segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

E tu Sacerdote, porque quer levar almas para a condenação?


O escândalo do sacerdote


Indigna escrava do Crucificado e da SS. Virgem,
Letícia de Paula

(Jesus Cristo falando ao coração do Sacerdote, ou meditações eclesiásticas para todos os dias do mês, escritas em italiano pelo Missionário e doutor Bartholomeu do Monte traduzidas pelo Pe. Francisco José Duarte de Macedo, ano de 1910)















I. – Não te basta, ó filho, ofenderes-Me tu, senão também seres causa de que outros Me ofendam?!... Se dei todo o Meu sangue em preço pela redenção das almas, não vês que, quem mas rouba, move contra mim perseguição mais feroz que a daqueles mesmos, que tão barbaramente derramaram o Meu sangue no Calvário?!
E tu, ó sacerdote, que com o escândalo estorvas o bem e promoves o mal, tens coração de ser tão ímpio contra o teu Deus?!...

Fiz-te sacerdote para que zelasses a Minha honra, e conduzisses a Mim as almas; e tu arrancas-mas do seio com tão horrenda aleivosia?!...
Ah! Ninguém causa tanto dano à Minha Igreja, e menoscabo à Minha honra, como o sacerdote que, destinado por Mim para repreender e corrigir os outros, lhes dá exemplos de perversidade [1].

Se querias assim tratar-Me, para que tomaste as Minhas insígnias? Para que vieste à Minha Igreja? Se houveras ficado no estado laical, não Me fizeras tão graves injúrias, como assim Me fazes.

II. – Todos põem em ti os olhos; mas, ainda que cometas alguma falta, ninguém se atreve a repreender-te; e teu exemplo é tanto mais seguido, quando é maior a tua honra em virtude da tua dignidade.
Tu, caindo no pecado, arrastas por assim dizer os outros para que caiam; porque julgam ser-lhes lícito quanto vêem fazer a ti; e pecam desenfreada e afoitamente vendo que tu pecas.

Desculpam-se com o teu exemplo na liberdade do falar, na familiaridade, na crápula; nunca se emendam, porque dizem em sua defesa: os sacerdotes e os religiosos também fazem o mesmo; e, o que mais é, quando os seculares vêem um sacerdote mau, pensam que todos os eclesiásticos são maus, o que redunda em detrimento da mesma Religião, chegando até vacilar na fé, e a ter os sermões, os sacramentos, o evangelho na conta de impostura ou invenção humana[2]. 

Ó força  cruel do escândalo! Pobres almas, assassinadas por aqueles mesmos que mas deviam guiar, corrigir e salvar!

III. – Ai de ti, sacerdote! Tu, que a princípio não quiseras usar da língua, dos talentos, das riquezas para o bem; depois não só fizeste uso das riquezas, dos talentos, da língua, de enganos, de conselhos, de violências; mas até te serviste do teu crédito e do mesmo sacerdócio, como de aguda espada, para me traspassares a Mim e as almas, redimidas com o Meu sangue! Ah! Infeliz, também traspassaste a ti mesmo!

Se um leigo, por mais tentado, por mais ignorante, por mais desprezível que seja, quando danifica uma só alma e lhe dá ocasião a um só pecado, merece ser lançado, com um penedo ao pescoço, no fundo do mar; que merecerás tu que és ministro, e por isso muito mais criminoso, muito mais cruel, atentas as luzes que recebeste, o estado em que te achas e as obrigações especiais do teu sacerdócio?

Se tens sido, pois ocasião de ruína não só de uma, duas ou três, mas de muitas e muitas almas, já fomentando abusos, já promovendo a libertinagem, e não uma ou outra vez, mas por tanto tempo, e em tantas espécies de pecados, sabe que és réu de tantas mortes espirituais, quantos têm sido os maus exemplos que tens dado[3].

E, depois de tantos crimes, terás coração de aparecer em Minha presença sem derramar rios de lágrimas, ou sem me restituir tantas almas quantas Me tens roubado?!

Fruto. – Lembra-te que és sacerdote, obrigado especialmente a dar exemplos que edifiquem; e que aquilo que num secular passa por gracejo ou coisa de nenhum valor, em um sacerdote se torna grave[4].
Examina-te escrupulosamente, e vê se, no trato com os domésticos ou com os estranhos, particularmente com a mocidade, deste alguma vez ocasião ao pecado com palavras ou maus exemplos; promovendo, ensinando, cooperando, protegendo, etc.; com omissões de estudo, de vigilância, de repreensão, etc.; com a facilidade em absolver, etc.

Todo o sacerdote deve procurar a salvação das almas; mas aquele que deu escândalo, buscando a sua ruína e a do próximo, tem de mais a mais a obrigação de reparar os danos que ocasionou, procurando salvar a sua alma e as dos outros, com particular zelo e edificação.

S. RAYMUNDO DE PENNAFORT deu um mau conselho a um jovem estudante, dissuadindo-o de entrar em Religião; foram porém tais os remorsos que o agitaram, que, para reparar o seu erro, renunciou aos maiores empregos e ao mundo, e se fez religioso com admiração de todos.


[1] Nullum puto ab aliis majus praejudicium, quam a sacerdotibus tolerat Deus; quando eos, quos ad aliorum correctionem posuit, dare de se exempla pravitatis cernit: quando ipsi peccamus, qui compescere peccata debuimus. (S. GREG.,Homil. Brev. 12 Martii.)

[2] Plurimi considerantes clericorum vitam malam ex hoc vacillantes, imo multoties deficientes in fide, non credunt quod illa, quae de nostra fide sunt scripta, sint vera; sed scripta fuerint, non Dei spiramine, sed humana, et deceptoria inventione; clavium virtutem non credunt, sacramenta despiciunt, vitia non vitant, virtutes non reputant, non horrent inferos, caelestia non concupiscunt. (S. BERNARDIN, SEN., Serm. 19.)

[3] Seire enim debent sacerdotes, quia si perversa unquam perpetrant, tot mortibus digni sunt, quot perditionis exempla transmittunt. (GREG., Pastor.)

[4] Inter saeculares nugae, nugae sunt, in ore sacerdotis, blasphemiae. Consecrasti os tuum Evangelio: talibus jam aperire illicitum; assuescere sacrilegum est. Verbum scurrile, quod faceti, urbanique nomine colorant, num sufficit peregrinari ab ore; procul et ab aure relegandum. Foede ad cachinos moveris, foedius moves. (S. BERNARD., De Consid.)

fonte: A Grande Guerra. blogspot

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Isso em 1910?!!!

Já imaginaram a cobrança do sacerdote hoje, que deixou o de fazer um belo serviço a Deus...
para permitir a retirada do Sacrário do centro da Casa de DEUS, para poder ficar de costa pra JESUS e de frente para o povo?

Permitir que mulheres façam o seu trabalho, entregando o CORPO de CRISTO, para poderem ficar sentados?

Ai de ti sacerdote!

Ai de ti Católico, que mesmo vendo esses erros... compactua com eles, pegando com a mão o CORPO de CRISTO e sem mais dobrar os joelhos?

Ai de ti!

Ou pensaste que DEUS não está vendo isso tudo?

Sacrilégio é um peado gravíssimo! 


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Mensagem recebida pelo Confidente Católico Bento da Conceição –Taquaras – Balneário Camboriú – Santa Catarina – Brasil. Informações fone- fax: (0xx47) 3367-7110 ou (0xx47) 9977-3952 ou (0xx47) 3360-7167

Mensagem de São Francisco de Assis a Pedro II

13.01.2013


Irmão querido, São Francisco, tudo o que vem acontecendo com os nossos bispos e padres que não acreditam nessas Mensagens por eu ser quase sem estudo, no teu tempo era assim que também não acreditavam no teu trabalho irmão?

Em tudo em que Deus põe a Mão o diabo se põe a atrapalhar, por exemplo, naquelas províncias onde me criei também fui chamando como tu foste irmão Pedro II, sempre foste uma pessoa que fazia os teus trabalhos, mas sempre pensando em Deus, eu também já tinha em mim algo que mexia por dentro. Comecei a ver quando fui convocado para servir o exército. Em dado momento que subimos a uma colina, quando estávamos indo lutar, sobre mim veio uma Luz e comigo começou a falar. Quase pouco entendi, só que, ao voltar para casa eu já estava todo tomado por uma Luz que nunca tinha visto. Senti-me como se fosse um instrumento na Mão de Deus. Meus pais pouco acreditaram e muito mais o bispo de nossa diocese. Fui então por eles tachado como um louco, como tu estás sendo irmão Pedro II, só que esta loucura é o maior Sinal de Deus nesta Terra. A Presença de Jesus se dá assim, onde Ele toca Suas abençoadas Mãos o diabo atrapalha quase em tudo, só que ele não pode te ferir, e ele é obrigado a obedecer. Assim também como foi a minha história narrada até hoje pela Santa Igreja Católica, Apostólica e agora Conservadora. Esta tua igreja meu irmão é tão pura e tão sagrada que aqui o diabo jamais destruirá, devido ao poder que tem aqui em Taquaras, lugar este que Jesus escolheu, longe de Sua terra onde Nasceu. Vejam que até isto está escrito na Bíblia (Is 46,11). Esta é a razão dos padres e bispos virem contra ti, por seres pouco letrado e por ser um homem muito simples, mas isto não quer dizer que és inferior a eles, ao contrário, acima de qualquer um deles estás. Procure meu irmão, fazer sempre a Vontade de Nosso Senhor Jesus assim como eu fiz, verás então depois com teus próprios olhos tudo o que vem fazendo. Jamais aqui pisará qualquer um que seja capaz de derrubar este Templo que foi feito com permissão divina desde o momento que foi levantada a primeira haste, e que todos sejam abençoados pelas Mãos divinas.

São Francisco de Assis e Pedro II

domingo, 13 de janeiro de 2013

Católico pode ser cremado?




A Igreja não proibe a “cremação dos cadáveres”, porque seja intrinsecamente mau, mas porque vai contra a tradição dos judeus, continuada desde o princípio pelos cristãos; e porque a sua origem e o seu fim são mais que suspeitos: deram-lhe começo os anticristãos, com o sacrílego intuito de destruir a crença na imortalidade da alma e na ressurreição do corpo.
Roma publicou 3 “decretos” contra a “cremação”.

No 1° a 16 de Maio de 1886, proíbe aos católicos, que se filiem em “sociedades de cremação” e que ordenem que seus corpos sejam queimados.
No 20, a 15 de Dezembro do mesmo ano de 1886, priva de enterro religioso o católico que o faça.

No 30, a 27 de Julho de 1892, proíbe aos sacerdotes administrar-lhes os últimos sacramentos.

O “Santo Ofício” proibiu por estes 3 “decretos” a “cremação”, não porque ela seja contrária à lei natural 011divina, mas “como prática pagã detestável introduzida por homens de fé duvidosa”, para desfazer na reverência que os católicos têm aos mortos.

Era prática constante dos judeus enterrar os seus mortos na terra, ou em túmulos de pedra (Gen. 15, 15; 23, 19).
Olharam sempre a “cremação” com horror (Amos, 2, 1), e só a prescreviam como pena, em certos casos flagrantes de imoralidade (Gen. 28, 24) ou de saques privados, em tempo de guerra (Jos. 7, 15).
A Igreja Católica adotou este costume judaico desde os seus primórdios, e denunciou “a cremação como costume cruel e atroz” (Tertul.: De Anima, 51; Min. Felix: Octavius, 11; Orig.: Contra Cels. 5,23).
Os Santos Padres baseavam o costume judaico e cristão de enterrar os mortos no dogma da
ressurreição do corpo e no respeito que se lhe deve, por ter sido templo do Espírito Santo (I Cor. 3,16; 6, 19).

A primeira tentativa, nos tempos modernos, para ressuscitar a “cremação”, f01 feita pelos
neopagãos do “Diretório Francês” no quinto ano da República.
O projeto não teve acolhimento favorável, apesar de fazer parte do programa revolucionário contra a doutrina, leis e costumes cristãos.
Alguns, depois de terem lavado já as mãos no sangue de sacerdotes, abolido a Missa e o Domingo, inventado o novo culto da Razão, advogaram a “cremação”, para mais facilmente destruir as “superstições” da imortalidade da alma e da ressurreição do corpo.

O mundo teve de esperar mais cerca de 75 anos por uma segunda tentativa para introduzir a
“cremação”.

Era mister que a incredulidade aprofundasse mais as suas raízes na Europa.
Esta segunda tentativa teve mais êxito, do que a primeira.
Começou em Pádua em 1872.
Em seguida às primeiras “cremações” os anticatólicos começaram a fundar “sociedades de
cremação” em toda a parte e a defender a sua prática em centenas de livros e folhetos.
A razão deu-a Ghisleri no seu “AImanacco dei Liberi Muratori”; Os católicos têm muita razão em se oporem à “cremação”. Esta purificação dos mortos pelo fogo abala o predomínio das suas fundações, baseado no terror de que cercam a morte.

Outro maçom anticatólico, Gorini, escreveu no seu livro “Purificazione dei Morti”: “A nossa tarefa não termina com a cremação do corpo; queremos destruir e queimar também a própria
superstição”.

E depois de advogar ou propor que se vendam as cinzas aos lavradores, acrescenta: “O resultado seria que este material reencarnaria parcialmente nos corpos dos milaneses. É a única ressurreição do corpo que a ciência reconhece”.
Frases semelhantes apareceram com frequência durante 15 anos na imprensa italiana, como que provocando a Igreja a condená-la.

Se a “cremação” fosse adotada, não teriam mais razão de ser nos funerais religiosos muitas orações e cerimónias muito belas e muito significativas.


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Fonte: Livro “Caixa de Perguntas” do Pe. Bertrand L. Conway, C.S.P.
Extraído do blog: Associação Cultura Santo Tomás



Deuteronômio, 18

10. Não se ache no meio de ti quem faça passar pelo fogo seu filho ou sua filha, nem quem se dê à adivinhação, à astrologia, aos agouros, ao feiticismo,
11. à magia, ao espiritismo, à adivinhação ou â invocação dos mortos,
12. porque o Senhor, teu Deus, abomina aqueles que se dão a essas práticas, e é por causa dessas abominações que o Senhor, teu Deus, expulsa diante de ti essas nações.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

A GRANDE PROMESSA


É bom saber... que eu, como o filho pródigo, tinha abandonado o redil do Bom Pastor. Ingrato! Eu tinha à minha disposição as pastagens mais belas e perfumadas... tinha os cuidados mais assíduos... as mais doces, as mais ternas carícias. Ingrato! E eu abandonei, fugi para bem longe daquele que me seguia, chamando-me com os nomes mais carinhosos que só o amor é capaz de pronunciar... Oh, quão ingrato que fui! Às finezas do amor dum Deus respondi com a repulsa, maltra-tando-o. Oh! que ingrato!
Eu vivi durante muitos anos, sem nem sequer pensar no bom Pastor... Oh! negra ingratidão!

Mas um dia, de repente, uma lembrança me assalta... e sem querer, Vem-me ao pensamento a idade feliz da minha infância... Relembro-me de que por nove meses consecutivos, eu me tinha prostrado aos pés de Jesus para recebê-lo na Santa Comunhão. "A Grande Promessa" do SS. Coração de Jesus triunfara, Jesus no excesso de misericórdia de seu amor se tinha lembrado dessa ovelhinha desgarrada.

Hoje finalmente, cumpro a promessa, executo o voto que eu então fiz de publicar esta graça extraordinária, a fim de persuadir a todos: Que é impossível que se condene aquele que faz as nove primeiras sextas-feiras em honra do Sagrado Coração de Jesus, pois será sempre fiel à sua Grande Promessa.

Lede estas poucas páginas e ficareis persuadidos.
Dia do Perdão de Assis de 1923. Salvador do Coração de Jesus Frade Terceiro dos Menores Capuchinhos.


Clique na imagem e baixe o pequeno livro em número de páginas, porém de grande valor para salvação das almas, por mais incrédula que seja!


Depoimento de um peregrino de Fátima — O Sr. SC, do Paraná, tem uma irmã em Santa Catarina, Sra. LPC, que adoeceu gravemente, a ponto de o Sr. SC deslocar-se juntamente com todos os seus parentes (aproximadamente 400 km). E já foi com roupa social, prevendo o falecimento, haja vista o relatório passado por telefone, nada animador. Chegando, ele não a reconhecera, de tão anormal que se encontrava. Ele então tomou uma Medalha de Nossa Senhora das Graças que a Campanha envia, e mais outra do Sagrado Coração de Jesus, e as colocou embaixo do travesseiro dela, pois o médico havia dito que não havia mais nada a fazer por ela. 20 a 30 minutos após, ela já reagiu tão bem que chegou a sentar-se na cama, coisa que não conseguia fazer há uma semana, pois estava vivendo com balão de oxigênio. Ela contou então que teve um sonho em que o Sagrado Coração de Jesus e Nossa Senhora das Graças disseram a ela: “não chore, minha filha, vamos cobri-la com um lençol branco e você vai sarar”. Não precisou mais do oxigênio (J.A.Barbosa).

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Entre as diversas representações do Sagrado Coração de Jesus, uma se destaca pela milagrosa circunstância em que se tornou célebre aos olhos do mundo católico. Trata-se do “Detente!”, um recorte de pano onde se pinta ou borda a figura do Coração divino revelada a Santa Margarida-Maria, emoldurado pela frase: “Detém-te! O Coração de Jesus está comigo!”

A origem desse objeto piedoso se prende a um caso de proteção sobrenatural com que se viu favorecido um jovem romano, o qual se alistou como zuavo pontifício para defender o Papado nas guerras da unificação italiana do séc. XIX. Antes de partir, sua mãe lhe pendurou ao pescoço um pedaço de pano em que ela havia bordado o Coração de Jesus com a cruz, a coroa de espinhos e as chamas, assim como fora visto em êxtase pela vidente de Paray-le-Monial.

Armado com esse singular escudo que lhe forjara a solicitude materna, o jovem combatente lançou-se com denodo e coragem em renhidas e sangrentas batalhas. Durante um desses confrontos, quando as balas adversárias faziam grande estrago nas fileiras pontifícias, uma delas atingiu em cheio o peito do heróico rapaz, ficando cravada na estampa do Coração de Jesus que lhe pendia do pescoço.

Ao tomar conhecimento desse fato, o Papa Pio IX concedeu uma bênção especial a todos os escapulários elaborados segundo o modelo feito por aquela carinhosa mãe cristã.
(“Sagrado Coração de Jesus, Tesouro de Bondade e Amor", Mons. João Clá Dias, EP)


terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Seu jeito de falar: constrói ou destrói o seu irmão?



Muitas das nossas respostas são influenciadas enormemente pelo modo como os nossos interlocutores conduzem as perguntas. Ação e reação não me parecem fenômenos recentes na maioria dos comportamentos humanos.

Se alguém fala com carinho e educação terá certamente mais chance de ser tratado com igual delicadeza. Ao contrário, quando alguém agride com um jeito rude de falar, claro que vai colher as reações próprias do que semeou.

Você pode falar tudo o que quiser e a possibilidade de ser compreendido e aceito é infinitamente maior quando o seu modo de se expressar transmitir bondade, doçura, amor. Até os que ao pronunciar frases de amor o dizem de forma tão ríspida que as palavras passam a ter significados e interpretação oposta ao seu sentido original.  

Como anda a sua comunicação? Como você tem se dirigido ao outro?

Lembre-se do que um grande educador do século XVI, Francisco de Sales, dizia: “Uma gota de mel atrai mais moscas do que um barril de vinagre”. E se alguém me perguntasse sobre o meu maior motivo de orgulho, eu diria: “Ver que algumas pessoas estão se tornando pessoas melhores no jeito de falar, de agir... De superar crises e dificuldades.

fonte: rede vida

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Cada pessoa tem o direito de ser e de expressar a si mesma, e sentir-se bem (sem culpas) por fazer isso, desde que não fira seus semelhantes no processo. O comportamento que torna a pessoa capaz de agir em seus próprios interesses, a se afirmar sem ansiedade indevida, a expressar sentimentos sinceros sem constrangimento, ou a exercitar seus próprios direitos sem negar os alheios, é denominado de comportamento assertivo.

A pessoa não-assertiva tende a pensar na resposta apropriada depois que a oportunidade passou. A pessoa agressiva pode responder muito vigorosamente, causando uma forte impressão negativa e mais tarde arrepender-se disso. É nosso propósito neste texto, orienta-lo para que obtenha um repertório de comportamento assertivo mais adequado para que escolha respostas apropriadas e satisfatórias em várias situações.

Pesquisas demonstraram que o aprendizado de respostas assertivas inibirá ou enfraquecerá a ansiedade previamente experimentada em relações interpessoais específicas. Quando a pessoa se torna capaz de afirmar-se e fazer coisas por iniciativa própria, ela reduz apreciavelmente sua ansiedade ou tensão anteriores em situações críticas e aumenta seu senso de valor como pessoa. Este mesmo senso de valor está geralmente ausente na pessoa agressiva, cuja agressividade pode mascarar sentimentos de culpa e de insegurança. Desta forma, podemos caracterizar três tipos de comportamento interpessoal:

O comportamento agressivo resulta comumente num "rebaixar" o receptor. Seus direitos foram negados e ele se sente ferido, humilhado e na defensiva. Embora a pessoa agressiva possa atingir seus objetivos, ela pode também gerar ódio e frustração que poderá receber mais tarde como vingança.

Em suma, é claro então que no comportamento não-assertivo o emissor se prejudica pela própria autodesvalorização; e no comportamento agressivo, o receptor é prejudicado. No caso da asserção, nenhuma pessoa é prejudicada e, a menos que os objetivos desejados sejam totalmente conflitantes, ambos podem sair-se bem.



Estudo de caso

                                                                "O Menino do Vizinho"

O Sr. e Sra.E têm um filho de dois anos e uma filha de dois meses. Recentemente, por diversas noites, o filho do vizinho de 17 anos, tem ficado em seu carro, ao lado da casa, ouvindo som altíssimo. Ele começa exatamente na hora em que as duas criaças do casal E se recolhem para dormir, exatamente ao lado da casa onde o rapaz ouve as músicas. A música alta acorda as crianças toda noite e é impossível para os pais fazê-las dormir enquanto a música continua. O casal E está incomodado e decide ser:

Não-Assertivo:

O Sr. e Sra.E levam as crianças para seu quarto, do outro lado da casa, esperam até que a música cesse, por volta de 1 hora da madrugada, então transferem as crianças para o quarto delas. E vão dormir muito depois do horário de costume. Eles continuam a maldizer o rapaz em silêncio, e breve se desligam dos vizinhos.



Agressivo:

O casal "Edgar". chama a polícia e reclama que "um desses jovens selvagens" da casa ao lado está incomodando. Exigem que a polícia "faça seu papel" e pare com o barulho de uma vez. A polícia fala com o rapaz e com seus pais, que ficam muito chateados e com raiva pelo embaraço da visita da polícia. Eles reprovam o fato de o casal "Edgar" ter chamado a polícia antes de conversar com eles e resolvem evitar qualquer relacionamento com eles.

Assertivo:

O casal vai à casa do rapaz e diz a ele que sua música está mantendo as crianças acordadas à noite. Procura, junto com o rapaz, encontrar uma solução para o caso, que não pertube o sono das crianças. O rapaz relutantemente concorda em abaixar o volume à noite, mas aprecia a atitude cooperativa do casal E. Todaos se sentem bem com os resultados.

Texto extraído do livro:
ALBERTI & EMMONS Comportamento Assertivo: um guia de auto-expressão. Belo Horizonte: Interlivros, 1978.








Tudo depende da forma de falar e o momento certo



Uma gota de mel atrai mais moscas do que um barril de vinagre".




II Pedro 1, 5-10


5. Por estes motivos, esforçai-vos quanto possível por unir à vossa fé a virtude, à virtude a ciência,
6. à ciência a temperança, à temperança a paciência, à paciência a piedade,
7. à piedade o amor fraterno, e ao amor fraterno a caridade.

8. Se estas virtudes se acharem em vós abundantemente, elas não vos deixarão inativos nem infrutuosos no conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo.
9. Porque quem não tiver estas coisas é míope, cego: esqueceu-se da purificação dos seus antigos pecados.
10. Portanto, irmãos, cuidai cada vez mais em assegurar a vossa vocação e eleição. Procedendo deste modo, não tropeçareis jamais.



quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

A decisão é da mulher: e passa de uma geração para outra!

Moda tendência para 2013:para adolescente?!








Moda para pré-adolescente: ???


(precisa dizer algo ?)







As prostitutas da década de ’90 se vestiam como se vestem as jovens de hoje.

 A moda das jovens e senhoras dos dias actuais , foi  influenciada pela moda das prostitutas da década de ’90
(colocado a tarjeta preta pelo pudor do leitor)
COMO VESTIRÃO AS GERAÇÕES VINDOURAS?
fonte: centro monte carmelo.wordpress



[...]


Como pode a mulher cristã, ou o cristão, de um modo geral, mostrar reverência e respeito por Deus, pelos outros e por si própria através de seus trajes? Vestindo-se com decência e sensibilidade, sem causar vergonha nem constrangimento a Deus, a si mesmo ou aos outros.

A preocupação da moda moderna é vender seus produtos pela exploração do poderoso impulso sexual próprio ao corpo humano, mesmo que para isso tenham de colocar no mercado roupas indecentes que apenas alimentem o orgulho de quem as usa, e o apetite sexual de quem as observa.
A mulher cristã é chamada a vestir-se decentemente não para que seja menos atraente, mas para preservar e proteger algo frágil que pode ser facilmente perdido: sua capacidade de ter intimidade com seu marido, e a experiência que enriquece a vida de ambos.

O motivo para vestir-se com modéstia é semelhante ao motivo para se trancar uma casa.
Nós trancamos uma casa para proteger o que está dentro dela, e com isso mantemos do lado de fora as pessoas que não pertencem a ela.
De maneira semelhante, os cristãos devem vestir-se com modéstia e decência para proteger e preservar a intimidade do relacionamento matrimonial, pelo impedimento de intrusos vindos de fora.

As roupas podem produzir reações íntimas: os nossos mais profundos sentimentos de amor, a expressão cheia de paixão de nossa sexualidade, a revelação de nosso ser íntimo; tais reações pertencem somente ao relacionamento matrimonial.
O propósito da modéstia e decência no trajar não é esconder-nos da vista dos outros, mas preservar nossa intimidade para o nosso cônjuge.
A modéstia e a decência devem ser respeitadas até mesmo entre marido e mulher.

Uma exposição indecente, mesmo dentro do casamento, pode destruir o respeito mútuo e a capacidade de desfrutar uma união íntima de mente, corpo e alma.

Mary Quant, criadora da mini-saia e a mais famosa das estilistas de moda britânicas, dizia que seu alvo é “vestir as mulheres de tal maneira que os homens sintam vontade de arrancar a cobertura delas”.

Também diz que cria roupas que causem impacto porque acredita que “se as roupas não te fazem notado, então é desperdício de dinheiro”.
Numa entrevista publicada pela revista News Week, ao ser perguntada sobre qual é o objetivo da moda, e para onde está se direcionando, em palavras tão cruas que se torna difícil citá-las aqui, Mary Quant prontamente respondeu: “Sexo”.
Também afirmou: “Toda essa decoração é colocada para seduzir um homem para ir para a cama, assim como o motivo para retirá-la”.

Uma mulher cristã precisa lembrar-se que o seu charme reside não apenas naquilo que revela, mas também naquilo que esconde.
Uma mulher que se veste para exibir seus encantos físicos e sexuais, encoraja todos os homens que a olham para que a vejam e tratem como se fosse um objeto sexual.

Enquanto a Palavra de Deus recomenda a modéstia, a moda insiste em andar na direção oposta.
A pessoa que se esforça para chamar a atenção dos outros para si pode ter qualquer qualidade, menos a da modéstia.
Para o pensamento que hoje domina o mundo, modéstia é um defeito dos tímidos e dos que não tem coragem de se impor.

fonte: trecho do artigo de Lídio Feix.






terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Vem, Vem, REI Emanuel - DEUS Conosco!


Veni,veni, Emmanuel
captivum solve Israel,
qui gemit in exsilio,
privatus Dei Filio.

R: Gaude! Gaude! Emmanuel,
nascetur pro te Israel!
Veni, O Sapientia,
quae hic disponis omnia,
veni, viam prudentiae
ut doceas et gloriae. R.
Veni, veni, Adonai,
qui populo in Sinai
legem dedisti vertice
in maiestate gloriae. R.
Veni, O Iesse virgula,
ex hostis tuos ungula,
de spectu tuos tartari
educ et antro barathri. R.
Veni, Clavis Davidica,
regna reclude caelica,
fac iter tutum superum,
et claude vias inferum. R.
Veni, veni O Oriens,
solare nos adveniens,
noctis depelle nebulas,
dirasque mortis tenebras. R.
Veni, veni, Rex Gentium,
veni, Redemptor omnium,
ut salvas tuos famulos
peccati sibi conscios. R.
Em Português
Ó vem, ó vem, Emanuel,
Liberta o povo de Israel,
Que chora em triste exílio e dor,
E espera o grande Redentor

Exulta a Deus! Emanuel
Virá em breve, ó Israel

Ó vem rebento de Jessé
E dá-nos novo ardor e fé
Vem faze-nos o mal vencer
Com tua luz e teu poder

Exulta a Deus! Emanuel
Virá em breve, ó Israel

Ó vem, ó vem nos animar
E nossa vida iluminar;
Dissipa a densa treva e a dor
E as nuvens negras do temor

Exulta a Deus! Emanuel
Virá em breve, ó Israel

Vem, Esperança das Nações!
Habita em nosso corações!
Discórdia humana se desfaz
Porque és, Senhor, o Rei da Paz

Exulta a Deus! Emanuel
Virá em breve, ó Israel come, Emmanuel,

fonte: familia-igreja-domestica.blogspot.











domingo, 23 de dezembro de 2012

Não se deve repetir a oração como os Católicos fazem com o Rosário?




“E, orando, não useis de vãs repetições” (Mt 6,7). No início do último mês, enquanto rezava o rosário na fila da minha agência bancária, fui abordado por uma irmã protestante que me questionou duramente pela oração que fazia, pois, segundo ela, são meras repetições que contradizem a Palavra de Deus: Meus irmãos, é quase certo que vocês já tenham vivenciado essa experiência. Por isso, é fundamental aprofundarmos o conhecimento sobre nossa fé para que não sejamos iludidos nem desviados do caminho da verdade.

A passagem mencionada acima segue uma tradução protestante. Preferi utilizá-la, pois foi a mesma que minha irmã falou. Detendo-nos nela, percebemos claramente que não se proíbem as repetições, mas, tão somente, as repetições vãs, ou seja, aquelas feitas sem o entendimento do que é dito, sem que seja uma declaração consciente e sincera do coração do orante. Aliás, essa foi uma das razões que levou Jesus a criticar muitos, dizendo “Este povo somente me honra com os lábios; seu coração, porém, está longe de mim” (Mt 15, 8).

No Sermão da Montanha, Jesus nos ensina a rezar, deixando-nos a oração do Pai Nosso (Cf. Mt 6, 9-13). Ora, essa oração não nos foi deixada para ser esquecida na Bíblia, mas para ser repetida e vivenciada por todos nós.

O cego de Jericó gritou várias vezes “Jesus, Filho de Davi, tem compaixão de mim!” (Mc 10, 47). Essa foi uma oração em súplica feita a Jesus, simples e sincera, como deve ser. Cristo, por acaso, se enfureceu? Não, de forma alguma! A oração do cego perturbou os outros, mas Jesus o olhou, pleno de amor, e o curou.

Talvez vocês até pensem que a repetição é coisa do homem; que Deus ou os anjos não fariam. Se pensam assim, estão enganados! No Getsêmani, Jesus reza ao Pai por 3 vezes “dizendo as mesmas palavras” (Mc 14, 39) e, no Apocalipse, vemos que os anjos “não cessavam de clamar dia e noite: Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Dominador, o que é, o que era e o que deve voltar” (Ap 4, 8).

De uma forma mais próxima, percebam que o sol nasce todos os dias, contudo, um nascer do sol jamais será igual a outro. Igualmente, uma oração, ainda que com palavras fixas, nunca será igual a outra. Atentem-se também que uma mesma canção, por exemplo, é cantada várias vezes e, nem por isso, ela perde o sentido de oração.

Depois disso, pode-se ver justificada a repetição, mas alguém pode questionar: “Mas o rosário não é bíblico!”. Meus irmãos, o rosário surgiu da oração do Saltério, nele rezamos o Pai Nosso e a Ave Maria, formada pela saudação de S. Isabel a Nossa Senhora, e nele, também, contemplamos toda a vida de Cristo, os mistérios por meio dos quais somos salvos. O rosário, então, está totalmente impregnado da Palavra de Deus!

Meus irmãos, não nos deixemos seduzir, mas assumamos confiantemente a nossa fé. Não tema declarar: Sou Católico Apostólico Conservador! Se ainda nos falta muito para conhecermos, fujamos do comodismo e nos dediquemos à leitura fiel e orante da Palavra de Deus e dos documentos da Igreja. Assim descobriremos como é sábia e verdadeira a Igreja edificada sobre pedra de S. Pedro.

Nossa Senhora do Rosário e S. Pedro, rogai por nós!


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Publicado por afeexplicada em 15/12/2012

Nem a CNBB possui autonomia para avacalhar a Liturgia.


As missas inculturadas em geral se assemelham mais a festejos folclóricos

21 dez 2012
missa_sertaneja_padre
De umas décadas para cá, vem se perdendo a noção de que a missa é feita paraexaltar e agradar a Deus, e não aos homens. Fazem missa para celebrar a negritude, a cultura gauchesca, a vida sertaneja, o amor ao time de futebol… E Jesus, que pediu “Fazei isto em memória de mim”, vai ficando pra escanteio.
A partir do Concílio Vaticano II, a Igreja entendeu que seria benéficoadmitir a diversidade na forma de celebrar a liturgia, abraçando o princípio da inculturação do Evangelho, como explica o Padre Paulo Ricardo:
“…é necessário, que para que o Evangelho chegue até o os povos, que a Igreja assuma a forma de falar daquele povo, e assim a mensagem do Evangelho, que é sempre a mesma, a mesma fé de dois mil anos, vai ser compreendida pelos povos neste esforço de adaptação.
“Um exemplo extraordinário de inculturação nós tivemos (…) no padre bem-aventurado José de Anchieta, o grande apóstolo do Brasil, que veio ao nosso país e aqui aprendeu a língua indígena, escreveu uma gramática tupi, fez peças de teatro em língua tupi, português e espanhol, (…) e assim ele pôde transmitir a fé.” (1)
Esse é um esforço de inculturação positivo, autêntico. Porém, o que vemos prevalecer em nosso país é avacalhação da santa missa, sob a desculpa de promover a inculturação. O rito romano é desrespeitado pelo uso de paramentos, músicas, gestos e outros elementos mundanos e estranhos à sua sacralidade, ou até mesmo profundamente relacionados a outras religiões (sincretismo). Sobre isso, continua a nos esclarecer o Pe. Paulo Ricardo:
“Nós não estamos lidando com pessoas bem-intencionadas que querem levar o Evangelho para uma cultura diferente. (…) A maior parte das pessoas que fala de inculturação está querendo (…) não levar o Evangelho para os povos, para o mundo, mas trazer o mundo para dentro da Igreja.” (1)
A Instrução Geral do Missal Romano (IGMR nº 395) deixa claro que qualquer adaptação na liturgia, por menor que seja, não pode ser realizada sem a prévia autorização da Santa Sé. Nem a CNBB possui autonomia para deliberar sobre estas questões. Apesar dessa orientação, muitos sacerdotes violam descaradamente a Constituição Sacrosantcum Concilium (2),queestabelece:
“…jamais algum outro, ainda que sacerdote, acrescente, tire ou mude por própria conta qualquer coisa à Liturgia.” (SC., 22 § 3)
É válido ressaltar que as adaptações na liturgia da missa são admitidas pela IGMRespecialmente para os povos recém-cristianizados, o que está longe de ser o caso do Brasil. Falar em missa inculturada aqui, depois de mais de 500 anos de catolicismo na veia é, no mínimo, muito estranho.
celebracao_zumbi_missa_afro
Foto de missa afro. Em destaque, ATABAQUES, intrumentos de percussão típicos da umbanda e do candomblé. Pra quem curte sincretismo, é um prato cheio… de pipoca!

Mas os padres tupiniquins que promovem missas inculturadas veem os povos das diversas regiões do Brasil como caricaturas étnicas e regionalistas. Suas mentes funcionam mais ou menos assim:
  • “Você é negro? Muito axé! Vamos fazer uma missa com muita cor, muito rebolado, muita cocada e atabaques. Sem isso, você não poderá se identificar com o rito, né, meu rei?”
  • “Você é do interior? Então o padre tem que usar chapéu de cowboy na missa e cantar que nem o Zezé Di Camargo.”
  • “És gaúcho? Bah, tchê, certamente só se sentirá bem em uma missa em que  o padre vista bombacha, tenha um lenço no pescoço e use a cuia do  chimarrão no lugar do cálice do vinho!”
As missas inculturadas em geral se assemelham mais a festejos folclóricos – que são muito interessantes, mas não diante do altar do Cordeiro Imolado – do que a ritos sagrados. E assim, vai sendo sufocada verdadeira liturgia, aquela que eleva os corações a Deus e faz resplandecer o rosto de Cristo. 

O que diz o Catecismo: !!!

L.13.14.11 Mudança do rito dos Sacramentos

§1125 E por isso que nenhum rito sacramental pode ser 
modificado ou manipulado ao arbítrio do ministro ou da 
comunidade. Nem mesmo a suprema autoridade da Igreja pode 
alterar a Liturgia ao seu arbítrio, mas somente na obediência da 
fé e no religioso respeito do Mistério da Liturgia.



Fonte: jbpsverdade.blogspot

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

A crise é de ordem espiritual


EUROPA: A crise é de ordem espiritual, diz premiê da Hungria. E no Brasil?



Paulo R. Campos


Nesta Babel de notícias que revelam a existência de um plano internacional para se acelerar a destruição da instituição da família (com a aberrante promoção do homossexualismo, do controle de natalidade, do aborto, da eutanásia, do divórcio etc.), deparei-me hoje com uma reportagem auspiciosa para as famílias. 

Por ocasião do XIV Congresso de Católicos e Vida Pública, realizado nos dias 16, 17 e 18 de novembro na Universidade San Pablo-CEU, de Madrid, o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orban, discorreu sobre o tema “Esperança e resposta cristã à crise”, tendo sido calorosamente aplaudido.

Entre outras coisas, ele afirmou que a crise econômica europeia se deve principalmente a uma crise de ordem espiritual, e que somente por meio da restauração dos valores cristãos é que a Europa poderá ser regenerada.

A seguir, um resumo da conferência de Orban que preparei para os nossos leitores, pois sua tese vale para Brasil — tanto quanto à solução apresentada para a crise, quanto ao que ele fala de políticos europeus, que se pode aplicar aos quadrilheiros que operam (assaltam) neste Pindorama. 

A CRISE ECONÔMICA NÃO VEIO POR ACASO


O primeiro-ministro húngaro Viktor Orban respondeu à pergunta de como foi possível o desmoronamento do sonho de união europeia. 

Segundo ele, a crise europeia não veio por acaso, mas pela falta de responsabilidade de seus líderes políticos, quando questionaram as raízes cristãs da Europa, que são a força motriz do Velho Continente.

Como exemplo do atual colapso econômico europeu, citou a questão do crédito, que antes era concedido a pessoas responsáveis, mas que depois passou a ser concedido a representantes de países não comprometidos com o cristianismo. 

O que levou nações inteiras a se escravizarem ao crédito — o que não teria acontecido numa Europa verdadeiramente cristã.

Ele lembrou que no Antigo Testamento a usura era proibida, e que a Igreja sempre rejeitou cobrança de juros abusivos, mas que atualmente os créditos foram desvinculados de responsabilidades morais. O que aprofundou a crise.


Santo Estêvão



Segundo Orban os líderes europeus fizeram carreira, ganharam muito dinheiro e desprezaram os valores cristãos, especialmente a defesa da família e da vida. 

O primeiro-ministro húngaro declarou sua crença de que por trás de uma economia bem-sucedida há "algum tipo de força motriz espiritual" e que "a Europa governada de acordo com os valores cristãos se regeneraria".

Deu o exemplo do seu país, explicando que a Hungria — uma nação pobre devido ao legado do regime comunista, que a subjugou por décadas e na qual a pensão média era de apenas 250 euros — teve início uma reconstrução moral.

Ele lembrou que seu primeiro rei, Santo Estêvão, ofereceu suas armas e o reino à Virgem Maria.

Assim, a nova Constituição húngara é baseada na dignidade, na liberdade, na família, na fidelidade, com obrigação expressa de ajudar os pobres. 

Ou seja, ela é baseada nos valores cristãos. O que irritou profundamente a esquerda europeia, que chegou a condenar a Hungria no Parlamento de Estrasburgo. Este deseja converter a Europa num continente ateu, no qual o conceito de família seja substituído pelo individualismo. 


Armas da Hungria: a coroa de Sto. Estevão, o cetro, a espada e o globo



Com base em sua própria experiência, Viktor Orban propôs uma renovação da cultura e da política baseada nos valores cristãos. Para ele, não há outro caminho. 

Ao afirmar isso, o primeiro ministro foi entusiasticamente aclamado pelo público com aplausos que duraram alguns longos minutos.

Com essas excelentes ideias, o valoroso primeiro-ministro húngaro seria convidado a falar em Brasília?


Parlamento Húngaro, em Budapeste (Capital)


fonte: ValoresInegociaveis