terça-feira, 17 de maio de 2016

Aviso para os evangélicos,... e para católicos que abandonaram a verdadeira religião.






Vulto que anda sobre a terra.

10/07/2000
Mensagem recebida pelo Confidente Católico Bento da Conceição ?Taquaras ? Balneário Camboriú ? Santa Catarina ? Brasil. Informações fone- fax: (0xx47) 3367-7110 ou (0xx47) 9234-1114 (Vivo) ou (0xx47) 9112-8000 (Tim) ou (0xx47) 3360-7167
FONTE: http://www.ceifadores.com.br/Mensagem/1009/Vulto-que-anda-sobre-a-terra




Bento: Santo Pai! Quis mostrar a Sua Divindade, através do Santíssimo Sacramento, a uma evangélica, mas não aceitou e nem acredita. Esta veio na minha casa pela dor, mas não por amor. O que devo eu fazer, Senhor, quando aqui voltarem estas pessoas?




A Igreja é lugar Sagrado! Quem vier entrar nela e dizer que não acredita em nada no que ela apresenta, como o Sacrário, os pertences que fazem parte da Santa Missa, a Cruz, que identifica o Meu martírio, e as imagens dos que Me serviram, a tal pessoa, que vier por qualquer pretexto, não precisa nem dar ouvido, muito menos dialogar, pois Meu adversário se coloca diante dessas pessoas, onde por ele estas pobres almas vêm sendo enganadas.

Os pertences que serviram na Ceia, que realizei junto com Meus Apóstolos, foram por Mim purificados. Se eles não o fossem, não poderia o cálix receber o vinho e a mesa o pão. Assim como o Altar recebe o vinho e a água e a Santa Hóstia, sobre a mesa, onde vai tudo isto, ela por Mim é abençoada, e não há outro lugar em que o Cordeiro de Deus possa ser consagrado. Por isso a Minha Igreja é uma só assim como Eu Sou um só e não dois.

Quem divide a Minha Presença, este ou esta pessoa está sujeito a perder sua alma;

quem rejeita Minha Doce Mãe é a Mim que está rejeitando; e quem vier dizer que Santo não tem poder, a Sagrada Escritura, na mão desta gente, passa a ser um livro comum, por desprezar os que escreveram, onde todos foram escolhidos por Mim, assim como escolhi a ti também, Meu filho. Tudo isto vens escrevendo porque é Meu Santo Espírito que está sobre o teu corpo. Daí, teus braços e tuas mãos só escrevem o que Eu quero.

Agora, filhos amados, é tempo de fazerdes tudo aquilo que vos ensinei: "Idem pregar o Evangelho em Meu Nome. Mas, se numa morada vos rejeitarem, por serdes católicos, sacudí até o pó de vossos calçados. Só deixai Minha Paz a todos aqueles que vos receberem bem" (Mt. 10, 5-14).

Daqui por diante será assim. Os que ouvem Meu chamado, não irão contra vós. Mas, os que têm ouvido e nada disso aceitam, estas pessoas são surdas e não aceitam a verdade. Quem de vós pode Me dizer o que devo fazer, ó filhos ingratos? Se tal pessoa escolho, é por que conheço o que se passa no coração de um homem. Por isso escolhi este pequeno homem diante de Mim, para confundir os letrados, os que se acham donos da verdade. E, se vieres a bater no peito, dizendo que estás acima deste que escreve, olhes que não tens poder algum, pois um Juiz tu não és, um advogado também não e um administrador menos ainda. Se com tudo isto que te falo, não vieres te humilhar diante de Mim e nem passares a ser um dos últimos, caso continues com tua teimosia, no Juízo Final só serás chamado para receberes a tua sentença, e olha que não está muito longe.

Quem busca confusão, não sabe o que diz e nem pode enxergar nada, pois vive só por ver os outros viverem; são somente vultos que andam sobre a terra.


Jesus


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Introdução

Desde os tempos apostólicos muitos cristãos abandonaram a Igreja Católica. Este processo teve início no surgimento das primeiras heresias (como as heresias judaizante e gnóstica), foi potencializado com o surgimento do Islã, da Reforma Protestante e o Iluminismo. Cresceu em progressões geométricas desde o aparecimento do Pentecostalismo Americano no final do séc. XIX. 


Neste artigo quero convidar o leitor (principalmente católicos e ex-católicos) a uma profunda reflexão sobre estes fatos e sua relação com as advertências que os Apóstolos nos deixaram sobre os últimos tempos.

"Quereis vós também retirar-vos"

Esta pergunta Jesus fez aos Doze Apóstolos, após muitos de seus discípulos decidirem abandoná-lo, conforme relata São João em seu Evangelho: "Desde então, muitos dos seus discípulos se retiraram e já não andavam com ele" (Jo 6,66).

Por que muitos discípulos de Jesus revolveram abandoná-lo? Minutos antes o Senhor havia ensinado uma das verdades fundamentais da Fé:

"Em verdade, em verdade vos digo: quem crê em mim tem a vida eterna. Eu sou o pão da vida. Vossos pais, no deserto, comeram o maná e morreram. Este é o pão que desceu do céu, para que não morra todo aquele que dele comer. Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão, que eu hei de dar, é a minha carne para a salvação do mundo" (Jo 6,47-51).

Relata o Evangelista que "A essas palavras, os judeus começaram a discutir, dizendo: Como pode este homem dar-nos de comer a sua carne?" (Jo 6,52). Eles ficaram escandalizados com as palavras de Cristo. Será que Jesus estava falando em parábolas? Então, o Salvador continua:

"Então Jesus lhes disse: Em verdade, em verdade vos digo: se não comerdes a carne do Filho do Homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós mesmos. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia. Pois a minha carne é verdadeiramente uma comida e o meu sangue, verdadeiramente uma bebida. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele" (Jo 6,53-56) (grifos meus).

Nosso Senhor deixa bem claro que Ele é verdadeiramente o Pão da Vida. Nosso Senhor termina seus ensinamentos confirmando mais uma vez o que havia dito outras duas:

"Assim como o Pai que me enviou vive, e eu vivo pelo Pai, assim também aquele que comer a minha carne viverá por mim. Este é o pão que desceu do céu. Não como o maná que vossos pais comeram e morreram. Quem come deste pão viverá eternamente. Tal foi o ensinamento de Jesus na sinagoga de Cafarnaum" (Jo 6,57-59).

É bem provável que se Jesus não tivesse feito tal Revelação, os discípulos que o abandonaram ainda estivessem com Ele. No entanto naquela ocasião eles não tinham um outro Cristo para seguir; ou ficavam com Jesus ou o abandonavam, e sabemos muito bem qual foi a decisão deles.

Ser Cristão não é confessar uma idéia ou filosofia que tenha como núcleo o Cristo, mas sim estar em sintonia com toda Verdade Revelada por Ele. Ou confessamos Cristo por inteiro, ou estaremos confessando uma mentira ou uma meia-verdade que é pior que a mentira. Nos informa ainda o Evangelista:

"Muitos dos seus discípulos, ouvindo-o, disseram: Isto é muito duro! Quem o pode admitir? Sabendo Jesus que os discípulos murmuravam por isso, perguntou-lhes: Isso vos escandaliza? Que será, quando virdes subir o Filho do Homem para onde ele estava antes?... O espírito é que vivifica, a carne de nada serve. As palavras que vos tenho dito são espírito e vida. Mas há alguns entre vós que não crêem... Pois desde o princípio Jesus sabia quais eram os que não criam e quem o havia de trair" (Jo 6,60-64).


Os ensinamentos de Cristo naquela ocasião escandalizaram e continuam escandalizando a muitos até hoje. Esta Verdade de Fé que não foi inventada pela Igreja (como anunciam aos quatro ventos os inimigos da Igreja), mas foi Revelada pelo próprio Cristo conforme testifica a Escritura Sagrada.

Assim como no passado, ainda hoje muitos abandonaram a Fé Católica porque não crerem na presença real de Cristo no Sagrado Sacrifício da Missa. Durante séculos se ecoou a voz dos primeiros apóstatas: "Isto é muito duro! Quem o pode admitir". Não admitindo esta Verdade caíram no mesmo erro de seus predecessores.

Por isso ainda hoje as palavras do Cristo se fazem necessárias: "Isso vos escandaliza? [...] As palavras que vos tenho dito são espírito e vida. Mas há alguns entre vós que não crêem".

Muitas pessoas deixaram a Igreja Católica porque deixaram de crer ou nunca creram que a carne e o sangue do Senhor são "verdadeiramente comida" e "verdadeiramente bebida" respectivamente. Desta forma, a pergunta do Senhor aos Apóstolos estende-se àqueles que ainda estão na Igreja Católica: ?Quereis vós também retirar-vos?? (Jô 6,67).

A grande apostasia predita por São Paulo nos últimos tempos


Hoje em dia todo mundo conhece alguém que abandonou a Fé Católica. Existem ex-católicos que se tornaram ateus, espíritas e a maioria protestante. A Europa de outrora que fora católica hoje é atéia. O Catolicismo oriental encontra-se suprimido pelos regimes totalitários do Islã e dos países Budhistas, como a China e Japão. Na América Latina, o Catolicismo encontra-se anulado pelas doutrinas modernistas da RCC e dos teólogos de esquerda da Teologia da Libertação; situação esta que muito tem contribuído para a aliciação de fiéis católicos pelas seitas.

No Brasil, país considerado possuir o maior rebanho católico do mundo, a grande maioria dos católicos não possuem conhecimento de sua Fé, não se envolvem em iniciativas de evangelização e não buscam uma vida santa.
O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) desde 1970 tem registrado uma progressiva diminuição da população católica do País.

Todos esses fatos corroboram fielmente com a apostasia anunciada por São Paulo nos últimos tempos:

"No que diz respeito à vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e nossa reunião com ele, rogamo-vos, irmãos, não vos deixeis facilmente perturbar o espírito e alarmar-vos, nem por alguma pretensa revelação nem por palavra ou carta tidas como procedentes de nós e que vos afirmassem estar iminente o dia do Senhor. 

Ninguém de modo algum vos engane. Porque primeiro deve vir a apostasia, e deve manifestar-se o homem da iniqüidade, o filho da perdição, o adversário, aquele que se levanta contra tudo o que é divino e sagrado, a ponto de tomar lugar no templo de Deus, e apresentar-se como se fosse Deus" (2 Ts 2,1-4).

Portanto, até que Cristo venha, a Fé que Ele instituiu será quase que totalmente erradicada da face da terra.


Estamos vendo para onde se encaminha o destino deste mundo, o que me faz lembrar as célebres palavras do Senhor: "Mas, quando vier o Filho do Homem, acaso achará fé sobre a terra?" (Lc 18,8).


Diante do embate contra o Príncipe deste mundo, nós católicos que persistirmos firmes na Fé e na antiga Tradição dos Apóstolos, devemos renovar nossa esperança lembrando-nos das palavras de São Paulo à Igreja Católica:

"Primeiramente, dou graças a meu Deus, por meio de Jesus Cristo, por todos vós, porque em todo o mundo é preconizada a vossa fé. [...] A vossa obediência se tornou notória em toda parte, razão por que eu me alegro a vosso respeito. [...] O Deus da paz em breve não tardará a esmagar Satanás debaixo dos vossos pés. A graça de nosso Senhor Jesus Cristo esteja convosco!? (Rm 1,8; 16,19-20).

fonte: http://www.veritatis.com.br/apologetica/protestantismo/8025-a-debandada-catolica-e-a-apostasia-dos-ultimos-tempos
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Apostasia = perca da fé, da verdadeira fé Católica, transmitida pelos Apóstolos e conservada pela Santa tradição. A apostasia se faz presente principalmente nas igrejas católicas aonde não se acredita na presença REAL de JESUS na Santa Hóstia, dando o Corpo de CRISTO e Seu Sangue nas nãos dos fiéis e estes deixando as Partículas da Santa Hóstia caírem no chão e com isso pisam novamente no Corpo e Sangue de CRISTO, assim como fizeram com JESUS na crucificação.


A Tradição é contrária ao modernismo, as alterações no Pai Nosso, as alterações na liturgia e toda heresia propagada aos 4 ventos, dizendo que qualquer religião é válida, desde que se acredite me DEUS.


sábado, 7 de maio de 2016

Para aqueles que não crêem, os sinais não são visíveis.


Frase dita pelo Santo Inácio de Loyola














Aqui Estou o tempo todo, não há mais lugar melhor para Mim do que este

09/09/2014

    

Tu já sabes Meu filho, quando aqui vens conversar Comigo, não existe diferença entre nós, assim como aconteceu com os Meus doze Apóstolos que em redor de Mim ficavam, só para ouvir o que saía de Minha boca, e tu não és diferente.

A diferença é que não podes Me ver, mas que tão logo verás como Eu Sou, onde perto de Mim estarás por toda a eternidade. Viu, filho Meu, já tive e tenho muitos que junto Comigo andavam antes de Ser crucificado, mas posso te adiantar que há muito tempo Comigo andas.

Veja que tudo o que já fizeste foi obra Minha. Como a maioria não acredita, porque as coisas do mundo vêm roubando de Mim a maior parte, para não perder tudo, então, Estou pondo em tuas mãos todas essas Mensagens, para que Meu pequeno rebanho comece a Me reconhecer antes mesmo da Minha segunda Volta.

Mas não se esqueçam, aqui Estou o tempo todo, não há mais lugar melhor para Mim do que este. Vejo que tua família cuida muito bem do que é Meu, por exemplo, como fiquei agradecido de cantarem os parabéns pelo Nascimento de Minha Santa Mãe. Ela, por Sua vez, junto a Mim e José, olhava como foi feita a preparação da festinha, onde todos alegres estavam. Em nome d’Ela agradeço, como se fosse para Mim, porque é uma Mãe que gosta muito de ver Seus filhos alegres por Me esperarem, mesmo sabendo que não é tão fácil de entender esses assuntos que Eu passo para este Meu filho.

Mas já posso adiantar: juntem-se com este, não liguem para esses que vêm tendo ciúme deste pequeno varão, porque eles nada mais fazem por Mim.

Um tesouro que por muitos anos guardado estava no centro da Igreja, para não mais se comprometerem Comigo, dizem que não Me devem mais nada, como escrito está no Pai Nosso, pensando eles que Virei para perdoar as suas ofensas.

Se enganam. A pior ofensa desses foi querer Me corrigir. Um por um irá pagar, quem assim vem procedendo.


terça-feira, 3 de maio de 2016

Criança não é mini adulto. Namorar não é coisa de criança




A TV Escola exibiu  o documentário A Indústria do Sexo: Influência sobre as Crianças. O filme, que vai (foi) ao ar em 2011, mostra como a exposição de conteúdos com apelo sexual influencia o comportamento de crianças e adolescentes.

De origem canadense, o documentário contém reflexões sobre a exploração da sexualidade pela mídia para estimular o consumo. Durante o programa, uma professora convidada sugere a elaboração de trabalho no qual os alunos façam a comparação do corpo apresentado nos meios de comunicação com um corpo real.

Um dos principais focos do documentário é a confusão causada em crianças e adolescentes expostos ao bombardeio de imagens eróticas exibidas nos meios de comunicação de massa. Em um trecho, o filme exibe fotos de publicações para adolescentes e de revistas pornográficas. A semelhança choca professores, pais e os próprios adolescentes.

fonte: http://www.promenino.org.br/noticias/especiais/tv-escola-exibe-documentario-sobre-a-hipersexualizacao

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NOTA: vídeo contém cenas de nudez e não recomendado para menores de 18 anos. E eu não recomendo assistir os demais vídeos do documentário. O 1º vídeo já é o bastante.
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Namorar não é coisa de criança

É papel dos pais separar o que é do mundo adulto e do mundo infantil e não misturar tudo como muitos vêm fazendo

20/06/2011 09:05
foto: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgwk3h8ZSVRXMNZttrocW7HucIDVKt8XXwbzMKKdvIAAf4P8jjnhjSy92hlrtaxOVQVu1Pmv7KrGR1-SabXW2bFqs1lBXUTJLT1YWeN2WFw8l3vMG4M-JUzlfwOo9hMrygcy3bEvPvfnyE/s1600/beijo_criancas.jpg

Muitas pessoas acham engraçadinho quando crianças falam que têm namorados, trocam beijinhos e declarações de amor. Os casais apresentam bebês como ótimos pretendentes para os filhos dos amigos, pais festejam o menino que será pegador, mães vibram com as meninas que destruirão corações, vídeos de crianças apaixonadas circulam pela internet encantando multidões. O que fica na cabecinha de quem ouve ou protagoniza esse tipo de coisa? Será que essa brincadeira aparentemente inocente não está jogando a infância em um terreno perigoso?

É papel dos pais separar o que é do mundo adulto e do mundo infantil e não misturar tudo como muitos vêm fazendo. Não é à toa que cada vez mais cedo, meninos e meninas com 12 anos de idade ou muito menos “ficam” com os coleguinhas da escola e vizinhos como se fossem adolescentes. E mães de crianças com cinco anos levam um susto quando pegam as filhas beijando uma amiguinha na boca durante uma brincadeira quando as bonecas Barbie namorando já não é suficiente.

Leia também:
- Boa relação familiar é a melhor prevenção contra as drogas


A indústria de brinquedos, roupas e cosméticos investe na “adultização” da infância e o mercado publicitário cresce às custas dos anos roubados das crianças. O problema é que os adultos, principalmente os pais, não percebem a gravidade do problema e caem na armadilha, estimulando o atropelo com brincadeiras que acabam incentivando os namoricos de mentirinha e conduzem a uma verdade preocupante: a erotização precoce.

Para a professora do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), Walkiria Grant, o namoro é a vivência da sexualidade, da atração pelo corpo do outro, portanto, não é assunto de criança. Apenas na adolescência, por volta dos 14 anos, o corpo sofre transformações e responde pela linguagem. Antes disso, qualquer iniciativa para erotizar as relações ou fantasias infantis deve ser evitada. O que os pais e a sociedade falam promove mudanças precoces interferindo negativamente no desenvolvimento infantil.

A psicanalista adverte que as afirmações dos pais sobre namoros entre crianças funcionam como o consumo de produtos para adultos na infância. A mãe que compra um sutiã de bojo para a filha de 8 anos pode estar buscando resolver, por intermédio do corpo da criança, as dificuldades com a própria sexualidade. 

Em geral, cria-se um movimento de fusão entre as duas. “A filha funciona como um cabide da sexualidade da mãe. O que ela não está podendo viver na sua sexualidade? É um movimento inconsciente. Ela dá para a filha o que quer para ela”, explicou. Segundo a professora, a publicidade só convence quem tem o desejo em relação ao objeto. Por isso, o desejo de compra da mãe deve servir como um alerta para que ela busque lidar com uma verdade que é dela e não da filha.

Na avaliação de Walkiria Grant, pais que têm uma vida sexual reprimida vivem a sexualidade pelo prazer dos filhos. “Quanto mais comprometida estiver a vida sexual, mais escorregam. Os pais são o grande nó: ou impedem o adolescente de namorar ou empurram o filho para a sexualidade precoce”.
Não é porque está na moda e na mídia, que todos vão agir da mesma forma. Ela ressalta que a atitude dos pais deve ser de provocar as crianças para pensarem em outras coisas. Não se deve jogar luz, valorizar, dizendo coisas como: “O meu filho é macho, já está beijando”. As crianças precisam ser estimuladas a viver em sociedade sem foco na sexualidade e nas suas vontades.

A sexualidade vivenciada de maneira precoce e distorcida afasta a criança daquilo que é próprio da idade, como o aprendizado escolar. A criança precisa estar com a sexualidade adormecida, com o foco fora do seu próprio corpo, para poder enxergar o mundo. “Ou joga a energia para a sexualidade ou joga para o aprendizado. Mais tarde, quando já teve tempo para aprender o que é das letras e dos números, tem energia para jogar com as duas coisas. 

A criança focada no corpinho dela não se volta para o professor. Além de problemas de sexualidade precoce, terá mais dificuldade no aprendizado escolar.” A psicanalista adverte que a criança capta o sentimento dos pais. Mesmo sem uma palavra de aprovação, se a mãe se mostrar orgulhosa porque a filha “deu um selinho”, a prática vai se repetir.

Os pais não podem ter medo de ser careta, é necessário dizer: “Isso não é coisa de criança. Você só vai beijar e namorar quando crescer.”
fonte: http://delas.ig.com.br/colunistas/palavrademae/namorar+nao+e+coisa+de+crianca/c1597037016884.html

Thelma Torrecilha - thelma.torrecilha@ig.com.br - é jornalista, especialista em Comunicação Social e Educação, editora do blog Mãe na Web e mãe de três filhos de gerações bem diferentes - com 27, 24 e 3 anos de idade
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Pesquise no GOOGLE: "tal mãe tal filha saia" e perceba a constatação desse depoimento da psicanalista.




terça-feira, 12 de abril de 2016

Esse papa >>NÃO<< é de DEUS. O Rodapé 351 do Amoris Laetitia

foto: Andrew Medichini/AP


O Vaticano divulgou nesta sexta-feira (8) a exortação apostólica do papa Francisco "Amoris laetitia" ("Alegria do amor"), resultado da série de debates do Sínodo Ordinário da Família, ocorrido em outubro. O texto, com cerca de 200 páginas, oferece as linhas da doutrina católica que deve ser seguida por dioceses do mundo inteiro.

No documento, o líder católico afirma que a Igreja não deve discriminar os homossexuais, mas que o casamento entre pessoas do mesmo sexo não está "no desenho de Deus".

A pessoa homossexual "deve ser respeitada em sua dignidade e acolhida com respeito, com o objetivo de evitar 'qualquer marca de injusta discriminação' e, particularmente, toda forma de agressão e violência", diz o texto. 


fonte: http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2016/04/08/casamento-gay-nao-esta-no-desenho-de-deus-diz-papa-em-documento-sobre-familias.htm


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Diante de um texto enorme, confuso e ambíguo, que é o Amoris Laetitia do Papa Francisco, o site The American Catholic viu o demônio no detalhe de um rodapé.

Realmente, esse rodapé, de número 351, é bastante perturbador para dizer o mínimo.

Vejamos o rodapé 351:

"Em certos casos, poderia haver também a ajuda dos sacramentos. Por isso, « aos sacerdotes, lembro que o confessionário não deve ser uma câmara de tortura, mas o lugar da misericórdia do Senhor» [Francisco, Exort. ap. Evangelii gaudium (24 de Novembro de 2013), 44: AAS 105 (2013), 1038]. E de igual modo assinalo que a Eucaristia «não é um prêmio para os perfeitos, mas um remédio generoso e um alimento para os fracos» [Ibid., 47: o. c., 1039]".

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Toda a Doutrina da Igreja estabelece que a Eucaristia é para aqueles que são dignos, que estão em estado
 de graça, que se confessaram 
e podem assim participar da mesa de Cristo.



Isso é assim desde sempre, pois São Paulo disse que 1 Coríntios 11:26-29:



26 Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha.
27 Por isso, aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor, indignamente, será réu do corpo e do sangue do Senhor.
28 Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e, assim, coma do pão, e beba do cálice;

O texto do Papa fala em "perfeitos", acontece que não existem seres humanos perfeitos. Então, deixa o texto mais uma vez confuso e ambíguo, o diabo costuma entrar por aí.

O Dr. Peter Kwasniewski falou do desprezo que o Papa Francisco teve às passagens em 1 Coríntios 11:26-29. E colocou as algumas vezes que Igreja declarou a necessidade de que aquele que come o pão e bem o cálice de Cristo esteja no caminho da perfeição em Cristo.

Ele mostra textos de João Paulo II e São João Vianney, conhecido como Cura d'Ars.

João Paulo II menciona isso na Encíclia Ecclesia de Eucharistia, Ele lembra que é condenado quem participa da Eucaristia de forma indigna, vejamos:

"Com a sua grande eloquência, S. João Crisóstomo assim exortava os fiéis: « Também eu levanto a voz e vos suplico, peço e esconjuro para não vos abeirardes desta Mesa sagrada com uma consciência manchada e corrompida. De facto, uma tal aproximação nunca poderá chamar-se comunhão, ainda que toquemos mil vezes o corpo do Senhor, mas condenação, tormento e redobrados castigos »"

"Entretanto a celebração da Eucaristia não pode ser o ponto de partida da comunhão, cuja existência pressupõe, visando a sua consolidação e perfeição. O sacramento exprime esse vínculo de comunhão quer na dimensão invisível que em Cristo, pela acção do Espírito Santo, nos une ao Pai e entre nós, quer na dimensão visível que implica a comunhão com a doutrina dos Apóstolos, os sacramentos e a ordem hierárquica. A relação íntima entre os elementos invisíveis e os elementos visíveis da comunhão eclesial é constitutiva da Igreja enquanto sacramento de salvação.(71) Somente neste contexto, tem lugar a celebração legítima da Eucaristia e a autêntica participação nela. Por isso, uma exigência intrínseca da Eucaristia é que seja celebrada na comunhão e, concretamente, na integridade dos seus vínculos."

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Que texto lindo esse de João Paulo II, nada de ambiguidades, mas clara Doutrina da Igreja. Porta fechada para o demônio.


fonte: http://thyselfolord.blogspot.com.br/

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Se você ainda tem dúvida, leia também:






segunda-feira, 28 de março de 2016

Católicos estão como no filme: Perdido em Marte

Screenshot from trailer via 20th Century Fox



O astronauta Mark Whatney (Matt Damon), após sofrer um acidente, tem que se virar sozinho para sobreviver em Marte, contrariando todas as expectativas e a escassez de alimentos. Nesse aspecto, especialmente no início, Perdido em Marte nos remete ao filme “Gravidade”, destacando que o personagem viverá uma dura e longa jornada para voltar à Terra. De fato, como espectador, não há como não se colocar nas diversas situações difíceis em que Mark se encontra e pensar: “Eu não duraria um dia naquele planeta!”

Como cientista/biólogo, Mark usará de todo o seu conhecimento científico para prolongar sua sobrevivência, produzindo água através de reações químicas e plantando batatas no solo de Marte! O mais interessante é que toda a ciência utilizada no filme é explicada de forma muito simples, através de um formato “vlog”, como se o personagem conversasse conosco.
fonte: http://nossasenhoradasalette.org/videos/260-ciencia-em-fe-no-filme-perdidos-em-marte

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Até ai, mais um filme de ficção científica no estilo vamos dizer, Náufrago onde o único sobrevivente faz de tudo para se salvar.

Mas o que me chamou a atenção foi a cena da foto desse artigo: 

No entanto, ele usa crucifixo de madeira de um companheiro de tripulação para acender um fogo que ele usa para queimar hidrogênio e oxigênio , criando água. "

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O filme, poderia ter escolhido uma infinidade de peças, utensílios e coisas desse gênero para se usar como combustível. 

Mas não. O materialismo tem em sua velha máxima: que os fins justificam os meios.

Triste povo 'católico' que assistiu esse filme e nem se quer, por Amor a JESUS, saiu da sala ou fez uma nota de contestação.

Se não se percebeu, ou se fez indiferente não cabe a mim julgar.

Cabe a mim, apenas a alertar sobre a crise que se abate sobre a nós. E chamar urgentemente à conversão.




 | Categoria: Sociedade

O tecnicismo e a crise espiritual de nossa era

Os cristãos devem ser homens de Deus e mostrar à sociedade que só o progresso material não é capaz de salvar a alma humana.




Uma das grandes preocupações dos papas do último século foi alertar a sociedade para o equilíbrio de uma necessária "hierarquia dos valores", a fim de lembrar o homem de sua grande nobreza enquanto "imago Dei — imagem de Deus" (Gn 1, 27) e de sua altíssima vocação para a eternidade.
Era sobretudo o progresso técnico e científico que inquietava o espírito dos Sumos Pontífices. E não porque a Igreja Católica fosse contrária ao desenvolvimento dos povos ou à descoberta de novas ferramentas para integrar os homens. Como ensinou o Concílio Vaticano I, "a Igreja, longe de opor-se ao estudo das artes e das disciplinas humanas, favorece-as e promove-as de muitos modos" [1].Não existe contradição entre a fé e a razão.
O que se percebia, porém, era que, ao lado da lâmpada, do automóvel e do telefone, a sociedade se afundava em uma grave crise espiritual. Ao mesmo tempo em que eram feitas tantas invenções e descobertas importantes, havia uma filosofia anunciando que Deus tinha morrido e que o homem devia procurar não mais a santidade de uma vida justa, mas a frivolidade de uma existência cheia de prazeres e satisfações mundanas.
O Papa Leão XIII, ainda em 1890, notou a discrepância entre o desenvolvimento material e o espiritual das nações. Em uma de suas encíclicas, ele reconheceu um relativo "progresso nas comodidades corporais e extrínsecas", mas alertou: "Toda essa natureza sensível, a abundância de meios, as forças e as riquezas, se podem gerar comodidades e aumentar a serenidade da vida, não poderão nunca satisfazer a nossa alma, criada para coisas mais altas e com mais gloriosos destinos". Mostrando como os "bens da alma" se obscureciam cada vez mais entre os homens, sua advertência se revestiu de caráter profético: "Assaz catástrofes nos apresentou já o século em que vamos, e quem sabe as que estão ainda por vir!" [2]. Era como se ele pudesse antever as tragédias e as calamidades que atravessariam praticamente todo o século XX.
Mesmo depois de tanta destruição — seja em consequência das duas grandes guerras mundiais, seja pela ascensão do perverso totalitarismo —, os apelos da Igreja à conversão da humanidade não cessaram; ao contrário, intensificaram-se ainda mais. A Igreja tinha consciência que, mais que recuperar os países devastados pela guerra, era preciso resgatar o homem do profundo abismo existencial no qual se tinha lançado. Como apontou com precisão o Papa Pio XII, a era técnica estava levando "a cabo sua monstruosa obra de transformar o homem em um gigante do mundo físico, em detrimento de seu espírito, reduzido a pigmeu do mundo sobrenatural e eterno" [3].
A exortação de seu sucessor, o Papa São João XXIII era que se devia reconhecer uma justa "hierarquia dos valores". A televisão, o celular, o computador e a Internet, bem como os inúmeros avanços científicos logrados nos últimos anos "constituem sem dúvida elementos positivos" de nossa civilização, porém "não são, nem podem ser, valores supremos; em comparação destes, revestem essencialmente um caráter instrumental" [4].
Para isso, os cristãos precisam oferecer o seu testemunho, demonstrando com as próprias vidas que gozam dos bens terrestres vislumbrando os dons celestes. Mais do que qualquer coisa, o cristão católico deve ser um homem de oraçãoPermanecendo em constante diálogo com o Senhor, poderá conservar dentro de si a graça divina, o desejo de fazer sempre a Sua vontade e de irradiar a Palavra de Deus às outras pessoas.
Onde a sociedade se esquece desta Palavra, com efeito, não há progresso algum, não há sequer verdadeira civilização. O homem é unidade de corpo e alma — corpore et anima unus — e esta tende inevitavelmente para o Senhor, longe do qual encontrará apenas trevas. Ecoam fortes no decorrer dos séculos as palavras de Jesus: "Que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro se perder a sua alma?" (Mt 16, 26).
Por Equipe Christo Nihil Praeponere

Referências

  1. Concílio Vaticano I, Constituição Dogmática Dei Filius (24 de abril de 1870), IV: DH 3019.
  2. Papa Leão XIII, Carta Encíclica Sapientiae Christianae (10 de janeiro de 1890), n. 1.
  3. Papa Pio XII, Radiomensagem de Natal (24 de dezembro de 1953), n. 9.
  4. Papa João XXIII, Carta Encíclica Mater et Magistra (15 de maio de 1961), n. 174.


fonte: https://padrepauloricardo.org/blog/tag/428-materialismo

sexta-feira, 25 de março de 2016

A indiferença de muitos durante a Páscoa de Nosso Senhor JESUS CRISTO.







Em face do drama em que se encontra a Santa Igreja, muitas almas procuram, então, assumir uma posição de indiferença, parecida com a de numerosos contemporâneos de Nosso Senhor, que acreditavam que Ele era Homem-Deus, mas que, durante a Via Sacra, vendo-O passar, em vez de se compadecer por seus lancinantes sofrimentos, achavam entretanto melhor não considerá-los, mas pensar em outras coisas.

A evidência dos fatos deixa patente que a partir do Concílio Vaticano II penetrou na Igreja, em proporções impensáveis, a “fumaça de Satanás”, de que falou Paulo VI, a qual se foi dilatando dia a dia mais, com a terrível força de expansão dos gazes.

Para escândalo de incontáveis almas, o Corpo Místico de Nosso Senhor Jesus Cristo entrou no sinistro processo da como que autodemolição, a que aludiu aquele mesmo Pontífice, em Alocução de 7 de dezembro de 1968.

A História narra os inúmeros dramas que a Santa Igreja Católica, Apostólica, Romana sofreu nos vinte séculos de sua existência.

Oposições que germinaram fora dEla, e de fora mesmo tentaram destruí-La.

Tumores formados dentro dEla, extirpados, contudo, pela própria Esposa de Cristo; mas que, já então de fora para dentro, tentaram destruí-la com ferocidade.

Quando, porém, viu a História, antes de nossos dias, uma tentativa de demolição da Igreja, já não mais articulada por um adversário, mas qualificada de como que autodemolição em altíssimo pronunciamento de repercussão mundial?

A atitude normal de um católico vendo a Igreja, sua Mãe, passar por essa crise deve ser antes de tudo de profunda tristeza, porque é lamentável que isso seja assim. É um perigo para incontáveis almas que a Igreja seja afligida por tal crise.


E, por essa razão, pode-se ter a certeza de que, quando Nosso Senhor, do alto da cruz, viu todos os pecados que haveriam de ser cometidos contra a obra da Redenção que Ele consumava de modo tão profundamente doloroso, sofreu enormemente, em vista de tal gênero de pecados, cometidos em nossos dias.

E, evidentemente, todos esses pecados produziram sofrimentos verdadeiramente inenarráveis no Sapiencial e Imaculado Coração de Maria, que pulsava de dor no peito da Santíssima Virgem enquanto Ela estava de pé, junto à Cruz.

Considerando quanto Nosso Senhor e sua Santíssima Mãe sofreram por causa do que agora está se passando, é impossível não se ficar consternado, muito mais do que em qualquer Sexta-Feira Santa anterior, porque, talvez, este seja dos pontos mais agudos da Paixão e que se mostra em toda a sua hediondez, nas atuais circunstâncias da vida da Igreja.

* * *

O homem contemporâneo é um adorador do prazer, do gáudio, da diversão, e tem horror ao sofrimento.

Ora, está-se aqui em presença de um padecimento agudíssimo. Pode-se compreender, pois, embora tal atitude não seja justificável, a posição de tantas almas que evitam pensar nisso e considerar a fundo o que está se passando para não sofrer em união com Nosso Senhor esta situação trágica, como trágica foi a Paixão.

Em face do drama em que se encontra a Santa Igreja, muitas almas procuram, então, assumir uma posição de indiferença, parecida com a de numerosos contemporâneos de Nosso Senhor, que acreditavam que Ele era Homem-Deus.







Mas que, durante a Via Sacra, vendo-O passar, em vez de se compadecer por seus lancinantes sofrimentos, achavam entretanto melhor não considerá-los, mas pensar em outras coisas.

E eis a prova: Nosso Senhor pregou maravilhas e fez milagres portentosos que devem ter impressionado pelo menos uma parte considerável do povo que O cercava.

Não seria concebível que essa parte, santamente impressionada, tenha se mantido numa atitude tão quieta, inerte, diante do que se passava.

E que a única pessoa que fez algo em prol do Redentor, durante a parte inicial da Via Sacra, tenha sido a Verônica com o seu véu, no qual ficou estampada, depois, a face sagrada do Salvador. Verdadeiramente, mais ninguém tomou tal atitude a não ser ela.

As santas mulheres e Nossa Senhora juntaram-se mais adiante a Nosso Senhor e foram até o alto do Calvário.

A Virgem Santíssima está acima de todo elogio. As santas mulheres, que A acompanharam, merecem um elogio que participa do louvor a que Nossa Senhora fez juz. Mas, fora disso, inércia.

Por ocasião da Semana Santa, o que mais se deve pedir a Nossa Senhora, é que Ela nos liberte desse estado de espírito, de tal mentalidade.

Se nosso Redentor está sofrendo, devo querer padecer aquilo que O atormenta. E sofrerei isso meditando nas dores dEle. Esse é o meu dever, dada a união que Ele condescendeu misericordiosamente em estabelecer entre Si mesmo e mim.

E o que não for isso não pode deixar de ser qualificado senão de abominável.

Os dias em que vivemos são de gravidade, de tristeza, mas na última fímbria do horizonte aparece uma alegria incomparavelmente maior do que qualquer gáudio terreno: a promessa de um sol que nascerá – o Reino de Maria, anunciado, no ano de 1917, por Nossa Senhora, em Fátima.

(Autor: Plinio Corrêa de Oliveira, in CATOLICISMO, maio 2013)


FONTE: http://cienciaconfirmaigreja.blogspot.com.br/


domingo, 13 de março de 2016

A porta fechada, abre-se a janela: agora as mulheres podem fazer homilias?

É o pede o jornal L’Osservatore Romano em seu suplemento feminino. 

imagem: http://www.osservatoreromano.va/pt/news/mulheres-que-pregam



Mas Francisco deveria contradizer-se a si mesmo, além de contradizer a secular tradição da Igreja. Porque também ele, há dois anos, proibiu as mulheres de pregarem durante a missa.

A reportagem é de Sandro Magister e publicada por Chiesa.it, 07-03-2016. A tradução é de André Langer.

A missa não. No que diz respeito à ordenação sagrada das mulheres Francisco, logo depois que foi eleito, foi taxativo. “A porta está definitivamente fechada”, disse na primeira de suas entrevistas coletivas em um avião.

A homilia faz parte da missa e, portanto, também estará excluída para as mulheres.
Mas, há alguns dias, “Donne Chiesa Mondo” – o suplemento feminino do L’Osservatore Romano – dedicou quase todo o número de março precisamente para reclamar que as mulheres possam fazer a homilia na missa.

Lucetta Scaraffia, professora de história na Universidade de Roma e editorialista de renome do jornal da Santa Sé, é a pessoa responsável pela edição do “Donne Chiesa Mondo”, publicação que tem uma posição de oficialidade similar à do L’Osservatore.

Uma oficialidade fortemente apoiada pelo monge Enzo Bianchi, prior de Bose e consultor do Pontifício Conselho para a Unidade dos Cristãos e que na última página do suplemento, resumindo a proposta, estabelece as “três condições” fundamentais para que seja efetivada.

A primeira condição, escreve Bianchi, é o “mandatum praedicandi” que o bispo deverá conferir aos fiéis, mulheres e homens, que ele considerar aptos para fazer a homilia.

A segunda é a bênção que durante a missa, antes da homilia, o padre celebrante dará à mulher ou homem aos quais confia a pregação, para demonstrar que faz parte do próprio culto.

A terceira condição é que o fiel, mulher ou homem, esteja consciente do próprio carisma, mas também da necessidade de exercê-lo com a autorização do bispo mediante uma “imposição de mãos que é uma bênção, não um sacramento”.

Apresentado desta maneira, pode parecer algo já decidido. Mas, não realidade não é assim.
* * *
Para começar, existe o Código de Direito Canônico, que proíbe o fiel leigo, quer seja homem ou mulher, de fazer a homilia.

De fato, o cânon 767 § 1 estabelece que: “Entre as formas de pregação, destaca-se a homilia, que é parte da própria liturgia e se reserva ao sacerdote ou diácono”.
Depois existe a detalhada proibição formulada em 1997 por oito dicastérios da cúria romana, aprovada especificamente por João Paulo II, na qual se proíbe o fiel leigo de pregar durante a missa.

Esta instrução, entre outras coisas, afirma:

“A homilia, forma eminente de pregação, é parte integrante da liturgia. Por essa razão, durante a celebração eucarística a homilia deve ser reservada ao ministro sagrado, sacerdote ou diácono. 

Estão excluídos os fiéis não-ordenados, ainda que exerçam a tarefa de ‘assistentes pastorais ‘ ou de catequistas em qualquer tipo de comunidade ou de agregação. Não se trata, com efeito, de uma eventual maior capacidade expositiva ou de preparação teológica, mas de função reservada àquele que é consagrado com o sacramento da Ordem sagrada, razão porque nem mesmo o bispo diocesano é autorizado a dispensar da norma do cânon, uma vez que não se trata de lei meramente disciplinar e sim de lei que diz respeito às funções de ensino e de santificação estreitamente ligadas entre si”.

“Deve-se considerar abrogada pelo cânon 767, § 1 qualquer norma anterior que tenha permitido a pregação da homilia, durante a celebração da Santa Missa”.
E, além disso, existem os séculos de história da Igreja durante os quais a pregação dos fiéis leigos durante a missa não foi permitida.
Naturalmente, na história não faltam casos eminentes de mulheres pregadoras, também nas catedrais e sob o mandato de bispos e papas. O suplemento “Donne Chiesa Mondo” dá grande importância às 61 “homilias” que nos chegaram de Hildegarda de Bingen (1098-1179), proclamada doutora da Igreja por Bento XVI. E Bianchi cita outros casos.
Mas, mais que homilias propriamente ditas tratava-se, para estas grandes mulheres, de pregações fora da missa, que na sua época não estavam proibidas, assim como também não estão atualmente.

Ao contrário, no que se refere às homilias no sentido estrito pronunciadas por leigos, os únicos casos permitidos recentemente que Bianchi menciona são a permissão “ad experimentum” concedida por oito anos por Paulo VI em 1973 à Conferência Episcopal da Alemanha e, também em 1973, o “Diretório para as missas com crianças”.
Na prática, como todos sabem, esta regra é com muita frequência violada. No entanto,Bianchi lamenta-se de que estes saltos à norma se realizam “de maneira selvagem ou, pior ainda, dissimuladamente”, chamando estas homilias realizadas por mulheres e homens, por exemplo, de “ressonâncias”.
Este é o caso do Caminho Neocatecumenal, cujo ritual litúrgico anômalo diz respeito a toda a missa, mas no qual nem Bento XVI conseguiu restaurar a ordem e que Francisco deixa ir à deriva.

Em outros casos que dizem respeito à homilia propriamente dita, a Santa Sé interveio de maneira esporádica. É assim que, há cerca de 15 anos, por exemplo, proibiu à Comunidade de Santo Egídio que os leigos pregassem nas missas, começando pelo seu fundador Andrea Riccardi.

Fonte: http://www.ihu.unisinos.br/noticias/552452


Carta de João Paulo II ORDINATIO SACERDOTALIS sobre a ordenação de mulheres:

" Portanto, para que seja excluída qualquer dúvida em assunto da máxima importância, que pertence à própria constituição divina da Igreja, em virtude do meu ministério de confirmar os irmãos (cfr Lc 22,32), declaro que a Igreja não tem absolutamente a faculdade de conferir a ordenação sacerdotal às mulheres, e que esta sentença deve ser considerada como definitiva por todos os fiéis da Igreja.
Invocando sobre vós, veneráveis Irmãos, e sobre todo o povo cristão, a constante ajuda divina, concedo a todos a Bênção Apostólica.
Vaticano, 22 de Maio, Solenidade de Pentecostes, do ano de 1994 "



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OBS.: Mas o católico "bobinho" que pouco conhece de catecismo, de norma litúrgica e do Canon,... com certeza irá aplaudir mais essa abertura dentro da igreja. Cegos guinado outros cegos. Aonde cairão?

domingo, 28 de fevereiro de 2016

“Pobres dos fiéis católicos que frequentam as Santas Missas em muitas de nossas igrejas…”




“Pobres dos fiéis católicos que frequentam as Santas Missas em muitas de nossas igrejas… 

Submetidos tantas vezes às arbitrariedades de uma pseudo liturgia pautada por distorções, abusos, ridículas inserções de palmas, agitação de folhetos, danças, símbolos e mais símbolos que não simbolizam nada. 

Quanto abuso! Quanta arbitrariedade! 

Quanta falta de respeito não só para com Aquele para quem deveria dirigir-se a celebração, mas também para com os pobres fiéis que são obrigados a engolir esdrúxulas situações falsamente chamadas de ” inculturação liturgica”, mas que na verdade revelam falta de fé ou a ignorância das mais elementares verdades da fé em relação à Eucaristia, à Presença Real e outras. 

Pobres fiéis guiados por alguns pastores que arrotam slogans fundados em um palavreado eivado de conceitos atribuídos ao malfadado “espírito do Concílio” que na verdade, de conciliar nada tem… 

Tal espírito passa longe daquilo que a Igreja de Cristo é e pretendeu favorecer com a reforma litúrgica. Pobres fiéis, forçados a ter de engolir o que destrói a fé, o que na prática nega a centralidade do Mistério de Cristo, poluindo-o com a tentativa de desfocar este Mistério através da inserção de conceitos ideologizados sobre Deus, o homem, a criação e tantas outras realidades.

A “nobre simplicidade” apregoada pelo Concílio transformou-se em desculpa para um “pobretismo” litúrgico que se expressa em despojamento do elementar, em relaxo, sujeira, descaso e outros defeitos. 

Dá-se à Liturgia, portanto a Deus, o que há de pior: no mínimo, o que é de gosto duvidoso. Chegamos ao tempo em que quem obedece as Normas Liturgicas é acusado de rubricista. 

Ai de quem ousar usar os paramentos prescritos pela legislação litúrgica vigente. No mínimo será caracterizado como “romano”, o que na visão de muitos é considerado como uma ofensa. 

E quem celebrar usando com fidelidade os livros litúrgicos, “dizendo o que está em letras pretas e fazendo o que está em letras vermelhas” será execrado pelos apregoadores do “autêntico espírito do Concílio”. 

Sinceramente, é preciso muita, mas muita fé mesmo para não deixar de acreditar que ‘as portas do inferno não prevalecerão’, como nos ensina Nosso Senhor.”

Dom Antonio Carlos Rossi Keller, bispo de Frederico Westphalen.

fonte: http://www.bibliacatolica.com.br/blog/pobres-dos-fieis-catolicos-que-frequentam-as-santas-missas-em-muitas-de-nossas-igrejas/



segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Como devemos rezar? A Bíblia fala algo sobre isso?






É necessário que o fiel se recorde que todo o seu ser precisa estar voltado para Deus no momento da oração. Ao orar, a alma deve levar o corpo a uma atitude de disponibilidade e prontidão para com Deus. O corpo acaba por demonstrar externamente aquilo que o coração está disposto a vivenciar diante do Senhor.

Ao se colocar de joelhos, por exemplo, manifesta a contrição do coração, o reconhecimento de seu próprio pecado ou a veneração, adoração devida ao Criador. O corpo deve também participar da oração.


É necessário realmente orar de joelhos? E qual o sentido dessa posição?


O corpo deve também participar da oração. Este é um princípio básico da oração cristã. Não reverenciamos e adoramos a Deus somente com a alma, mas também com o corpo.

O catecismo ensina que é necessário exteriorizar nossos sentimentos com todo nosso ser para dar à nossa súplica todo o poder possível.

Deus também quer adoradores em espírito e verdade e portanto quer a oração que associa o corpo e o estado interior.

A verdadeira oração deve brotar da alma, mas é também importante associar à nossa oração o nosso corpo. Assim como a alma peca e leva o corpo junto, é importante que ela ao dar glória a Deus também eleve o corpo.

A posição do nosso corpo ao orarmos tem tudo a ver, pois assim como o corpo não pode ser separado da alma, também na oração a nossa alma deve levar em consideração o nosso corpo.

Há várias formas de venerar a Deus por meio do corpo.

Quando o anjo de Portugal apareceu aos pastorinhos, ele lhes ensinou uma oração pelos que não crêem em Deus... e quando ensinou essa oração, o anjo se inclinou. Instintivamente, os pastorinhos se ajoelharam e se abaixaram, num gesto de humildade. A alma adora e o corpo vai junto.

Assim, a oração de jeolhos tem o significado de adoração, dobrar os joelhos diante de Deus para reconhecer o quanto Ele é maior que nós.

Um outro significado de orar de joelhos é a penitência.

No início do cristianismo a oração de joelhos e o jejum eram proibidos no dia de domingo, pois eram tidos como penitencial. Os que estavam na graça, oravam de pé em posição sacerdotal e os penitentes oravam ao fundo de joelhos.

Atualmente a orientação da Igreja é que o fiel se ajoelhe pelo menos durante a consagração na Missa, fazendo clara a distinção do sacerdócio exercido (batismal de todos e ministerial do sacerdote).

Resumindo, há dois significados ao se orar de joelhos é: penitência e adoração.


Fonte: site Christo Nihil Praeponere



E na Bíblia?
  • "Então [Jesus] afastou-se dali, à distância de um arremesso de pedra, e, de joelhos, começou a orar" (Lucas 22,41).
  • "Pedro mandou todo mundo sair. Em seguida, pôs-se de joelhos, a orar" (Atos 9,40).
  • "Tendo dito isto, Paulo ajoelhou-se e orou com todos eles" (Atos 20,36).
  • "Quando chegou o dia de ir embora, partimos. Todos quiseram acompanhar-nos, com suas mulheres e crianças, até fora da cidade. Na praia, nos ajoelhamos para orar" (Atos 21,5).