Mostrando postagens com marcador crianças. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador crianças. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Hoje eu vim falar sobre o medo e sobre a esperança

É difícil começar algo novo,...do nada. A partir da tela em branco do meu notebook, tenho de admitir.
Geralmente posto notícias aqui e nunca relatei algo tão pessoal quanto irei escrever.

Não sou escritor e não tenho a pretensão de ser. Apenas senti que deveria compartilhar algo com vocês queridos leitores desse Blog, cuja foco sempre foi de alertar e estar preparado sobre a vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Vamos lá,...


Quando tinha meus 18 para os 19 anos onde a nossa mente parece uma panela de pressão, diante de tantas incertezas e responsabilidades a assumir, me deparei com um medo sobre o futuro.

É um medo assustador pois não temos a menor noção do que iremos fazer de nossas vidas, se iremos conseguir emprego, se iremos trabalhar em algo que realmente vale a pena, ou se iremos apenas assinar uma carteira para conseguir um salário no final do mês.

Naquela ocasião a gente não falava sobre isso, mas sentia tudo que acontecia e se fechava em nossos questionamentos, pensando em conseguir uma resposta através de nossos próprios esforços,...enfim.

Medo na verdade do desconhecido.

E uma vez quando consegui falar sobre isso com alguém, essa pessoa me disse: "calma, não precisa se preocupar, deixa que o tempo se encarrega disso."

Achei aquilo a coisa mais irresponsável que poderia ouvir. Como poderia deixar o tempo tomar as decisões que caberiam a mim fazer?!

Mas com aquela idade,... a gente quer as respostas pra ontem e a incerteza é tão assustadora quando o desconhecido.

E numa roda de amigos, as vezes, muito raramente se comentava: "E ai, você vai casar? Ou vai juntar dinheiro pra comprar uma casa antes?"

Pronto. Mais uma bomba para ficar martelando minha cabeça. E agora? 

Bom, casar naquela época não estava em questão e comprar casa muito menos. Optei pelo carro. Na dúvida: vai ser feliz com o que você pode e o que você tem. 

Mas ninguém nunca me falou, que em qualquer situação difícil eu deveria pedir ajuda a DEUS.
Até porque eu era o senhor de minha vida e se quisesse algo, eu que deveria correr atrás.

Quanto sofrimento e desgaste desnecessário. Quantas angústias sofridas por nada. Se tivesse confiado em Deus. Se alguém me tivesse dado um conselho sobre a Providência Divina.

A única palavra que escutei mais próxima disso, foi sobre a previdência. Que deveria fazer uma para garantir no futuro.

E sobre um dia ter filhos? Hã..??? O quê?

Não, isso não. Não sei se darei conta do recado, nem sei se terei condições sobre isso.

Só que o mundo dá voltas. Deus por piedade colocou em meu caminho uma esposa amorosa que me ajudou a ter coragem de vencer esses medos. E mais!

Colocou as Mensagens da Palavra Viva de DEUS. No começo era como se DEUS tivesse me pegado pelas pernas e me sacudido de cabeça para baixo. E me dizendo: Não tenha medo, estou contigo. Basta me obedecer que o restante virá por acréscimo.

Hoje eu vejo o mundo com outros olhos. Sabem porquê?

Porque eu aprendi a confiar em DEUS. Quanto peso me foi tirado dos ombros que eu mesmos colocava por não saber, ou não pedir a ajuda de DEUS, da Virgem Maria.

Quantas graças eu alcancei através de Maria Santíssima - Mãe de DEUS.

Com DEUS a gente aprende a trocar o medo do mundo, das coisas, de tudo,...

Por esperança!

É disso que o mundo precisa.

É na nossa fé que temos a esperança de que, se O obedecermos, aos Seus Mandamentos, a respeitá-LO no Santíssimo Sacramento, dobrando os joelhos diante DELE para O adorar e recebendo a Santa Hóstia na língua como sempre fizeram nossos avós e seus antecessores - ELE irá lhe ajudar em tudo.

Quando o livro A Palavra Viva de DEUS chegou até nós, eramos apenas eu e minha esposa.

Hoje, temos 2 filhas e está vindo mais um. Sem medo do futuro, mas com esperança de que, quando a Cruz pesar, ELE nos alivia.

Obrigado JESUS por tudo.

Um beijo no Senhor, na Vossa Santa Mãe e no seu pai de criação São José.
Pelo vosso exemplo da Sagrada Família.

Obrigado senhor Bento da Conceição - Pedro II. Por sua luta. Sem ela, jamais teríamos conhecido a verdade.

Fiquem todos com DEUS.


terça-feira, 3 de maio de 2016

Criança não é mini adulto. Namorar não é coisa de criança




A TV Escola exibiu  o documentário A Indústria do Sexo: Influência sobre as Crianças. O filme, que vai (foi) ao ar em 2011, mostra como a exposição de conteúdos com apelo sexual influencia o comportamento de crianças e adolescentes.

De origem canadense, o documentário contém reflexões sobre a exploração da sexualidade pela mídia para estimular o consumo. Durante o programa, uma professora convidada sugere a elaboração de trabalho no qual os alunos façam a comparação do corpo apresentado nos meios de comunicação com um corpo real.

Um dos principais focos do documentário é a confusão causada em crianças e adolescentes expostos ao bombardeio de imagens eróticas exibidas nos meios de comunicação de massa. Em um trecho, o filme exibe fotos de publicações para adolescentes e de revistas pornográficas. A semelhança choca professores, pais e os próprios adolescentes.

fonte: http://www.promenino.org.br/noticias/especiais/tv-escola-exibe-documentario-sobre-a-hipersexualizacao

----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
NOTA: vídeo contém cenas de nudez e não recomendado para menores de 18 anos. E eu não recomendo assistir os demais vídeos do documentário. O 1º vídeo já é o bastante.
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------



Namorar não é coisa de criança

É papel dos pais separar o que é do mundo adulto e do mundo infantil e não misturar tudo como muitos vêm fazendo

20/06/2011 09:05
foto: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgwk3h8ZSVRXMNZttrocW7HucIDVKt8XXwbzMKKdvIAAf4P8jjnhjSy92hlrtaxOVQVu1Pmv7KrGR1-SabXW2bFqs1lBXUTJLT1YWeN2WFw8l3vMG4M-JUzlfwOo9hMrygcy3bEvPvfnyE/s1600/beijo_criancas.jpg

Muitas pessoas acham engraçadinho quando crianças falam que têm namorados, trocam beijinhos e declarações de amor. Os casais apresentam bebês como ótimos pretendentes para os filhos dos amigos, pais festejam o menino que será pegador, mães vibram com as meninas que destruirão corações, vídeos de crianças apaixonadas circulam pela internet encantando multidões. O que fica na cabecinha de quem ouve ou protagoniza esse tipo de coisa? Será que essa brincadeira aparentemente inocente não está jogando a infância em um terreno perigoso?

É papel dos pais separar o que é do mundo adulto e do mundo infantil e não misturar tudo como muitos vêm fazendo. Não é à toa que cada vez mais cedo, meninos e meninas com 12 anos de idade ou muito menos “ficam” com os coleguinhas da escola e vizinhos como se fossem adolescentes. E mães de crianças com cinco anos levam um susto quando pegam as filhas beijando uma amiguinha na boca durante uma brincadeira quando as bonecas Barbie namorando já não é suficiente.

Leia também:
- Boa relação familiar é a melhor prevenção contra as drogas


A indústria de brinquedos, roupas e cosméticos investe na “adultização” da infância e o mercado publicitário cresce às custas dos anos roubados das crianças. O problema é que os adultos, principalmente os pais, não percebem a gravidade do problema e caem na armadilha, estimulando o atropelo com brincadeiras que acabam incentivando os namoricos de mentirinha e conduzem a uma verdade preocupante: a erotização precoce.

Para a professora do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), Walkiria Grant, o namoro é a vivência da sexualidade, da atração pelo corpo do outro, portanto, não é assunto de criança. Apenas na adolescência, por volta dos 14 anos, o corpo sofre transformações e responde pela linguagem. Antes disso, qualquer iniciativa para erotizar as relações ou fantasias infantis deve ser evitada. O que os pais e a sociedade falam promove mudanças precoces interferindo negativamente no desenvolvimento infantil.

A psicanalista adverte que as afirmações dos pais sobre namoros entre crianças funcionam como o consumo de produtos para adultos na infância. A mãe que compra um sutiã de bojo para a filha de 8 anos pode estar buscando resolver, por intermédio do corpo da criança, as dificuldades com a própria sexualidade. 

Em geral, cria-se um movimento de fusão entre as duas. “A filha funciona como um cabide da sexualidade da mãe. O que ela não está podendo viver na sua sexualidade? É um movimento inconsciente. Ela dá para a filha o que quer para ela”, explicou. Segundo a professora, a publicidade só convence quem tem o desejo em relação ao objeto. Por isso, o desejo de compra da mãe deve servir como um alerta para que ela busque lidar com uma verdade que é dela e não da filha.

Na avaliação de Walkiria Grant, pais que têm uma vida sexual reprimida vivem a sexualidade pelo prazer dos filhos. “Quanto mais comprometida estiver a vida sexual, mais escorregam. Os pais são o grande nó: ou impedem o adolescente de namorar ou empurram o filho para a sexualidade precoce”.
Não é porque está na moda e na mídia, que todos vão agir da mesma forma. Ela ressalta que a atitude dos pais deve ser de provocar as crianças para pensarem em outras coisas. Não se deve jogar luz, valorizar, dizendo coisas como: “O meu filho é macho, já está beijando”. As crianças precisam ser estimuladas a viver em sociedade sem foco na sexualidade e nas suas vontades.

A sexualidade vivenciada de maneira precoce e distorcida afasta a criança daquilo que é próprio da idade, como o aprendizado escolar. A criança precisa estar com a sexualidade adormecida, com o foco fora do seu próprio corpo, para poder enxergar o mundo. “Ou joga a energia para a sexualidade ou joga para o aprendizado. Mais tarde, quando já teve tempo para aprender o que é das letras e dos números, tem energia para jogar com as duas coisas. 

A criança focada no corpinho dela não se volta para o professor. Além de problemas de sexualidade precoce, terá mais dificuldade no aprendizado escolar.” A psicanalista adverte que a criança capta o sentimento dos pais. Mesmo sem uma palavra de aprovação, se a mãe se mostrar orgulhosa porque a filha “deu um selinho”, a prática vai se repetir.

Os pais não podem ter medo de ser careta, é necessário dizer: “Isso não é coisa de criança. Você só vai beijar e namorar quando crescer.”
fonte: http://delas.ig.com.br/colunistas/palavrademae/namorar+nao+e+coisa+de+crianca/c1597037016884.html

Thelma Torrecilha - thelma.torrecilha@ig.com.br - é jornalista, especialista em Comunicação Social e Educação, editora do blog Mãe na Web e mãe de três filhos de gerações bem diferentes - com 27, 24 e 3 anos de idade
_________________________________________________________________________

Pesquise no GOOGLE: "tal mãe tal filha saia" e perceba a constatação desse depoimento da psicanalista.




domingo, 21 de setembro de 2014

Fui ver a PePa no circo,.... de nudez.

Salve Maria e São José.

Estive neste final de semana no circo para assistir uma apresentação da PePa, pois minha filha tinha recebido na escola dois convites onde crianças não pagam.



Ai que começaram a nos fisgar.

Estou escrevendo este relato para que sirva de alerta aos pais. Continuem lendo e entenderão porque.

Chegamos na entrada e compramos os ingressos, pois para adultos não tinha essa cortesia 'grátis'.

Ao entrar, as luzes se apagaram e começou a apresentação com alguns jovens, em sua maioria meninas com saias curtas. Típicas como as usadas por aquelas cheerleaders de apresentação em estádios de futebol americano.

E nós, após essa apresentação, pensamos: "agora vai começar a apresentação da PePa". 

Que nada. Estávamos redondamente enganados.

Uma após a outra foram sendo apresentados os shows circenses como qualquer circo, tais como: trapezista, palhaços, mulher que se equilibra no alto usando aquele enorme tecido na forma de um longo lenço que vai do trapézio ao chão.

Só que uma a uma, as mulheres que se apresentavam, como as 'assistentes de palco' não usavam roupa. 


Isso mesmo. 

Aquilo que elas usavam jamais pode ser chamado de roupa. Nem na praia, nos tempos mundanos eu presenciei tamanha nudez disfarçada de "show circense".




Foto ilustrativa que peguei na internet para simular o que vimos na ocasião. 




Tivemos que disfarçar os nossos 'truques' a fim de distrair as nossas filhas para não corromper as suas inocências. Minha filha mais velha ficou jogando no celular e a mais nova fiquei mostrando fotos na máquina fotográfica para não verem a nudez exposta explicitamente naquele circo.

Após algumas apresentações desse 'nipe' tivemos alguns momentos de alívio, pela apresentação de palhaços.
Mas mesmo assim, a apresentadora do circo pedia ao palhaço: "Fala um palavrão palhaço X".

E ele respondia: "estúpido". Como se aquele linguajar fosse adequado para crianças de tenras idades, que ali estavam para ver a PePa.

Após 1h e meia daquilo, tivemos 25 minutos de apresentação da PePa

Apresentação esta que nos levou ao circo e que me senti traído por ter exposto minhas filhas aquelas cenas de nudez descarada de mulheres ali presentes, naquelas encenações circenses.

Fica aqui o alerta para os pais, pois assim como eu, lutam para manterem a pureza e inocência de suas filhas e filhos.

Está cada vez mais impossível levar nossos filhos para diversões do mundo. Não quero com isso dizer que devem confinar seus filhos em casa, mas sim, terem conhecimento de que, simples divertimentos infantis podem se transformar em cenas que jamais deveriam ser presenciadas por menor de 18 anos.

Até levar no parque um dia desses tive que chamar a atenção de um grupo de pré-adolescentes que falavam palavrão como se fosse vírgula.

Orai e vigiai.

quinta-feira, 24 de julho de 2014

"Frozen" - e a cultura gay no desenho da Disney

hit monstruoso da Disney inclui o primeiro casal de mesmo sexo na história do estúdio?


Congelado ... plantando as sementes da aceitação das relações homossexuais no filme? Fotografia: Disney



Então, basicamente, todo mundo adora Frozen, menos eu. Tudo bem, pra mim. Eu não sou fã, mas também não odeio; há partes dele que gosto muito, embora outros elementos sejam decepcionantes e desanimadores. Assisti duas vezes, e em ambas eu gostei de coisas o suficiente pra me sentir frustrado por elementos que, fatalmente, me impedem de acolhê-lo bem.

Por ora, quero falar de algo que observei enquanto fazia minha análise: os temas de cultura gay em Frozen .
Primeiro, vamos colocar os temas amplos na mesa.
  • Com poderes de gelo, Elsa é notavelmente diferente das outras pessoas. “Nascida assim ou amaldiçoada?”, pergunta o rei dos trolls – e seus pais confirmam que ela nasceu assim.
  • No entanto, essa diferença é causa de medo e segredo. Equivocadamente, seus pais ensinam Elsa a “escondê-la, não senti-la”. Essa repressão de sua verdadeira natureza a leva ao isolamento, ansiedade e, finalmente, um colapso na celebração da posse de Elsa, em que ela, fora de si mesma, revela seus poderes a todos.
  • Vista com medo e repulsa pelos outros, Elsa desafia a sociedade que a rejeitou, bem como as restrições injustas colocadas a ela por seus pais, e comemora a aceitação de sua verdadeira identidade na música Let it Go. Nada mais de “Seja a boa menina que você sempre tem que ser”; para Elsa, agora seu mantra é: “Deixe a tempestade se alastrar / O frio nunca me incomodou mesmo”.
  • É importante notar que em nenhum momento Elsa compartilha os anseios românticos de sua irmã Anna, nem mostra qualquer interesse em um pretendente masculino ou em ser cortejada. (Em certo ponto, um personagem masculino observa que, como herdeiro, Elsa seria preferível a Anna, mas “ninguém estava conseguindo chegar a lugar nenhum com ela“)
  • Ah, e os espectadores que ficaram até créditos finais foram recompensados com uma piadinha de despedida onde gigante de gelo criado por Elsa, um monstro de voz inegavelmente masculina, aparece vagando por seu palácio de gelo abandonado até pegar a tiara da rainha jogada ao chão, e a coloca delicadamente sobre a sua própria cabeça, sorrindo como houvesse descoberto sua verdadeira princesa interior.Por outro lado, há uma menção de duplo sentido sobre outro tipo de relação que se diz estar “fora das leis da natureza”: os trolls, cantando sobre Kristoff na canção Fixer-Upper, sugerem que ele tem um relacionamento anormal com sua rena Sven:

  • E daí que ele precisa de alguns reparos
    E daí ele tem algumas falhas. 
    Tal como o seu cérebro peculiar, querido 
    Seu caso com a rena
    Está um pouco fora das leis da natureza!
    Sim: uma piada sobre bestialidade em um desenho animado da Disney.
    Tudo isso me parece i) claramente uma sutil expressão de cultura pró-gay na Disney, e ii) não grande coisa, na medida em que os temas são sutis e ambíguos o suficiente para não representar uma preocupação importante, até mesmo para os pais mais experientes, ou exercer uma influência corruptora sobre crianças. (Eu não diria isso das expressões pró-gay ao estilo de Madagascar 2 ou os Happy Feet; estes estão numa categoria diferente, e eu realmete as repreendo. Em Frozen, estou mais preocupado com questões como Síndrome de Garota Oprimida e a subversão, de muitos modos, dos dois principais homens)
    No entanto, há um outro elemento pró-gay em Frozen que vale a pena observar e que, de início, escapou-me: a sugestão fugaz, mas potente, de que um personagem secundário tem uma família composta por um parceiro do mesmo sexo e um monte de crianças.

    A família gay de Oaken










    Ei, você notou um personagem gay? Eu também não, até que fui ver o filme pela segunda vez. Acontece que o grandalhão em “Comércio Ambulante e Sauna do Oaken” é provavelmente gay. Após jogar o pacote de sauna para Kristoff, Oaken se vira para dizer “Olá, família!” e BAM! lá estão eles.
Quais são as evidências:
  • Por que o momento está no filme, afinal de contas? Por que fazer uma cena onde Oaken diz “Uhuu! Oi família!” e, fugazmente, mostrar a família na sauna? No menor das possibilidades, a cena e a linha parecem ter a intenção de sugerir que eles são, ou pelo menos poderiam ser, a família do próprio Oaken.
  • Por que o jovem está numa posição central, com todos os outros personagens ao seu redor? O enquadramento da imagem, e seu enorme tamanho, sugerem que ele é uma figura paterna, e não apenas um irmão mais velho.
  • Quantas vezes já vimos uma família grande em um filme da Disney? Por que tantos personagens, senão com a intenção de distrair visualmente a atenção dos espectadores?
Parece razoável crer que os produtores tenham jogado a cena para permitir que os espectadores homossexuais de olhos mais aguçados pudessem tirar suas próprias conclusões sobre que tipo de “família” é essa.
E iremos ver cada vez mais esse tipo de coisa no futuro. Aqui está o porquê.
Do ponto de vista dos cineastas de Hollywood, enquanto ainda não é possível para um filme de família tradicional ter personagens ou temas abertamente gays, a heteronormatividade de entretenimento infantil tradicionais foi problematizada.
Na América pós-evolutiva de Obama, o pressuposto de que cada protagonista em todos os desenhos animados são por padrão heterossexual – que cada heroína recebe seu príncipe, cada herói tem sua garota – não é mais aceitável do que cada protagonista ser branco, ou homem. Como crianças com duas mamães ou dois papais devem se sentir quando todas as famílias, em todos os desenhos animados, se parecem com a família dos seus amigos, e não com as suas?
É óbvio que uma versão da Disney de O Príncipe e o Príncipe está muito longe ainda. A revolução ainda está em estágios iniciais. Famílias gay e seus aliados devem assumir as consolações onde puderem encontrá-las, e contentar-se em sua maior parte com piscadelas e acenos, sugestões e subtextos.
fonte: http://novaguia.org/frozen-uma-aventura-congelante/
_____________________________________________________________
No ano passado, eu entrevistei Kori Rae, produtor da Pixar  lésbica, e perguntei quando vamos ver um personagem gay Pixar. 

Ela respondeu: "A resposta é, eu não sei se vai haver um personagem gay que eu espero que sim, eu realmente espero que nós chegar a um lugar onde podemos fazer isso.".

fonte: http://www.theguardian.com/film/2014/mar/25/gay-parents-kids-films-pixar-disney-frozen

domingo, 17 de novembro de 2013

Ditadura TV - Globo convida crianças a assistirem beijo homossexual



Se JESUS não voltar logo, o que será de nossas crianças, inocentes e indefesas perante o tempo do anti-Cristo?!!



Abaixo o link para o programa da Fátima Bernardes chamado 'Encontro'

http://tvg.globo.com/programas/encontro-com-fatima-bernardes/O-Programa/noticia/2013/11/encontro-mostra-reacao-de-criancas-a-beijo-gay-de-casal-de-maringa.html





Por favor - vamos defender as nossas crianças contra a ditadura da TV Globo:

Acessem o site http://www.ouvidoriageral.mj.gov.br/ouvidoria/MainInternet.do

E denunciem o que o programa Encontros da Fátima Bernardes fez ao exporem crianças de 6 a 9 anos de idade a assistirem beijo homossexual

Cliquem na aba: FALE COM A OUVIDORA e depois clique em ACIONAMENTO.
Preencham os campos -
Tipo de mensagem: DENUNCIA
Área: Ouvidoria
Assunto da Mensagem: OUTROS ASSUNTOS

E na descrição, copiem e colem o texto abaixo, podem melhorá-lo e acrescentar mais coisas se quiserem.

_________________________________________________________________


Estou indignado com a matéria que foi exibida na tv aberta, no canal da globo, pelo programa "Encontro" da Fátima Bernardes, por ter exposto crianças a assistirem beijo homossexual. Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8069/90), descreve tipo penal muito semelhante em seu artigo 232, criminalizando a conduta de “submeter criança ou adolescente sob sua autoridade, guarda ou vigilância a vexame ou constrangimento”.
Segue o link do programa para averiguação:http://tvg.globo.com/programas/encontro-com-fatima-bernardes/O-Programa/noticia/2013/11/encontro-mostra-reacao-de-criancas-a-beijo-gay-de-casal-de-maringa.html

Gostaria de solicitar a revisão da classificação indicativa deste programa para maiores de 16 anos.
_______________________________________________________________________




O Ministério da Justiça está fazendo a parte dele:








Cabe aos pais fazerem a sua!


quarta-feira, 10 de julho de 2013

O milagre do Sacrário no centro do altar

10/07/2013 14h05 - 
Bebê considerado morto é achado com
vida em capela de hospital
'É um milagre. Não há explicação médica', diz enfermeira que fez o parto.
Criança respira com a ajuda de aparelhos em Joaquim Távora, norte do PR





Um bebê considerado morto após o parto em um hospital de Joaquim Távora, a 180 quilômetros de Londrina, no norte do Paraná, foi encontrado com vida na capela do hospital, três horas depois. A menina, nascida na segunda-feira (8), está internada em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Infantil Sagrada Família, em Londrina.

De acordo com a enfermeira do Hospital Lincoln Graça de Joaquim Távora Ana Cláudia Oliveira, responsável pelo parto, o bebê nasceu vivo, mas a equipe médica constatou que ele não respirava. Um médico foi chamado para assistir a equipe, que, após diversas tentativas de reanimar a criança, percebeu que não havia nenhum sinal vital. "Eu posso garantir: a criança estava morta. As pupilas não respondiam mais à luz. Todos os sinais comprovavam que não havia mais vida", afirma a enfermeira.

Ana Cláudia conta que, por ser uma criança, solicitou que o corpo fosse encaminhado à capela interna do hospital. "É um anjinho, uma criança. Não queria que fosse para o necrotério", explicou. Segundo ela, uma auxiliar de enfermagem limpou a criança e a vestiu com as roupas com as quais a recém-nascida seria enterrada. "Eu vi. Ela estava roxinha, completamente morta", relembra a enfermeira.
No entanto, três horas depois da morte constatada, a avó da criança, Eliza Cabral Silva, a dona da funerária contratada pela família, Rosiles Ferro, e a própria Ana Cláudia notaram que a menina passou a mexer as pernas enquanto estava envolta em um cobertor sobre o altar.
"Quando eu vi, não sabia se ficava feliz ou triste. Fiquei sem reação", diz a avó do bebê. "Não acreditava no que estava vendo. Foi Deus", garante. A enfermeira também diz acreditar que a bebê voltou a respitar por intervenção divina. "Não há explicação médica. Eu, pessoalmente, só posso acreditar que foi um milagre", afirma a funcionária do hospital.
A dona da funerária que atendeu à família diz não acreditar no que presenciou na capela do hospital. "A avó me ligou para buscar o corpo e eu fui. Chegando lá, encontrei o corpo da menina em cima do altar da capela. De repente, vimos que ela ergueu a perninha. Nós nem acreditamos. Ela estava respirando. Nos abraçamos e começamos gritar: 'Ela está viva, ela está viva!'", relata a dona da funerária, Rosiles Ferro.
Segundo a administração do Hospital Infantil Sagrada Família, a criança, que respira com a ajuda de aparelhos, ainda não tem diagnóstico confirmado. Ela deve passar por uma bateria de exames nesta quarta-feira (10). A mãe do bebê já está em casa, ainda conforme o hospital.
fonte: G1
******************************
Ponderações:
O milagre é a última forma usada por DEUS para tentar acordar o povo, que anda cego e perdido no mar de heresias e modernismos que vive a Igreja Católica romana.
Ao retirar o sacrário do centro, o povo deixa de adorar a DEUS e passa a adorar o homem.
Quando não ligamos mais para DEUS, para a tradição da Igreja Católica, sua liturgia em sua tradição; ainda sim, DEUS tenta chamar a atenção para o devido respeiro e adoração que nós criaturas devemos ao Criador.
Daí, quando os argumentos, os textos, os padres conservadores em suas homilias, as encíclicas dos papas (até João Paulo II) não é respeitada... a única forma é DEUS fazendo um milagre como este, onde a criança ao ser colocada sobre o altar onde há o Sacrário no centro, passou a ter vida.
Reparem na foto, desta capela, com Crucifixo no centro, com as imagens da Santíssima Virgem Maria e de São José... e vejam os bancos com genuflexório. 
Pense sobre isso. Isso não é mais uma notícia qualquer. Isso é a última forma de DEUS expressar Sua Misericórdia, antes... do Dia da Justiça, da Ira de DEUS.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Adolescentes: o elo mais fraco


O adolescente brasileiro está mais pobre e permanece exposto a casos de violência em nível preocupante, diz o relatório da Situação da Adolescência Brasileira do Fundo das Nações Unidas para a Infância, o Unicef, divulgado nesta quarta-feira (30) (veja íntegra do
documento).

Dos 21 milhões de adolescentes brasileiros de 12 a 17 anos, 38% - cerca de 7,9 milhões -
vivem em situação de pobreza, em famílias com renda inferior a meio salário mínimo per
capita por mês (R$ 272,5 considerando o salário mínimo atual). Os casos considerados mais
graves estão entre os 3,7 milhões de adolescentes dessa mesma faixa de idade, o
correspondente a 17,6% da população adolescente, que vivem na extrema pobreza, em
famílias com até 1/4 do salário mínimo per capita por mês (R$ 136,25).

Os dados do Unicef mostram que a participação de adolescentes na faixa mais
pobre da população aumentou. De 2004 a 2009, o número de adolescentes na extrema
pobreza passou de 16,3% para 17,6%, em descompasso com a crescente redução da
pobreza no país.


Homicídio

 A cada 100 mil adolescentes, 43,2 deles morrem por homicídio.


Cor da pele e gênero

As condições de vida do adolescente se agravam quando são destacadas por cor da
pele. Segundo o relatório, um adolescente negro tem 3,7 vezes mais risco de ser
assassinado em comparação com adolescentes brancos. A mesma lógica se
aplica entre adolescentes indígenas em casos de analfabetismo: as chances são três vezes
maiores do que a dos adolescentes em geral.
As distorções por gênero também merecem atenção, de acordo com o Unicef. Existem 10
casos de meninas infectadas por HIV para cada 8 de meninos. São os meninos, contudo,
que apresentam a maior taxa de analfabetismo: 68,4% não sabem ler e escrever.

Regiões

Conforme o relatório, a situação de pobreza é maior na Amazônia, que concentra 38% dos
adolescentes pobres no país. Já o semi-árido lidera nos índices de distorção idade-série, com 35,9%. Entre os grandes centros urbanos, o destaque é São Paulo, com média de 10,7
homicídios de adolescentes entre 10 e 19 anos para cada grupo de 100 mil adolescentes

fonte: G1.globo.com/Brasil - 30/11/2011 



---------------------------------------------------------------------

Criança & Adolescentes no mundo - Dados gerais:



Cerca de 2,8 bilhões de pessoas sobrevivem hoje com menos de US$ 2 por dia,161

das quais quase 50% são crianças. No entanto, a pobreza, tomada isoladamente, tem uma correlação menos significativa com a violência - medida pelos índices de homicídios - do que a combinação de extrema desigualdade de renda e pobreza. Embora mais pesquisas sejam
necessárias para entender completamente essas ligações, descobertas recentes sugerem
que as sociedades mais ricas têm índices mais baixos de homicídios mesmo quando há
uma disparidade entre a renda das comunidades ricas e pobres. Em sociedades com menor
nível de desenvolvimento econômico em geral, os índices de homicídio são mais altos.

Talvez as sociedades mais ricas sejam capazes de oferecer níveis maiores de proteção e
apoio social às suas comunidades pobres do que as que se encontram em um nível inferior
de desenvolvimento econômico global.


Medidas de desigualdade econômica são poderosos prognosticadores de índices de homicídios na faixa etária de 10 a 19 anos, especialmente quando se trata de meninos, e essa associação é mais forte em países com produto interno bruto (PIB) mais baixo.162 Entretanto, a relação entre pobreza absoluta (em contraponto à pobreza relativa) e violência não está inteiramente clara. O crescimento do PIB está associado a índices mais baixos de homicídios, conforme seria de se esperar, mas esse efeito é neutralizado em muitos casos pela desigualdade econômica e exclusão social que freqüentemente acompanham o desenvolvimento rápido e a urbanização.163


As comunidades mais pobres e suas crianças parecem estar mais vulneráveis à violência interpessoal quando expostas a mudanças econômicas e populacionais que contribuem para a desorganização da comunidade e, em última instância, afetam sua capacidade de controlar o comportamento violento. Pesquisas recentes corroboram a teoria de que o desequilíbrio entre as concentrações de abundância e pobreza na mesma zona urbana pode ser um fator preditivo importante das variações nos níveis de violência interpessoal entre comunidades.


A exclusão social experimentada por populações urbanas de baixa renda em todas as regiões foi exacerbada por tendências internacionais. O ritmo acelerado das mudanças sociais e políticas e a globalização econômica – adoção de desregulamentação doméstica, liberalização do comércio e privatização de serviços, um paradigma das políticas introduzidas nos anos 80 e intensificadas nos anos 90 - afetaram profundamente a sociedade em geral, inclusive o bem estar das crianças.164 Embora muitas pessoas tenham se beneficiado da criação de empregos nos setores industriais de exportação, do maior acesso à informação e de alguns outros aspectos da globalização, para os mais pobres o fosso da exclusão econômica aumentou.


Agricultores de baixa renda dos 60 países incluídos no Estudo do Banco Mundial Vozes dos Pobres, de 2000, afirmaram que a vida havia se tornado menos segura, mais marginal e mais ameaçadora nas últimas décadas. Isso seria devido à crescente precariedade dos meios de subsistência, à exclusão dos serviços e instituições, à perda da coesão social, à maior exposição a influências negativas como o crime e o abuso de álcool, à impotência e humilhação nas mãos das autoridades, às preocupações constantes no lar e à maior freqüência de brigas familiares, entre outros fatores.165


A exclusão social é um problema que não está, de maneira alguma, confinado aos países em desenvolvimento. Um relatório recente do Reino Unido estimou que um milhão de pessoas poderiam ser descritas como socialmente excluídas e 5% da população corriam esse risco.

As características da exclusão social foram descritas em termos semelhantes aos da América Latina: desemprego, discriminação, moradia ruim, baixa renda, baixa capacitação, alta criminalidade, saúde precária, desagregação familiar.


Nos EUA, uma de cada quatro crianças vive em condições de pobreza, sendo que as famílias de minorias etno-culturais respondem por uma maior proporção da população de risco, principalmente as que residem em bairros urbanos, em moradias inadequadas e com recursos escassos.166

Considerando-se a forte correlação entre pobreza, desigualdade, exclusão social e violência contra a criança e entre crianças no ambiente comunitário, a urgência das obrigações de cumprimento dos direitos humanos pelo Estado - especialmente direitos sociais, econômicos e culturais há muito negligenciados - está clara.






fonte: http://www.crin.org/docs/Relatorio_Mundial.pdf


O relatório é complexo e nos dá uma boa dimensão do que a desigualdade fincanceira e social é capaz de fazer com a criança e o adolescente; seja em países ricos ou emergentes.

No Brasil – relatório abaixo, com todas as ações a serem aplicadas no combate a vulnerabilidade dos adolescentes:

http://www.unicef.org/brazil/pt/br_sabrep11.pdf



Informação e conhecimento nossos governantes tem.

O problema é: vontade política aliado ao mau gerenciamento da verba pública.


Mensagem recebida pelo Confidente Católico Bento da Conceição –Taquaras – Balneário Camboriú – Santa Catarina – Brasil. Informações fone- fax: (0xx47) 3367-7110 ou (0xx47) 9977-3952 ou (0xx47) 3360-7167

Mensagem de Jesus ao profeta Pedro II

24.01.2013


Toda injustiça que cai sobre os pobres, cada um vai pagar pelos erros cometidos, seja na política ou religião, a mesma punição irão receber. O adolescente que mal consegue sobreviver passando fome é o mesmo como a Mim, sim, porque é nesses que Estou, Me pedindo toda hora que venha tão logo, que já não suporto mais por ver tanta injustiça; já os mais velhos não tem mais força para gritar, a cada minuto morrem milhões sem socorro, e Eu, vendo tudo isso sofro muito, tanto Eu como Minha Santa Mãe, Nós dois estamos em toda parte da Terra vendo essa desgraça pela fome do dinheiro. Abalados estão os que vivem Comigo no Céu, por verem tanto sofrimento.
Meu filho Pedro II, não te lastime se teu irmão ainda não está entendendo tudo o que vens Me fazendo, culpados são os maus servidores que dizem que são Meus, pois a vós Eu digo, nenhum desses sentarão na Minha Mesa no grande Banquete. Quem vem Me desafiando todos os Santos dias já estão sendo condenados por eles mesmos, e não por Mim. Esses estão sendo dominados pelo diabo, é ele que vai pagar também a cada um que vem Me traindo. Desde o momento que a Igreja tomou o novo rumo, virando as costas para Mim, ali foi o diabo que Me pediu se ele podia fazer isso Comigo, então permiti, para cumprir as Escrituras conforme foi escrito por Daniel, (Dan. 11,31) que viria o tempo da abominação, e dentro de tudo isso veio o mandante, que todos seriam bem recompensados se viessem fazer como eles queriam, como foi no começo, quando foi para Me crucificar, cada um recebeu sua recompensa e esses hoje vivem no inferno. O mesmo virá acontecer com tantos que vem Me desprezando, seja na política, social ou espiritual, todos irão pagar pelo desprezo que vêm Me dando. Este documento é Sagrado como todas as outras Mensagens que pelo Meu Santo Pai já vem Me permitindo para voltar tão logo.

Jesus de Misericórdia e Pedro II


Fim



domingo, 14 de outubro de 2012

Os efeitos nocivos da TV nas crianças - 3 a 4 anos de idade




                                                                                      As crianças dessa experiência psicológica desse documentário, são chamados Azouaou, Abderhamène, Louise, Shana, Kyria ou Yanis. Eles têm entre 3 e 4 anos (pelo amor de DEUS gente) de idade, quando, juntos, livremente exposta, com suas emoções e contradições, suas idéias (que foram induzidas) sobre o amor, a liberdade, liderança, inteligência, morte ... Durante o curso, que mais parece uma versão infantil de 'laranja mecânica' ficam sentados em círculo ao redor de uma vela, com a ajuda de sua professora Pascaline(a qual o ego justifica essa mentalidade), aprendem a expor o que nunca deveria ser exposto por crianças dessa idade.

Entre toda a filosofia do (tang psicológico - laranja mecânica), passam a falar sobre aquilo que elas vivem ou são expostos a vivenciarem. As crianças falam em suas próprias palavras, a visão que tem do mundo, cujo contato se dá principalmente através da televisão. O que fica bastante evidenciado quando falam sobre o noticiário. 

O  Centro de Jacques Prévert é uma escola ZEP sigla, para a Zona de Educação Prioritária. Estas faculdades e institutos desfrutam de alguma autonomia e são dotados de recursos para combater o fracasso escolar. Eles trabalham com IUFM (Institutos Universitários de Formação de Professores) e fornecem mais dinâmismo em termos de pesquisa de novos métodos de ensino. 

Durante 2006/07, Jean-Charles Pettier , professor de Filosofia, se propõe a Isabelle Duflocq oficinas "filosófica" em salas de aula do jardim de infância. Inédito na França (esse documentário é de 2010), e vão começar a estudar filosofia até os últimos dois anos do ensino médio. E assim é na Alemanha, Austrália, Noruega e Escócia, onde é dada a sete anos. O resultado ...

fonte: http://www.informativos.net
Alterações no texto original: Por um pai que tem e ama suas 2 filhas.