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terça-feira, 9 de abril de 2013

Salmo 50: Senhor, tende piedade de mim




Caríssimos Irmãos e Irmãs: vale a pena meditar!


Escutamos o Miserere, uma das orações mais célebres do Saltério, o Salmo penitencial mais intenso e repetido, o cântico do pecado e do perdão, a meditação mais profunda sobre a culpa e a graça. A Liturgia das Horas faz-nos repeti-lo nas Laudes de cada sexta-feira. Desde há muitos séculos numerosos corações de fiéis judeus e cristãos elevam aos céus como que um suspiro de arrependimento e de esperança dirigido a Deus misericordioso.
A tradição judaica colocou o Salmo nos lábios de Davi, convidado pelas palavras severas do profeta Natan a fazer penitência (cf. vv. 1-2; 2 Sam 11, 12), o qual lhe reprovava o adultério cometido com Betsabé e o homicídio de seu marido, Urias. Mas o Salmo enriquece-se nos séculos seguintes, com a oração de muitos outros pregadores, que retomam os temas do "coração novo" e do "Espírito" de Deus infundido no homem redimido, segundo o ensinamento dos profetas Jeremias e Ezequiel (cf. v. 12; Jr 31, 31-34; Ez 11, 19; 36, 24-28).



São dois os horizontes que o Salmo 50 delineia. Em primeiro lugar, está a região tenebrosa do pecado (cf. vv. 3-11), na qual se encontra o homem desde o início da sua existência: "Eis que eu nasci na culpa, e a minha mãe concebeu-me no pecado" (v. 7). Mesmo se esta declaração não pode ser assumida como uma formulação explícita da doutrina do pecado original como foi delineada pela teologia cristã, não há dúvida de que ela lhe corresponde: de fato, exprime a dimensão profunda da inata debilidade moral do homem. O Salmo, nesta primeira fase, apresenta-se como uma análise do pecado, feita diante de Deus. São três as palavras hebraicas usadas para definir esta triste realidade, que provém da liberdade humana mal empregue.


 

A primeira palavra, hattá, significa literalmente "não atingir o alvo": o pecado é uma aberração que nos afasta de Deus, meta fundamental das nossas relações, e por conseguinte também do próximo.
A segunda palavra hebraica é "awôn, que remete para a imagem de "torcer", "curvar". Por conseguinte, o pecado é um desvio sinuoso do caminho reto; é a inversão, a deturpação, a deformação do bem e do mal, no sentido declarado por Isaías: "Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem, mal, que têm as trevas por luz e a luz por trevas" (Is 5, 20). Precisamente por este motivo, na Bíblia, a conversão é indicada como um "voltar" (em hebraico shûb) ao caminho reto, corrigindo o percurso.
A terceira palavra que o salmista usa para falar do pecado é peshá. Ela exprime a rebelião do súdito em relação ao soberano e, por conseguinte, é um desafio aberto dirigido a Deus e ao seu projeto para a história humana.
Mas se o homem confessa o seu pecado, a justiça salvífica de Deus está pronta para o purificar radicalmente. Desta forma passa-se para a segunda parte espiritual do Salmo, a luminosa da graça (cf. vv. 12-19). De fato, através da confissão das culpas abre-se para quem reza um horizonte de luz no qual Deus atua. O Senhor não age apenas negativamente, eliminando o pecado, mas regenera a humanidade pecadora através do seu Espírito vivificante: infunde no homem um "coração" novo e puro, ou seja, um conhecimento renovado, e abre-lhe a possibilidade de uma fé límpida e de um culto agradável a Deus.
Orígenes fala a este propósito de uma terapia divina, que o Senhor realiza através da sua palavra e mediante a obra regeneradora de Cristo: "Assim como Deus predispôs para o corpo o remédio das ervas terapêuticas misturadas com sabedoria, assim também preparou remédios para a alma com as palavras que infundiu, distribuindo-as nas divinas Escrituras... Deus também deu outra atividade médica, cujo arquiatra é o Salvador, o qual diz de si mesmo: "não são os sadios que precisam do médico, mas os doentes". Ele era o médico por excelência capaz de curar qualquer debilidade, qualquer enfermidade" (Homilias sobre os Salmos, Florença, 1991, pp. 247-249).
A riqueza do Salmo 50 mereceria uma exegese cuidadosa de cada uma das suas partes. É o que faremos quando ele voltar a ressoar nas várias sextas-feiras das Laudes. O olhar de conjunto, que agora dirigimos a esta grande súpplica bíblica, já nos revela algumas componentes fundamentais de uma espiritualidade que deve reflectir-se na existência quotidiana dos fiéis. Em primeiro lugar, há um profundo sentido do pecado, entendido como uma escolha livre, conotada negativamente a nível moral e teologal: "Contra Vós apenas é que eu pequei, pratiquei o mal perante os Vossos olhos" (v. 6). Depois, verifica-se também no Salmo um profundo sentido da possibilidade de conversão: o pecador, sinceramente arrependido (cf. v. 5), apresenta-se em toda a sua miséria e despojamento a Deus, suplicando-lhe que não o afaste da sua presença (cf. v. 13).
Por fim, no Miserere, vê-se uma radicada convicção do perdão divino que "apaga, lava e purifica" o pecador (cf. vv. 3-4) e chega até a transformá-lo numa criatura nova que tem espírito, língua, lábios e coração transformados (cf. vv. 14-19). "Mesmo se os nossos pecados afirmava santa Faustina Kowalska fossem escuros como a noite, a misericórdia divina é mais forte do que a nossa miséria. É necessária uma só coisa: que o pecador abra pelo menos um pouco da porta do seu coração... o resto fá-lo-á Deus... 

Tudo se iniciou com a tua misericórdia e tudo terminará com a tua misericórdia" (M. Winowska, O ícone do Amor misericordioso. A mensagem da Irmã Faustina,Roma, 1981, pág. 271).


-- Papa João Paulo II, na audiência de 24 de Outubro de 2001


fonte: http://tesourosdaigrejacatolica.blogspot.com.br

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Catecismo para padres e católicos pós CVII

Aula de Catecismo para todos Católicos, principalmente para aqueles que inventam modas e 'acham' que estão agradando.

Vale a pena!!    Sem rodeios e direto ao ponto!!


Assistam e divulguem!!




quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Música x bebida: os pais deveriam saber disso.


07/01/2013 05h35 - fonte: G1

'Acadêmicos do sertanejo' estudam 


incentivo a 'bebedeira' em hits atuais



Trabalhos de Letras e Psiquiatria pesquisam elo de música e alcoolismo.
De 48 duplas compiladas, apenas sete não falam de álcool em canções.



Em 2012, o sertanejo universitário virou tema de trabalhos acadêmicos em áreas distintas como Letras, Psiquiatria e Artes. Dois destes estudos abordam a relação entre as letras do gênero musical e o consumo de álcool no Brasil, sob diferentes prismas: o do mestrado de Mariana Lioto, 25 anos, em Letras na Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) e o da especialização em Dependência Química de Francismari Barbin, 37, na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
As pesquisadoras levaram a sério versos como "Tudo que eu quero ouvir: eu te amo e open bar", de Michel Teló, e "É meu defeito, eu bebo mesmo", de Fernando e Sorocaba. O trabalho de Mariana catalogou 243 letras de sertanejos que citam bebidas. Apesar de o trabalho abordar mais hits atuais, os campeões de citações provam que o tema é recorrente na história do gênero: os veteranos João Carreiro & Capataz, com 19 letras sobre "bebedeira", e os novos astros João Neto & Frederico, com 17.
Francismari Barbin estuda os aspectos socioculturais que resultam na associação positiva entre música e álcool (Foto: G1/Raul Zito)
 Francismari Barbin estuda os aspectos culturais que resultam na associação positiva entre música e álcool
 (Foto: G1/Raul Zito)
De 48 artistas famosos do gênero sertanejo estudados por Mariana, apenas sete não possuíam nenhuma música abordando a temática, e 85% das duplas abordam o assunto em pelo menos uma canção.
Há outros estudos recentes sobre sertanejo, mas não o bastante, segundo elas. "Encontrei referências sobre a música sertaneja até a década de 80, mas o sertanejo universitário ainda é um fenômeno a ser estudado", diz Mariana Lioto em entrevista ao G1, que escreveu a dissertação "Felicidade engarrafada: Bebidas alcoólicas nas músicas sertanejas" (conheça o trabalho). Já para encontrar exemplos de letras de sertanejos sobre "bebedeira", ela não teve dificuldade.
fernando e sorocaba (Foto: Divulgação)
Fernando & Sorocaba em cena do clipe de '´É tenso' (Foto: Divulgação)
"Acredito que existe um embate de discursos. De um lado temos a esfera médica e religiosa dizendo que beber causa dependência, gera doenças, etc. É um discurso chato, difícil de conquistar adesão. De outro lado temos a música falando que beber te dá amigos, mulheres, sexo, acaba com todos problemas", diz.
A tese do trabalho de Mariana é de que a música sertaneja não só reflete um comportamento já existente, mas ajuda a "naturalizar" e incentiva o hábito de beber, fazendo associações positivas com mulheres, festas, fuga do trabalho, e escondendo os efeitos negativos.
Francismari Barbi, psicóloga clínica, autora do trabalho "A influência das letras de música sertaneja no consumo de álcool", diz que também teve dificuldade de achar referências sobre sertanejo. "Mas outros estudos comprovam a influencia relacional entre musica e consumo de alguma substância psicoativa, ou mesmo a letras das músicas como forte influencia comportamental entre os jovens", completa
"Eu queria um tema ainda pouco estudado no Brasil e ao mesmo tempo com importância clínica e sociocultural. A música possui um elo estreito e forte com a sociedade e a cultura vigente. Isso pode contribuir para que as pessoas associem bebida com diversão ou com a 'cura' de diversos problemas, principalmente quando é evidenciado este apelo em suas letras", explica a psicóloga.
"Parece que a tarefa de mostrar o lado negativo da substância ficou basicamente a cargo dos técnicos de saúde" é o lamento conclusivo de Francismari

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SED desenvolve campanha de prevenção ao uso de álcool pelos adolescentes
A chegada do carnaval traz alegria e muita animação, mas também um alerta: o consumo de bebidas alcoólicas entre os adolescentes, que durante os bailes ou festas de rua, estimulados pelos amigos, têm seu primeiro contato com o álcool. O uso frequente desse tipo de bebida na adolescência produz danos ao cérebro, afetando a memória, prejudicando a aprendizagem e favorecendo a violência e a promiscuidade.

[nota do autor do Blog: Não concordo com o estímulo dado ao carnaval, quando associa o termo a alegria e festa. É uma festa sim, mas profana, onde a promiscuidade é exaltada. Jovens são levados a pensar que devem dar 'tudo' como se fosse o fim do mundo se não aproveitarem essa data. Onde a droga 'corre solta' e muitos casamentos são desmanchados.]
Proibir apenas que os adolescentes bebam não basta. Além da proibição é preciso que os pais conversem, orientem, exponham a seus filhos os riscos do uso de bebidas alcoólicas e coloquem limites com firmeza e responsabilidade. Pensando no propósito de unir a família e a escola, a Secretaria de Estado de Educação propôs uma campanha para alertar os estudantes da Rede Estadual de Ensino de Mato Grosso do Sul, que na semana que antecede a folia prepararam diversas atividades sobre o tema.
Com a frase “Neste carnaval brinque muito, mas não deixe o álcool e as drogas acabarem com a sua alegria real”, a EE Profª Nair Palácio de Souza, de Nova Andradina, realizou com estudantes, durante uma semana, trabalho de conscientização e prevenção do uso de drogas e bebidas alcoólicas no carnaval. Em todas as turmas e turnos, os professores de Artes e Língua Portuguesa organizaram atividades como análise de textos sobre o tema, debates, paródias, cartazes e desenhos. Palestras e produção de cartazes foi a maneira que a EE Castro Alves, de Dourados, encontrou para falar sobre o tema.
(EE Profª Nair Palácio de Souza)
Acreditando que a escola contribui na orientação dos adolescentes, a EE Advogado Demosthenes Martins, do Conjunto Otavio Pécora, Campo Grande, abriu espaço para debates e estudos de esclarecimento sobre os riscos e conseqüências que o consumo abusivo de álcool traz para as pessoas, conscientizando assim não só os estudantes, mas também os pais, pois muitas vezes o consumo de bebidas alcoólicas começa em casa, com os adolescentes seguindo o exemplo de pais e familiares. Os estudantes da escola montaram um painel, criaram paródias, assistiram a palestras educativas, organizaram gráficos com números de acidentes de trânsito causados por motoristas embriagados e pesquisaram na internet a relação do álcool com as vítimas do trânsito e da violência.

fonte:



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Santa Faustina e a visão que teve sobre o carnaval


   
“Nos últimos dias do carnaval, quando rezei a hora santa, vi Nosso Senhor no momento da flagelação. – Oh que suplício inconcebível – Como Jesus sofreu terrivelmente quando foi flagelado. 

– Oh pobres pecadores, como será o vosso encontro no dia do julgamento com esse Jesus a quem agora martirizais? – O Seu Sangue corria para o chão, e em alguns lugares o corpo começou a desprender-se. E vi nas costas alguns dos Seus ossos despidos de carne... Jesus, silencioso, gemia e suspirava.” (188)
9 de Fevereiro de 1937.
“Nestes dois últimos dias conheci um grande acúmulo de castigos e pecados. O Senhor deu-me a conhecer num instante os pecados do mundo inteiro cometidos neste dia. Desfaleci de terror e, apesar de conhecer toda a profundeza da misericórdia divina, admirei-me que Deus permita que a humanidade exista. 

E o  Senhor deu-me a conhecer quem sustenta a existência dessa humanidade: são as almas escolhidas. Quando se completar o número dos escolhidos, o mundo não existirá mais.

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Vem, Vem, REI Emanuel - DEUS Conosco!


Veni,veni, Emmanuel
captivum solve Israel,
qui gemit in exsilio,
privatus Dei Filio.

R: Gaude! Gaude! Emmanuel,
nascetur pro te Israel!
Veni, O Sapientia,
quae hic disponis omnia,
veni, viam prudentiae
ut doceas et gloriae. R.
Veni, veni, Adonai,
qui populo in Sinai
legem dedisti vertice
in maiestate gloriae. R.
Veni, O Iesse virgula,
ex hostis tuos ungula,
de spectu tuos tartari
educ et antro barathri. R.
Veni, Clavis Davidica,
regna reclude caelica,
fac iter tutum superum,
et claude vias inferum. R.
Veni, veni O Oriens,
solare nos adveniens,
noctis depelle nebulas,
dirasque mortis tenebras. R.
Veni, veni, Rex Gentium,
veni, Redemptor omnium,
ut salvas tuos famulos
peccati sibi conscios. R.
Em Português
Ó vem, ó vem, Emanuel,
Liberta o povo de Israel,
Que chora em triste exílio e dor,
E espera o grande Redentor

Exulta a Deus! Emanuel
Virá em breve, ó Israel

Ó vem rebento de Jessé
E dá-nos novo ardor e fé
Vem faze-nos o mal vencer
Com tua luz e teu poder

Exulta a Deus! Emanuel
Virá em breve, ó Israel

Ó vem, ó vem nos animar
E nossa vida iluminar;
Dissipa a densa treva e a dor
E as nuvens negras do temor

Exulta a Deus! Emanuel
Virá em breve, ó Israel

Vem, Esperança das Nações!
Habita em nosso corações!
Discórdia humana se desfaz
Porque és, Senhor, o Rei da Paz

Exulta a Deus! Emanuel
Virá em breve, ó Israel come, Emmanuel,

fonte: familia-igreja-domestica.blogspot.











quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Bach x Pink Floyd

Porque o Católico não deve ouvir música do mundo?



Baixe
           o excelente documento feito pelo Padre Labouche (que também é formado em música), explicitando o mal da música secular para um católico e porque não nos é lícito ouvir este tipo de música.



Clique na figura






fonte: Audi Filia!
por Michele Madalena