Mostrando postagens com marcador doença. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador doença. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 10 de abril de 2018

Tens algum doente em casa ou no hospital? Alguns ensinamentos à luz do Catecismo.




D.38 DOENTES cf. Unção dos enfermos

D.38.1 "Curai os enfermos" preceito de Jesus

§1506 Cristo convida seus discípulos a segui-lo, tomando cada um sua cruz. Seguindo-o, adquirem uma nova visão da doença e dos doentes. Jesus os associa á sua vida pobre e de servidor. Faz com que participem de seu ministério de compaixão e de cura: "Partindo, eles pregavam que todos se arrependessem. E expulsavam muitos demônios e curavam muitos enfermos, ungindo-os com óleo" (Mc 6,12-13).

§1507 O Senhor ressuscitado renova este envio ("Em meu nome... eles imporão as mãos sobre os enfermos e estes ficarão curados". (Mc 16,17-18) e o confirma por meio dos sinais realizados pela Igreja ao invocar seu nome. Esses sinais manifestam de um modo especial que Jesus é verdadeiramente "Deus que salva".

§1508 O Espírito Santo dá a algumas pessoas um carisma especial de cura para manifestar a força da graça do ressuscitado. Todavia, mesmo as orações mais intensas não conseguem obter a cura de todas as doenças. Por isso, São Paulo deve aprender do Senhor que "basta-te a minha graça, pois é na fraqueza que minha força manifesta todo o seu poder" (2Cor 12,9), e que os sofrimentos que temos de suportar podem ter como sentido "completar na minha carne o que falta às tribulações de Cristo por seu corpo, que é a Igreja" (Cl 1,24).

§1509 "Curai os enfermos!" (Mt 10,8). A Igreja recebeu esta missão do Senhor e esforça-se por cumpri-la tanto pelos cuidados aos doentes como pela oração de intercessão com que os acompanha. Ela crê na presença vivificante de Cristo, médico da alma e do corpo. Esta presença age particularmente por intermédio dos sacramentos e, de modo especial, pela Eucaristia, pão que dá vida eterna a cujo liame com a saúde corporal São Paulo alude.

§1510 Entretanto, a Igreja apostólica conhece um rito próprio em favor dos doentes, atestado por São Tiago: "Alguém dentre vós está doente? Mande chamar os presbíteros da Igreja, para que orem sobre ele, ungindo-o com óleo em nome do Senhor. A oração da fé salvará o doente e o Senhor o aliviará; e, se tiver cometido pecados, estes lhe serão perdoados" (Tg 5,14-l5). A Tradição reconheceu neste rito um dos sete sacramentos da Igreja.

D.38.2 Cuidado e consideração dos doentes

§2186 Os cristãos que dispõem de lazer devem lembrar-se de seus irmãos que têm as mesmas necessidades e os mesmos direito mas não podem repousar por causa da pobreza e da miséria. O domingo é tradicionalmente consagrado pela piedade cristã às boas obras e aos humildes serviços de que carecem os doentes, os enfermos, os idosos. Os cristãos santificarão ainda o domingo dispensando à sua família e aos parentes o tempo e a atenção que dificilmente podem dispensar nos outros dias da semana. O domingo é um tempo de reflexão, de silêncio, de cultura e de meditação, que favorecem o crescimento da vida interior cristã.

D.38.3 Doentes no Antigo Testamento

§1502 O homem do Antigo Testamento vive a doença diante Deus. E diante de Deus que ele faz sua queixa sobre a enfermidade, e é dele, o Senhor da vida e da morte, que implora a cura . A enfermidade se toma caminho de conversão e o perdão de Deus de início à cura. Israel chega à conclusão de que a doença, de uma forma misteriosa, está ligada ao pecado e ao mal e que a fidelidade a Deus, segundo sua Lei, dá a vida: "Porque eu sou Iahweh, aquele que te restaura" (Ex 15,26). O profeta entrevê que o sofrimento também pode ter um sentido redentor para os pecados dos outros (Cf Is 53,11). Finalmente, Isaías anuncia que Deus fará chegar um tempo para Si o em que toda falta será perdoada e toda doença ser curada (Cf Is 33,24).

D.38.4 Doentes sinal da presença de Jesus

§1373 "Cristo Jesus, aquele que morreu, ou melhor, que ressuscitou, aquele que está à direita de Deus e que intercede por nós" (Rm 8,34), está presente de múltiplas maneiras em sua Igreja): em sua Palavra, na oração de sua Igreja, "lá onde dois ou três estão reunidos em meu nome" (Mt 18,20), nos pobres, nos doentes, nos presos, em seus sacramentos, dos quais ele é o autor, no sacrifício da missa e na pessoa do ministro. Mas "sobretudo (está presente) sob as espécies eucarísticas".

D.38.5 Jesus e cura dos doentes

§699 A mão. E impondo as mãos que Jesus cura os doentes e abençoa as criancinhas. Em nome dele, os apóstolos farão o mesmo. Melhor ainda: é pela imposição das mãos dos apóstolos que o Espírito Santo é dado. A Epístola aos Hebreus inclui a imposição das mãos entre os "artigos fundamentais" de seu ensinamento. A Igreja conservou este sinal da efusão onipotente do Espírito Santo em suas epicleses sacramentais.

§1503 A compaixão de Cristo para com os doentes e suas numerosas curas de enfermos de todo tipo são um sinal evidente de que "Deus visitou o seu povo e de que o Reino de Deus está bem próximo. Jesus não só tem poder de curar, mas também de perdoar os pecados: ele veio curar o homem inteiro, alma e corpo; é o médico de que necessitam os doentes. Sua compaixão para com todos aqueles que sofrem é tão grande que ele se identifica com eles: "Estive doente e me visitastes" (Mt 25,36). Seu amor de predileção pelos enfermos não cessou, ao longo dos séculos, de despertar a atenção toda especial dos cristãos para com todos os que sofrem no corpo e na alma. Esse amor está na origem dos incansáveis esforços para aliviá-los.

§1504 Muitas vezes Jesus pede aos enfermos que creiam. Serve-se de sinais para curar: saliva e imposição das mãos, lama e ablução. Os doentes procuram tocá-lo, "porque dele saía uma força que a todos curava" (Lc 6,19). Também nos sacramentos Cristo continua a nos "tocar" para nos curar.

§1505 Comovido com tantos sofrimentos, Cristo não apenas se deixa tocar pelos doentes, mas assume suas misérias: "Ele levou nossas enfermidades e carregou nossas doenças". Não curou todos os enfermos. Suas curas eram sinais da vinda do Reino de Deus. Anunciavam uma cura mais radical: a vitória sobre o pecado e a morte por sua Páscoa. Na cruz, Cristo tomou sobre si todo o peso do mal e tirou o "pecado do mundo" (Jo 1,29). A enfermidade não é mais do que uma conseqüência do pecado. Por sua paixão e morte na cruz, Cristo deu um novo sentido ao sofrimento, que doravante pode configurar-nos com Ele e unir-nos à sua paixão redentora.

"CURAI OS ENFERMOS..."

§1506 Cristo convida seus discípulos a segui-lo, tomando cada um sua cruz. Seguindo-o, adquirem uma nova visão da doença e dos doentes. Jesus os associa á sua vida pobre e de servidor. Faz com que participem de seu ministério de compaixão e de cura: "Partindo, eles pregavam que todos se arrependessem. E expulsavam muitos demônios e curavam muitos enfermos, ungindo-os com óleo" (Mc 6,12-13).

D.38.6 Unção sagrada dos enfermos

§1511 A Igreja crê e confessa que existe, entre os sete sacramentos, um sacramento especialmente destinado a reconfortar aqueles que provados pela enfermidade: a Unção dos Enfermos.

Esta unção sagrada dos enfermos foi instituída por Cristo nosso Senhor como um sacramento do Novo Testamento, verdadeira e propriamente dito, insinuado por Marcos, mas recomendado aos fiéis e promulgado por Tiago, Apóstolo e irmão do Senhor.

§1516 Só os sacerdotes (bispos e presbíteros) são ministros da Unção dos Enfermos. E dever dos pastores instruir os fiéis sobre os benefícios deste sacramento. Que os fiéis incentivem os doentes a chamar o sacerdote, para receber este sacramento. Que os doentes se preparem para recebê4o com boas disposições, com a ajuda de seu pastor e de toda a comunidade eclesial, que é convidada a cercar de modo especial os doentes com suas orações e atenções fraternas.

§1519 A celebração do sacramento compreende principalmente os elementos seguintes: "os presbíteros da Igreja (Cf Tg 5,14) impõem – em silêncio - as mãos aos doentes; oram sobre eles na fé da Igreja. É a epiclese própria deste sacramento. Realizam então a unção com óleo consagrado, que, se possível, deve ser feita pelo Bispo. Essas ações litúrgicas indicam a graça que esse sacramento confere aos enfermos.

Mãe e Virgem de Guadalupe interceda por nós, vigie-nos com os seus olhos maternos

segunda-feira, 27 de abril de 2015

O maravilhoso testemunho de Catalina - Sacramento da Reconciliação

Retirado um trecho do livro: "Uma visão diferente sobre a morte
Testemunho de Catalina
sobre a Reconciliação e a Unção dos Enfermos"

Home Page: http://ane-brasil.leiame.net/livraria/





Capítulo VIII




Vós que tirais os pecados do mundo...

Na terça-feira, 8 de julho, viajamos a Cozumel, pois havíamos sido convidados a dar uma palestra ali. O Senhor me ditou uma mensagem para uma jovem, dizendo-me: “Diz-lhe que por muito tempo esperei por este momento e espero sua entrega”.

Era uma jovem que foi procurar nosso diretor espiritual para fazer uma confissão de vida. Quando lhe entreguei a mensagem, ela chorou. Então o Senhor me pediu que a ajudasse.

Conversamos até a chegada do sacerdote. Quando saíam juntos de uma sala, dirigindo-se a outra para a Confissão, vi de repente que ao redor dela havia uma grande quantidade de pessoas, talvez dez ou doze, que queriam entrar com ela no recinto. Eu me surpreendi muito ao ver aquilo, mas logo compreendi que era uma experiência mística e me pus em oração.

Ouvia-se por um lado umas vozes que falavam alto, com uma música em ritmo de tambores que aturdia, e ao mesmo tempo um coro, umas pessoas que cantavam o Ave de Fátima e outro coro que na ladainha cantava e dizia: “Glória e louvor a Deus Criador, ao Filho Redentor, e ao Espírito Santo...!”

Ajoelhei-me e pedi que o Senhor iluminasse essa confissão. Logo ouvi um barulho de gente que gritava. Olhei imediatamente para o lugar de que provinham os ruídos e era a sacada da sala em que estava se confessando a jovem. O que vi foi espantoso: figuras absolutamente desagradáveis, criaturas disformes, que saíam correndo e gritando e se lançavam pela sacada ao vazio. Ao ir à janela ver a queda, que foi o meu primeiro impulso, não vi a mais ninguém.

Nesse momento entrou o amigo que havia pedido ao padre a Confissão para a jovem, e ambos pudemos ouvir claramente o ruído de correntes e ferros que pareciam rasgar o teto e as paredes. Pusemo-nos a rezar, disse a ele que não tivesse medo, que são os barulhos e expressões de raiva típicos do demônio, porque uma alma lhe estava sendo tirada. Acompanhou-me uns minutos na oração, e depois precisou ir embora.

Fiquei sozinha em oração por uns minutos, não sei quantos, e logo uma luz me fez abrir os olhos. Constatei que diante de mim havia desaparecido a parede que separava a sala em que se realizava a Confissão do lugar em que eu me encontrava.

Pude ver então a jovem que estava sentada, confessando-se, porém não diante do sacerdote mas diante do próprio Jesus. Eu não via o sacerdote, era Jesus que havia tomado seu lugar. Via o Senhor de perfil, com as mãos entrelaçadas como em oração, enquanto apoiava sobre elas o queixo; mas Sua atitude era de escuta atenta.

Atrás da moça e perto da porta da sala estava o grupo de pessoas entre as quais se reconhecia uma monja, vestida de azul e com véu negro. Perto dela, sobressaía um Anjo com as asas muito grandes, uma figura majestosa, com uma grande lança na mão direita, olhado à esquerda e à direita, em atitude de alerta.

Pensei que poderia ser São Miguel Arcanjo, ou algum capitão de sua Milícia Celeste. Ao fundo, à direita de Jesus e da jovem que se confessava, reconheci a Virgem Maria, de pé, vestida como Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, com um traje que parecia de seda, cor de pérola, e um manto de cor “tostada”, ou de caramelo, com os emblemas que essa imagem usualmente tem. Dois anjos muito altos, de pé, sustinham suas lanças em uma das mãos, observando de maneira atenta, assim como o Anjo da porta. Estavam vigilantes e alertas, como se custodiando a Virgem, que permanecida de pé com as mãos em oração, olhando para o céu, enquanto eles pareciam vigiar todo o recinto.

Havia muitos anjos pequenos que iam e vinham, como se fossem transparentes. Em dado momento, Jesus levantou a mão direita, dirigindo a palma a certa distância da cabeça da jovem. Toda Sua mão estava cheia de luz, dela saíam raios dourados que a cobriam inteiramente com todo esplendor, transformando-a. Eu via como o rosto da penitente ia mudando, como se lhe tirassem uma máscara...

Vi como esse rosto duro de antes se transformava em outro mais nobre, doce e pacífico. No momento em que o Senhor lhe dava a absolvição, Nossa Senhora fez uma genuflexão e inclinou a cabeça e todos os seres que estavam ao seu redor fizeram o mesmo. Jesus se pôs de pé, aproximou-se da penitente e então pude ver o sacerdote sentado onde antes estava Jesus. O Senhor abraçou a jovem e a beijou no rosto. Depois voltou-se, abraçou o sacerdote e também o beijou no rosto. Nesse instante, tudo se encheu de intensa luz que desapareceu como se ascendendo em direção ao teto ao mesmo tempo que desaparecia toda a visão e me encontrava de novo olhando para a parede.

Depois de me haver concedido esta inusitada experiência mística, o Senhor me falou, dizendo:

- Se soubésseis como se transforma uma alma que fez uma boa confissão, todos os que estivessem próximos a ela a receberiam de joelhos, porque em virtude da graça santificante, está cheia do Espírito Santo.

Quando a jovem saiu da confissão, senti um verdadeiro desejo de me ajoelhar diante dela, mas a abracei com todo o meu amor, pois sabia que estava abraçando a pessoa que o Senhor havia abraçado antes. Ela parecia diferente, muito mais jovem e muito feliz. Relatei tudo ao meu diretor espiritual e permanecemos ambos em oração, dando graças a Deus. À noite o Senhor me pediu que me preparasse para escrever o que havia visto, em uma publicação dedicada ao Sacramento da Misericórdia: a Reconciliação; que é o presente texto.



Capítulo IX

O delicado momento da Reconciliação Dois dias depois, o Senhor disse que continuaríamos com nosso trabalho e logo me vi em uma Igreja, diante de um grupo de pessoas que esperavam sua vez para se confessar. Apareceram diante de meus olhos muitas “sombras”, com figuras que tinham corpo de gente mas cabeças de animais. Estas enlaçavam uma pessoa que ia em direção ao confessionário, com cordas no pescoço e na frente; enquanto isso, diziam-lhe algo ao ouvido...

Logo uma dessas sombras se separou discretamente do resto e tomou a forma de uma mulher vestida, arrumada de maneira muito provocante, que passou diante do homem que ia se confessar. Ele, distraindo-se, deteve seu olhar nela. Aqueles seres horríveis riam a gargalhadas, muito satisfeitos. Um anjo lutava com as mãos, procurando afugentar essas feras.

Outra das pessoas que esperava a confissão, uma jovem muito humilde, tinha um livrinha de orações entre as mãos, via-se que estava recolhida, lendo e então meditando... As sombras se aproximaram a certa distância mas não podiam laçá-la, parecia que o anjo que a acompanhava era mais forte do que elas (isto pensei).

Fiquei observando e, quando esta jovem terminou de se confessar, não estava mais vestida como antes, tinha um traje longo cor de pérola, quase branco, com um diadema de flores na cabeça, rodeada de quatro anjos que acompanhavam seu passo até o Altar. Tinha o rosto cheio de paz. Ali se ajoelhou para rezar, certamente sua penitência, e os anjos permaneceram com as mãos em atitude orante. Então terminou a visão e voltei a ver os móveis de minha casa.

O Senhor me disse:

- Acabas de ver duas pessoas acudindo ao Sacramento da Reconciliação. Uma que distraidamente e sem prévia preparação vai ao confessionário. Em tal circunstância, qualquer coisa que façam os maus espíritos tem mais força.

Por outro lado, a jovem esteve em oração, preparando sua confissão, pedindo assistência do céu. Por isso o demônio não pôde se aproximar dela e seu Anjo da Guarda pode agir melhor em sua defesa, pois ela o invocava.

E acrescentou:

- Todos deveriam rezar pelas pessoas que vão se confessar, para que façam uma boa confissão, pois poderia ser a última de sua vida.

Fez-me compreender que todas as pessoas que ficavam na Igreja também poderiam ajudar com suas orações, intercedendo pelo confessor e por quem vai se confessar. Assombrei-me que pedisse orações em favor do confessor, já que dias antes eu mesma tinha visto que era Jesus quem perdoava em lugar do sacerdote.

Então o Senhor disse:

- Certamente que precisam de orações. Também estão expostos às tentações, às distrações, ao cansaço. Recorda-tede que são seres humanos.

***********************************************


Outro grande testemunho da Catalina:

Por Cleiton Robsonn.
A animação El gran milagro (O grande milagre) é uma proposta interessante porque elucida parte a parte a Santa Missa, numa proposta envolvente que poderia atrair toda a família: desde a criança de cinco anos (afinal, é uma animação) aos mais velhos.

Todo o filme é baseado e feito a partir do Testemunho da Missionária Leiga do Coração Misericordioso de Jesus, Catalina Rivas, transcrito no livro "A Santa Missa", que tem o "Imprima-se!" do Bispo Ordinário: