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terça-feira, 3 de julho de 2018

A Igreja voltada para o mundo. Uma conversão à apostasia.

Cardeal Müller: “Estamos experimentando uma conversão ao mundo, não a Deus”.


Por Catholic World Report, 26 de junho de 2018 | Tradução: FratresInUnum.com – O Cardeal Gerhard 

Müller é o ex-prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé e antigo bispo de Regensburg, Alemanha. Um renomado professor de teologia, é presidente tanto da Pontifícia Comissão Bíblica como da Comissão Teológica Internacional. Ele é também autor de diversos livros, incluindo The Hope of the Family, Priesthood and Diaconate [“A esperança da Família, Sacerdócio e Diaconato], and The Cardinal Müller Report: An Exclusive Interview on the State of the Church [O relatório do Cardeal Müller: uma entrevista exclusiva sobre o estado da Igreja].


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Cardeal Gerhard Müller.

Dom Müller recentemente respondeu a algumas questões de Catholic Word Report sobre a situação na Alemanha, tensões sobre a proposta de recebimento da Sagrada Comunhão por certos protestantes, contínuos conflitos sobre o ensinamento da Igreja a respeito da proibição de mulheres serem ordenadas ao sacerdócio, e homossexualidade.

CWR: Desde 2014, tem havido, dentro da Igreja, uma contínua onda de conflitos e tensões que envolvem muitos bispos da Alemanha. Qual o contexto desse fenômeno? Qual a fonte desses diversos conflitos sobre eclesiologia, Sagrada Comunhão e assuntos relacionados?

Cardeal Gerhard Müller: Um grupo de bispos alemães, com seu presidente [i.e., da Conferência Episcopal] na dianteira, se vêem como lançadores de tendências na Igreja Católica em direção à modernidade. Eles consideram a secularização e a descristianização da Europa como um desenvolvimento irreversível. Por essa razão, a Nova Evangelização — programa de João Paulo II e Bento XVI — é, na visão deles, uma batalha contra o curso objetivo da história, se assemelhando à batalha de Dom Quixote contra os moinhos de vento. Portanto, todas as doutrinas da fé que se opõem ao “mainstream”, ao consenso social, devem ser reformadas.

Uma consequência disso é a demanda para a Sagrada Comunhão mesmo a pessoas sem a Fé Católica e também por aqueles Católicos que não estão em estado de graça santificante. Também estão na agenda: benção para casais homossexuais, intercomunhão com protestantes, relativização da indissolubilidade do sacramento do matrimônio, introdução dos viri probati e abolição do celibato sacerdotal; aprovação de relações sexuais antes e fora do casamento. Essas são as metas, e para alcançá-las eles estão dispostos a aceitar até a divisão da conferência episcopal.

Os fiéis que levam a doutrina Católica a sério são rotulados como conservadores e empurrados para fora da Igreja, expostos a campanha difamatória da mídia liberal e anti-católica.

Os muitos bispos, a revelação da verdade e da profissão da Fé Católica é só mais uma variável no jogo de poder político intra-eclesial. Alguns deles citam acordos individuais com o Papa Francisco e pensam que suas declarações em entrevistas com jornalistas e figuras públicas distantes de serem católicos oferecem uma justificativa mesmo para “diluir” verdades de Fé definidas, infalíveis (=dogmas). Tudo isso dito, estamos lidando com um patente processo de protestantização.

O ecumenismo, pelo contrário, tem sua meta na plena unidade de todos os cristãos, que já está sacramentalmente realizada na Igreja Católica. O mundanismo do episcopado e do clero no século 16 foi a causa da divisão da cristandade, que é diametralmente oposta à vontade de Cristo, fundador da Igreja una, santa, católica e apostólica. 

A doença daquela era é agora supostamente o remédio com o qual a divisão deve ser superada. A ignorância da Fé Católica naquela época era catastrófica, especialmente entre bispos e papas, que dedicavam-se mais à política e ao poder do que em testemunhar a verdade de Cristo.

Hoje, para muitos, ser aceito pela mídia é mais importante que a verdade, pela qual devemos também sofrer. Pedro e Paulo sofreram o martírio por Cristo em Roma, centro do poder naquela época. Eles não eram celebrados pelos grandes desse mundo como heróis, mas zombados como Cristo na cruz. Não devemos nunca nos esquecer a dimensão martirológica do ministério Petrino e do múnus episcopal.

CWR: Por que, especificamente, alguns bispos alemães desejam permitir o acesso à Sagrada Comunhão a protestantes em uma base regular ou comum?

Cardeal Müller: Nenhum bispo tem autoridade de administrar a Sagrada Comunhão a cristãos que não estão em plena comunhão com a Igreja Católica. Somente em situações de perigo de morte um protestante pode pedir a absolvição sacramental e a Sagrada Comunhão como viaticum, se ele compartilha de toda a Fé Católica e, assim, ingressa em plena comunhão com a Igreja Católica, embora ele não tenha ainda declarado sua conversão oficialmente.

Infelizmente, mesmo bispos, atualmente, não conhecem mais a Fé Católica na unidade da comunhão sacramental e eclesial, e justificam sua infidelidade à Fé Católica com, supostamente, uma preocupação pastoral ou com explicações teológica que, entretanto, contradizem os princípios da Fé Católica. 

Toda doutrina e praxis devem ser fundamentadas na Sagrada Escritura e na Tradição Apostólica, e não devem contradizer os pronunciamentos anteriores do Magistério da Igreja. Este é o caso da permissão para cristãos não católicos receberam a Comunhão durante a Santa Missa — exceto na situação emergencial descrita acima.

CWR: Como o senhor avalia, primeiramente, o estado da Fé Católica na Alemanha e, depois, na Europa como um todo? Pensa que a Europa pode ou irá recobrar o sentido de sua identidade cristã anterior?

Cardeal Müller: Há muitas pessoas que vivem sua fé, amam a Cristo e sua Igreja, e colocam toda sua esperança em Deus, na vida e na morte. Mas, entre eles, há muitos que se sentem abandonados e traídos por seus pastores. Ser popular perante a opinião pública é, atualmente, critério para supostamente ser um bom bispo ou padre. 

Estamos experimentando uma conversão 
ao mundo, não a Deus
contrariamente à afirmação do Apóstolo Paulo: “Por acaso eu procuro o favor dos homens, ou de Deus? Estou tentando agradar aos homens? Se ainda estivesse agradando aos homens, não deveria ser servo de Deus” (Gal 1:10).

Precisamos de padres e bispo cheios do zelo pela casa de Deus, (http://www.palavravivadedeus.com.br/mensagem.html?id=1955dedicados inteiramente à salvação dos seres humanos na peregrinação de Fé para a nossa casa eterna. Não há nenhum futuro para um “Cristianismo light”. Precisamos de cristãos com espírito missionário.

CWR: A Congregação para a Doutrina da Fé recentemente reiterou o ensino perene da Igreja de que mulheres não podem ser ordenadas ao sacerdócio. Por que o senhor pensa que este ensinamento, que já foi repetido diversas vezes nos anos recentes, continua a ser contestado por muitos na Igreja?

Cardeal Müller: Infelizmente, atualmente a Congregação para a Doutrina da Fé não é particularmente estimada, e seu significado para o primado Petrino não é reconhecido. O Secretariado de Estado e os serviços diplomáticos da Santa Sé são muito importantes para a relação da Igreja com diversos Estados, porém, a Congregação para a Doutrina da Fé é mais importante para a relação da Igreja com sua Cabeça, da qual toda graça procede.

A Fé é necessária à salvação; a diplomacia papal podem fazer muito bem ao mundo. Mas a proclamação da Fé e da doutrina não devem ser subordinados às demandas e condições dos atores do poder terreno. A Fé sobrenatural não depende de poderes terrenos. Na Fé, é absolutamente claro que o Sacramento da Ordem, nos três graus (bispo, padre e diácono) só podem ser recebidos validamente por um homem católico batizado, porque somente ele podem simbolizar e sacramentalmente representar Cristo como Esposo da Igreja. 

Se o ministério sacerdotal é compreendido como uma posição de poder, então essa doutrina da exclusividade das Sagradas Ordens a católicos de sexo masculino é uma forma de discriminação contra as mulheres.

Mas essa perspectiva de poder e prestígio social é falsa. Apenas se virmos todas as doutrinas da Fé e dos sacramentos com olhos teológicos, e não em termos de poder, a doutrina da Fé sobre os pré-requisitos naturais para o sacramento da Sagrada Ordem e do matrimônio serão também evidentes a nós. 

Apenas um homem pode simbolizar Cristo enquanto Esposo da Igreja. Apenas um homem e uma mulher podem simbolicamente representar a relação de Cristo e da Igreja.

CWR: O senhor, recentemente, apresentou a edição italiana do livro de Daniel Mattson, Why I Don’t Call Myself Gay [Porque eu não me chamo gay]. O que o impressionou no livro e em sua abordagem? Como ele se distingue de algumas abordagens “pro-gay” e posturas adotadas por alguns Católicos? O que pode ser feito para explicar, em termos positivos, o ensinamento da Igreja sobre sexualidade, casamento e assuntos relacionados?

Cardeal Müller: O livro de Daniel Mattson foi escrito a partir de uma perspectiva pessoal. Ele é fundamentado em uma profunda reflexão intelectual sobre a sexualidade e o matrimônio, que o faz diferente de qualquer forma de ideologia. Portanto, ele ajuda a pessoas com atração para o mesmo sexo a reconhecer sua dignidade e a seguir um benéfico caminho no desenvolvimento de sua personalidade, e a não se deixarem ser usados como peças nos jogo de poder de ideólogos. 

Um ser humano é uma unidade interior de princípios espirituais e materiais, e, consequentemente, uma pessoa e um sujeito livremente atuante de uma natureza que é espiritual, corpórea e social.

O homem é criado para uma mulher e a mulher para um homem. A meta da comunhão matrimonial não é o poder de um sobre o outro, mas, antes, a unidade em um amor que se doa, no qual ambos crescem e juntos alcançam o objetivo em Deus. 

A ideologia sexual que reduz o ser humano ao prazer é, de fato, hostil à sexualidade, pois nega que a meta do sexo e do eros é agape. Um ser humano não pode se permitir ser degradado ao status de um animal mais desenvolvido. Ele é chamado a amar. Somente se amo o outro por si mesmo eu chego a mim mesmo; só assim sou liberado da prisão de meu egoísmo primitivo. Não se pode ser realizado às custas dos outros.

A lógica do Evangelho é revolucionária em um mundo de consumismo e narcisismo. Pois somente o grão de trigo que cai no chão e morre não permanece sozinho, mas produz muitos frutos. “Quem amar sua vida a perderá, e quem odiar sua vida neste mundo a guardará pra a vida eterna” (Jo 12:25).

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fonte: Fratresinunum

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

ADVERTÊNCIA para os sacerdotes e todos os membros da Igreja Católica.



Mensagem recebida pelo Confidente Católico Bento da Conceição – Taquaras – Balneário Camboriú – Santa Catarina – Brasil. Informações: (0xx47) 3169-1316

Substancial é tudo aquilo que sai de Mim.

05/08/1999

      

        Pai Eterno vem da palavra Amor, onde o Seu Filho tem a mesma característica. Isto significa que tanto no Céu como na terra foi dado-Me todo poder. Nem a própria ciência pode descobrir este mistério. Grandes filósofos, com toda sua sabedoria, não chegaram a uma conclusão exata sobre a Minha posteridade e da potencialidade de como Eu Sou. Para os teólogos, nas suas leituras até hoje, pouca coisa de Mim vieram a descobrir, mas é como quase nada.
      Meu filho Bento! O que tu achas de Mim neste momento que escreves estes assuntos?


      (Bento) - Jesus! Por mais que eu quisesse descobrir como isto acontece, poderia até perder o juízo. Uma porque sou fraco e a minha sabedoria é quase zero. Se não for o Senhor, como escreveria tudo isto!


      Sim, Meu filho! Falaste pouco mas disseste a verdade. Diante de Mim és uma pequenina lamparina, mas que no coração de muitos és um luzeiro, porque estas palavras de Mim saem todas e passam a tocar nas pessoas que dão crédito nestas profecias.
      Um fariseu, que sempre foi contra Mim, disse um dia: "Se eu morrer, quero descobrir quem é este Homem que acha que é Dono de tudo." Só que ele não Me encontrou. Achou, sim, o Meu inimigo, o diabo. 

    Este é o causador de toda esta violência e desordem, onde os Bispos já não ligam mais por este lado, que é o respeito com a Minha Divindade. É por isto, Meu filho, que quando lêem estas escritas, vem todos em cima de ti, difamando este teu trabalho que passo a ti todos os dias. Se não fosse Eu, Jesus, o teu Salvador e da humanidade, como poderias escrever tantos assuntos? Como o Pai Me enviou, Eu vos envio no meio dos mais sábios para confundir sua inteligência, se é que dizem que sabem tudo sobre a Minha Originalidade. Diante de Mim, se não fizerem como Eu fiz, não terei piedade na hora do julgamento. 

     Serei mais rigoroso com estes, porque deveriam ter o máximo de respeito para Comigo, mas o dinheiro fala mais alto. É isto que se dá dentro da Minha Casa.
      Substancial é tudo aquilo que sai de Mim para as coisas boas, como a honestidade e o respeito, muito respeito para Comigo.
      Esta advertência é direcionada para esses últimos sacerdotes e todos os membros de Minha Igreja: “Se vocês não derem importância a estas Minhas Palavras, tirarei de vocês esta subsistência, que é a Minha Luz, e vos deixarei nas trevas como muitos que já perderam as suas almas.”

Jesus








Os que riem hoje, amanhã chorarão, e os que choram hoje, amanhã irão rir de alegria.

17/02/1999

      Não busquem, Meus queridos filhos, aquilo que só vem Me aborrecendo. Afastem o mais rápido possível dos homens e mulheres que correm atrás do prazer da carne. Hoje eles riem, festejam e comemoram, mas amanhã eles chorarão e gritarão de dor. Será só sofrimento por toda eternidade. Festa essa que está sendo os seus últimos espetáculos. A vergonha não existe, para eles. Quem nessa festa esqueceu-se de Mim, para entrar no mesmo ritmo, assinou sua condenação própria.
      Agora, os Meus filhos que se recolheram com suas vestes decentes e com suas orações, dando-Me o máximo de respeito, entre todos esses, se algum estiver chorando, tão logo nunca mais chorará, pois tudo está a caminho. A Minha Misericórdia só terão os filhos que vem Me obedecendo. Fora disto não haverá perdão. O Meu julgo não é pesado. Pesado é o do Meu inimigo. O dele fará carregar todas as pessoas para o resto de sua vida, que é a morte para o seu corpo e as trevas para a sua alma, onde só haverá ranger de dentes, dor e sofrimento.
      Meu filho Bento! Quantas vezes lá já estivestes no meio desta gente pulando e sorrindo com eles, mas não te deixei em momento algum. Se fizeste tudo aquilo, foi para que conhecesses o caminho que leva a perdição. 

   Carnaval é a dança da morte, a dança dos cortejos fúnebres, o ritmo infernal. É o mesmo quando fizeram um bezerro de ouro, para adorar. não tiveram paciência de esperar Moisés vir com as Tábuas da Lei. 

    Agora, assim também está acontecendo o mesmo. Não tiveram paciência de esperar por mim. entregaram-se nos vícios, das drogas e no prazer da carne. Essas pessoas, a Minha Luz nunca mais irão ver depois da transformação da Terra que virá logo. Este tempo próximo está.
      Hoje se inicia a Quaresma, tempo de oração e conversão.
      Meus queridos filhos! façam o possível de dar toda atenção nesses quarenta dias, pois talvez seja a última até a Minha Vinda. Meditem bem: Este dia só o Pai é quem sabe, mas tenho permissão de chamar atenção de todos vocês, filhos amados.

Jesus

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

E tu Sacerdote, porque quer levar almas para a condenação?


O escândalo do sacerdote


Indigna escrava do Crucificado e da SS. Virgem,
Letícia de Paula

(Jesus Cristo falando ao coração do Sacerdote, ou meditações eclesiásticas para todos os dias do mês, escritas em italiano pelo Missionário e doutor Bartholomeu do Monte traduzidas pelo Pe. Francisco José Duarte de Macedo, ano de 1910)















I. – Não te basta, ó filho, ofenderes-Me tu, senão também seres causa de que outros Me ofendam?!... Se dei todo o Meu sangue em preço pela redenção das almas, não vês que, quem mas rouba, move contra mim perseguição mais feroz que a daqueles mesmos, que tão barbaramente derramaram o Meu sangue no Calvário?!
E tu, ó sacerdote, que com o escândalo estorvas o bem e promoves o mal, tens coração de ser tão ímpio contra o teu Deus?!...

Fiz-te sacerdote para que zelasses a Minha honra, e conduzisses a Mim as almas; e tu arrancas-mas do seio com tão horrenda aleivosia?!...
Ah! Ninguém causa tanto dano à Minha Igreja, e menoscabo à Minha honra, como o sacerdote que, destinado por Mim para repreender e corrigir os outros, lhes dá exemplos de perversidade [1].

Se querias assim tratar-Me, para que tomaste as Minhas insígnias? Para que vieste à Minha Igreja? Se houveras ficado no estado laical, não Me fizeras tão graves injúrias, como assim Me fazes.

II. – Todos põem em ti os olhos; mas, ainda que cometas alguma falta, ninguém se atreve a repreender-te; e teu exemplo é tanto mais seguido, quando é maior a tua honra em virtude da tua dignidade.
Tu, caindo no pecado, arrastas por assim dizer os outros para que caiam; porque julgam ser-lhes lícito quanto vêem fazer a ti; e pecam desenfreada e afoitamente vendo que tu pecas.

Desculpam-se com o teu exemplo na liberdade do falar, na familiaridade, na crápula; nunca se emendam, porque dizem em sua defesa: os sacerdotes e os religiosos também fazem o mesmo; e, o que mais é, quando os seculares vêem um sacerdote mau, pensam que todos os eclesiásticos são maus, o que redunda em detrimento da mesma Religião, chegando até vacilar na fé, e a ter os sermões, os sacramentos, o evangelho na conta de impostura ou invenção humana[2]. 

Ó força  cruel do escândalo! Pobres almas, assassinadas por aqueles mesmos que mas deviam guiar, corrigir e salvar!

III. – Ai de ti, sacerdote! Tu, que a princípio não quiseras usar da língua, dos talentos, das riquezas para o bem; depois não só fizeste uso das riquezas, dos talentos, da língua, de enganos, de conselhos, de violências; mas até te serviste do teu crédito e do mesmo sacerdócio, como de aguda espada, para me traspassares a Mim e as almas, redimidas com o Meu sangue! Ah! Infeliz, também traspassaste a ti mesmo!

Se um leigo, por mais tentado, por mais ignorante, por mais desprezível que seja, quando danifica uma só alma e lhe dá ocasião a um só pecado, merece ser lançado, com um penedo ao pescoço, no fundo do mar; que merecerás tu que és ministro, e por isso muito mais criminoso, muito mais cruel, atentas as luzes que recebeste, o estado em que te achas e as obrigações especiais do teu sacerdócio?

Se tens sido, pois ocasião de ruína não só de uma, duas ou três, mas de muitas e muitas almas, já fomentando abusos, já promovendo a libertinagem, e não uma ou outra vez, mas por tanto tempo, e em tantas espécies de pecados, sabe que és réu de tantas mortes espirituais, quantos têm sido os maus exemplos que tens dado[3].

E, depois de tantos crimes, terás coração de aparecer em Minha presença sem derramar rios de lágrimas, ou sem me restituir tantas almas quantas Me tens roubado?!

Fruto. – Lembra-te que és sacerdote, obrigado especialmente a dar exemplos que edifiquem; e que aquilo que num secular passa por gracejo ou coisa de nenhum valor, em um sacerdote se torna grave[4].
Examina-te escrupulosamente, e vê se, no trato com os domésticos ou com os estranhos, particularmente com a mocidade, deste alguma vez ocasião ao pecado com palavras ou maus exemplos; promovendo, ensinando, cooperando, protegendo, etc.; com omissões de estudo, de vigilância, de repreensão, etc.; com a facilidade em absolver, etc.

Todo o sacerdote deve procurar a salvação das almas; mas aquele que deu escândalo, buscando a sua ruína e a do próximo, tem de mais a mais a obrigação de reparar os danos que ocasionou, procurando salvar a sua alma e as dos outros, com particular zelo e edificação.

S. RAYMUNDO DE PENNAFORT deu um mau conselho a um jovem estudante, dissuadindo-o de entrar em Religião; foram porém tais os remorsos que o agitaram, que, para reparar o seu erro, renunciou aos maiores empregos e ao mundo, e se fez religioso com admiração de todos.


[1] Nullum puto ab aliis majus praejudicium, quam a sacerdotibus tolerat Deus; quando eos, quos ad aliorum correctionem posuit, dare de se exempla pravitatis cernit: quando ipsi peccamus, qui compescere peccata debuimus. (S. GREG.,Homil. Brev. 12 Martii.)

[2] Plurimi considerantes clericorum vitam malam ex hoc vacillantes, imo multoties deficientes in fide, non credunt quod illa, quae de nostra fide sunt scripta, sint vera; sed scripta fuerint, non Dei spiramine, sed humana, et deceptoria inventione; clavium virtutem non credunt, sacramenta despiciunt, vitia non vitant, virtutes non reputant, non horrent inferos, caelestia non concupiscunt. (S. BERNARDIN, SEN., Serm. 19.)

[3] Seire enim debent sacerdotes, quia si perversa unquam perpetrant, tot mortibus digni sunt, quot perditionis exempla transmittunt. (GREG., Pastor.)

[4] Inter saeculares nugae, nugae sunt, in ore sacerdotis, blasphemiae. Consecrasti os tuum Evangelio: talibus jam aperire illicitum; assuescere sacrilegum est. Verbum scurrile, quod faceti, urbanique nomine colorant, num sufficit peregrinari ab ore; procul et ab aure relegandum. Foede ad cachinos moveris, foedius moves. (S. BERNARD., De Consid.)

fonte: A Grande Guerra. blogspot

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Isso em 1910?!!!

Já imaginaram a cobrança do sacerdote hoje, que deixou o de fazer um belo serviço a Deus...
para permitir a retirada do Sacrário do centro da Casa de DEUS, para poder ficar de costa pra JESUS e de frente para o povo?

Permitir que mulheres façam o seu trabalho, entregando o CORPO de CRISTO, para poderem ficar sentados?

Ai de ti sacerdote!

Ai de ti Católico, que mesmo vendo esses erros... compactua com eles, pegando com a mão o CORPO de CRISTO e sem mais dobrar os joelhos?

Ai de ti!

Ou pensaste que DEUS não está vendo isso tudo?

Sacrilégio é um peado gravíssimo! 


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Mensagem recebida pelo Confidente Católico Bento da Conceição –Taquaras – Balneário Camboriú – Santa Catarina – Brasil. Informações fone- fax: (0xx47) 3367-7110 ou (0xx47) 9977-3952 ou (0xx47) 3360-7167

Mensagem de São Francisco de Assis a Pedro II

13.01.2013


Irmão querido, São Francisco, tudo o que vem acontecendo com os nossos bispos e padres que não acreditam nessas Mensagens por eu ser quase sem estudo, no teu tempo era assim que também não acreditavam no teu trabalho irmão?

Em tudo em que Deus põe a Mão o diabo se põe a atrapalhar, por exemplo, naquelas províncias onde me criei também fui chamando como tu foste irmão Pedro II, sempre foste uma pessoa que fazia os teus trabalhos, mas sempre pensando em Deus, eu também já tinha em mim algo que mexia por dentro. Comecei a ver quando fui convocado para servir o exército. Em dado momento que subimos a uma colina, quando estávamos indo lutar, sobre mim veio uma Luz e comigo começou a falar. Quase pouco entendi, só que, ao voltar para casa eu já estava todo tomado por uma Luz que nunca tinha visto. Senti-me como se fosse um instrumento na Mão de Deus. Meus pais pouco acreditaram e muito mais o bispo de nossa diocese. Fui então por eles tachado como um louco, como tu estás sendo irmão Pedro II, só que esta loucura é o maior Sinal de Deus nesta Terra. A Presença de Jesus se dá assim, onde Ele toca Suas abençoadas Mãos o diabo atrapalha quase em tudo, só que ele não pode te ferir, e ele é obrigado a obedecer. Assim também como foi a minha história narrada até hoje pela Santa Igreja Católica, Apostólica e agora Conservadora. Esta tua igreja meu irmão é tão pura e tão sagrada que aqui o diabo jamais destruirá, devido ao poder que tem aqui em Taquaras, lugar este que Jesus escolheu, longe de Sua terra onde Nasceu. Vejam que até isto está escrito na Bíblia (Is 46,11). Esta é a razão dos padres e bispos virem contra ti, por seres pouco letrado e por ser um homem muito simples, mas isto não quer dizer que és inferior a eles, ao contrário, acima de qualquer um deles estás. Procure meu irmão, fazer sempre a Vontade de Nosso Senhor Jesus assim como eu fiz, verás então depois com teus próprios olhos tudo o que vem fazendo. Jamais aqui pisará qualquer um que seja capaz de derrubar este Templo que foi feito com permissão divina desde o momento que foi levantada a primeira haste, e que todos sejam abençoados pelas Mãos divinas.

São Francisco de Assis e Pedro II

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

A crise é de ordem espiritual


EUROPA: A crise é de ordem espiritual, diz premiê da Hungria. E no Brasil?



Paulo R. Campos


Nesta Babel de notícias que revelam a existência de um plano internacional para se acelerar a destruição da instituição da família (com a aberrante promoção do homossexualismo, do controle de natalidade, do aborto, da eutanásia, do divórcio etc.), deparei-me hoje com uma reportagem auspiciosa para as famílias. 

Por ocasião do XIV Congresso de Católicos e Vida Pública, realizado nos dias 16, 17 e 18 de novembro na Universidade San Pablo-CEU, de Madrid, o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orban, discorreu sobre o tema “Esperança e resposta cristã à crise”, tendo sido calorosamente aplaudido.

Entre outras coisas, ele afirmou que a crise econômica europeia se deve principalmente a uma crise de ordem espiritual, e que somente por meio da restauração dos valores cristãos é que a Europa poderá ser regenerada.

A seguir, um resumo da conferência de Orban que preparei para os nossos leitores, pois sua tese vale para Brasil — tanto quanto à solução apresentada para a crise, quanto ao que ele fala de políticos europeus, que se pode aplicar aos quadrilheiros que operam (assaltam) neste Pindorama. 

A CRISE ECONÔMICA NÃO VEIO POR ACASO


O primeiro-ministro húngaro Viktor Orban respondeu à pergunta de como foi possível o desmoronamento do sonho de união europeia. 

Segundo ele, a crise europeia não veio por acaso, mas pela falta de responsabilidade de seus líderes políticos, quando questionaram as raízes cristãs da Europa, que são a força motriz do Velho Continente.

Como exemplo do atual colapso econômico europeu, citou a questão do crédito, que antes era concedido a pessoas responsáveis, mas que depois passou a ser concedido a representantes de países não comprometidos com o cristianismo. 

O que levou nações inteiras a se escravizarem ao crédito — o que não teria acontecido numa Europa verdadeiramente cristã.

Ele lembrou que no Antigo Testamento a usura era proibida, e que a Igreja sempre rejeitou cobrança de juros abusivos, mas que atualmente os créditos foram desvinculados de responsabilidades morais. O que aprofundou a crise.


Santo Estêvão



Segundo Orban os líderes europeus fizeram carreira, ganharam muito dinheiro e desprezaram os valores cristãos, especialmente a defesa da família e da vida. 

O primeiro-ministro húngaro declarou sua crença de que por trás de uma economia bem-sucedida há "algum tipo de força motriz espiritual" e que "a Europa governada de acordo com os valores cristãos se regeneraria".

Deu o exemplo do seu país, explicando que a Hungria — uma nação pobre devido ao legado do regime comunista, que a subjugou por décadas e na qual a pensão média era de apenas 250 euros — teve início uma reconstrução moral.

Ele lembrou que seu primeiro rei, Santo Estêvão, ofereceu suas armas e o reino à Virgem Maria.

Assim, a nova Constituição húngara é baseada na dignidade, na liberdade, na família, na fidelidade, com obrigação expressa de ajudar os pobres. 

Ou seja, ela é baseada nos valores cristãos. O que irritou profundamente a esquerda europeia, que chegou a condenar a Hungria no Parlamento de Estrasburgo. Este deseja converter a Europa num continente ateu, no qual o conceito de família seja substituído pelo individualismo. 


Armas da Hungria: a coroa de Sto. Estevão, o cetro, a espada e o globo



Com base em sua própria experiência, Viktor Orban propôs uma renovação da cultura e da política baseada nos valores cristãos. Para ele, não há outro caminho. 

Ao afirmar isso, o primeiro ministro foi entusiasticamente aclamado pelo público com aplausos que duraram alguns longos minutos.

Com essas excelentes ideias, o valoroso primeiro-ministro húngaro seria convidado a falar em Brasília?


Parlamento Húngaro, em Budapeste (Capital)


fonte: ValoresInegociaveis

sábado, 17 de novembro de 2012

Prepare-se para a 'nova' Igreja Católica.

Fujam Católicos dessas heresias e abominações!!
Não participem de Missas Sacrílegas que irão ser aprovadas daqui para frente.
Fujam!


O mais doloroso da "nova orientação pós-conciliar", além de suas dubiedades, é o modo como essas mesmas dubiedades continuam promovendo a autodemolição da Igreja. Pior ainda como nos é empurrada de cima para baixo. Tão perversa é a coisa que, ao fiel bem intencionado e obediente, a destruição de sua Fé e a própria crise da Igreja se apresentam com a maior naturalidade possível. Por isso, apenas alguns poucos enxergam a crise.
É o caso das "tendências" apontadas no último Congresso Continental de Teologia, que aconteceu em outubro em São Leopoldo, e que demonstra claramente para que lado a autodemolição da Igreja prosseguirá a curto e médio prazo.
Apoiados pelo cardeal D. Gerhard Müller, escolhido pelo próprio Papa Bento XVI (que se diz contrário à Teologia da Libertação), o atual chefe da Congregação para a Doutrina da Fé é declaradamente favorável a este movimento herético. Há décadas esse movimento revolucionário vem minando a verdadeira Fé e incentivando fiéis a apoiarem o socialismo vermelho petista, do Obama e por aí vai. Caracterizando a maior dubiedade desse ano, D. Müller, além de várias posturas teológicas modernistas, inacreditavelmente é co-autor de livro de uma das celebridades desse movimento, o Pe. Gutierrez, trabalho descrito pelo próprio prefeito da CDF como "uma crítica cristalina do Capitalismo". (Imagem acima).

Tendências teológicas e litúrgicas já em prática em algumas dioceses e paróquias

Se você ainda não viu na sua diocese e paróquia, vai começar a ver em breve coisas do tipo a seguir:

Eucaristia self-service: para ainda mais dessacralizar a Presença Real de Nosso Senhor na Eucaristia e forçar o fiel católico a rebaixar involuntariamente sua fé para a igualá-la à heresia protestante, que é exatamente negar a Presença Real na Eucaristia.
Equivocada imposição do conceito de sacerdócio dos fiéis I: Leigos "co-celebrantes" e "co-consagradores" eucarísticos. Por isso lutamos pela Missa Tridentina, a Missa de Sempre, definida por um Papa Santo (S. Pio V), impossível de ser profanada com esse tipo de “ideologia litúrgica”.
Equivocada imposição do conceito de sacerdócio dos fiéis II: Leigos se auto-abençoando, exercendo um pseudo "ofício sacerdotal" que confunde e descaracteriza o sacramento de Ordem.

Inoculação de ideologias revolucionárias e mutilação da palavra de Deus
: Conferências com celebridades revolucionárias da TL, tais como Gustavo Gutierrez, o mentor do Arcebispo Müller, Jon Sobrinho, Leonardo Boff e Andres Queiroga dando as "futuras diretrizes diocesanas" para muitas mitras na plateia e mais além.
Propaganda comunista descarada: cartazes bem definidos incentivando católicos para luta de classes marxista e militância revolucionária. Note-se o cartaz à direita em que um sacerdote, com punho fechado, faz um gesto violento, como se estivesse atirando uma granada, sob o slogan: "Já não é mais suficiente rezar". Contrariamente às ideologias da TL, o padre da ilustração é obrigado a usar batina — certamente o único meio encontrado pelo ilustrador para diferenciá-lo de um arruaceiro de rua.

É terrível quando a Pedra da Igreja parece cambalear para o obscuro lado do modernismo. E não é demais perguntar o que a escolha de Müller, poderá ainda representar neste renascimento da Teologia da Libertação e para os novos rumos da Igreja.

fonte: http://www.perfeitadevocao.org/site/Chamadas.php?id=535

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Vatileaks - o cerco está se fechando


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O desaparecimento da adolescente Emanuela Orlandi, ocorrido há quase três décadas, está obrigando a Itália a desenterrar a incômoda relação entre o crime organizado e a Santa Sé.
O desenrolar desse novelo promíscuo começou, na semana passada, com a exumação do corpo de Enrico ‘Renatino’ De Pedis, ex-capo da Magliana, enterrado “com honras de benfeitor dos pobres” na Basílica de Santo Apolinário, ao lado de papas e cardeais. A retirada do cadáver da sacrossanta sepultura vem no bojo da investigação da polícia e do Ministério Público da Itália sobre o paradeiro de Emanuela.
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Em 22 de junho de 1983, Emanuela, então com 15 anos, desapareceu após sair de uma aula de música, na praça Navona, a poucos metros da igreja que abrigaria anos depois os restos mortais de Enrico De Pedis – assassinado a tiros em 1990, em uma emboscada. O terceiro protagonista dessa história, o arcebispo Marcinkus, foi o pivô do maior escândalo financeiro do Vaticano: a quebra do banco Ambrosiano, então maior entidade privada do país, no início dos anos 1980. À época, o religioso presidia o Instituto para as Obras da Religião (IOR), o chamado Banco do Vaticano, que possuía 16% do capital do Ambrosiano. A Justiça italiana descobriu um complexo esquema de corrupção, que incluía pagamentos ilegais e desvio dos fundos para enriquecimento particular. Há provas, ainda, de que a Magliana injetava dinheiro no banco controlado pela Igreja Católica. Marcinkus foi afastado de Roma e morreu no ostracismo em Phoenix (EUA).

A trama que liga os destinos da adolescente, do mafioso e do cardeal começou a ser desvendada somente em julho de 2005, por meio de um telefonema anônimo ao programa de TV RAI-3 “Chi l’ha visto?” (Quem a viu?): “Se quer saber mais sobre Emanuela, olhe no túmulo de De Pedis...”, dizia a voz masculina, nunca identificada. Para espanto geral, a polícia descobriu que o criminoso estava enterrado na Basílica de Santo Apolinário. Um documento oficial do Vaticano afirmava que o criminoso, responsável por diversos assassinatos, realizou “contribuições particulares para jovens, interessado, sobretudo, em sua formação cristã e humana”. Descobriu-se também que ele pagou pela sepultura um milhão de liras (450 mil euros) ao cardeal Ugo Poletti, então vigário-geral de Roma.
...

Começou-se então a se especular que os restos mortais da adolescente estavam escondidos junto à cripta do criminoso. Só agora, porém, anos depois do depoimento de Sabrina, o Ministério Público italiano conseguiu a autorização para abrir a sepultura. A identificação foi confirmada, por meio da verificação das impressões digitais, graças ao alto nível de preservação do cadáver, guardado em três caixões de zinco, cobre e madeira, e envolto em um sarcófago de mármore.

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fonte: Isto É _ Edição:  2219 |  18.Mai.2012




Reparem no que o apresentador nos diz a partir dos 3:00 minutos do vídeo:


" Aqui teremos alguns pontos que me chamaram a atenção.
# Temos 2 cadáveres em uma tumba clandestina no território do Vaticano.
# Donde o governo do Vaticano, o governo que encabeça Bento XVI, não permitiu por anos que se abrisse essa tumba. Não é verdade?!
# E posteriormente, bem, esse chefe do exorcismo, representante do Vaticano, confirmando que ai havia festas sexuais, onde iam inclusive, possivelmente corpo diplomático.
# Como podemos enfrentar essas provas contundentes????

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fonte: http://www.publico.pt/


Jornais italianos apontam para uma vasta rede de informadores anónimos envolvidos no caso “Vatileaks”.

Um cardeal figura entre as “toupeiras” que estão na origem da fuga de documentos secretos da Santa Sé e terá orientado Paolo Gabriele, o mordomo do Papa que foi preso na passada quarta-feira. Este não será mais do que um mero executante numa conspiração bem mais ampla. Estas são as pistas mais recentes lançadas ontem na imprensa italiana sobre o caso que está a abalar o Vaticano e que já recebeu o nome de “Vatileaks”.

“Um cardeal guiou o corvo”, titulou o diário de Roma Il Messaggero, referindo o nome pelo qual se têm designado os informadores anónimos. O Corriere della Sera, de Milão, fez manchete com o título “Um cardeal entre os corvos”. Segundo os media, poderá tratar-se de um cardeal italiano.

A polícia do Vaticano prendeu Gabriele e encontrou documentos confidenciais na sua casa, um mês depois da criação de uma comissão de inquérito encarregue de elucidar o caso de fugas que sacode a Santa Sé desde Janeiro. O mordomo não terá agido só, facto que é comentado desde sexta-feira, quando se conheceu a sua detenção. Vários meios de comunicação vão mesmo ao ponto de afirmar que duas dezenas de pessoas poderão ter passado documentos para o exterior do Vaticano.

Um livro do jornalista Gianluigi Nuzzi, publicado há uma semana em Itália, contém um número sem precedentes de documentos confidenciais que ilustram diferentes debates internos, por exemplo sobre a situação fiscal da Igreja e diversos escândalos. Os documentos não divulgam grandes surpresas, mas revelam o veneno e os rancores entre diversos cardeais, cada um deles reafirmando a sua lealdade ao Papa Bento XVI.






O cerco está se fechando...






Despertai povo de DEUS----!!!
http://ceifadorpvd.blogspot.com.br/2012/10/mensagem-de-jesus-no-dia-08102012.html


segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Eleições estão ai.

Se você soubesse...
com certeza não participaria de ideologias e pessoas/partidos que são a favor do extermínio da vida humana.








Pense nisso e na sua alma.
Melhor votar nulo, a correr o risco de perder sua alma.

domingo, 30 de setembro de 2012

Católico a deriva


Sou católico, mas não sou praticante!” Eis a forma suave, descarada, preguiçosa e, sobretudo, enganadora de afirmação cristã. Ser cristão assim não custa nada. E não adianta nada. Não tem a cruz que o Mestre disse que tínhamos que carregar. E não tem mérito. Mostra, sim, muita saliência. Esta maneira de ser cristão não tem graça nem jeito. Lembra-me café que não tem cafeína, leite que não tem gordura, refeição que não tem comida, carro que não tem motor, acúcar sem sacarose, partida de futebol sem bola…

Esta afirmação também não tem possibilidade de existir. Este tipo de fiéis quer ser, mas não é. Faz de conta, mas só conta fazer. Nunca faz. É como cometas religiosos; emitem algum brilho, mas não é próprio. Têm o mínimo de crença e o máximo de afirmação. Pensam ter fé, mas não têm a fé que pensam. Ser católico não praticante fica bem e exige pouco. Pretende dizer muito, mas não diz o que pretende. É uma afirmação que pertence à cultura do vazio, do oco, do fácil, do descartável, da mentira… hoje tão freqüente na nossa sociedade.

É autoafirmar-se sem nada dizer de válido. É autodesculpar-se sem a ninguém convencer. Para muitos, o que exige algum sacrifício é pesado demais, socialmente incorreto, pessoalmente opressor e alienante. Pelo contrário, procurar o prazer é preocupação constante, exaltação máxima do egoísmo pessoal, pretenciosa realização quotidiana. Ser católico não praticante é deixar-se levar pela enxurrada do desinteresse de muitos que, por aí, andam. É ir na onda dos que nada querem fazer e tudo dizem ser. 

É como ser bombeiro não praticante, médico não praticante, amigo não praticante, pai e mãe não praticante e trabalhador não praticante. Ser católico não praticante é negar a Deus e aos irmãos o que lhes é devido. É viver à deriva. O saboroso “faz de conta”!. É deixar tudo ao deus dará. É invenção enganosa. Pura e falsa pretensão.

APOCALIPSE 3


13. Quem tiver ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.
14. Ao anjo da igreja de Laodicéia, escreve: Eis o que diz o Amém, a Testemunha fiel e verdadeira, o Princípio da criação de Deus.
15. Conheço as tuas obras: não és nem frio nem quente. Oxalá fosses frio ou quente!
16. Mas, como és morno, nem frio nem quente, vou vomitar-te.