 

“Este código vem marcado pelo desejo dos organismos internacionais da ONU, por exemplo, também de alguns países centrais de mudar as convicções religiosas dos povos, para que seu plano de anticoncepção, de aborto, que eles mesmos chamam de re-engenharia social, seja aceito pelos países menos desenvolvidos”, sublinhou.

Este código ético segundo o Monsenhor “impõe valores relativos”. “Como dizia João Paulo II: o relativismo se converte em um totalitarismo, o relativismo unido à democracia se converte em um totalitarismo visível ou encoberto”.

“Pretende-se substituir as verdades imutáveis da lei natural, da religião cristã, ou das que eles chamam de religiões abraâmicas, por valores relativos de modo que tudo o que for afirmado como um valor imutável, como por exemplo o valor de toda vida humana, na condição que for, ou que o matrimônio só ocorre na união entre homem e mulher, tudo o que for afirmado assim, para eles é totalitarismo e altera a paz social”.

fonte: http://www.acidigital.com/noticias/sacerdote-denuncia-o-perigos-da-religiao-universal-proposta-pela-onu-20171/

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E quem está promovendo sistematicamente o "amor" livre do amor a DEUS, à Sua Igreja e a seus dogmas, para que haja o ecumenismo, a salada de frutas religiosa: a religião universal - a qualquer custo??

















segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Padres modernistas estão servindo a Nova Ordem Mundial




O sacerdote, jornalista e doutor em Teologia pela Universidade de Navarra (Espanha), monsenhor Juan Claudio Sanahuja, denunciou como a ONU e outras entidades buscam estrategicamente influenciar os países com políticas anti-vida e a proposta de uma religião universal no congresso pró-vida da Human Life International em São Paulo. 


Segundo o sacerdote que também é membro da Pontifícia Academia para a Vida, existe uma nova guerra fria – existe um projeto de poder global- evidente em documentos da Organização das Nações Unidas (ONU) e em pronunciamentos e ações de chefes de Estado em todo o mundo. “Hoje, se fala do politicamente correto, um pensamento único comum às pessoas de muitas nações. Esse projeto é um conjunto de medidas para implementar um conjunto de regras de como pensar, do que falar e fazer”, advertiu o sacerdote. 

Falando concretamente sobre o papel da ONU para influenciar com políticas anti-vida as constituições das nações no mundo inteiro, Mons. Sanahuja explicou em diálogo com a ACI Digital, que “a ONU tem há muito tempo um projeto de poder global”. “Em grande parte esta onda da cultura da morte vem motorizada pelos desejos dos países do norte de ter grandes reservas de matérias primas e minerais nos territórios países do sul que alimente os opulentos padrões de consumo dos países do norte.


        (...) Na raiz está isto: o desejo egoísta de domínio , simplesmente, para ter nos países do sul um enorme armazém... que cubra os padrões de consumo dos países do norte. “Por isso o interesse da ONU de controlar a população mundial, impor a anticoncepção, impor o aborto, impor reformas até mesmo nos códigos éticos das religiões”, afirmou. 


 Este código ético segundo o Monsenhor “impõe valores relativos”. “Como dizia João Paulo II: o relativismo se converte em um totalitarismo, o relativismo unido à democracia se converte em um totalitarismo visível ou encoberto”. “Pretende-se substituir as verdades imutáveis da lei natural, da religião cristã, ou das que eles chamam de religiões abraâmicas, por valores relativos de modo que tudo o que for afirmado como um valor imutável, como por exemplo o valor de toda vida humana, na condição que for, ou que o matrimônio só ocorre na união entre homem e mulher, tudo o que for afirmado assim, para eles é totalitarismo e altera a paz social”. “Portanto isso dá pé a esta nova ordem mundial, para perseguir (se considera necessário) a Igreja e a todos os que tenham convicções imutáveis”, acrescentou. 





Assista abaixo a palestra do Pe. Paulo Ricardo sobre esse livro e como os padres modernos (3: 55min) são utilizados para a nova ordem mundial:





Em resumo: todo aquele que relativiza os Dogmas da Igreja Católica, que superficialmente esclarece o perigo do pecado e pouco exige dos fiéis o comportamento, sua conduta como cristão e seu papel como soldado de Cristo; eis ai os agentes da religião globalista ecumenista e mundial.

 Leia também: http://fabiohsmoura.blogspot.com.br/2013/08/estou-dando-este-conhecimento-para-nao.html

 # Nota # UMA NOVA ORDEM E ECUMENISMO MUNDIAL

  Para os céticos, desavisados e instrumentos da mídia illuminati que vivem fazendo pouco e desdenhando quando mostramos e comprovamos esta terrível conspiração em andamento, divulgamos as lúcidas palavras do Sr. Hermes Rodrigues Nery que tão bem apresenta e sintetiza a esplêndida Obra do Monsenhor Juan Cláudio Sanahuja; e que a todos recomendamos:

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Porque os homossexuais ganharam tanto visibilidade no governo Obama




O Anti-CRISTO se levantará contra tudo que possa se referir a DEUS e Seus ensinamentos.

Cu$te o que cu$tar




Sabemos que a Bíblia nos ensina que nos últimos tempos, o anticristo irá receber o poder dos reis da terra (Ap. 17:13) e esses reis terão um mesmo intento, ou seja, um mesmo pensamento ou objetivo.

Nesse contexto, é importante sabermos que a ONU e a UNESCO são instrumentos do maligno e funcionam como mecanismos importantes para concretização dessa profecia. Daqui por diante, irei me referir a essas organizações simplesmente como UNESCO.

Pois bem, nessas organizações, os "reis da terra" fazem acordos e se juntam em torno de objetivos comuns. A UNESCO trabalha para conciliar todos em torno de objetivos e idéias comuns. Exatamente o que a Bíblia disse que iria acontecer. Isso nunca aconteceu antes na história (exceto pela torre de Babel, onde Deus interveio e confundiu as línguas dos povos para desbaratar aquele ato de desobediência e rebeldia). A estrutura já está pronta, está faltando apenas surgir o anticristo que será a pessoa que assumirá o controle.

Nas palavras da própria UNESCO sobre qual é sua missão :
veja em
http://portal.unesco.org/en/ev.php-URL_ID=3328&URL_DO=DO_TOPIC&URL_SECTION=201.html

"Today, UNESCO functions as a laboratory of ideas and a standard-setter to forge universal agreements on emerging ethical issues."

TRADUÇÃO: "Hoje, a UNESCO funciona como um laboratório de idéias e uma estabelecedora de padrões para construir acordos universais sobre assuntos de ética que surgirem."

A Constituição dos Estados Unidos e até mesmo muitas das nossas leis no Brasil (ainda que meramente por imitação) historicamente foram baseadas em princípios cristãos. Mas, nesses últimos tempos, surge essa organização para se constituir a si mesma como "estabelecedora de padrões éticos". Ou seja, os padrões de Deus aos poucos são substituídos pelos padrões da UNESCO.



Estão aí o feminismo, o aborto e o casamento homossexual emergindo como consequência disso. A UNESCO cada vez mais decide o que é ético e o que não é. E muitos cristãos desinformados (e desde pequenos doutrinados na doutrina do mundo) estão sendo enganados sem perceber.

"Através da cultura", eles dão 50% de desconto para os estudantes assistirem nos cinemas os filmes de Hollywood que ensinam as crianças a bruxaria em pelo menos 90% dos filmes da Disney (muitos dos quais também ensinam reencarnação e necromancia - invocação dos mortos) e na série Harry Potter, pra não citar tantos outros. Além da feitiçaria e necromancia, os filmes de hoje promovem cada vez mais a fornicação, o adultério e mais recentemente o homossexualismo e o roubo. Quando digo "promovem", refiro-me especialmente aos filmes que projetam os personagens fornicários, adúlteros, ladrões e sodomitas (homossexuais) como heróis.

"Através da cultura", eles confeccionam e promovem vestuários cada vez mais indecentes, que fazem com que tantas mulheres saiam nas ruas e nas praias vestidas como verdadeiras prostitutas. Eles implantam isso na "cultura" das pessoas através da televisão, revistas e propagandas diversas. Chamam isso de "moda".

"Através da cultura" a mídia promove obras literárias cada vez mais anti-cristãs, como "O Código da Vinci".

"Através da ciência", a National Geographic e outros esforçam-se para dar o máximo de repercussão possível ao tal Evangelho de Judas, debatendo sobre a questão em termos supostamente científicos, semeando todo tipo de dúvidas quanto à veracidade e infalibilidade da Bíblia Sagrada. Esforçam-se para explorar tudo que o deteriorado manuscrito do Egito, escandalosamente herético, tem para dizer, sendo que provavelmente cada um deles tem uma Bíblia bastante legível e de fácil compreensão na sua própria casa e deveriam estar lendo se querem aprender alguma coisa !

Rejeite o plano da ONU e da UNESCO de aceitar os padrões que eles estão impondo.

Rejeite a paz que o mundo oferece e firme-se na paz que Jesus dá, a qual é obtida e multiplicada pela oração, pelos Sacramentos da Igreja Católica que conserva os seus dogmas e suas tradições e peça sempre a intercessão da Santíssima Virgem Maria para ter forças nesta batalha; a qual, nós sabemos quem sairá vitorioso no fim: Jesus, nosso Salvador (II Pedro 1:2)



Baixe o livro: O ANTICRISTO
PODER OCULTO POR TRÁS
DA NOVA ORDEM MUNDIAL ------------> http://www.fimdostempos.net/anticristo-poder-oculto-nom.pdf